Numa altura em que os políticos apostam cada vez mais na Internet, o PS não esconde a admiração pelo desempenho da campanha de Barack Obama e mostra-se apostado em tentar importar o modelo nas legislativas.


Sabendo que é impossível e perigoso ignorar o peso crescente que a Internet tem na vida das pessoas e no modo como elas comunicam, cada vez mais os políticos apostam em sites, blogues e, sobretudo, nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook para se aproximarem das legislativas.


Seguindo o exemplo do presidente norte-americano, Barack Obama, o PS parece apostado em expandir-se na rede, sobretudo com o aproximar das eleições legislativas, agendadas para 27 de Setembro.


Os socialistas promovem, esta terça-feira, a conferência “Democracia interactiva: promover a participação dos cidadãos”, que vai contar com dois especialistas que criaram a interactividade Obama online e o jornalista Paulo Querido, um dos mais influentes e bem informados habitantes da rede.


À TSF, Paulo Querido explicou que para que a Internet seja uma arma poderosa na política necessita de três ingredientes: espírito de aventura para «trilhar um caminho novo», transparência, já que na web todo o discurso que é artificial é desmontado em tempo real, e «paciência» porque nas redes é preciso «construir uma reputação».


Para o jornalista, «o momento ideal» para os políticos se lançarem na aposta na Internet teria sido há «uns meses antes», mas «mais vale irem já» para não perderem «esta oportunidade».


Apesar de a Internet não chegar à quantidade de pessoas a que chega a televisão, Paulo Querido destacou que «há um enriquecimento da coisa política, quando um político e um cidadão trocam comentários ou opiniões sobre assuntos». Uma vez que «aproxima eleitos de eleitores», os políticos podem ter muito a ganhar.


Depois de Obama ter tirado muito partido da web, Paulo Querido aguarda a forma como, em Portugal, os políticos vão tentar imitar o Presidente dos Estados Unidos na utilização dos blogs, do Twitter e do Facebook.

Os estúdios Columbia Pictures vai levar para as telonas a história da rede de relacionamento da web Facebook. Em parceria com o diretor de cinema David Fincher, o Filme The Social Network (A Rede Social) vai narrar toda a evolução desse site de relacionamentos sociais, como contou a revista Variety, nesta quarta.  

A rede Facebook, criada no campus da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que hoje tem mais de 200 milhões de usuários, há pouco mais de cinco anos era usada, exclusivamente, para uso interno da faculdade.

Apressado quanto ao início das produções, o estúdio Columbia tenta fechar contrato com o Ficher, para que ainda este ano comecem as filmagens, já que Aaron Sorkin já é cotado para fazer o roteiro do longa.


Fonte: Sidney Resente

Não faz muito tempo, entrava-se na internet para navegar. Agora, não: estar fora de uma rede social é quase como estar offline. Orkut, Facebook, MySpace, Ning, etc - e agora o Twitter - vêm mostrando sua força a cada ano que passa. Segundo pesquisa da Nielsen, pelo menos dois terços dos internautas no mundo (em números, um bilhão de pessoas) costumam visitar redes como essas e blogs, e o tempo gasto nelas equivale a 10% de todo o tempo passado na web.

Os dados levam à constatação de que o comportamento online mudou significativamente. Só nos EUA, diz um estudo da Pew, 11% dos adultos online, especialmente os mais jovens, usam o Twitter para dar updates do que estão fazendo todos os dias. A Nielsen diz que o aumento de usuários entre maio de 2008 e maio deste ano entre os twitteiros foi de 1.448%. O que espanta é como essa gente toda consegue tempo para gerenciar tantos perfis espalhados. O repórter que vos escreve, por exemplo, tem Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter e se equilibra na cibercorda bamba para acessar todos eles esporadicamente. A advogada e designer Andrea Augusto, diante do mesmo dilema, tomou uma decisão drástica.

- Houve uma época em que saí me inscrevendo em todas as redes sociais, mas depois vi que, se quisesse realmente participar, teria que reduzir, e foi o que fiz - conta Andrea, que hoje usa mais o Orkut e o Twitter. - Este último é a moda do momento, e quando surgiu, era como o Orkut, ninguém entendia para que servia (risos). Até hoje tenho minhas dúvidas se entendo, mas indiscutivelmente é onde eu fico mais tempo.

Certamente as redes sociais são em parte responsáveis pela explosão da informação recenseada todos os anos pela gigante da área de armazenamento de dados EMC. A última conta, feita há algumas semanas, diz que temos hoje circulando por aí 3.892.179.868.480.350.000.000 de dados (ficou difícil de ler o número? A gente ajuda: 3 sextilhões, 892 quintilhões, 179 quatrilhões, 868 trilhões, 480 bilhões e 350 milhões de informações no formato digital).

E isso só tende a aumentar com os futuros planos da indústria de celulares e telecom para o aumento da banda larga sem fio no mundo.

- Ela pode ajudar, e muito, a dar mais acesso a quem ainda está offline [4,37 bilhões de pessoas no mundo], pois é mais barata de implantar - afirma Chris Pearson, presidente mundial da 3G Americas, entidade que congrega a turma da tecnologia celular GSM e seus derivados.

Imaginem quando esses sem-rede entrarem e começarem a postar e twittar.

Incrementa o sucesso das redes sociais o fato de poder puxar muitos de seus amigos de uma rede antiga para uma nova (como os do Orkut para o Facebook), ou de associar blogs do Blogger ao YouTube, permitindo postagens instantâneas na hora em que se assiste a um vídeo, por exemplo. Aliás, o desejo dos usuários de ver vídeos é que o que anda segurando o mal das pernas MySpace, que há pouco fechou seu escritório no Brasil. Na semana passada, enquanto o Facebook (o líder das redes, com 200 milhões de usuários) apresentava 144 milhões de visitantes, o MySpace ainda abiscoitava 116 milhões de visitantes de olho nos clipes.

Vários profissionais utilizam as redes sociais para se comunicar com os colegas e também para postar updates sobre seus trabalhos. Um bom exemplo é a banda Cine, cujo guitarrista, Dan, diz não conseguir mais viver sem MySpace e Twitter.

- O MySpace tornou-se meu canal de comunicação com os amigos de música. Não só meu, da banda inteira. Lá troco ideias, descubro bandas novas e mantenho contato com os fãs-clubes do Cine - diz Dan. - Fiz uma grande amizade com os caras de duas bandas de pop punk dos Estados Unidos, Chase Amy e We Say Summer. Nos conhecemos por curtir o mesmo som e hoje trocamos opiniões sobre músicas, festivais e cenas de rock.

Já o Twitter era inicialmente usado para publicar atualizações sobre as gravações do disco da banda, mas logo Dan criou o seu próprio.

- Não me imagino sem ele, é viciante. E posto direto do celular, de onde estiver.

Já Crib Tanaka, coordenadora de moda da Espaço Fashion e veterana blogueira, lembra que antes das redes sociais, o próprio ambiente do ciberespaço modificou, para o bem ou para o mal, a vida das pessoas.

- Desde o âmbito do trabalho, até a vida pessoal, tudo mudou: ritmo, comunicação, tolerância ao tempo de resposta (quanto mais ágil, melhor) - afirma. - As redes sociais, antes consideradas um mundo à parte, hoje são extensão da vida real.

Crib lembra que, até a época do surgimento do Orkut, muito se falava sobre a vida virtual como uma coisa separada, distante. Hoje, isso mudou.

- Sendo radical, mas resumindo: se você não está na rede, não existe. Tenho Orkut, Facebook e Twitter. Dessas, a que mais gosto é o Facebook, que junta um pouco de cada coisa - conta ela, que acha ainda que as redes sociais abriram as possibilidades de interação entre o mercado e seus clientes.

O músico e produtor Henrique Band, que está lançando seu primeiro CD, é um fervoroso defensor do MySpace e da possibilidade que ele oferece de se conectar com colegas do mundo inteiro.

- Tenho a impressão de que ele virou a segunda coisa mais importante da internet para muitos usuários - comenta. - A primeira é você ter um email, que seria como o seu documento de identidade; logo depois viria o MySpace, que lhe dá o direito de ser uma loja+rádio+televisão+chat+revista musical. E sem aquele peso de frases como "cara, você precisa conhecer a minha página na internet" (risos).

Isabella Taviani (à direita) com Marina, que foi sorteada no Twitter para visitá-la / Crédito: Divulgação

A cantora Isabella Taviani, que antes atualizava esporadicamente seu blog, mergulhou de cabeça no Twitter, onde posta (via laptop ou telefone celular) o que acontece na gravação de seu novo disco, que está em fase de mixagem.

- Também tive a ideia de fazer um projeto "reality": filmei todo o processo do CD, desde as primeiras reuniões com a gravadora até agora, e botei tudo no YouTube (com links também no Twitter) - conta a cantora. - Inclusive, estou passando todos os vídeos para meu novo canal oficial no YouTube ( www.youtube.com/user/isabellataviani ), cujo domínio obtive recentemente.

Isabella até usou o Twitter para sortear uma visita ao estúdio entre seus seguidores. Ganhou a jovem Marina Vieira.

Nem todos os internautas são entusiastas das redes sociais. Carlos Afonso, um dos pais da internet brasileira e membro do Comitê Gestor, acha que há riscos envolvidos no processo.

- Eu raramente coloco informações minhas em servidores sediados nos Estados Unidos - revela. - A única exceção é o Gmail, como conta de email pessoal e emergencial, que quase nunca utilizo para qualquer coisa realmente relevante.

Afonso diz que se cadastrou no Orkut e no Ning, mas não os usou de fato.

- Acredito que esses sistemas de redes sociais só fazem sentido para grupos com interesses comuns em que há um certo nível de confiança mútua - e mesmo assim em intranets onde você tem segurança sobre o local onde os dados estão armazenados e sobre a proteção à privacidade de suas informações.

O resto, diz ele, é como qualquer joguinho cujos inventores aproveitam para monetizar as visitas aos perfis (e as próprias preferências destes).

- E eles ganham muito dinheiro com isso.

A visão pessimista de Afonso não é compartilhada pelos alunos e professores do curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). João Fanara, aluno do 1 período, não perdeu tempo em pedir ao professor Kleber Mendonça, da disciplina Fundamentos Linguísticos, para criar uma rede de networking a fim de postar o material das aulas na web de modo a compartilhá-lo e permitir um maior debate sobre os temas. Logo estava criado o sitewww.estudosdemidia.com.br , aberto a todos os interessados não só em linguística, mas nas novas mídias em geral.

- A ideia era centralizar as informações sobre as aulas num único lugar, para melhor acesso - conta João. - E também criaremos um acervo que ficará disponível para os próximos estudantes que chegarem.

Para Kleber, a lógica das redes sociais representa uma quebra de paradigma e é o maior sinal da chegada da convergência digital ao nosso cotidiano.

- A geração mais jovem já funciona dentro dessa lógica da colaboração, do tempo real - diz. - E eu interajo com eles na rede social. Por exemplo, depois de apresentar na sala um programa de TV que deveria ser analisado, numa velha fita VHS, ela foi digitalizada, e a coloquei no meu perfil no site, o que contribuiu para um debate mais amplo.

Empresas que lidam diretamente com a internet também já perceberam o potencial da tendência. Só para citar um exemplo (há muitos outros), a Locaweb tem dois canais no Twitter.

Um dos canais da empresa, explica Victor Sebastian, seu diretor de marketing, é justamente o recurso final de suporte aos clientes.

- O que não foi resolvido através dos canais normais de atendimento (telefone, email, chat, wiki e fórum) vai para o Twitter - diz Victor.

Zélia Duncan: contato com compositor francês só deu certo via MySpace / Crédito: Divulgação

A cantora Zélia Duncan ainda não movimenta seu Twitter, mas pretende fazê-lo, pois já percebeu seu poder.

- Já no MySpace sou eu que mexo, eu que decido quem entra, e há um critério musical/profissional - conta. - Foi por isso que consegui falar com o compositor francês Alex Beaupain, de quem fiz duas versões para o disco novo, que ouvi na trilha do filme "Les chansons d'amour", de sua autoria.

Ela revela que só a rede social permitiu o contato entre os dois artistas, já que os canais convencionais não ajudaram em nada.

- Através dos meios de sempre, ou seja, do contato entre escritórios, não tivemos resposta. Era quase desrespeitoso o jeito como a editora francesa respondia à Universal Music. Porém, quando falei de artista para artista, funcionou muito bem - comenta.

Zélia deixa bem claro para os fãs que seu MySpace é um espaço mais voltado para seu lado profissional.

- Eu já respondo a todos pelo meu site, não há motivo pra entupir o MySpace improdutivamente.

O advogado Ronaldo Lemos, presidente do iCommons, diz que o Orkut - xodó dos brasileiros conectados, dos quais 35 milhões têm perfis ativos lá - foi muito importante, pois ensinou a muita gente como botar conteúdo online (fotos, posts, vídeos....).

- E o papel das redes sociais continua a crescer e se tornar cada vez mais importante. Por exemplo, no ano que vem, por causa das eleições, essas redes vão ficar eletrizadas politicamente - diz Ronaldo, que usa várias delas e considera o Twitter uma rede social "ao vivo". - Será nossa primeira eleição a contar com essa e-massa crítica relevante, que não pode ser ignorada. Não será surpresa se tivermos nossos primeiros candidatos eleitos (ou não!) por causa da mobilização de "muitos para muitos" feita através das redes sociais.

O Congresso Nacional que se cuide.


Fonte: O Globo

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamento. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer novas pessoas - e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line.

Os brasileiros já dominam o Orkut, site pertencente ao Google e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou nos primeiros cinco meses deste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 5 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um para atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país do mundo existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Os números despertam algumas questões a respeito do tipo de amizade que se está construindo na internet. Qual o impacto de tais sites na maneira de as pessoas se relacionarem? Eles, de fato, diminuem a solidão?

Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal." 

Os sites de relacionamento, como qualquer tecnologia, são neutros. Eles são bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. As redes sociais on-line deveriam fazer parte da lista de produtos que vêm acompanhados daquela frase: "Use com moderação." Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. Nas últimas semanas, por exemplo, o Twitter foi acionado pelos iranianos para denunciar, em mensagens curtas e tempo real, a violência contra os manifestantes que reclamavam de fraudes nas eleições presidenciais. Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamento pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz-de-conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidos pelo véu da impessoalidade.

Ao contrário do e-mail, sites como Orkut, Ning, Facebook e Twitter, por seu grau de instantaneidade, criaram esse novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo. Lev Grossman, colunista de tecnologia da revista americana Time, revelou há pouco ter decidido cancelar sua conta no Twitter porque percebeu que estava ficando mais interessado na vida alheia do que na sua própria.

