Os jogos casuais podem apontar o caminho para que o Google alcance o
sucesso na arena das redes sociais, após uma série de iniciativas mal
sucedidas que o deixaram à margem desse crescente mercado, amplamente
dominado pelo Facebook.
Por isso, o gigante da internet está buscando talentos que ajudem
nessa missão e quer formar parcerias com empresas de jogos dispostos a
explorar sua grande presença na web. A Electronic Arts e a Walt Disney
investiram centenas de milhões de dólares para tentar ingressar nessa
área e há mais empresas à espera de oportunidades.
Ainda que o Facebook domine o mercado das redes sociais,
analistas do setor afirmam que o Google tem posição favorável para
desempenhar papel mais importante, ao atrair criadores de jogos
interessados em veículos alternativos para seus produtos.
- É claro que muitas das companhias de jogos sociais adorariam ter
acesso a mais que o Facebook - disse Timothy Chang, sócio diretor da
Norwest Venture Partners, uma companhia de capital para empreendimentos
que investiu na Playdom, produtora de jogos sociais que a Disney
adquiriu por 563 milhões de dólares no mês passado.
Os jogos sociais gratuitos para os usuários são uma das
atividades mais populares no Facebook. Em games como o FarmVille, da
Zynga, os usuários interagem em fazendas imaginárias e plantam safras
agrícolas para expandir suas vendas. Os jogos geram receita por meio de
publicidade e da venda de ítens extra que ajudam a melhorar a
performance dos jogadores.
No mês passado o site TechCrunch chegou a noticiar que o Google
havia investido secretamente entre US$ 100 e US$ 200 milhões na Zynga.
Nenhuma das duas empresas confirma a negociação.
Durante a conferência Techonomy, em Lake Tahoe, Califórnia, o CEO
Eric Schmidt disse que a empresa está focada em integrar funções
sociais a seus produtos. Ele não comentou, no entanto, nem os rumores de
que o Google estaria com um novo projeto de rede social nem a parceria
com a Zynga, responsável por jogos de sucesso como o FarmVille.
Depois das recentes mudanças adotadas pelo Facebook, que
dificultaram para as empresas de jogos fazer negócios em sua rede social
de 500 milhões de membros, Chang e outros dizem que as produtoras estão
cada vez mais interessadas em ouvir o que o Google tenha a oferecer. E o
líder das buscas na Web já está ampliando sua presença no setor de
jogos sociais.
- Eles estão em toda parte, nas conferências que acontecem.
Sabemos que estão procurando pessoas que liderem sua divisão de jogos -
disse Net Jacobsson, antigo executivo do Facebook que agora dirige uma
produtora de jogos sociais chamada PlayHopper.
Os jogos casuais podem apontar o caminho para que o Google alcance o
sucesso na arena das redes sociais, após uma série de iniciativas mal
sucedidas que o deixaram à margem desse crescente mercado, amplamente
dominado pelo Facebook.
Por isso, o gigante da internet está buscando talentos que ajudem
nessa missão e quer formar parcerias com empresas de jogos dispostos a
explorar sua grande presença na web. A Electronic Arts e a Walt Disney
investiram centenas de milhões de dólares para tentar ingressar nessa
área e há mais empresas à espera de oportunidades.
Ainda que o Facebook domine o mercado das redes sociais,
analistas do setor afirmam que o Google tem posição favorável para
desempenhar papel mais importante, ao atrair criadores de jogos
interessados em veículos alternativos para seus produtos.
- É claro que muitas das companhias de jogos sociais adorariam ter
acesso a mais que o Facebook - disse Timothy Chang, sócio diretor da
Norwest Venture Partners, uma companhia de capital para empreendimentos
que investiu na Playdom, produtora de jogos sociais que a Disney
adquiriu por 563 milhões de dólares no mês passado.
Os jogos sociais gratuitos para os usuários são uma das
atividades mais populares no Facebook. Em games como o FarmVille, da
Zynga, os usuários interagem em fazendas imaginárias e plantam safras
agrícolas para expandir suas vendas. Os jogos geram receita por meio de
publicidade e da venda de ítens extra que ajudam a melhorar a
performance dos jogadores.
No mês passado o site TechCrunch chegou a noticiar que o Google
havia investido secretamente entre US$ 100 e US$ 200 milhões na Zynga.
Nenhuma das duas empresas confirma a negociação.
Durante a conferência Techonomy, em Lake Tahoe, Califórnia, o CEO
Eric Schmidt disse que a empresa está focada em integrar funções
sociais a seus produtos. Ele não comentou, no entanto, nem os rumores de
que o Google estaria com um novo projeto de rede social nem a parceria
com a Zynga, responsável por jogos de sucesso como o FarmVille.
Depois das recentes mudanças adotadas pelo Facebook, que
dificultaram para as empresas de jogos fazer negócios em sua rede social
de 500 milhões de membros, Chang e outros dizem que as produtoras estão
cada vez mais interessadas em ouvir o que o Google tenha a oferecer. E o
líder das buscas na Web já está ampliando sua presença no setor de
jogos sociais.
- Eles estão em toda parte, nas conferências que acontecem.
Sabemos que estão procurando pessoas que liderem sua divisão de jogos -
disse Net Jacobsson, antigo executivo do Facebook que agora dirige uma
produtora de jogos sociais chamada PlayHopper.