Usuários de Orkut, MySpace, Facebook e similares estão em alta. Em junho do ano passado, eles já representavam dois terços dos internautas no mundo e, de acordo com o estudo “Transformando o Papel da Indústria de Telecomunicação”, realizado pelo Institute for Business Value (IBV) da IBM e divulgado nesta terça-feira (03/03), eles somarão mais de 800 milhões em 2012.


O tráfego na rede alcançará 20 mil petabytes por mês e 90% do consumo de banda larga. TV pela internet (+104%), comunicações por vídeo (+44%), games (+30%) e VoIP (+24%) são as ferramentas que devem apresentar maior crescimento. Como efeito, as empresas de telecom ou ligadas ao setor devem criar novos serviços para atender esse público.


“Com a evolução da web, os fornecedores de telecomunicação passam a atuar como provedores de serviços de plataformas abertas na Internet”, observa Manzar Feres, diretora da área de telecomunicação da IBM para América Latina. “Todo esse processo é estratégico para os negócios e impacta diversas áreas, como ofertas de produtos e serviços, skills, plataformas, modelos de receita e mercado”.


Entre os entrevistados, 69% usam essas ferramentas para interagir com amigos e familiares, 65% trocam mensagens com parentes distantes, 47% tentam localizar amigos que perderam contato e 29% buscam informações sobre músicas e bandas. Além disso, as redes sociais são utilizadas em ambientes corporativos. Cerca de 69% dos profissionais utilizam aplicativos para aumentar a colaboração, 55% agilizam o tempo de resposta e outros 36% pretendem diminuir os custos de TI com o uso dessas ferramentas.
 
Empresas como Skype e Google devem ser beneficiadas, pois além de tradicionais fornecedores elas oferecem ferramentas e aplicativos de comunicação que vão desde mensagens instantâneas até serviços de colaboração mais complexos. O aumento da interatividade resulta no uso intensivo da web durante o cotidiano e desafia a criação de serviços diferenciados.


“Sistemas de telecomunicação eficientes são aqueles que, além de oferecer conectividade básica, permitem que indivíduos, organizações e comunidades interajam e se comuniquem rapidamente. Adaptando novas funcionalidades às redes sociais, as empresas podem desenvolver ferramentas para fomentar a inovação no seu próprio negócio. Com isso, é possível aumentar a eficiência e a produtividade, além de reduzir custos”, completa Manzar.


Fonte : B2B Magazine

Atenção, empresas: quem ficar só no site corporativo está jogando dinheiro fora. É preciso monitorar as redes sociais e não apenas manter uma presença na web. Essas são as principais conclusões de uma pesquisa da E.Life sobre o uso de redes sociais por consumidores que querem comentar suas experiências de compra. De acordo com o estudo, neste campo, o Twitter cresceu de apenas 3,8% no ano passado para 23% em 2009, atrás apenas do imbatível Orkut, utilizado por 45,9% dos internautas com esse fim no Brasil. O Blogspot (12,5%) aparece em terceiro lugar, seguido do Reclame Aqui (8,9%) e do Yahoo! Respostas (4,2%).

Os depoimentos geralmente são de pessoas que usam as redes sociais para relatar experiências de compra positivas ou negativas. Mas o que deve gerar maior atenção, segundo Alessandro Barbosa Lima, CEO da E-Life, são os consumidores que usam os sites para decidir compras futuras.

- É aí que está a oportunidade para as empresas - diz ele. - Especialmente nas compras complexas, que trazem envolvimento emocional ou questões técnicas.

E os internautas, de maneira óbvia até, preferem comentar, comprar, tirar dúvidas e reclamar de atendimento nos fóruns $já utilizam normalmente, as redes que frequentam no dia-a-dia para se relacionar com amigos, colegas de trabalho, etc.

O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão

- O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão - afirma Alessandro.

As empresas precisam estar atentas também à forma como essa relação se dá em cada tipo de site. No Orkut as discussões se registram nas comunidades, mas não necessariamente no grupo específico de determinada marca. Já no Blogspot (e blogs em geral) encontram-se textos mais longos e elaborados:

- Nos blogs as pessoas têm mais espaço e escrevem com mais profundidade, mas não em Orkut e Twitter. No Twitter as pessoas publicam problemas mais imediatos, como os de uma fila no banco.

Numa busca no Google, experiências de consumidores narradas no Twitter ainda não são visíveis, mas o Reclame Aqui aparece bem. O site cria rankings das empresas mais e menos participativas, de acordo com o número de respostas. Como o conteúdo é aberto e não exige cadastro, buscas por problemas com produtos variados costumam levar ao site.

Fonte: O Globo

Numa tentativa de melhorar a experiência do seu motor de busca, a Google vai permitir aos seus utilizadores criarem um perfil que lhes permita incluir nas suas buscas informação relevante encontrada nas suas redes sociais.


Esta funcionalidade tem o nome de 'Social Search' (busca social), e até agora estava disponível apenas no site Google Labs, onde a empresa realiza experiências e testa os seus novos programas.


A empresa anunciou no seu blogue que a busca social vai passar a estar disponível no Google.com e que os utilizadores a poderiam utilizar em inglês, através de uma versão beta.

A iniciativa já tinha sido anunciada no ano passado na conferência Web 2.0, em São Francisco, e trata-se de uma aposta da Google que visa permitir a personalização dos seus serviços.


Como funciona a 'pesquisa social'

Para utilizar, o serviço a empresa sugere que o utilizador crie uma conta no Google que pode ser preenchida com informação das suas redes sociais, partilhas de fotos, adereços de blogues e outras informações semelhantes. Ao ligar-se a esta conta, a pesquisa passa a incluir no fundo do ecrã os resultados das suas redes sociais.