A produtora cultural Liliane Ferrari, de São Paulo, é extrovertida e comunicativa. No entanto, como trabalha em casa e tem uma filha pequena, considera ter pouco tempo para se encontrar pessoalmente com os amigos. Em compensação, passa duas horas por dia atualizando e conferindo os dezenove sites de relacionamento e blogs dos quais faz parte. Mas já está ficando apreensiva. "Quando fico conectada com um monte de gente por muito tempo, tenho a impressão de que, no fundo, não conheço ninguém. É uma coisa meio esquizofrênica, parece que estou ficando louca", diz Liliane. Ela não tem dúvida de que, em relação aos amigos mais íntimos, nada substitui o contato pessoal. "Quando se desabafa com um amigo pela internet, alguns sinais de afetividade são deixados de lado, como o olhar, a expressão corporal e o tom de voz", diz a psicóloga Rita Khater, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Cada perfil nos sites de relacionamento pode ser comparado a um pequeno palco. Esse exercício até certo ponto teatral é, no entanto, apresentado a uma audiência invisível. "Como não estamos vendo nossos espectadores, somos incapazes de observar sua reação ao que estamos fazendo e, com isso, ficamos à vontade para nos expor mais do que seria prudente", disse a VEJA Barry Wellman, professor de sociologia da Universidade de Toronto, no Canadá. As táticas para driblar a superexposição nas redes sociais on-line são variadas. Há quem mantenha dois perfis no mesmo site: um para laços fracos, com informações pessoais mais contidas, e outro para laços fortes, em que se pode permitir um grau de exposição maior.

A atriz Mel Lisboa teve, durante algum tempo, um perfil com pseudônimo no Orkut, por meio do qual mantinha contato apenas com os amigos mais próximos. Quando os fãs descobriram, ela passou a receber pedidos incessantes de entrada em sua lista de amigos. "Era uma situação complicada, porque eu não estava ali para divulgar o meu trabalho", diz Mel. "Eu ficava sem graça de recusar um pedido de autorização e acabei desistindo do Orkut." Atualmente, há uma página com o nome e a foto dela no site, mas é falsa. Alguém se passa por ela. Outra forma de manter a privacidade on-line é usar os filtros, disponíveis em muitos sites, que permitem selecionar quais amigos podem ver determinadas partes do perfil pessoal. 


Ao fim e ao cabo, usar as redes sociais para fazer uma infinidade de amigos – quase sempre não muito amigos - é uma especialidade brasileira, húngara e filipina. Esses são os países com mais usuários com mais de 150 contatos virtuais. Uma pesquisa nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que 91% dos adolescentes usam os sites apenas para se comunicar com amigos que eles já conhecem. Parecem saber que, como dizia Aristóteles, amigos verdadeiros precisam ter comido sal juntos. O que você está esperando? Saia da sua página virtual, pare de bisbilhotar as dos outros, dê um tempo nas conversinhas que só pontuam o vazio da existência e vá viver.

Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes)

"Morra no mundo virtual para aproveitar melhor a vida real". Essa é a ideia do serviço Web 2.0 Suicide Machine (algo como Máquina do Suicídio da Web 2.0, em inglês), que se propõe a ajudar os internautas a se desconectarem de redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn. As informações são do R7.

Quando o usuário digita os dados sobre suas contas desses sites, o sistema entra no perfil, troca a senha e começa a deletar informações pessoais e limpar a lista de amigos. Na verdade, a conta do internauta no Facebook, por exemplo, continua existindo, mas a ideia é que ela não possa ser usada. Mas cuidado: não dá para desistir do "suicídio" depois que o processo é iniciado.

A página diz que uma pessoa com mil amigos no Facebook demoraria 9 horas e 35 minutos para completar o processo manualmente. A promessa é que, no automático, isso leva 52 minutos.

Por enquanto o serviço não funciona para o Orkut, mas os donos do site dizem estar trabalhando para ajudar os internautas a "se livrarem" das contas mantidas pelo Google, o que incluiria a rede social mais usada no Brasil.

O site pede que os usuários "se encontrem novamente com seus vizinhos reais", depois da morte virtual. "Tente ligar para alguns amigos, faça uma caminhada no parque ou compre uma garrafa de vinho e comece a aproveitar sua vida real novamente. Alguns ´suicidas virtuais´ informaram que suas vidas melhoraram em cerca de 25%. Não se preocupe se você se sentir vazio depois do procedimento: isso é uma reação normal que vai desaparecer lentamente em um período de 24 a 72 horas", brinca a página em uma explicação sobre os seus serviços.
Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado - o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.
.
Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.
.
Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.
.
Mais pessoas gastando mais tempo.
.
Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!”
.
Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar - e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Infosfera
Os internautas mais jovens estão perdendo o interesse nos blogs e se voltando cada vez mais para formas mais curtas e portáteis de comunicação pela rede, enquanto a popularidade dos blogs entre os mais velhos se mantêm inalterada, segundo indica uma pesquisa americana. 

Segundo o estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006. 

Os adolescentes que disseram ter feito comentários em blogs de colegas caiu de 76% para 52% no mesmo período. 

A pesquisa indica que os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas em sites de redes sociais ou de micro-blogging, como o Facebook ou o Twitter, ou acessar a internet pelo telefone celular. 

Ao mesmo tempo, a proporção de internautas adultos que disseram manter um blog na rede se manteve constante de 2006 para cá, em cerca de 10%. 

Apesar de a popularidade dos blogs ter se mantido constante de uma maneira geral entre os adultos, a pesquisa mostra uma diferença clara quando analisados os dados entre os grupos por faixas etárias específicas. 

A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%. 

Redes sociais 

Se por um lado a popularidade dos blogs tradicionais vem caindo entre os mais jovens, segundo indica a pesquisa, os dados mostram um envolvimento cada vez maior dos adolescentes em redes sociais na internet. 

Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e "as pessoas não acham a leitura tão divertida". 

De acordo com o estudo da Pew, 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008. 

A pesquisa indica ainda um aumento da popularidade do acesso à internet pelo celular - 55% dos jovens entre 18 e 29 anos e 27% dos adolescentes de 12 a 17 disseram acessar a rede dessa maneira. 

Outro resultado interessante da pesquisa é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou micro-blogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens do que entre os adolescentes. 

Segundo o estudo, 8% dos adolescentes leem postagens ou escrevem no Twitter, contra 19% dos adultos maiores de 18 anos. Na faixa etária entre os 18 e os 29 anos, o uso da rede de micro-blogging chega a 37%. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Recentemente o Facebook, a maior rede social do planeta, anunciou o lançamento de seu projeto HipHop, que visa a conversão de scripts de páginas Web em PHP, transformando-os em executáveis na linguagem C++. Tudo em nome da performance, e da redução de custos de uma forma global para a própria empresa. O projeto foi criado a mais de dois anos, já prevendo o sucesso que seriam as redes sociais na Internet, e também visando o seu crescimento contínuo, com maior otimização e redução considerável de custos. Afinal, a meta do Facebook sempre foi a de se estabelecer e se manter como segmento líder no mercado de redes sociais.

Querer ser líder de mercado em seu setor - em sua área de atuação - é o sonho de "todas" as empresas existentes no mundo. Porém, querer e poder, são duas coisas completamente diferentes. Transformar uma idéia em um produto (e/ou serviço) de forma viável, já é um desafio à parte. Tornar esse produto (e/ou serviço) líder de mercado, é uma segunda etapa, e um desafio maior ainda. E tudo precisa de uma ordem certa para acontecer. Nada vem ao acaso, e sim, com muito esforço, investimento certo, e uma equipe competente. E quem vence sempre a disputa, não é quem está a mais tempo no mercado, mas sim, quem inova, e de forma constante.


E o Facebook inovou de uma maneira que nenhum outro concorrente poderia esperar. De todas as táticas e estratégias que qualquer empresa séria avalia, reavalia e implementa de forma constante, o Facebook foi além. Esta companhia, sendo atualmente a maior rede social do mundo, com nada menos que 400 milhões de usuários registrados, para se destacar ainda mais e manter o crescente número de integrantes em sua rede, precisou atacar um problema que ainda não era problema para ninguém (pelo menos não para as suas concorrentes). Com o projeto HipHop, eles conseguiram reescrever todas as instruções PHP de seu servidor, em código executável C++, gerando com isso uma redução de consumo de CPU na faixa de 50%!

Atualmente, esta rede social alcança a invejosa marca de mais de 400 bilhões de page-views de suas páginas em PHP por mês. Já prevendo um cenário bastante pessimista em performance de acesso e uso de sua rede, eles lançaram o projeto HipHop a exatos dois anos. Pensem bem: a empresa não estava apenas querendo inovar, para criar conflitos com outros projetos, como o PHP ou mesmo o Zend. Muito pelo contrário! Pelo atual tamanho de seu produto (e serviço) foi preciso para essa companhia pensar também nos custos de logística e financeiros como um todo. E com essa atual implementação, muito se reduz (ou melhor, se contém) em gastos com infra-estrutura, equipamentos, e funcionários extras. Ou pelo menos, podemos dizer que eles vão poder continuar a crescer no mesmo ritmo, não precisando por um bom tempo, gastar o equivalente financeiro que seria necessário investir, se nada fosse feito a esse respeito.

Mesmo o PHP sendo um projeto forte, robusto, estável, e líder de mercado como "a linguagem de script para Web", o Facebook não pensou duas vezes em meter a mão a massa e criar seu próprio interpretador/tradutor de código PHP. O que muitos (senão a maioria) veriam como leviandade, a maior rede social do mundo ignorou os possíveis atentados verbais contra seus idéias, e foi lá e fez. Ela pensou e atacou o problema em um nível que nenhuma outra empresa no mundo teria feito igual. E esse problema estava abaixo do nível mais baixo de atenção de qualquer outra empresa. Para ser mais exato, esse problema estava na área virtual de conflito, num campo minado digital que nenhuma outra empresa poderia se aventurar passando-se por desapercebido.

Vamos fazer as contas: para uma rede social dominante, com mais de 400 milhões de usuários, e com mais de 400 bilhões de page-views mensais, conseguir 50% de redução de uso de CPU em 90% de suas páginas Web, não é para quelquer um. Isso significa uma redução monstruosa em relação a custos, infra-estrutura, equipamentos, e principalmente, funcionários. Isso não quer dizer que a empresa vai demitir centenas de funcionários pelo mundo, ou outras loucuras a mais, que muitas empresas chamam erroneamente de investimento. Com toda essa ação bem-sucedida, o Facebook poderá continuar a crescer com segurança, podendo investir mais e mais em sua companhia, seus produtos, e seus fucnionários. Tudo isso com uma ampla margemd e folga conseguida as custas da redução de consumo de CPU. Afinal, eles são uma rede social, onde o serviço principal deles, é baseado em servidores espalhados por todo o mundo.

Quando se chega a esse nível - a essa projeção no mercado - é preciso se pensar em níveis mais básicos (e para alguns, mais obscuros) de desenvolvimento. E eles alcançaram a resposta. Essa redução de processamento permitirá que a empresa possa continuar a ser a líder entre as atuais redes sociais, com uma ampla margem de folga, financeriamente falando. E você acha que uma empresa dessas irá estagnar por ter conseguido uma vantagem dessa magnitude? Nunca! Aposto alguns bits com todos vocês como ela já está pensando além, em outros pontos a atacar, para cada vez mais otimizar seus serviços, e a reduzir seus investimentos financeiros em suas expansões. Tudo isso para se manter no topo de forma mais eficiente possível.

Estar no topo é a terceira etapa na vida de qualquer empresa. Depois de lançar seu(s) produto(s) e serviço(s), e conseguir ser líder de mercado com ele(s), agora vem a parte mais difícil: manter-se lá em cima. Estar no topo é ser o alvo natural e primário de todas as as outras empresas do setor. É só você lá em cima, com todos lhe atacando por baixo (de forma honesta ou desonesta) para conseguir seu espaço. E uma inovação deste nível não passará desapercebida em suas concorrentes. Muitas vão começar a ampliar seus gastos, seus investimentos, em todas as áreas possíveis (e impossíveis) para não ficarem cada vez mais para trás.
O Google está preparando um novo ataque a uma das poucas áreas onde ainda não conseguiu lançar um produto de sucesso na internet: as redes sociais. A gente sabe que o Orkut bomba no Brasil, mas esse êxito é localizado demais para satisfazer uma empresa do tamanho do Google. Agora, o Gmail irá ganhar uma nova função de atualização de status, similar à existente no Facebook e Twitter.

publicidade

Hotel Porto SeguroCapitania Hotel

Reserve seu hotel em 71 países. SEM TAXAS!

www.minhareserva.com

Atualmente é possível colocar uma mensagem personalizada sob o seu nome no Gmail, mas a função remete mais aos recados estáticos que já existiam no MSN do que às conversas dinâmicas e descentralizadas do Twitter. O Gmail ganhará também uma integração com o YouTube e o Picasa, da mesma forma que o Yahoo!Mail já tem com o Flickr.


As novidades devem ser anunciadas pelo Google nesta terça-feira, num evento que a empresa está preparando para a imprensa em sua sede em Mountain View, Califórnia. Ainda não se sabe detalhes sobre as mudanças. Não há informações, por exemplo, se o usuário poderá receber suas mensagens do Facebook e Twitter pelo Gmail.


Além do Orkut, o Google tem também o Profile, onde os internautas podem criar perfis com suas informações pessoais. No ano passado, a empresa lançou a versão Beta do "Google Wave", que traz diversas funções de rede social, permitindo a troca de informações e criação de documentos em tempo real. Nenhum desses serviços alcançou grande popularidade, mas uma integração futura entre eles promete ser bastante interessante.


No mundo das redes sociais os gigantes da internet ficaram para trás. O Google ainda tenta encontrar seu caminho, enquanto a Microsoft optou por firmar parceria com o Facebook, maior rede do mundo com mais de 400 milhões de usuários. O Twitter é o guerreiro independente e já fez acordos para abastecer com as atualizações de seus usuários as ferramentas de busca das duas empresas.

Aplicativo para LinkedIn já está disponível. Facebook e MySpace serão integrados em breve

A Microsoft anunciou hoje que a versão 2010 do tradicional programa de e-mail Outlook vai "conversar" com as redes sociais LinkedIn, Facebook e MySpace. Será possível acompanhar as atividades dessas três redes dentro do próprio Outlook. Essa integração será feita por meio do programa Outlook Social Connector, que atua como um complemento do Outlook 2010. 

A primeira rede social a ativar a integração com o Outlook é a LinkedIn. O programa LinkedIn for Outlook permite acompanhar as atualizações de amigos e atualiza a agenda do Outlook com dados do LinkedIn. Assim, se algum amigo altera seus contatos na rede social, a agenda do programa de e-mail recebe as novas informações.

A integração com Facebook e MySpace ainda não é possível. A Microsoft afirma que as ferramentas dessas redes sociais estarão prontas nos próximos meses. 

Para testar a integração com o LinkedIn é necessário baixar a versão de testes do Office 2010, o programa Outlook Social Connector e depois a ferramenta do LinkedIn, chamada de LinkedIn for Outlook. Abaixo estão os links de download das três ferramentas.


Fonte: Gazetaweb.com

Levantamento publicado nesta quinta-feira (18) pela Compete.com revela que o Facebook atingiu o segundo lugar entre os sites mais visitados nos Estados Unidos. No mês de janeiro, de acordo com o estudo, a rede social norte-americana foi visualizada 133,62 milhões de vezes, contra 132 milhões do Yahoo!, que até então ocupava a segunda posição.

Os dados da Compete ocorrem em meio as comemorações dos seis anos de existência do Facebook e o alcance da marca de 400 milhões de internautas registrados. Os números revelam a liderança mundial da empresa no setor. 

Estado criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará da gestão de perfis em sites como Twitter, Orkut, Facebook e YouTube.

 

O Governo do Estado do Rio de Janeiro resolveu aderir às redes sociais. Para isso, criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará dos novos perfis “GovRJ” no Twitter, Orkut, Facebook, de um canal de vídeos no YouTube e de uma galeria de fotos no Flickr.

