As redes sociais oferecem hoje muito mais do que oportunidades
de relacionamento entre amigos, encontros casuais e namoros. As redes
proliferaram e se especializaram em diversos campos de atuação.
Tomemos como exemplo o Linkedin. Hoje é uma excelente ferramenta para
busca de profissionais no mercado. Bastante útil para departamento de
RH e empresas de hunting. Mesmo no Orkut, Facebook pode-se facilmente
identificar as comunidades de interesse profissional e, a partir dela,
identificar profissionais, consultores especialistas em determinados
assuntos, etc.
Entre algumas aplicações das redes
sociais de hoje que são de interesse das companhias estão as pesquisas,
troca de mensagens curtas e rápidas, como no Twitter, análises ou
reclamações sobre produtos e campanhas promocionais. Li recentemente um
artigo sobre uma empresa de doces que circula em um pequeno caminhão
pela cidade enviando mensagens pelo Twitter informando o bairro onde se
encontrava, estimulando clientes a fazerem pedidos em casa ou no
trabalho.
Olhando agora sob a perspectiva de
segurança da informação, é fato que muitas empresas bloqueiam o acesso
às redes sociais a partir de seus ambientes corporativos. Os riscos que
justificam tal decisão estão associados à confidencialidade das informações corporativas e de produtividade dos funcionários.
Existe a percepção de que se deixarmos
os funcionários acessarem livremente os sites, poderíamos comprometer
seu desempenho ao longo do dia. Lembro-me desta discussão quando era
debatido se deveríamos ou não conceder acesso à Internet aos
funcionários. O meu ponto é que com o desenvolvimento e disseminação
dos celulares com acesso à Internet e aplicações específicas para
acesso às redes sociais, o bloqueio a estes sites a partir de
computadores da empresa não impedirá os funcionários que quiserem usar
as redes. Certamente, não será bloqueando acesso a sites que
asseguraremos a produtividade dos funcionários.
Como acontece com qualquer nova tecnologia,
a primeira reação é de bloquearmos o acesso a ela até que entendamos os
riscos relacionados e os benefícios inerentes. Acredito que estamos
vivenciando esta fase com relação às redes sociais. Gradativamente, as
empresas vão perceber os benefícios de utilizar as ferramentas
disponíveis e criarão mecanismos de mitigação dos riscos, de forma que,
em pouco tempo, o acesso será tão natural como é hoje fazer uma
pesquisa no Google.
Fonte: IT Web
As redes sociais oferecem hoje muito mais do que
oportunidades
de relacionamento entre amigos, encontros casuais e namoros. As redes
proliferaram e se especializaram em diversos campos de atuação.
Tomemos como exemplo o Linkedin. Hoje é uma excelente ferramenta para
busca de profissionais no mercado. Bastante útil para departamento de
RH e empresas de hunting. Mesmo no Orkut, Facebook pode-se facilmente
identificar as comunidades de interesse profissional e, a partir dela,
identificar profissionais, consultores especialistas em determinados
assuntos, etc.
Entre algumas aplicações das redes
sociais de hoje que são de interesse das companhias estão as pesquisas,
troca de mensagens curtas e rápidas, como no Twitter, análises ou
reclamações sobre produtos e campanhas promocionais. Li recentemente um
artigo sobre uma empresa de doces que circula em um pequeno caminhão
pela cidade enviando mensagens pelo Twitter informando o bairro onde se
encontrava, estimulando clientes a fazerem pedidos em casa ou no
trabalho.
Olhando agora sob a perspectiva de
segurança da informação, é fato que muitas empresas bloqueiam o acesso
às redes sociais a partir de seus ambientes corporativos. Os riscos que
justificam tal decisão estão associados à confidencialidade das informações corporativas e de produtividade dos funcionários.
Existe a percepção de que se deixarmos
os funcionários acessarem livremente os sites, poderíamos comprometer
seu desempenho ao longo do dia. Lembro-me desta discussão quando era
debatido se deveríamos ou não conceder acesso à Internet aos
funcionários. O meu ponto é que com o desenvolvimento e disseminação
dos celulares com acesso à Internet e aplicações específicas para
acesso às redes sociais, o bloqueio a estes sites a partir de
computadores da empresa não impedirá os funcionários que quiserem usar
as redes. Certamente, não será bloqueando acesso a sites que
asseguraremos a produtividade dos funcionários.
Como acontece com qualquer nova tecnologia,
a primeira reação é de bloquearmos o acesso a ela até que entendamos os
riscos relacionados e os benefícios inerentes. Acredito que estamos
vivenciando esta fase com relação às redes sociais. Gradativamente, as
empresas vão perceber os benefícios de utilizar as ferramentas
disponíveis e criarão mecanismos de mitigação dos riscos, de forma que,
em pouco tempo, o acesso será tão natural como é hoje fazer uma
pesquisa no Google.
Fonte: IT Web