Brincadeiras online custam caro para as empresas. Cerca de 12,5% da produtividade despenca por causa dos joguinhos casuais do Facebook, Orkut e MySpace, entre outros. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio da Índia, que não é muito diferente do que apurou a Nucleus Research nos Estados Unidos, que revela que metade dos funcionários das empresas norte-americanas visitam redes sociais com objetivos particulares e derrubam a produtividade em pelo menos 1,5%.
Em uma pesquisa mais ampla, a consultoria Proudfoot Consulting pesquisou executivos de 15 países e defende que as distrações online custam cerca de US$ 658 bilhões por ano ao redor do mundo. A pesquisa calcula que em países como Austrália, França, Alemanha, Portugal, Estados Unidos e Reino Unido a produtividade despenca 18% com as distrações online.
No Brasil, em pesquisa realizada pela empresa há dois anos, o problema tem um agravante: as tarefas circunstanciais. Reuniões sem foco e constantes interrupções no ambiente de trabalho, com brincadeiras e conversas paralelas, juntam-se às brincadeiras online para promover uma queda ainda mais acentuada da produtividade. Proibir o uso de redes sociais não é efetivo, visto que hoje em dia parte do trabalho passa pelo relacionamento online.
Uma maior educação e conscientização do funcionário é muito mais eficiente, pois o planejamento aprimora a produtividade e evita perda de tempo exagerada com jogos online. Por outro lado, conscientização dos chefes para afzer reuniões mais focadas e trabalhos menos dispersos também melhoram muito os números da empresa.
MSN Tecnologia
Brincadeiras online custam caro para as empresas. Cerca de 12,5% da produtividade despenca por causa dos joguinhos casuais do Facebook, Orkut e MySpace, entre outros. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio da Índia, que não é muito diferente do que apurou a Nucleus Research nos Estados Unidos, que revela que metade dos funcionários das empresas norte-americanas visitam redes sociais com objetivos particulares e derrubam a produtividade em pelo menos 1,5%.
Em uma pesquisa mais ampla, a consultoria Proudfoot Consulting pesquisou executivos de 15 países e defende que as distrações online custam cerca de US$ 658 bilhões por ano ao redor do mundo. A pesquisa calcula que em países como Austrália, França, Alemanha, Portugal, Estados Unidos e Reino Unido a produtividade despenca 18% com as distrações online.
No Brasil, em pesquisa realizada pela empresa há dois anos, o problema tem um agravante: as tarefas circunstanciais. Reuniões sem foco e constantes interrupções no ambiente de trabalho, com brincadeiras e conversas paralelas, juntam-se às brincadeiras online para promover uma queda ainda mais acentuada da produtividade. Proibir o uso de redes sociais não é efetivo, visto que hoje em dia parte do trabalho passa pelo relacionamento online.
Uma maior educação e conscientização do funcionário é muito mais eficiente, pois o planejamento aprimora a produtividade e evita perda de tempo exagerada com jogos online. Por outro lado, conscientização dos chefes para afzer reuniões mais focadas e trabalhos menos dispersos também melhoram muito os números da empresa.
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