Segundo informações divulgadas no site do governo carioca, a intenção deste projeto é possibilitar que a população que acessa estas redes possa se relacionar com o órgão de maneira institucional. O governo se apoia em pesquisa recente do Vox Populi, segundo a qual os sites e blogs são hoje a segunda principal fonte de informação da população, perdendo apenas para a TV.

Nessa pesquisa, as redes sociais foram citadas como principal fonte de informação por 2,7% dos entrevistados, ficando à frente das versões online dos jornais (1,8%) e das revistas impressas (0,8%).

Esta não é a primeira vez que um governo estadual passa a integrar alguma rede social. Em São Paulo, por exemplo, tanto o governo do Estado quanto a prefeitura da capital e suas secretarias possuem perfis institucionais nos mais diversos sites de relacionamento da internet.

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, este número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de "Número de Dunbar", que estabelece que o tamanho do neocortex humano - a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem - limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades - de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de "amigo" é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano.

Homens e mulheres

Ao se questionar se o "efeito Facebook" teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não. 
"É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real", afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal The Times.

"As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros." 
Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente. 
"Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato", explicou.

O Facebook superou o Google pela primeira vez e foi na semana passada o site mais visitado nos Estados Unidos, segundo números da companhia de análises Experian Hitwise divulgados hoje pela imprensa local.

Entre 6 e 13 de março, o Facebook recebeu 7,07% do total de cliques nos EUA, enquanto o Google teve 7,03% das visitas.

O estudo leva em conta apenas os domínios Facebook.com e Google.com, sem considerar páginas como Gmail, Google Maps e YouTube.

Se essas páginas fossem consideradas, o volume de visitas ao Google representaria 11,03% do total.

Último Segundo, IG

Criminosos antenados, tremei! Autoridades americanas podem estar seguindo seus passos nas redes sociais na internet, como Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter.

 

Documentos do Departamento de Justiça e da Receita Federal americana (IRS) obtidos pela Fundação Fronteira Eletrônica (EFF, na sigla em inglês) revelam alguns procedimentos segundo os quais agentes do FBI e fiscais da Receita podem fazer uso das redes sociais para fins investigativos.

 

Os documentos foram publicados esta semana no site da EFF, após terem sido obtidos por meio de um processo judicial apresentado com base no Ato de Liberdade de Informação por um grupo de direitos eletrônicos sediado em San Francisco e pela Clínica Samuelson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

 

Os documentos mais importantes são de um curso de treinamento oferecido em 2009 para funcionários da IRS e uma apresentação do mesmo ano do Departamento de Justiça sobre como "Obter e Usar Evidências de Redes Sociais na Internet".

 

Entre as recomendações feitas nos documentos está, por exemplo, a de que os funcionários são proibidos de usar identidades falsas para vasculhar as redes sociais enquanto estiverem investigando um contribuinte.

 

Por outro lado, evidências de redes sociais podem ser usadas para "revelar comunicações pessoais", "estabelecer motivações ou relações pessoais", bem como "fornecer informações sobre localização" de criminosos, "provar ou descartar álibis" ou "identificar organizações criminosas", por exemplo.

 

Segundo o Departamento de Justiça, o Facebook é "frequentemente cooperativo com solicitações emergenciais", enquanto o Twitter tem como "política produzir dados somente em resposta a processos legais".

 

Enquanto o MySpace "exige um pedido de busca para mensagens ou boletins privados com menos de 181 dias", o uso do LinkedIn''s "para comunicações criminosas parece limitado", destacou o documento do ministério.

 

Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, descreveu as políticas da empresa em um e-mail enviado à AFP:

"Assim como outras companhias que detêm registros pessoais - de informes telefônicos a histórico médico -, o Facebook trabalha com a aplicação da lei dentro dos parâmetros exigidos pela mesma e até onde seja apropriado para assegurar a segurança dos usuários do Facebook", destacou.

 

"Nosso objetivo é respeitar o equilíbrio entre as necessidades legais de informação e os direitos de privacidade dos nossos usuários. Como empresa responsável, seguimos a letra da lei", reforçou Noyes.

A edição brasileira da ferramenta de busca representou na segunda semana de março, dos dias 7 a 13, um porcentual de 10,69% do total de canais visitados, seguida de perto pelo Orkut (10,11%) e pela versão norte-americana do site de busca, o Google (9,03%). Os três sites que lideram a pesquisa fazem parte do mesmo grupo, o Google Inc.

A liderança do Google no mercado brasileiro foi derrubada no final do ano passado, quando pela primeira vez o Orkut tomou a dianteira entre os canais mais visitados. O levantamento mostra que da terceira semana de novembro (do dia 15 ao 21) até a segunda semana de janeiro (do dia 10 ao 16), a rede de relacionamentos foi o site mais acessado no País, chegando a representar 12% do total de visitas.

Os analistas da Serasa Experian Hitwise atribuem o crescimento da rede de relacionamentos ao período de férias escolares, de dezembro a fevereiro, quando os estudantes gastaram parte de seu tempo livre no acesso ao serviço. O levantamento aponta ainda que, no período em que o Orkut alcançou o topo do ranking, os sites educativos sofreram uma queda nas visitas, retomadas gradualmente a partir de fevereiro.

Nos Estados Unidos, pela primeira vez, a rede social Facebook se manteve à frente da ferramenta de buscas Google durante uma semana, alcançando entre os dias 7 a 13 de março 7,07% do mercado, de acordo com o mesmo levantamento Serasa Experian Hitwise.

 

Diretório Nacional das redes sociais Ning

 

Anteriormente, a rede social já havia superado o Google nos Estados Unidos em algumas datas específicas, como, por exemplo, no Natal de 2009 e no Réveillon de 2010. Embora tenha caído para a segunda posição, a ferramenta de buscas mais popular da internet acompanha de perto o Facebook, com 7,03% do total de visitas. No Brasil, o Facebook é o 22.º site em acessos na semana terminada em 13 de março.

O levantamento da Serasa Experian Hitwise fornece informações sobre a interação de cerca de 100 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. Informações do Último Segundo.

O Facebook anunciou, este final de semana, a contratação de David Fisher, um dos chefões do Google na área de publicidade online.


Esta não é a primeira vez que a rede social criada por Mark Zuckerberg contrata um alto executivo do Google.  Para analistas de mercado, o esforço do Facebook por profissionais do Google visa trazer o expertise do gigante das buscas para dentro da rede social.


Maior rede social do mundo, o Facebook conseguiu este mês passar uma semana toda a frente do Google.com como site mais acessado nos Estados Unidos.


O crescimento exponencial em audiência, no entanto, não reflete expansão igual em faturamento. Daí o esforço da rede em atrair novos executivos para esse setor.


David Fisher terá o cargo de vice-presidente no Facebook e será o principal executivo para publicidade online.


Informações da revista Info.

Há duas semanas, Evan Williams e Biz Stone, dois dos três fundadores do Twitter, anunciaram o programa @anywhere. É um tapa na cara do Facebook – e o início de mais uma batalha pelo futuro da internet. A batalha pela identidade na rede.


Nossa identidade.


Eles não deram muita informação. Mas, quando for lançado, @anywhere já estará funcionando em uma penca de grandes sites incluindo o do jornal The New York Times, o da loja virtual Amazon e o blog The Huffington Post.


Basta que se tenha uma conta no Twitter para ver um site parceiro do @anywhere diferentemente. Será possível seguir um jornalista do Times clicando em seu nome. Ou indicar um produto à venda na Amazon via Twitter também por um clique. A descrição de como @anywhere funcionará ainda não está clara.


O que está claro é o detalhe do login via Twitter.


Quem somos nós na internet? Somos, cada vez mais, nossos perfis nas redes sociais. Não para aí. Somos, ora, nossos logins. É só pensar: quantas senhas memorizamos, quantas contas abrimos, quantos webmails, bancos online, lojas eletrônicas, portais?


Um ano e meio atrás, o Facebook pôs na rua seu Facebook Connect. Permite a qualquer blogueiro ou dono de site pequeno oferecer como login para o leitor sua conta na rede social. De dentro do blog, ele terá acesso a ferramentas sofisticadas.


Ganha o blogueiro, que não aporrinha seu leitor com novo login e ainda abre um espaço de projeção no Facebook, já que seu conteúdo pode facilmente ser divulgado por quem estiver logado. Ganha o Facebook, que aprende mais sobre por onde andam seus usuários quando não estão no site.


Este último ponto é importante. Sempre que preenchemos o login do Facebook fora do Facebook, nossos passos são acompanhados. E a informação sobre nosso comportamento online é devidamente armazenada para ser transformada em ferramenta de venda.


O Twitter escolheu bem o momento de lançar o @anywhere. Estavam no palco da South by Southwest (SXSW), o mais importante encontro anual de música, cinema e tecnologia independentes dos EUA. É o coração da contracultura. O centro da vanguarda, em Austin, Texas. Quem explora as novas possibilidades da arte, quem está antenado, vai lá. E foi lá, portanto, que Ev Williams falou de suas novidades.


O que ele não disse é que suas cartas talvez sejam melhores do que as do Facebook. O Twitter pode ser um site muito menor, mas é uma rede social diferente por ser aberta. Não somos amigos de estrelas de Hollywood no Facebook, mas podemos estar conectados a elas no Twitter. Isso vale para escritores, intelectuais, gente interessante e distante. Via Twitter, temos acesso a elas; via Facebook, não.


Com @anywhere, o concorrente do Facebook Connect, a turma do Twitter quer firmar sua plataforma como a melhor forma de distribuir informação na rede. Eles dizem: carregamos nossa identidade de Twitter de um site para o outro porque, em um site e no outro e no terceiro poderemos encontrar gente interessante que queremos continuar seguindo.


E talvez estejam mesmo certos.


Dave Winer, o empresário ranzinza considerado por muitos pai fundador da blogosfera, batizou este momento de a Guerra pela Identidade na rede.


Não faz muito tempo, o Google lançou o Google Buzz, uma tentativa de concorrer com o Twitter usando as contas de Gmail. Ao que parece, não decolou. Existe uma velha iniciativa no ar, razoavelmente popular, chamada OpenID. A conta com a qual nos logamos no Google é um possível concorrente para Facebook Connect e @anywhere. O sitema OpenID, em geral só conhecido por geeks, também.


A corrida começou e tem tudo para se ampliar de forma cada vez mais agressiva. Os olhos piscam e de repente a Apple aposta na conta de sua popular loja de músicas e apps de celular, iTunes.


Quem seremos nós na internet? Qual o login que escolheremos? Nos facilita a memória, nos permite acesso a ferramentas para distribuir a informação que temos. E dá para uma empresa o mapa de nossas caminhadas online.

Três dias foi quanto durou a euforia em torno do Google Buzz, serviço que parece um cruzamento entre o Twitter e o Facebook e foi lançado como sendo a próxima grande rede social. A expectativa inicial acabou por dar lugar às críticas e depois a um certo desvanecimento. O Buzz é, até agora, um fracasso da Google.

Antes do lançamento, a cada 11 segundos surgia um tweet sobre o Buzz. Chegaram a ser escritos mais de mil textos por dia em fóruns de tecnologia sobre a nova rede social que a Google lançou a 9 de Fevereiro. Mas poucos dias depois, os rankings de pesquisas e de notícias relacionadas com o Buzz mostram que o interesse caiu drasticamente para perto do zero. Ironicamente, é possível ver esta queda usando a ferramenta "Google Insights for Search", que mede todas as buscas feitas na sua rede. O gráfico é muito claro: depois da euforia, o desaparecimento.

A razão número um do insucesso foi o problema de privacidade - qualquer utilizador de Gmail aderiu automaticamente ao Buzz e começou a seguir e a ser seguido pelos contactos com quem mais troca emails. Estas relações próximas ficaram visíveis a toda a rede (algo que, em casos como o de Tiger Woods, seria claramente comprometedor), e o próprio endereço foi disponibilizado a pessoas que estavam fora da rede pessoal do utilizador. E se quisessem sair do Buzz? Não era possível.

A Google apressou-se a corrigir os problemas e as definições de privacidade, é um facto. No entanto, mesmo depois disso, a forma como o Buzz foi construído, incluindo a interface, mereceu críticas dos especialistas. E a Google até partiu com um grande ponto de vantagem para a luta com o Twitter e o Facebook, os lideres das redes sociais: tem 180 milhões de utilizadores de Gmail. É provável que quase todos estes cibernautas estejam em redes sociais. Logo, tinha uma oportunidade imperdível para entrar na guerra com milhões de utilizadores instantâneos. Em vez disso, chateou os cibernautas e decepcionou os especialistas. O Buzz foi caracterizado por um bloguer como "uma inundação total de comentários que se espalham e crescem mais rapidamente que a mais insidiosa das ervas daninhas".

Também o especialista brasileiro Maurício Salvador, que vive na Califórnia, escreveu na revista electrónica especializada "Mundo do Marketing" que "o Google Buzz não conseguiu o buzz que queria". E explicou que o Facebook é, com os seus 400 milhões de utilizadores, uma causa de insónia para os executivos da empresa.

Porquê? A Google teme que o crescimento do Facebook e do Twitter leve as pessoas a transferirem as buscas do motor de busca para a rede social. Se alguém quiser saber onde há um café com pastéis de nata, talvez vá perguntar aos amigos do Facebook em vez de ir ao Google.

O Buzz pode ter, no entanto, uma segunda oportunidade. O MySpace anunciou que vai adicionar um botão buzz e o TweetDeck também irá incluir buzzes. Resta saber se os utilizadores querem adicionar mais uma rede social às que já têm. Informações do IOnline.
O Facebook não está à venda, mas estão as passwords de acesso às contas da rede social. Pelo menos é o que pretende um hacker chamado Kirllos que colocou as senhas de entrada num fórum à espera de compradores.

A insólita descoberta é da autoria dos investigadores da iDefende, do grupo VeriSign, revela a «Exame Informática». E denuncia a fragilidade que as redes sociais podem ter em relação à privacidade e segurança dos utilizadores.

Embora ainda não se saiba se as contas transaccionadas pelo hacker estão activas, o facto é que Kirllos já deverá ter vendido 700 mil passwords e contas do Facebook.

A que preço? A IDG News Service fala em pacotes de mil contas/passwords entre 25 e 45 dólares, ou seja, entre 19 e 39 euros. Tudo tendo em conta o tipo e a quantidade de dados pessoais integrados nas contas.

Os hackers conseguem aceder às senhas e aos dados dos utilizadores através de meios ocultos. O envio de mensagens e de vídeos infectados com códigos intencionais apanham desprevenidos muitos fãs das redes sociais. Informações da Agência Financeira.
O uso das mídias sociais tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Desde o surgimento do Orkut até a atual febre do Twitter e do Facebook, pessoas de todas as idades utilizam essas ferramentas para os mais variados fins - de contatos profissionais a paquera, de divulgação de portfólio a bate-papos com os amigos. No trabalho, com o acesso à internet, o uso das mídias sociais para fins pessoais continua, e pode se tornar um fator de queda de produtividade. Mas, será que o caminho certo para os empregadores é simplesmente proibir a utilização desses meios durante o expediente?

Segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos, as companhias brasileiras são as que mais têm políticas sobre o uso de mídias sociais no trabalho. De acordo com o estudo, 55% das empresas no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global. No País, a pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

Ao examinarmos os motivos que levam as instituições brasileiras a adotar a regulamentação, podemos notar que o foco está no gerenciamento de riscos, não na maneira como elas podem aproveitar as ferramentas em benefício dos empregados e do negócio. Tal abordagem das mídias sociais pode se mostrar equivocada. Uma política proibitiva ignora todo o potencial das ferramentas. É certo que o crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle, mas elas também apresentam uma nova gama de possibilidades para construir uma empresa vencedora. Proibir não é o melhor caminho, pois as redes sociais podem ser úteis em manter os colaboradores engajados, gerar acessos ou atender melhor aos clientes.

No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor do que no Brasil. As Américas apresentam uma média de 29% de instituições que dizem controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25%, e Estados Unidos, 24%.

Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Cingapura, 14%, e Índia, 11%.

Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%. Na Polônia, apenas 1% das empresas tem políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%.

Mas a ausência de políticas para o uso das mídias sociais, como vemos em muitos países, se mostra bastante prejudicial às empresas. Esses meios de comunicação estão presentes na vida do trabalhador, e podemos dizer que é inútil simplesmente ignorá-los. Assim, é necessário criar maneiras de utilizar as ferramentas de modo inteligente e vantajoso, e não proibir ou ignorar o seu uso.

Uma dica importante para o uso produtivo das mídias sociais em empresas é que os colaboradores sejam desafiados a inovar. Eles devem ser incentivados a criar novas maneiras de usar as ferramentas para melhorar seu trabalho. É importante estar atento aos especialistas da equipe, deixando-os assumir a tarefa de lidar com as mídias.

Dessa maneira, as mídias sociais podem ser úteis na divulgação de novos produtos, em pesquisas de satisfação com clientes e para passar dicas de utilização de serviços, entre outras inúmeras funções.

A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários. Assim, os empregados devem ajudar o desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos. Dessa maneira, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais - e não simplesmente proibi-las - pode haver benefícios consideráveis. Informações do DCI.

Segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise, o Orkut segue na liderança em levantamento sobre visitas de internautas brasileiros a páginas de redes sociais.

O estudo, porém, mostra considerável crescimento do Facebook e do Twitter. Desde abril do ano passada, o Facebook subiu 804%, e o Twitter 768%.


"O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", diz a pesquisa.


No que tange ao porcentual geral de visitas a sites, o Facebook tem 2,35% de acessos na categoria “Redes sociais e Fóruns”, e o Twitter registra 1,91%. O Orkut é, disparado, o primeiro colocado na categoria, com 62,14% de acessos, seguido por YouTube, com 17,23%.


Quando a pesquisa leva em consideração a lista dos sites mais acessados por brasileiros, o Orkut cai para o segundo posto, e é justamente o gigante das buscas, Google, quem lidera.


No entanto, especificamente no período de férias escolares (entre o fim de novembro do ano passado e o começo de fevereiro deste ano), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.


Segundo o levantamento, as redes sociais e os fóruns só perdem em acessos para os mecanismos de busca. Na sequência, aparecem os portais, serviços de e-mail e games. Os sites menos acessados pelos internautas brasileiros são os de bancos e instituições financeiras.


Em tempo médio de visitas, as redes sociais são campeões de audiência, com 22 minutos e 51 gastos pelos visitantes dessas páginas.


A pesquisa Serasa Experian Hitwise divulga dados sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.

Os executivos responsáveis pelo Facebook estudam a criação de criar uma moeda virtual que pode ser utilizada em todos os jogos e aplicativos da rede social. Chamado de Facebook Credits, ele substituiria o modelo atual, que permite que cada aplicação utilize o seu método de cobrança.


O fato de haver diferentes meios de cobrança nos games do Facebook faz com que os usuário não comprem itens em mais de um título. É o que afirma Deb Liu, responsável pela implementação do Facebook Credits. “Criamos o sistema pensando no usuário”, afirmou. “Inserir os mesmos dados dos cartões de crédito em cada jogo é penoso. O Facebook Credits irá facilitar a vida dessas pessoas”.


Os desenvolvedores de jogos não concordaram com a taxa de 30% que o Facebook receberá por cada transação. Entretanto, eles realizam testes com o sistema, que poderá ser implementado como um meio de cobrança secundário em seus aplicativos.


Atualmente, o Facebook mais de 10 mil games com 200 milhões de usuários que os jogam pelo menos uma vez no mês. O novo sistema de cobrança está em fase de testes em 100 destes títulos e tem previsão de lançamento para junho.
Com mais de 400 milhões de usuários no mundo após seis anos de existência, a rede social na internet Facebook está no olho do furacão após várias acusações de violar a privacidade dos clientes para ganhar dinheiro.

As acusações foram reforçadas há algumas semanas, quando o grupo californiano permitiu aos usuários que assinalassem as páginas da internet que visitaram, o que registraria seus respectivos interesses.

Para o diretor e co-fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, a evolução da rede seria essa antecipação da personalização da web, mas muitos denunciam uma nova traição à vida privada. "A internet está em um momento crucial", disse Zuckerberg ao apresentar a inovação em uma conferência em San Francisco no dia 21 de abril. "Progredimos para uma internet que permitirá divulgar os gostos e atividades a uma rede de amigos conhecidos", completou.

Mas para Kurt Opsahl, um advogado da organização de defesa dos direitos dos internautas Electronic Frontier Foundation, "passamos de uma situação onde não tínhamos um controle suficiente para outra na qual o Facebook torna públicas categorias inteiras de informações, em uma lógica de negócios". "Parece que desejam ir aos sites e afirmar: 'temos todos estes tesouros em informações de nossos usuários, o que vocês nos dão em troca?'", completa Opsahl.

A princípio, o Facebook apresentou a ideia de tornar públicas todas as compras online dos usuários, mas teve que recuar após a reação furiosa dos internautas.

Os diretores do Facebook afirmam que não se trata de ganhar dinheiro, já que a inovação não resulta em nada para a empresa. Zuckerberg afirma que "isto não tem realmente um impacto sobre o respeito à vida privada".

O grupo destaca ainda que nada é feito pelas costas dos usuários, que precisam clicar em um link para permitir o conhecimento das páginas que visitam.

Mas muitos estão inquietos com a possibilidade dos "perfis públicos" dos usuários do Facebook serem divulgados, e que um número crescente de dados sejam disponibilizados publicamente, em particular por meio de "páginas comunitárias", que reúnem os fãs de um grupo por exemplo.

"Em troca de qualquer serviço gratuito (como o Google) é preciso dar algo - neste caso são divulgados dados de sua vida cotidiana", resume o analista independente Rob Enderle, que relativiza os riscos. "Pelo que eu sei, o Facebook não vende o nome dos usuários à máfia. Penso que é uma tempestade em copo d'água", afirma.

"No fim das contas, ninguém é obrigado a utilizar o site", conclui. Informações do Portal das Redes Sociais.

A promessa de um sistema simples para o controle de privacidade do Facebook deve se concretizar nesta quarta-feira. O anuncio foi feito hoje por Chris Cox, vice-presidente de produtos da empresa, durante o evento TechCrunch Disrupt, nos Estados Unidos.


Atualmente, a página que trata das informações pessoais dos visitantes oferece 36 opções que controlam a exibição de dados como nome, idade e profissão.


O executivo aponta que a alteração deve melhorar a imagem da empresa junto aos usuários, que protestam contra mudanças inesperadas nos termos de uso e falhas nos controles de privacidade do site.


Em sua coluna no jornal Washington Post, publicada na última segunda-feira, o CEO do Facebook Mark Zuckerberg admitiu os erros e disse que iria tomar providências para garantir a segurança dos mais de 400 milhões de pessoas que navegam pela rede social.

Dados públicos de 100 milhões de usuários do Facebook caíram na internet na semana passada, agrupados em um pacote facilmente encontrado em vários sites da rede. A notícia só prova algo que especialistas já sabiam: a possibilidade de qualquer informação ser coletada, agregada e analisada. O que se viu na semana passada é apenas uma pequena amostra do que pode ser feito. Os softwares que “varrem” a internet buscando e armazenando informações são chamados de “crawlers”, e é sobre eles que trata a coluna Segurança para o PC.


Como são feitos os sites de pesquisa


Se você já se perguntou como o Google, o Bing e outros sites de buscas conseguem pesquisar tantas páginas na internet, saiba que a resposta é realmente a mais simples possível: o Google visita os sites, segue automaticamente cada link e salva as páginas que acessar.


Depois entra a parte complexa do processo, que é de fato a “mágica” do Google e que permite que as páginas sejam encontradas – é aí que mora o diferencial de cada site de pesquisa.



Esse processo de visita a cada página e de seguir os links é feito por um programa chamado crawler (do inglês: “que se arrasta”, “que engatinha”). Também recebem o nome de “spiders” (“aranhas”), ou ainda, search engine spiders (“aranhas de sites de busca”), em uma brincadeira com o significado da palavra web (“teia”).


Se o crawler não visitou alguma página na internet – talvez porque ninguém fez links para ela – ou o software não conseguiu entender a informação que está em uma página, ela não será localizada pelos sites de busca. Mas os crawlers são continuamente melhorados para que todas as informações sejam coletadas.



Crawlers são usados para outros fins menos nobres. Por exemplo, spam. Crawlers visitam milhões de páginas na internet buscando por qualquer trecho que pareça um e-mail (qualquer coisa seguida de arroba seguida de ponto com; expressando de outra forma, *@*.com, sendo * um “coringa”). Ao analisarem o código das páginas, crawlers também podem encontrar falhas de segurança. Mais tarde, os sites vulneráveis encontrados podem ser invadidos em massa para um ataque coordenado.


Cem milhões de nomes


O código que coletou os dados do Facebook é muito simples. O próprio autor admitiu limitações, como, por exemplo, o fato de ele não acessar as páginas dos amigos dos perfis públicos.


Crawlers de sites de busca seguem links, mas, para isso, têm alguns pontos pelos quais eles “começam” a varrer a internet. O diretório público do Facebook é uma lista de perfis públicos da rede social e, por isso, pode ser um excelente ponto de partida, e foram exatamente esses perfis que o código analisou para compilar a lista de 100 milhões de usuários do Facebook – ou um quinto da rede social, de acordo com dados recentes.


Só o nome de cada perfil foi armazenado, embora todas as informações públicas pudessem ser copiadas. O desafio seria o volume de informação, difícil de ser processado e arquivado. Mesmo assim, o crawler usado era rudimentar.


Se você ainda não teve ideia de um ponto de partida de um crawler para Orkut, pense nas comunidades populares, que chegam a ter mais de um milhão de membros. Várias têm uma lista de membros pública e, mesmo quando esse não é o caso, é fácil conseguir acesso a essas informações. Depois de salvar todos os links dos perfis, basta analisar os perfis dos amigos e refazer o processo. Logo, o montante de perfis teria um volume respeitável.


Agregando e analisando


Depois de ter copiado os dados públicos de todos os perfis, há possibilidades infinitas a respeito de como essas informações podem ser usadas. Uma vez agregadas, é possível realizar análises, cruzar comunidades e também informações. Por exemplo, qual o curso superior mais comum entre quem está em determinadas comunidades de informática? Tendo os dados agregados, essa pergunta poderia ser facilmente respondida.


Se você não vê utilidade para isso, confie na criatividade dos criminosos e dos especialistas. Só os nomes registrados nos perfis do Facebook já serão suficientes para servir de complemento a um software que quebra senhas. Com os dados, o especialista conseguiu determinar quais os nomes mais comuns. Isso é útil para ataques do tipo dicionário, que tentam quebrar senhas usando listas de expressões pré-determinada. Ou seja, sabendo quais os nomes mais comuns, será possível testar primeiro as combinações de usuário/senha com esses nomes, aumentando as chances de conseguir acesso não autorizado em poucas tentativas.


É possível também pensar em ataques mais pessoais: quais são as comunidades mais comuns entre seus amigos? Qual o colégio mais comum? Essas informações seriam muito relevantes para um ataque mais sofisticado de engenharia social (enganação, fraude).


Outro detalhe é que, se crawlers ficarem comuns, informações públicas não poderão ser retiradas da rede, já que, uma vez coletadas, apagá-las na rede social não vai eliminá-las permanentemente da rede.


O que as redes sociais podem fazer


Visitar três milhões de perfis do Orkut certamente cria alguma movimentação – certamente tornaria o crawler o usuário mais assíduo da rede social. É difícil passar despercebido criando esse volume de acessos. Mas crawlers podem ser configurados para fazer alguns poucos acessos por dia. Criminosos com mais recursos podem usar computadores diferentes, em locais diferentes, para distribuir a carga e parecer que os robôs coletores de dados não pareçam mais ativos do que os outros usuários.


Embora as redes sociais possam tardar o efeito dos crawlers, limitando o número de acessos que um mesmo IP pode realizar, realmente há muito pouco que pode ser feito. Complicar a vida dos crawlers é receita para também complicar a vida dos internautas comuns, já que os crawlers maliciosos se disfarçam, copiando, inclusive, os padrões adotados por algum navegador web, de modo a parecer idêntico ao software comum e não ser bloqueado.


O que você pode fazer


Quanto mais informações você disponibilizar publicamente na rede social, mais fácil outras pessoas poderão encontrá-lo – e isso inclui também os crawlers. Simplesmente não há solução fácil: qualquer informação ou comunidade que você participar é informação pública e um crawler vai poder coletar isso.


A criação de um crawler para muitas redes sociais ainda não passa de uma hipótese. Mas, conforme as velocidades de conexão aumentam e o hardware de armazenamento fica mais barato, a tendência é que esse tipo de coisa pareça cada vez mais real e possível.


Se você colocar uma informação na rede, considere-a pública de verdade, como se exposta permanentemente em uma vitrine de um grande centro urbano. Para evitar isso, use os controles de privacidade da rede social e entre apenas em comunidades que você realmente precisa.

Se for uma opção, considere perfis vazios ou o total abandono das redes sociais. Os riscos envolvidos na participação de uma rede

social têm aumentado; você ainda pode usá-las para manter contato com amigos, mas tome cuidado ao expor informações. Talvez você nunca mais consiga tirá-las da rede. Informações G1.


Parece apenas uma questão de tempo até assistirmos o “Duelo de Titãs” entre Google e Facebook. 


O mais novo indício da proximidade desta batalha é a notícia de que a Google está negociando com grandes empresas de desenvolvimentos de jogos, para um espaço de mídia social concorrente ao Facebook, que recentemente chegou a marca de 500 milhões de usuários.


Entre as empresas estão: Playdom, Electronic Arts, Playfish, e a Zynga Game Network, segundo relatou o jornal The Wall Street Jornal. 

Não deve ser surpresa que a Google está se reunindo com os desenvolvedores de jogos, e, principalmente, da intenção dela em lançar uma nova rede social chamada provisoriamente de "Google Me".


Dentro desse mercado, os games sociais são considerados aplicativos importantes para aumentar a linha de serviços oferecidos.


Um dos mais populares jogos de rede social, o Farmville, da Zynga, atrai 60 milhões de usuários ativos por mês. Além disso, estima-se que os jogadores na Ásia gastam bilhões de dólares em jogos. Nos Estados Unidos, segundo a ThinkEquity, a receita de games do gênero chegou a 700 milhões em 2009, com a previsão de triplicar este valor até 2012.


Esses números são atraentes não só para a Google, mas, também, para pesos pesados do entretenimento, como a Disney, que comprou a Playdom por 563 milhões de dólares.


