Criticado por sua recém lançada ferramenta de relacionamento social
pela internet, chamada Buzz, que estaria invadindo a privacidade dos
usuários, o Google anunciou na noite de ontem mudanças para preservar
seus clientes. Mas uma reportagem analítica do jornal Financial Times interpretou as medidas do gigante das buscas como mera tentativa de “sufocar” os críticos.
O Buzz é um conjunto de mecanismos implantados no serviço de e-mails
Gmail que permitem ao usuário interagir com seus contatos de forma
análoga a uma rede social de internet, como o Facebook. Trata-se de uma
investida da empresa de buscas no ramo de redes sociais.
Após o lançamento, na terça-feira, a empresa foi criticada por
“expor informações pessoais de seus usuários sem a aprovação deles”,
afirma o FT. O cerne das reclamações é o fato de que o Buzz cria
automaticamente, no Gmail, uma rede social formada pelos contatos dos
usuários de e-mails.
“As pessoas estão surpresas com o fato de o Google tratar uma lista
de contatos privados (os e-mails) como uma lista de ‘amigos’”, afirmou
ao FT o chefe do Centro de Informações Privadas Eletrônicas, Marc
Rotenberg.
As alterações anunciadas pelo Google como resposta incluem uma forma
de tornar mais fácil, para os usuários, mexer nas configurações de
privacidade, permitindo escolher quem pode e quem não pode ver listas
pessoais de contatos.
“Entretanto, a lista de contatos continuará a ser pública até que o
usuário faça as mudanças”, afirma o FT. O jornal acrescenta que o
Facebook também mudou suas configurações de forma a tornar mais
públicas as listas pessoais de contatos, mas depois voltou atrás
parcialmente.
O interesse do Google e do Facebook em transformar dados pessoais em
públicos é, na visão do jornal, uma tentativa de bater a popularidade
do Twitter – site em que a maior parte dos usuários tem perfis públicos.
Criticado por sua recém lançada ferramenta de relacionamento social
pela internet, chamada Buzz, que estaria invadindo a privacidade dos
usuários, o Google anunciou na noite de ontem mudanças para preservar
seus clientes. Mas uma reportagem analítica do jornal
Financial Times interpretou as medidas do gigante das buscas como mera tentativa de “sufocar” os críticos.
O Buzz é um conjunto de mecanismos implantados no serviço de e-mails
Gmail que permitem ao usuário interagir com seus contatos de forma
análoga a uma rede social de internet, como o Facebook. Trata-se de uma
investida da empresa de buscas no ramo de redes sociais.
Após o lançamento, na terça-feira, a empresa foi criticada por
“expor informações pessoais de seus usuários sem a aprovação deles”,
afirma o FT. O cerne das reclamações é o fato de que o Buzz cria
automaticamente, no Gmail, uma rede social formada pelos contatos dos
usuários de e-mails.
“As pessoas estão surpresas com o fato de o Google tratar uma lista
de contatos privados (os e-mails) como uma lista de ‘amigos’”, afirmou
ao FT o chefe do Centro de Informações Privadas Eletrônicas, Marc
Rotenberg.
As alterações anunciadas pelo Google como resposta incluem uma forma
de tornar mais fácil, para os usuários, mexer nas configurações de
privacidade, permitindo escolher quem pode e quem não pode ver listas
pessoais de contatos.
“Entretanto, a lista de contatos continuará a ser pública até que o
usuário faça as mudanças”, afirma o FT. O jornal acrescenta que o
Facebook também mudou suas configurações de forma a tornar mais
públicas as listas pessoais de contatos, mas depois voltou atrás
parcialmente.
O interesse do Google e do Facebook em transformar dados pessoais em
públicos é, na visão do jornal, uma tentativa de bater a popularidade
do Twitter – site em que a maior parte dos usuários tem perfis públicos.