Uma alternativa ao Facebook seria bem-vinda para muitos desenvolvedores de jogos, que buscam um acordo melhor para os seus produtos. Atualmente, a rede de Mark Zuckerberg recebe 30% das receitas feitas por games que usam seus serviços. Por isso, a necessidade de diversificar motivou um dos maiores desenvolvedores do Facebook, a Zynga, a fechar um acordo com a Yahoo e abrir suas portas para um investimento de 100 milhões dólares da Google. 


No embate que está por vir, a questão que permanece é se o Google conseguiria manter os seus próprios investimentos ao entrar na briga com o Facebook.  Informações do IDG Now




Redes sociais, como Facebook e Twitter, e jogos on-line, como o Farmville ou Club Penguin, já consomem um terço do tempo gasto por usuários americanos com a internet. É o que garante estudo do instituto Nielsen divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa mostra ainda como os americanos  apresentam comportamentos distintos para acessar a web em computadores e dispositivos móveis.


O levantamento monitorou em junho a atividade on-line de 200.000 usuários e comparou as informações com registros do mesmo mês do ano passado. O tempo dedicado às redes sociais cresceu quase 50% – é, individualmente, a principal atividade dos americanos na web. Em segundo lugar ficaram os jogos on-line, que ultrapassaram o uso de mensagens eletrônicas (e-mail), que caiu para o terceiro posto.


A história é diferente quando os americanos usam a internet por telefone ou tablets. Quase metade do tempo de acesso é gasto para a consulta de e-mails, sites de notícias e só então redes sociais e blogs. Nota: de acordo com a FCC, órgão regulador da área de telecomunicações e radiodifusão dos Estados Unidos, 93% da população do país possui celular.


Em dispositivos móveis, a história é diferente: o e-mail ainda domina


Os maiores anunciantes do Facebook aumentaram o seu investimento na rede social em pelo menos 10 vezes nos últimos doze meses, segundo o “Cinco Días”.

A directora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, citada pelo “Cinco Dias”, revelou inclusive que há mesmo investidores que multiplicaram os gastos na rede social até vinte vezes ou até mais, negando-se, contudo, a identificar que clientes seriam esses.

O preço dos anúncios no Facebook tem-se mantido constante, ao passo que o crescimento exponencial de usuários originou o nascimento de cada vez mais páginas com publicidade, referem.

O Facebook, após ter atingido a marca dos 500 milhões de utilizadores, planeia entrar até 2012 no mercado bolsista, estando alegadamente a atrair anunciantes e a reforçar, até lá, o seu número de utilizadores e clientes, remata o “Cinco Días”.
Os jogos casuais podem apontar o caminho para que o Google alcance o sucesso na arena das redes sociais, após uma série de iniciativas mal sucedidas que o deixaram à margem desse crescente mercado, amplamente dominado pelo Facebook.

Por isso, o gigante da internet está buscando talentos que ajudem nessa missão e quer formar parcerias com empresas de jogos dispostos a explorar sua grande presença na web. A Electronic Arts e a Walt Disney investiram centenas de milhões de dólares para tentar ingressar nessa área e há mais empresas à espera de oportunidades.


Ainda que o Facebook domine o mercado das redes sociais, analistas do setor afirmam que o Google tem posição favorável para desempenhar papel mais importante, ao atrair criadores de jogos interessados em veículos alternativos para seus produtos.


- É claro que muitas das companhias de jogos sociais adorariam ter acesso a mais que o Facebook - disse Timothy Chang, sócio diretor da Norwest Venture Partners, uma companhia de capital para empreendimentos que investiu na Playdom, produtora de jogos sociais que a Disney adquiriu por 563 milhões de dólares no mês passado.


Os jogos sociais gratuitos para os usuários são uma das atividades mais populares no Facebook. Em games como o FarmVille, da Zynga, os usuários interagem em fazendas imaginárias e plantam safras agrícolas para expandir suas vendas. Os jogos geram receita por meio de publicidade e da venda de ítens extra que ajudam a melhorar a performance dos jogadores.


No mês passado o site TechCrunch chegou a noticiar que o Google havia investido secretamente entre US$ 100 e US$ 200 milhões na Zynga. Nenhuma das duas empresas confirma a negociação.


Durante a conferência Techonomy, em Lake Tahoe, Califórnia, o CEO Eric Schmidt disse que a empresa está focada em integrar funções sociais a seus produtos. Ele não comentou, no entanto, nem os rumores de que o Google estaria com um novo projeto de rede social nem a parceria com a Zynga, responsável por jogos de sucesso como o FarmVille.


Depois das recentes mudanças adotadas pelo Facebook, que dificultaram para as empresas de jogos fazer negócios em sua rede social de 500 milhões de membros, Chang e outros dizem que as produtoras estão cada vez mais interessadas em ouvir o que o Google tenha a oferecer. E o líder das buscas na Web já está ampliando sua presença no setor de jogos sociais.


- Eles estão em toda parte, nas conferências que acontecem. Sabemos que estão procurando pessoas que liderem sua divisão de jogos - disse Net Jacobsson, antigo executivo do Facebook que agora dirige uma produtora de jogos sociais chamada PlayHopper.

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

 

 

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 - quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.

 

 

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

 

 

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor", conta. "Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

 

 

Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

 

 

Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A história começa com um jovem nerd tomando um fora da namorada. Gira em torno do projeto de um site, o Facebook, na ficção totalmente criado para atrair a atenção da tal jovem. O negócio, contudo, hoje tem, na realidade, mais de 500 milhões de usuários no mundo inteiro e vale US$ 50 bilhões. Se o crescimento continuar no mesmo ritmo, no segundo semestre de 2011, o Facebook vai, finalmente, bater o Orkut no Brasil, o maior país da América Latina – e um dos poucos onde a rede social ainda não é fenômeno de audiência. Enquanto isso, estreia amanhã a produção hollywoodiana que conta essa história, A rede social, dirigida por David Fincher.

"O filme certamente vai aumentar a curiosidade das pessoas quanto ao site. E a tendência é que grandes players dominem esses mercados, que haja apenas uma rede de cada tipo. Para adicionar amigos, ver as fotos deles, comentar status, o negócio é o Facebook. O Orkut ainda domina por aqui, por ter chegado primeiro, mas, para que o Facebook o ultrapasse, é só questão de tempo: do ano que vem não passa", acredita o pesquisador Gustavo Rauber, que conduz um estudo na UFMG sobre a privacidade na rede social.

O Brasil não chega a aparecer na história como uma pedra no caminho do avanço mundial do império Facebook. Mas um personagem brasileiro tem papel central na história do livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, que inspirou o roteiro do filme. O relato dos bastidores da criação do site teve como principal fonte Eduardo Saverin, colega de Mark Zuckerberg, o nerd que tomou o fora da namorada e hoje é o mais jovem bilionário do mundo.

Eduardo foi o investidor inicial do projeto (colocou os primeiros US$ 1 mil para o aluguel dos servidores, seguidos de US$ 18 mil, quando o site ainda era restrito a algumas universidades americanas). No acordo inicial, testemunhado apenas pelos muros de tijolos de Harvard, tinha 30% da companhia e acabou vendo suas ações diluídas e ficando com 0,03%. Processou o Facebook, ganhou e hoje posta, em sua própria página pessoal na rede, mensagens simpáticas a Mark, como fotos de festinhas da universidade em que os dois aparecem juntos.

O nome de Saverin está de volta aos créditos da página, como cofundador do negócio que chegou, anteontem, ao terceiro lugar em valor de mercado, entre empresas de internet. Ultrapassou o e-Bay (US$ 39,3 bilhões) e está abaixo, apenas, da Amazon (US$ 74,4 bilhões) e do Google (US$ 192,2 bilhões), de acordo com a Bloomberg.




Números com crescimento impressionante fazem parte da vocação do Facebook, desde a origem, em 2004. Criado nos alojamentos de Harvard, o site surgiu restrito àquela universidade e, em dois dias, já contava com a adesão de todos os alunos. A expansão para outras universidades americanas garantia o modelo de rede social a que esses universitários estão acostumados: baseado em clubes finais, a que os estudantes eram convidados – ou excluídos. Assim como eles, o Facebook teria de ser "exclusivo, divertido e tornar sua vida melhor", nas palavras do Mark do livro e do filme.

A ideia era reproduzir, on-line, essa vida social universitária. Por isso, os botões de "curtir" e "cutucar" sempre estiveram lá. Com o tempo, agregou outros valores, como a facilidade com que se descobriria se a figura está solteira e em que está interessada.

Mark podia ser um gênio da computação e tal e coisa. Mas originalidade não era exatamente seu forte. Tanto que também foi processado por Tyler e Cameron Winklevoss, remadores populares em Harvard que convidaram Mark para ser programador de um projeto muito parecido, e iniciado antes do Facebook, chamado ConectU. O processo deles contra o jovem de cabelos enrolados terminou em acordo de US$ 65 milhões.

Para apimentar a trama com sexo, drogas e popularidade, entra na história Sean Parker, empresário conhecido por integrar a equipe inicial do Napster, o site de compartilhamento de músicas que revolucionou a distribuição de músicas e arranjou briga com gravadoras poderosas. O papel cai como uma luva no popstar Justin Timberlake. Sean capta investidores, leva a companhia para o Vale do Silício e, na visão do livro e do filme, tira o brasileiro Saverin da jogada. Dele, surgem ideias oportunas, como a criação dos álbuns de fotos, em pleno hype das câmeras digitais.

A intrigante trama cinematográfica, com diálogos ágeis e personagens interessantes, diferentemente do livro, focado em Eduardo, coloca Mark no centro dos acontecimentos. O Mark da vida real, no entanto, já deu entrevistas categorizando o filme de ficção: "A verdadeira história do Facebook é bem chata. Quer dizer, sentamos diante dos nossos computadore por seis anos e trabalhamos com códigos". O ex-melhor amigo Saverin também publicou declarações em uníssono: "A intenção do filme era ser entretenimento e não um documentário, baseado em fatos".

No Brasil, o avanço do Facebook encontra ainda resistência. O Orkut, rede social do Google, tem mais de 36 milhões de visitantes únicos. O Facebook tem 9 milhões. Mas, há um ano, tinha apenas 1,5 milhão. Depois que ultrapassou os muros de Harvard, parece não haver fronteiras para o avanço da companhia. Há rumores de que o

Google lance uma rede social de alcance global para competir (o Orkut faz sucesso só no Brasil e na Índia), mas nada de concreto ainda foi divulgado.

Fato é que hoje, no Facebook, os perfis de Zuckerberg e de Saverin não adicionam mais amigos. Viraram páginas oficiais. O máximo de interação permitida é o botão "curtir". Famoso "ame-o ou deixe-o". O perfil da suposta namorada que deu início à busca de Zuckerberg por uma ideia que o transformasse em um jovem notável pode ser encontrado na rede. Erica Albright, contudo, tem tudo para ser um fake. A começar por sua descrição: "Sou eu, a ex-namorada de Mark Zuckerberg". A moça, depois de tudo, certamente preferiria o Orkut. Informação da Mantrux do Brasil.




Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O Facebook adicionou novas opções de estado de relacionamento para os usuários da rede social, que agora podem divulgar que estão em "uma união civil" e "morando junto". A novidade, de acordo com o Facebook, atende a pedidos da comunicada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais) e está disponível, por enquanto nos Estados Unidos, Canadá, França, Austrália e Reino Unido.

Ainda não há previsão da novidade ser lançada no Brasil.

Segundo o gerente de comunicação do Facebook, Andrew Noyes, a intenção da rede social é "oferecer opções para que as pessoas reflitam sobre o estado de relacionamento de seus amigos". "Essas novas opções foram muito requisitadas pelos usuários", conta. A novidade, no entanto não será lançada em países que já permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em entrevista publicada no jornal "The Huffington Post", o porta-voz da Human Rights Campaign, Michael Cole-Schwartz, disse que, "enquanto as pessoas encontram leis fragmentadas para os seus relacionamentos, a novidade permite que as pessoas descrevam seus relacionamentos com precisão para os amigos.

O reinado do Orkut como principal rede social do Brasil pode chegar ao fim ainda este ano. É o que indica análise do site Search Engine Wacht.com, sobre Brasil, Índia, Rússia e China, informou o AdNews, site brasileiro especializado no mercado publicitário.

banner-mantrux-250Segundo o estudo, cada um desses países tinha uma rede social predominante, que não o Facebook. O Orkut se firmou como dominante na Índia e no Brasil, mas o quadro começa mudar em favor da rede social de Mark Zuckerberg.

Por aqui, o Facebook tem apresentado crescimento acelerado desde o último trimestre do ano passado. Com base na curva de crescimento do Facebook mostrada pelo Google Trends, o analista Michael Bonfils conclui que por volta do final do terceiro quadrimestre deste ano, o Orkut perderá o posto de principal rede social do País. Na Índia, essa troca aconteceu em 2009.

O estudo atribui essa virada a alguns fatores, entre eles a expansão viral (amigos convidando amigos), a marcação de fotos (que incentiva o diálogo entre as pessoas), os critérios de privacidade (perfis são públicos por default e podem ser pesquisados por quem não é cadastrado no Facebook), os aplicativos de jogos (como "Farmville" e "Mafia Wars"), e as Fan Pages (páginas para pessoas jurídicas no Facebook, recurso que não existe no Orkut), que têm sido usadas por marcas para promoções.

A íntegra da pesquisa está em http://searchenginewatch.com/3642183

Acontecerá no próximo dia 28 (julho) a versão 2011 do LingerieDay (#lingerieday), movimento criado espontaneamente na web em 2007 utilizando Twitter e hoje o Facebook. Para participar as interessadas devem trocar seus avatar (foto do perfil) por fotos usando alguma lingerie. 

Neste ano empresas, revistas e sexshops descobriram no 'flashmob' um grande filão para ações de marketing. Várias são as iniciativas voltadas para presentear as mais belas mulheres que postarem em seus avatares imagens usando lingerie.

A revista VIP saiu na frente e vai rechear suas páginas com fotos das 'modelos', empresas de lingeries criaram promoções especiais para que as todas estejam bem vestidas durante o flashmob.

Uma empresa que saiu na frente foi a Camalleão Comunicação e Estratégias que desenvolveu junto com o portal de notícias DiviCity.com e a loja Armazém Brasil Store uma promoção para as eleitas.

As interessadas (e interessados também) passarão por uma eleição no site da agência.

Para saber mais, clique aqui.


Empresas e Outros Tipos de Organizações Que nao SABEM Como Criar, gerenciar e lidar com UMA page Empresarial no Facebook, uma ágora Terao Acesso hum Guia on-line de Como administrar Seu Perfil.

O Facebook para empresas de ajudar a orientar oferece hum tutorial com o Passo a Passo de Como Abrir, organizar e utilizar uma Rede Social parágrafo promover SUA Empresa.    

De acordo com o site da CNet , o Guia explicativo Primeiro Como CRIAR UMA Melhor Página parágrafo CADA Tipo de Negócio. DEPOIS, a Mostra Como OS Empresários podem Publicar anuncios e Histórias de Patrocinadores parágrafo melhorar SUA imagem. E Por Ultimo, o Facebook sugere alguns Aplicativos Que possam Transformar uma page in UMA Plataforma rica Pará a Empresa.   

A Rede de Mark Zuckerberg está offline encorajando e aprimorando uma Criação de PERFIS Corporativos. Em Março Desse Ano, o Facebook JÁ havia Lançado UMA Ferramenta Que possibilita uma Migração de Perfil hum hum especial par Perfil Empresarial.

Enquanto a Google pediu para as empresas esperarem um pouco para usar sua nova rede social Google+, o rival Facebook está ajudando as companhias a entrarem em seu site.

 

A maior rede social do mundo lançou uma página chamada Facebook para Negócios. A página guia as empresas sobre como fazer melhor uso do site e suas páginas, anúncios, ofertas, plugins sociais e reportagens patrocinadas. A página foi adicionada ao Facebook após a Google não apenas pedir para as empresas esperarem por uma versão mais robusta do Google+, mas também “despachou” algumas companhias que haviam criado perfis por conta própria. “Não que exista alguma urgência aí (para o Facebook) pular nisso antes que a Google se apronte”, disse o analista do Yankee Group, Zeus Kerravala. “Se o Facebook conseguir dar um salto agora (no mercado corporativo), isso os coloca em uma posição de liderança.”

Um porta-voz do Facebook disse que a nova página tem foco em ajudar pequenas empresas a conseguirem entrar no novo mundo social. “O Facebook (para Negócios) permite que pequenas empresas criem experiências sociais ricas, construam relações duradouras e ampliem o tipo mais poderoso de marketing – o boca-a-boca”, disse o porta-voz do Facebook, Carley Lake. As empresas têm mostrado interesse em criar uma presença no Google+, lançado há quase um mês.


Apesar de possuir menos membros que o rival, a rede da Google tem despertado interesse significativo entre consumidores e empresas. Companhias como a Ford Motor e Sesame Street entraram cedo no Google+. Mas a gigante de buscas rapidamente pediu para que deixassem de usar o site, reconhecendo que a primeira versão é direcionada para indivíduos. A Google ainda adicionou que um site focado em empresas está sendo desenvolvido. E o interesse nessa versão corporativa do site tem sido tão grande que a Google acelerou o ritmo de seu desenvolvimento. Primeiro, a empresa disse que pretendia lançar uma versão corporativa do Google+ até o final do ano. Alguns dias depois, afirmou planejar em breve escolher algumas companhias para participar de testes.


E na última semana, mudou sua posição novamente, ao anunciar planos de lançar uma versão corporativa do site para todos já nos próximos meses. Kerravala disse que há um momento muito bom para as empresas se envolverem com redes sociais, apesar de nenhum dos sites acima terem facilitado isso. “Não acho que exista um papel nas redes sociais para as empresas, diz. “Penso que ninguém realmente ajudou as companhias a descobrirem isso.” “Parece que essa nova página explicativa do Facebook é quase como um modelo de siga os pontinhos para os negócios.


É uma ideia legal. Acredito que a maioria das companhias não tem a menor ideia do que fazer lá”, disse.



Relatório IBOPE Nielsen Online atesta: Alcance do Facebook FOI Maior Que o do Orkut em Agosto: 68,2% contra 64%, respectivamente. Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhoes de usuarios Unicos contra 29 milhoes do Orkut. O also Manteve o Twitter Tendência de Crescimento, com 14,2 milhoes de usuarios Unicos, OU 31,3%. Portanto, Segundo o Ibope, e Fato: em Agosto o Facebook FOI Líder los Audiência NAS Redes Sociais no Brasil .


Nenhum meio Início da Semana, o Ibope Nielsen Online nao confirmou OS Dados divulgados nd sexta-feira (09/02) Pela revista IstoÉ Dinheiro, Segundo OS cais Quais d'Orsay o Facebook térios superado o Orkut los numero de usuarios Brasileiros cadastrados. De acordo com o periódico, a Rede de Zuckerberg possui Cerca de 30 milhoes de Membros Posts Brasileiros, Mais Que o Orkut, Que si Manteve com 28,8 milhoes. Que nota como Diferentes Métricas São Paulo. Unicos usuarios nao necessariamente São usuarios cadastrados.


De QUALQUÉR forma, OS numeros do Ibope diferem das Estatísticas de julho de 2011 da Empresa de Métricas web comScore, divulgados um Pedido do IDG Now!. Para ela, o EM julho, o Orkut permanecia Líder, com 36,4 milhoes de Visitantes Unicos, enquanto Que Seu rival tinha 25,8 milhoes.


O Próprio o Facebook, no Início do MÊS, divulgou ter 25 milhoes de internautas cadastrados no Brasil.


Audiência Geral


O Acesso à internet los QUALQUÉR Ambiente (Domicílios, Trabalho, Escolas, lan houses UO Outros CRP) atingiu 77,8 milhoes de Pessoas Segundo Trimestre não de 2011, Segundo o Ibope Nielsen Online. ESSE NÚMERO AO 5,5% e superiores do Segundo Trimestre de 2010 e 20% Maior Que o faça Segundo Trimestre de 2009.


Do total de 61,2 milhoes de Pessoas com Acesso sem Trabalho UO los Domicílios, 45,4 milhoes foram usuarios Ativos em Agosto de 2011. Crescimento de 1,2% AO MÊS los Relação anterior e de 9,2% na Comparação uma de agosto de 2010.


O ritmo de OSU do Computador com internet also continuou crescendo e Chegou a 69 horas Por Pessoa em Agosto, representando aumento de 6,4 hum em% AO MÊS Relação anterior.


Outro dado Interessante: Em agosto, Em média, CADA Usuário brasileiro de Redes Sociais conectou-si, um cessos locais Por hum ritmo de 7 horas e 14 Minutos.


Fonte: IDG Now

Uma publicação no blog oficial do Facebook informa que a rede social vai fazer melhorias nas Listas de Amigos ao longo desta semana. Divididas em trabalho, escola, família e cidade, as listas serão criadas automaticamente. Também será possível adicionar ou remover pessoas de cada uma delas. Dessa forma, você pode compartilhar conteúdos e visualizar publicações com pessoas específicas. Algo parecido com o recurso Círculos do Google+.

Haverá também uma divisão entre os "Amigos Próximos" e "Conhecidos "e o site vai oferecer a opção de exibir notificações sobre novas publicações em cada lista. Atualizações importantes no perfil de membros agrupados na lista de "Conhecidos", como mudanças no status de relacionamento ou mudança de cidade, irão aparecer no feed de notícias principal, de acordo com o blog da empresa.

Na manhã de hoje (13/09), o Facebook também informou em seu mural oficial que está testando a possibilidade de diminuir a quantidade de notificações via e-mail, mantendo a maior parte das atualizações apenas no site. Em vez de receber vários e-mails, os usuários deverão receber um só, com o resumo das notificações da rede social.

O Facebook lembra que você poderá reativar os e-mails individuais no item “notificações”, localizado na página de configurações da conta.

Fonte:

Uma grande mudança no design dos perfis do Facebook está sendo preparada e deve ser lançada na conferência para desenvolvedores f8, que acontece nesta quinta-feira, dia 22.

Os detalhes sobre o redesign ainda são desconhecidos, mas de acordo com duas fontes internas as novidades estão conectadas ao futuro lançamento de uma grande plataforma de música e mídia dentro da rede de Zuckerberg. As informações são do site de tecnologia e tendências Mashable.

De acordo com o Mashable, as fontes afirmaram que o novo perfil será mais "pegajoso", estimulando os usuários a ficarem neles por mais tempo, e com funções voltadas para o e-commerce social. O site diz também que a nova plataforma de mídia do Facebook irá exibir música e vídeos de parceiros.

Fontes do The New York Times indicam que o Facebook fechou acordos com empresas para desenvolver um sistema para exibir na página do usuário o que ele está ouvindo ou assistindo. O LastFm já utiliza um sistema semelhante por meio do programa Scrobbling, que registra o que o usuário está ouvindo e publica em sua página mesmo que ele não esteja acessando o site.

Algumas das empresas parceiras podem ser a Spotify, Rhapsody, Rdio, MOG e Deezer. O f8 acontece nesta quinta-feira em São Francisco, na Califórnia.

Ao contrário do Ibope, a consultoria Comscore ainda aponta o Orkut como a rede social mais popular do Brasil. Porém, o Facebook teve um crescimento expressivo, com o mais que o triplo de usuários em um ano. O Facebook pode ultrapassar o Orkut em breve, caso esse ritmo seja mantido.

Há cerca dez dias, o Ibope disse que o Facebook ultrapassou o Orkut, rede social do Google.

Os dados da Comscore apontam que o Orkut saltou de 30,85 milhões de visitantes únicos em agosto de 2010 para 37,15 milhões no mesmo mês deste ano – aumento de 20%. 

No mesmo período, o Facebook passou de 9,09 milhões de visitantes para 28,58 milhões - crescimento de 215%. 

Em agosto de 2010 a diferença do Facebook para o Orkut era de 240%. EM um ano, esse percentual caiu para 30%. Se o ritmo de crescimento das redes se mantiver assim, o Facebook poderia ultrapassar o Orkut em dois meses.

Outras redes

A Comscore afirma que a terceira rede social mais acessada do país é o Windows Live Profile, rede social da Microsoft que tem vínculos com o popular programa de mensagens Windows Live Messenger. No total, essa rede tem 16,48 milhões de usuários.

O Twitter vem em quarto lugar, com 13,42 milhões de visitantes únicos. Em quinto lugar está a rede LinkedIn, com 1,45 milhões de usuários.

O presidente e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (22) uma série de mudanças e atualizações no layout e nas funcionalidades da rede socialmais popular do mundo. Os anúncios foram feitos durante o quarto F8, evento que reúne os principais desenvolvedores do Facebook. Uma das grandes mudanças será feita no design do perfil dos usuários: some a página de perfil e entra o que Zuckerberg chamou de “Timeline”.

“Desde o começo do Facebook, o perfil tem sido o lugar em que o usuário podia contar sua história. As pessoas o usam para compartilhar tudo, desde pequenas coisas até os maiores acontecimentos em suas vidas”, diz o desenvolvedor-chefe de produto do Facebook, Samuel Lessin.

A Timeline será uma página contínua que terá todos os conteúdos postados, publicados, compartilhados e criados pelo usuário desde o dia de seu nascimento. Como o Facebook não sabe tudo da vida de todos, cada pessoa poderá editar essas informações, colocando fotos, curiosidades e outras informações de sua vida que julgar interessantes compartilhar. Para não sobrecarregar a rede social, o próprio Facebook se encarregará de mostrar apenas aquilo que for considerado mais importante.

Abaixo, um exemplo de como ficará seu novo perfil com o Timeline. Se gostou, é só clicar em Sign Up para ter a linha do tempo de sua vida o mais cedo possível. Ainda tem fila (é óbvio que você precisa ter um perfil no Facebook para isso funcionar).

Zuckerberg também anunciou a morte da ferramenta “curtir” (“like”, em inglês). A partir da atualização do próximo Facebook, as pessoas contarão o que realmente estavam fazendo. “Introduziremos os verbos ao Facebook”, disse Zuckerberg. Ao invés de “curtir” um livro ou um filme, a pessoa poderá marcar que “leu” um livro ou “assistiu” a um filme.

Outra ferramenta anunciada é o Open Graph. Ele juntará todos os aplicativos do usuário, seus status updates e integrará sistemas externos ao Facebook, como o Netflix e o Spotify, para tornar a experiência de navegação na rede cada vez mais social. Tudo será compartilhado pelos usuários, e os amigos dessas pessoas poderão ter acesso a esses conteúdos.

O diretor técnico do Facebook, Bret Taylor, afirmou que o Open Graph é a mudança mais significativa já feita desde a implementação da plataforma social. "Queremos todos os seus aplicativos integrados ao Open Graph. O que significa, para você, ser social em sua área?”, disse Taylor. Resta saber o que as mudanças vão significar para o usuário comum. Como modelo de negócios é uma pequena revolução, e produtores de mídia estão empolgados. Para o usuário final, porém, deve ser traumático. As mudanças são grandes, e só quem usa muito a ferramenta vai aproveitar a curto prazo. Vai ter gritaria, e não vai ser pouca.

Informação | Época


Nova página do FacebookNotícia sobre timeline para lá, notícia sobre open graph para cá e muita gente se perguntando: mas como diabos eu faço para habilitar a Timeline? Bom, na verdade, o Facebook só disponibilizou a novidade para desenvolvedores. Usuários padrões podem se inscrever em facebook.com/about/timeline e clicar em Sign Up. Dessa forma, você entra na fila de espera para receber o convite.


Agora, se você não aguenta ter que esperar, veja os passos para poder habilitar a Timeline agora mesmo. Vamos lá:


1 – Primeiro vá à página Desenvolvedores, ou Developer em inglês. Se você ainda não tiver feito isso, terá que dar permissão ao aplicativo.


2 – Depois de dar a permissão, clique em Criar novo app.


3 – Você precisará dar um nome ao aplicativo. Tanto em App Display Name quanto em App Namespace, este com letras minúsculas e mais de 7 caracteres.


Aviso: se você ainda não validou sua conta do Facebook com um número de celular, terá que fazer isso. O próprio Facebook pedirá que você insira um número válido com DDI e DDD. Ex: 5521xxxxxxxx. Faça isso e receberá um SMS no celular com uma senha. Insira a senha onde o Facebook indicar e sua conta estará validada.


4 – Feito isso, seu aplicativo estará criado. Se tudo deu certo, você estará vendo a tela de edição do aplicativo. Clique em Open Graph e a seguir em Get Started.


Aviso: se o campo “App Namespace”, na página de edição, não estiver preenchido, essa página não aparecerá. Mas basta ler com calma e o próprio Facebook o fará incluir as informações.


5 – Na página do Open Graph, preencha os dois campos com ações. Exemplo: (quero que meus usuários) assistam+filmes, leiam+livros etc.


6 – Feito isso você verá a tela seguinte com três passos de configuração para as ações do aplicativo. Coloque qualquer informação, mas preencha os campos, mesmo que com a palavra “teste”.


7 – Depois de avançar pelos três passos, você verá a tela de confirmação, o que significa que você já terá se tornado um “desenvolvedor” Facebook.


8 – Agora, dê sign out e faça login novamente em sua conta do Facebook e pronto. Você verá um convite em sua página principal convidando-o a publicar sua nova timeline. Pode ser que esse convite demore. No entanto, os passos são bem simples, aqui tudo funcionou bem rápido.

Na busca pelo relacionamento na internet, as empresas têm apostado nas fan pages do Facebook para criar um diálogo com os consumidores. Mas como saber a melhor maneira de lançar uma página atrativa e que valha o investimento? E, mais ainda, como verificar se a plataforma realmente trará retorno para a sua marca?


O Brasil tem mais de 500 páginas de marcas na rede social, segundo um levantamento realizado pela F.biz em junho. Parte deste “boom” explica-se pela percepção da quantidade de potenciais consumidores conectados, possíveis clientes que não estariam acessíveis à marca em outros meios, como TV ou anúncio em revistas.


“De 2010 para 2011, o número total de fan pages de empresas no Facebook triplicou”, diz Duncan Southgate, diretor global de digital da Millward Brown, em palestra no I Fórum Internacional ABA Rio de Pesquisa e Inteligência Competitiva, realizado no último dia 15.


Como saber se sua marca deve investir no Facebook


Apesar de todo o frenesi em torno das fan pages, as mídias sociais podem não combinar com todas as marcas. A estratégia deve ser analisada caso a caso, avaliando o perfil da companhia para ver se vale o investimento.


Primeiro de tudo, é preciso identificar o que a marca pretende com a ação. Uma pesquisa da Millward Brown, por exemplo, descobriu que o principal objetivo dos profissionais de Marketing ao lançar fan pages é criar fidelidade com a marca, e não obter venda direta.


A partir daí, deve-se estudar três fatores principais, para ver se a empresa se encaixa no perfil da mídia social. O primeiro é o país em que atua. No caso do Brasil, os números de usuários conectados apontam que vale a pena investir.


Categorias pedem ações específicas


Uma pesquisa recente do Ibope Nielsen mostrou que o total de pessoas com acesso à internet no país atingiu 77,8 milhões em agosto. Dessas, 87% utilizam redes sociais e outras páginas de relacionamento. Só o Facebook tem 30,9 milhões de usuários únicos no país, ou cerca de 14% da população nacional.


Observar a categoria da marca também é um passo fundamental na hora de investir na plataforma. As que têm mais fãs no Facebook são as de software, hardware, telecomunicações e telefonia, por serem clientes que já são ligados à tecnologia, com maior presença na rede e que desejam obter informações das empresas de antemão.


Outras categorias que conquistam um alto número de fãs são a de carros e, curiosamente, a de fraldas. “A de carros é fácil de entender, porque o automóvel é uma extensão e uma expressão de quem você é.

Confesso que fiquei surpreso com o resultado das marcas de fraldas, mas pesquisando vi que a pequena audiência se importa muito com o produto. As mães querem falar sobre isso, já que a rotina com o bebê torna-se parte elementar de suas vidas”, diz Southgate.


Criatividade e desejo


Vale a pena, ainda, estudar um terceiro fator. Qual é o perfil da empresa? O padrão que mais dá retorno é o de marcas consideradas criativas e desejáveis. Se a companhia está muito longe desse estereótipo, talvez a fan page não obtenha o resultado esperado.


Essa pré-avaliação, no entanto, não impede que o marketing aposte na ferramenta. O desafio será se esforçar para ter uma página criativa, inovadora, diferente e que apresente algo único.

Esses atributos, inclusive, são indispensáveis em toda forma de marketing digital para qualquer empresa que deseja se destacar na internet.


Marcas com mais de um milhão de fãs


No Brasil, marcas como Guaraná Antarctica e Smirnoff já alcançaram um milhão de “likes” em suas fan pages, ou seja, o número de um milhão de usuários que recebem e interagem com o conteúdo de cada empresa.


Com o slogan “Clique em curtir para aproveitar o melhor da vida entre amigos”, a página da marca de refrigerante da Ambev conquistou seus 1.135.545 de fãs por meio de ações tão variadas como futebol virtual, campeonato de vídeo game e aulas em vídeo para as mães não envergonharem os filhos na internet.


Já a Smirnoff Brasil chama a atenção do usuário com uma mensagem que ressalta os resultados das fan pages mundiais da marca, alcançando 50 países e 10 milhões de pessoas.

A versão brasileira já possui 1.005.515 fãs, utilizando-se principalmente de calendário de festas, concursos para ingressos e um projeto que começou no ano passado e repete-se agora, o Nightlife Exchange, que recebe ideias de eventos dos usuários e seleciona algumas para executá-las.


Em terceiro lugar no número de fãs brasileiros, segundo um levantamento de agosto da GraphMonitor, está a L´Oreal Brasil, na época com 769 mil “likes”, e, seguindo a lista, vêm Peixe Urbano (761 mil), Halls Brasil (524 mil), ClickOn (465 mil), Privalia (426 mil), Nike Futebol (423 mil) e Rock in Rio (413 mil).


Quantidade não é qualidade


O sucesso real de uma fan page, entretanto, não é medido apenas em números, mas também na qualidade das ações. Em um estudo da Millward Brown, que considerou itens como atenção aos posts, quantidade de recomendações a amigos e revisita à página, foi visto que não havia correlação entre o número de fãs no Facebook e o resultado geral do desempenho da marca.


“Assim como a maneira de avaliar o ROI por meio da contagem de cliques em um anúncio online foi ultrapassada por métodos que avaliam outras linhas importantes, a quantidade de adeptos de uma fan page não significa qualidade. É preciso saber o que fazer”, diz Southgate.


O que os internautas querem


Na mesma pesquisa foi descoberto que os atributos mais recorrentes das fan pages são, em primeiro lugar, ser fácil de navegar, com 55%, e apresentar informação confiável, com 48%. Também é bom ter frequência de posts. “Quanto mais, melhor, mas sem irritar o usuário, é claro. Recomendaria cerca de 40 posts por mês”, aconselha Southgate.


Essa preocupação é importante porque a maioria dos internautas não visita a página da marca aleatoriamente. O conteúdo chega a eles pelo feed de notícias em sua página inicial, o que leva a empresa a disputar a atenção com todos os contatos do consumidor.


Mas e os clientes, quais são os maiores benefícios para eles? Apesar de uma tendência no mercado de perceber a interação como o fator mais importante, os usuários buscam na fan page principalmente concursos e, em segundo lugar, notícias sobre produtos da empresa.


Ser diferente é o maior atrativo


Para a ferramenta obter sucesso, conquistar e manter seu fã, quatro ações não podem ser negligenciadas: concursos e ofertas, informações sobre produtos, regularidade de posts e notícias de credibilidade sobre a marca. Uma subcategoria de sucesso que está dentro de concursos são os social games. Essa é a plataforma com o maior impacto da marca sobre os clientes, apesar de não ter o maior alcance.


O maior sucesso chega quando a fan page é criada baseado no diferencial da empresa, no que ela tem de único, sem repetir ações, mas investindo em novidades. Um exemplo inovador foi feito pela marca de rum Captain Morgan México, que brinca como se a página fosse, na realidade, o perfil do personagem. Outra tática de diferenciação é sincronizar no Facebook o conteúdo que a empresa posta no Twitter.


“A melhor estratégia é ser diferente e ter ambição. Tudo que nunca foi visto se destaca acima da média. O profissional de marketing precisa estar prestando atenção às novidades, porque há sempre novas oportunidades, e mergulhar no trabalho para tornar a página a melhor possível, dando à ação no Facebook a importância que ela merece”, completa Southgate.


banner-mantrux-250

Se você tem dúvida se os seus amigos do Facebook são realmente seus amigos, um aplicativo promete responder esta questão. O Facebook Friend Audit é um projeto criado pelo diretor de arte Steve Peck e pelo programador Mags Chau que pergunta "você tem vários amigos no Facebook, mas quantos realmente gostam de você?".

Para saber a resposta, basta clicar em "Audit my friends". O aplicativo em seguida pesquisará seus últimos 300 posts na rede social, ver quem clicou em "curtir" e comparar com o número total de amigos que você possui no Facebook.

Aplicativo Facebook Friend Audit

Informação | Portal das Redes Sociais

Se você tem dúvida se os seus amigos do Facebook são realmente seus amigos, um aplicativo promete responder esta questão. O Facebook Friend Audit é um projeto criado pelo diretor de arte Steve Peck e pelo programador Mags Chau que pergunta "você tem vários amigos no Facebook, mas quantos realmente gostam de você?".

Para saber a resposta, basta clicar em "Audit my friends". O aplicativo em seguida pesquisará seus últimos 300 posts na rede social, ver quem clicou em "curtir" e comparar com o número total de amigos que você possui no Facebook.

Aplicativo Facebook Friend Audit

Informação | Portal das Redes Sociais

Em maio deste ano, a revista Americana Consumer Reports divulgou que cerca de 7,5 milhões de crianças com 12 anos ou menos estão cadastradas no Facebook. Segundo a revista, o uso constante da rede social por esse público coloca em risco a segurança, a proteção e a privacidade destes menores.


Recentemente, o filho de uma analista de redes sociais (não identificada) comentou numa atualização pública de sua mãe no Facebook e teve o seu comentário visualizado. Não fosse pelas consequências do ocorrido, o caso teria passado despercebido, como mais uma das interações comuns da rede. Contudo, tendo acesso ao diálogo que se sucedeu ao post do Facebook, o website de medição de influência em redes sociais, Klout, criou um perfil no site para o garoto sem a sua permissão.


Isto quer dizer que, embora existam várias configurações de privacidade no Facebook que permitam aos usuários protegerem suas atualizações e dados pessoais de estranhos, os comentários feitos em status públicos dos seus contatos estão livres de restrições. Tecnicamente, o Klout pode utilizar um comentário público no Facebook, por exemplo, para encontrar um usuário, ter acesso às informações, e fazer o upload de sua foto do perfil. Exatamente o que aconteceu com o menino em questão.


Entretanto, em meio aos problemas semelhantes que envolvem as crianças na rede, o Facebook tomou medidas contra os perigos mais graves de compartilhamento. Agora, por exemplo, o site está usando uma nova tecnologia para encontrar e remover pornografia infantil, bem como se tornou parceiro do sistema de alerta Amber da polícia para crianças desaparecidas.


Essas medidas em favor das crianças são ótimas, tendo em vista que também não prejudicam todo o compartilhamento que faz o Facebook prosperar. No entanto, uma maior atenção dos pais às interações dos filhos nas redes sociais é indispensável, segundo alertam os psicólogos.


Fonte: tech Tudo

O Facebookse envolveu em mais uma polêmica relacionada à privacidade de seus usuários. Funcionários da rede social de Mark Zuckerberg reconheceram que o site é capaz de rastrear os conteúdos visitados pelos membros da rede na web.

Segundo declarações recentes, o Facebook é capaz de criar um log de execução das páginas na web de cada um dos seus mais de 800 milhões de usuários, registrando todo o histórico de navegação dos últimos 90 dias. Além disso, sobretudo, registra as atividades daqueles que não são usuários do serviço, desde o momento em que o internauta visita uma página da rede.

Para rastrear o histórico de navegação de seus membros cadastrados, o Facebook utiliza uma tecnologia de rastreamento de cookies semelhante ao sistema utilizado por outras grandes empresas, como Google, Adobe, Microsoft e Yahoo. A informação é do diretor de engenharia da rede, Arturo Bejar.

Nas últimas semanas, o Facebook esteve envolvido em uma disputa judicial com a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos. Na ocasião, se defendeu das acusações de violação de privacidade dos seus usuários.

Vale destacar que para empresas com negócios online e sites de mídias sociais, os dados coletados pelo Facebook são valiosos. São usados como fontes para medir o potencial de anúncios para grupos específicos de internautas. Por outro lado, fica a dúvida se essas informações podem ser usadas de forma maliciosa, ou até mesmo se esses dados podem ser vendidos para terceiros.

Enquanto a discussão sobre o rastreamento do histórico de navegação continua, novas diretrizes sobre a privacidade online são discutidas no congresso norte-americano e na World Wide Web Consortium, que estabelece padrões e regras para Internet.

Dependendo das mudanças aplicadas, em breve, os internautas poderão limitar o acesso das empresas sobre suas atividades online, que há mais de 10 anos utilizam o rastreamento para ajudar os anunciantes a serem mais relevantes junto ao seu público.


Gráfico mostra como o Facebook rastreia a navegação de seus usuários


O poder das mídias sociais se consolida cada vez mais no mercado de trabalho. A tecnologia permite aos headhunters refinarem a busca por um perfil desejado e possibilita que o candidato exponha suas expertises de maneira abrangente. Um estudo recente feito pela consultoria americana Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, mostra que 68% dos 300 recrutadores investigados na pesquisa já contrataram um profissional através das redes sociais.


Facebook, LinkedIn e Twitter são os principais sites monitorados por consultorias e empresas em busca de funcionários. E a maneira como um candidato se comporta no mundo virtual pode ajudar a definir sua carreira. O estudo da Reppler aponta que 69% dos consultores em RH rejeitaram aspirantes a uma vaga graças a fotos ou posts inapropriados. "Zelo com a imagem é fundamental neste ambiente", afirma Rogério Sepa, consultor da DBM, especializado em gestão de carreiras nas redes sociais.


Segundo Rogério, uma tendência deste canal é eliminar fronteiras profissionais. "Contratações internacionais começam a despontar. Algumas empresas americanas, por exemplo, têm encontrado brasileiros via web", diz. O consultor explica que os recrutadores começam sempre pelo LinkedIn, a principal rede social corporativa. "Em seguida, os perfis disponibilizados no Facebook e Twitter entram como pontos de referência adicionais". Saiba como construir perfis aliados da sua carreira:


Invista nos relacionamentos profissionais pela web


LinkedIn

publicidade
Mitsubishi é com a www.kamiveiculos.com.br

Principal canal de recrutamento no mundo corporativo. Para participar ativamente o candidato deve manter um perfil atualizado e completo Adicionar foto ao perfil é importante porque transmite credibilidade. Recomenda-se uma pose formal - terno e gravata é a pedida para os homens, bem como maquiagem leve para as mulheres.


Quem faz cursos de extensão ou pós-graduação no exterior deve valorizar essa informação adicionando-a tanto no resumo inicial, quanto nos campos novos, exclusivos para estudos.

Criar perfis em inglês é fundamental, especialmente entre aqueles que desejam fazer carreira internacional. Conteúdo só em português deixa o candidato invisível no exterior. Essa regra é válida para todas as mídias sociais.


Para se destacar nas buscas, o profissional deve participar de discussões e fóruns ligados à sua área de atuação.


Facebook

Bastante utilizado por recrutadores nos Estados Unidos e Europa. Para reforçar as informações profissionais, aposte nos aplicativos Branch Out e Talent.me. Essas ferramentas criam interfaces destinadas ao contato corporativo dentro do próprio site Separe seus contatos entre amigos, profissionais e colegas. Assim, os comentários pessoais irão apenas para sua rede direta de amizades.

Preserve sua imagem. Não poste ou compartilhe informações, fotos e links ofensivos, preconceituosos ou íntimos demais. Evite críticas ácidas aos atuais (ou ex) empregadores e colegas de trabalho É um ótimo canal para manter contato com seu networking internacional na volta do intercâmbio, principalmente em cursos de pós-graduação, que costumam reunir profissionais altamente qualificados


Twitter

Esta ferramenta é usada como ponto de controle entre as outras redes sociais. Muitos candidatos que mantêm a elegância no Facebook e LinkedIn podem escorregar no Twitter, gerando conteúdo questionável pelos recrutadores.


Faça uma revisão periódica e remova informações que possam prejudicá-lo. As empresas têm softwares de rastreamento capazes de encontrar qualquer dado comprometedor.


Siga pessoas e empresas interessantes, mesmo que não sejam relacionadas à sua área de atuação. Faça comentários pertinentes e posicione-se em relação a suas ações.


Neste canal os recrutadores irão compreender melhor a opinião do candidato sobre determinados assuntos e perceber se suas ideias são compatíveis com o perfil da companhia.

O plano de Mark Zuckerberg de transformar o Facebook em uma plataforma de comunicação integrada parece surtir os primeiros efeitos.

A companhia francesa de TI Atos anunciou que vai abolir seu sistema de e-mail. Em vez disso, seus funcionários serão orientados a trocar mensagens por meio do Facebook e de outras redes sociais.

De acordo com o CEO da Atos, Thierry Breton, apenas 10% dos cerca de 200 e-mails que seus funcionários recebem diariamente são uteis, enquanto outros 18% são spam. Isso justificaria a aposentadoria do sistema. A mudança deve ser implementada nos próximos 18 meses.

De acordo com a ABC News, o plano da empresa é, inicialmente, utilizar o Facebook para comunicação interna e, somente depois, estender seu uso para entrar em contato com clientes e colaboradores.

De acordo com uma porta-voz da empresa, eles já reduziram a troca de mensagens internas em 20% nos últimos seis meses. A mudança tem sido bem recebida pelos funcionários.

A Atos possui 74 mil funcionários espalhados em 42 países. No último ano, a empresa teve receita de 11,5 bilhões de dólares.

Apresentado em novembro do ano passado, o sistema Messages do Facebook é capaz de integrar e-mails, SMS, chat e mensagens via rede social. Segundo Mark Zuckerberg, o objetivo da plataforma é simplificar a comunicação entre as pessoas.

Fonte: Exame

banner-cody-768

Acompanhamos a gincana Onde Está o Cody durante uma de suas etapas para saber como estão reagindo os empresários que investiram nessa proposta inovadora de ações de marketing e seus participantes.

Na última sexta-feira (03/12) a empresa a ser descoberta era a Planet Computadores no shopping Pátio Divinópolis, depois de postar as dicas nos perfis oficiais da promoção no Twitter e Facebook, os participantes vasculharam várias lojas de informática e tecnologia na cidade até descobrirem a Planet Computadores. Alguns deles ficaram por conta e visitaram mais de dez lojas em Divinópolis, outros aguardaram por mais dicas e fizeram pesquisa pela internet e telefone, ligando para várias empresas e perguntando: "O Cody está aí?"

Conforme postou Pablo Felipe Rodrigues no grupo Onde Está o Cody no Facebook: "Mais é muitooo bom a gincana!! mais tem muita loja que eu entro e pergunto o se  cody ta aqui? Ai eles olham para mim com uma cara de você usa drogas?? - risos"

Na empresa parceira os participantes fizeram a leitura do QR-CODE, cumpriram a tarefa proposta (fotografar a fachada da loja e postar nas redes sociais) e ganharam pendrives.

O sucesso da gincana pode ser aferido pelos comentários no Twitter e Facebook, além de toda a empolgação dos jovens que estão participando atentamente.

Karina Brito  postou em seu perfil: "O povo ja ta achando que eu não regulo muito bem... o que mais eu ouço: - COdy? que isso? Gincana? Que gincana? .... eu explico e eles comentam nóooooooooooo que bacana... como que participa?"

Além dos pontos conquistados em cada etapa, ainda existem as tarefas solidárias que distribuem pontos extras. Segundo Daniela Souza, sócia da agência Camalleão Comunicação e Estratégia -idealizadora da gincana- as tarefas solidárias foram criadas para que os participantes possam conhecer e se sensibilizar com os projetos sociais que deverão visitar.

"É muito interessante o retorno que eles (participantes) nos dão de cada entidade visitada, na visita ao Instituto Helena Antipoff todos retornarão apaixonados com o trabalho desenvolvido", conta Daniela.

@LucasInk postou em seu perfil no Twitter: "Gente visitem o Helena Antipoff, conheça a realidade crianças, ajude como puder mesmo que seja com uma visita. @OndeEstaOCody obrigado pela oportunidade!"

A contar pelas empresas descobertas até o momento, a gincana realmente é um sucesso. Cacau Show, Subway, MasterCabo, Claro celulares, Mitsubishi e Dr Laser são apenas algumas dessas empresas.

Onde Está o Cody tem tudo para se tornar uma nova mania não só em Divinópolis como em todo o Brasil. Segundo a agência, a gincana se estenderá ao ambiente virtual e também pela televisão.

Aguardem 2012.

Fonte: Redação do InformeDiv

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


publicidade
publicidade


O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.


Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.


Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.


Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.


Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.


Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.


Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.


Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.


Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.


Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.


Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.


Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.


E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.


Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.


É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.


Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.


Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.


Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.


E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.


Fonte: Estadão

Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Mulher no FacebookUm estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.


Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.


Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.


Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.

Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”.Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.


De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.


Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram. Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.


Fonte: Tec Tudo


publicidade
publicidade


Em julho, Facebook ultrapassou a marca de um milhão de usuários no Brasil, onde o Orkut é líder. 

Entenda as diferenças entre as redes.


No início de julho, a rede social Facebook superou a marca de um milhão de usuários no Brasil, segundo dados do blog Inside Facebook, em um comparativo com a rede social dominante no País, o Orkut, com 20 milhões de usuários.

O maior crescimento do Facebook no Brasil e também na Índia foi registrado nos últimos 60 dias - sendo que, só em maio, o número de usuários brasileiros desta rede social quase dobrou.

Entenda como funciona cada rede social e compare seus recursos, da interface às configurações de privacidade.

Interface

O layout da rede social deixa a critério do usuário o que ele quer visualizar na página inicial de seu perfil. É possível ver o chamado “feed de notícias”, que agrega todo tipo de atualização dos amigos. Se quiser, você pode visualizar somente as atualizações relacionadas a fotos, status pessoal, links ou páginas.

A maioria dos links para organizar o perfil ficam à direita - as solicitações são separadas por categorias, como amizade, grupos e eventos. O Facebook também sugere amigos de acordo com os contatos do usuário e destaca conteúdos interessantes da rede de contatos. Os lembretes de aniversário são enviados por e-mail se o usuário selecionar a opção na área de configurações.

A página inicial do Orkut mostra algumas de suas principais funções, como links para fotos, vídeos, depoimentos, uma lista com os próximos aniversários dos amigos - com a opção ativada - e um feed (agregador) com as atualizações dos contatos. Os recursos fotos e vídeos podem ser desativados da exibição, assim como o feed.

Para os fãs de interações com os amigos e até quem deseja apenas jogar games por meio de redes sociais, o Orkut ainda carece de opções em aplicativos - em variedade e eficiência. Os desenvolvedores usam a plataforma OpenSocial para criar as aplicações compatíveis.

Quem gosta de usar a rede social para mostrar o que sente, pode fazê-lo no Orkut pelo status, mas ainda de forma simples, com uma frase e um emoticon estático. É possível definir a reputação dos amigos - sexy, legal e confiável -, além de virar fã de alguém.

Destaques

O forte do Facebook está nos aplicativos - hoje a rede social tem mais de 52 mil - que se popularizam especialmente entre os adeptos de games, como lutas de zumbis ou pôquer, que podem interagir com os amigos pela rede social. Outros ajudam a integrar outras contas, como Twitter ou Flickr, ao perfil, enquanto outros aplicativos são da linha 'inúteis' - guerra de travesseiros ou envio de cervejas.

O famoso 'status' do Facebook, que define o humor, um pensamento ou algo que o usuário está fazendo, oferece a possibilidade de anexar foto, vídeo e ações como abraços - esta última de acordo com os aplicativos que o usuário instalou em seu perfil.

Com o sistema Facebook Connect, lançado no final de 2008, é possível se conectar automaticamente à rede por meio de outros sites - Google, Yahoo!, MySpace e OpenID - sistema que permite a portabilidade de dados em redes sociais - grupo que centraliza entre outros. Por meio da integração com os sites parceiros, a plataforma permite que o internauta - usando seu login e senha - saiba o que seus contatos e amigos estão fazendo em outros sites e redes sociais.

O forte do Orkut são as comunidades - que podem ser criadas caso você tenha uma ideia para tal. É comum visitar perfis em que um usuário é adepto a centenas e até milhares delas, cujos temas vão desde homenagens a músicos e poetas até frases populares como “Odeio segunda-feira”. Nas relacionadas a viagens, por exemplo, os participantes trocam experiências e dão dicas de passeios.

O bate-papo do Orkut é conectado ao Gmail - ou seja, na página da rede social é possível saber quem está usando o webmail. É possível configurar quem está autorizado a conversar.

No Orkut, todos os usuários podem salvar seus contatos em um arquivo no formato CSV (do inglês comma separated values), que é compatível com planilhas como o Excel, para que o usuários grave seus contatos no desktop.

Privacidade

Nas configurações de privacidade, a restrição de acesso ao conteúdo da página é extensa. Os critérios são permitir que redes e amigos do usuário vejam as informações, ou apenas amigos e até amigos de amigos. No perfil, é permitido restringir quem vê apenas informações básicas e quem vê cada tópico - de formação profissional a fotos.

O Facebook cria um perfil público do usuário, que pode ser desativado para que ele não seja encontrado em mecanismos de buscas. Para a pesquisa dentro da rede, são abertas opções para restrição de dados a serem mostrados na versão resumida do perfil.

No Orkut, o feed das atualizações pode ser desativado - ele deixa de ser exibido nos perfis dos amigos -, e dina é possível esconder suas visitas às páginas visitadas de outros perfis ou  evitar que amigos marquem pessoas em  comum nas fotos de seus álbuns.

Também é possível restringir quem solicitará a amizade e o acesso ao conteúdo do perfil - recados, álbuns de fotos, vídeos e outros podem ser vistos apenas por amigos, amigos de amigos ou por todos. Para quem não deseja receber notificações por e-mail de todos os contatos, basta separá-los por grupos e classificar de quais deseja receber mensagens.

Por segurança, a rede social pergunta se o usuário tem certeza antes de abrir um link enviado por um amigo pela página de recados.

Por Lygia de Luca, do IDG Now!

Criticado por sua recém lançada ferramenta de relacionamento social pela internet, chamada Buzz, que estaria invadindo a privacidade dos usuários, o Google anunciou na noite de ontem mudanças para preservar seus clientes. Mas uma reportagem analítica do jornal Financial Times interpretou as medidas do gigante das buscas como mera tentativa de “sufocar” os críticos.


O Buzz é um conjunto de mecanismos implantados no serviço de e-mails Gmail que permitem ao usuário interagir com seus contatos de forma análoga a uma rede social de internet, como o Facebook. Trata-se de uma investida da empresa de buscas no ramo de redes sociais.


Após o lançamento, na terça-feira, a empresa foi criticada por “expor informações pessoais de seus usuários sem a aprovação deles”, afirma o FT. O cerne das reclamações é o fato de que o Buzz cria automaticamente, no Gmail, uma rede social formada pelos contatos dos usuários de e-mails.


“As pessoas estão surpresas com o fato de o Google tratar uma lista de contatos privados (os e-mails) como uma lista de ‘amigos’”, afirmou ao FT o chefe do Centro de Informações Privadas Eletrônicas, Marc Rotenberg.


As alterações anunciadas pelo Google como resposta incluem uma forma de tornar mais fácil, para os usuários, mexer nas configurações de privacidade, permitindo escolher quem pode e quem não pode ver listas pessoais de contatos.

“Entretanto, a lista de contatos continuará a ser pública até que o usuário faça as mudanças”, afirma o FT. O jornal acrescenta que o Facebook também mudou suas configurações de forma a tornar mais públicas as listas pessoais de contatos, mas depois voltou atrás parcialmente.


O interesse do Google e do Facebook em transformar dados pessoais em públicos é, na visão do jornal, uma tentativa de bater a popularidade do Twitter – site em que a maior parte dos usuários tem perfis públicos.

O Instituto Nielsen divulgou que os internautas norte-americanos gastaram em janeiro 20 minutos por mês lendo a versão online do jornal The New York Times, contra 12 minutos gastos em jornais locais. Quando o assunto é rede social, porém, o interesse é bem maior: os internautas passam, por exemplo, sete horas por mês no Facebook, maior rede de relacionamentos no mundo. Isso significa que os norte-americanos gastam 40 vezes mais tempo em redes do que em um único site de notícias.

“Talvez o tempo gasto no Facebook não seja tão importante assim”, pontua Ken Doctor, autor de Newsomics e especialista em notícias online. Doctor explica que empregamos muito mais tempo em conversas online, sem propósito ou não, do que lendo notícias.

O Facebook também é um centro de novas informações, assim como o Twitter. Doctor se lembra das mudanças que os jornais sofreram em suas versões na web para acompanhar a era digital e cativar os internautas “os jornais colocaram o botão “faça desse site sua homepage” e é isso que o Facebook faz, porém sem o botão. Pois essa é a página com que nos importamos mais agora, muitas postagens nos informa sobre os acontecimentos no mundo – por outro lado, pelo menos 80% das informações são pessoais”.


Se as redes sociais, como o Twitter, se tornaram centros de informação, por que não encarar isso como uma oportunidade e não como um vilão da indústria jornalística. O escritor explica que o maior desafio é “pegar a notícia onde os leitores passam seu tempo na internet e descobrir como tirar proveito disso”.


A oportunidade, se bem aproveitada, fará com que os internautas distribuam o conteúdo e divulguem a marca (gratuitamente).  Em janeiro, o Facebook registrou 113 milhões de usuários norte-americanos, esses internautas empregam sete horas de seu mês no portal. Esses dados não podem ser ignorados pelos jornais. O The New York Times recebe 20 milhões de acessos únicos e o tempo gasto varia conforme a notícia, segundo Doctor “se o site utilizar a rede e registrar 25 minutos por mês, registrará 5 horas por ano ou no total, 100 milhões de horas”, disse.


Em uma rápida análise sobre a receita de ambos, o Times na web recebe cerca de US$ 342 milhões, ou seja US$ 3,42 por hora de permanência no site, já o Facebook não revela suas contas, mas especula-se que a rede fature pelo menos um bilhão de dólares, portanto recebe 10 cents por hora no site. “O Times é muito mais rentável que o Facebook”, explica Doctor e finaliza: “O jornal vai dizer que é justo por conta do conteúdo oferecido, já a rede social afirma que a inversão desses números é uma questão de tempo”.


Adnews

Sep 13

Na atualidade Internet é o médio preferido para conhecer gente, unir, falar com os amigos, compartilhar fotos e comentários. Em Mimdich temo-lo muito presente e por isso trabalhamos duro dia-a-dia para seguir sendo o melhor sito para conhecer gente nova de todo mundo.
Em Mimdich é possível conhecer gente de Espanha, Brasil, Rep. Dominicana, México, Colômbia, EE.UU, Itália, Japão, Portugal, Rússia entre outros muitos países mais. A melhor forma de conhecer gente em Mimdich é desde seu buscador de pessoas. Simplesmente há que introduzir palavras relacionadas com o que queira encontrar como por exemplo: conhecer gente, unir, falar por messenger, garotas, garotos, Madri, Rio de Janeiro, etc.. a seguir mostra-se os resultados de busca na que aparece todas as pessoas buscam o mesmo.
Visitando os perfis pode ser visto as fotos do usuário, deixar comentários Graffities (texto, imagem, enlace), solicitar sua amizade, enviar correio, falar por messenger ou bate papo.

É a melhor maneira de aumentar a rede de contatos grátis e conhecer amigos novos na Net, com os que manter uma comunicação direta e útil. Como já sabemos existem variedade de sítios para contatar com pessoas que já conhece, mas em Mimdich oferecemos algo diferente como a possibilidade de entrar em contato com pessoas de todo mundo, com as que compartilhar experiências, conhecer diferentes culturas, idiomas, amizade e amor.




This entry was posted in Português and tagged como conhecer gente em internet, como conhecer gente grátis, conhecer garotas brasileiras, conhecer garotas grátis, conhecer garotos grátis, conhecer gente bahia, conhecer gente barcelona, conhecer gente belem, conhecer gente brasil, conhecer gente brasileira, conhecer gente brasilia, conhecer gente ceara, conhecer gente colômbia, conhecer gente espanha, conhecer gente espanhola, conhecer gente estados unidos, conhecer gente grátis, conhecer gente madrid, conhecer gente mexico, conhecer gente minas gerais, conhecer gente on-line, conhecer gente peru, conhecer gente portugal, conhecer gente recife, conhecer gente rio de janeiro, conhecer gente são paulo, conhecer novos amigos, conhecer pessoas de graça, onde posso conhecer gente em internet.