Um bom exemplo será fazer uma busca com a palavra 'Londres'. Para além de receber os resultados convencionais, vai ter acesso a informação sobre pessoas das suas redes sociais que vivam em Londres ou que publicaram algum tipo de ficheiro ou informação que remeta para a capital inglesa.

Se, por outro lado, fizer uma pesquisa no Google Images com as palavras 'Cristiano Ronaldo', as fotos dos seus amigos com os nomes Cristiano ou Ronaldo vão aparecer no fundo do ecrã, na secção dos resultados da busca social.


Alargar os resultados

Esta é mais uma aposta da Google na sua principal área de domínio, a pesquisa da Internet, que recentemente já havia sido expandida quando a empresa começou a integrar, em tempo real, resultados relevantes do Twitter nas suas buscas.

O Google está preparando um novo ataque a uma das poucas áreas onde ainda não conseguiu lançar um produto de sucesso na internet: as redes sociais. A gente sabe que o Orkut bomba no Brasil, mas esse êxito é localizado demais para satisfazer uma empresa do tamanho do Google. Agora, o Gmail irá ganhar uma nova função de atualização de status, similar à existente no Facebook e Twitter.

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Atualmente é possível colocar uma mensagem personalizada sob o seu nome no Gmail, mas a função remete mais aos recados estáticos que já existiam no MSN do que às conversas dinâmicas e descentralizadas do Twitter. O Gmail ganhará também uma integração com o YouTube e o Picasa, da mesma forma que o Yahoo!Mail já tem com o Flickr.


As novidades devem ser anunciadas pelo Google nesta terça-feira, num evento que a empresa está preparando para a imprensa em sua sede em Mountain View, Califórnia. Ainda não se sabe detalhes sobre as mudanças. Não há informações, por exemplo, se o usuário poderá receber suas mensagens do Facebook e Twitter pelo Gmail.


Além do Orkut, o Google tem também o Profile, onde os internautas podem criar perfis com suas informações pessoais. No ano passado, a empresa lançou a versão Beta do "Google Wave", que traz diversas funções de rede social, permitindo a troca de informações e criação de documentos em tempo real. Nenhum desses serviços alcançou grande popularidade, mas uma integração futura entre eles promete ser bastante interessante.


No mundo das redes sociais os gigantes da internet ficaram para trás. O Google ainda tenta encontrar seu caminho, enquanto a Microsoft optou por firmar parceria com o Facebook, maior rede do mundo com mais de 400 milhões de usuários. O Twitter é o guerreiro independente e já fez acordos para abastecer com as atualizações de seus usuários as ferramentas de busca das duas empresas.

A Google encetou uma campanha de relações públicas para reabilitar a nova rede social “Buzz” que, desde que foi lançada na semana passada, tem sido alvo de duras críticas no que respeita à privacidade dos utilizadores.

 

A má reacção do público à nova rede social da Google fez com que Todd Jackson, gestor de produto do “Buzz”, pedisse desculpa ao utilizadores do “Buzz” pelas falhas do serviço. Em declarações à “BCC”, Jackson afirmou que “é preciso melhorar as coisas” e que estão a trabalhar “arduamente” em soluções.


A justificação para os problemas prende-se com a falta de testes com público real visto que o “Buzz” foi testado apenas por trabalhadores da empresa (cerca de 20 mil), o que se revelou insuficiente, confessou Jackson ao Wall Street Journal.

A equipa do “Buzz” está agora concentrada em combater os problemas apontados pelos utilizadores. Uma das funcionalidades que mais enfureceu os pessoas foi o facto da rede social, que pretende combater o Facebook, seguir de forma automática os contactos com que os utilizadores do Gmail (serviço de correio electrónico da Google) mais falam.

As mudanças estão a ser feitas, mas, mesmo assim, um grupo de defesa da privacidade electrónica, o “EPIC”, afirma que ainda há falhas a corrigir, como, por exemplo, o facto de continuarem a existir sugestões de amizade tendo por base a actividade do Gmail, revela o jornal “The Guardian”.


Em relação a este problema, o director executivo da empresa, Eric Schmidt, afirma que o problema está numa falha de comunicação da Google sobre os serviços de privacidade do “Buzz”.


“Quando foi lançado, na terça-feira passada, as pessoas pensavam que íamos publicar a sua informação pessoal e endereço de correio electrónico, o que não é verdade”, disse Schmidt no Congresso Mundial de Tecnologias Móveis, em Barcelona, revela o “The Guardian”.


O responsável da empresa afirma que tudo se deveu a “confusão” e que “nada de mal aconteceu”, visto que nenhuma informação confidencial foi revelada.

O Facebook superou o Google pela primeira vez e foi na semana passada o site mais visitado nos Estados Unidos, segundo números da companhia de análises Experian Hitwise divulgados hoje pela imprensa local.

Entre 6 e 13 de março, o Facebook recebeu 7,07% do total de cliques nos EUA, enquanto o Google teve 7,03% das visitas.

O estudo leva em conta apenas os domínios Facebook.com e Google.com, sem considerar páginas como Gmail, Google Maps e YouTube.

Se essas páginas fossem consideradas, o volume de visitas ao Google representaria 11,03% do total.

Último Segundo, IG
A edição brasileira da ferramenta de busca representou na segunda semana de março, dos dias 7 a 13, um porcentual de 10,69% do total de canais visitados, seguida de perto pelo Orkut (10,11%) e pela versão norte-americana do site de busca, o Google (9,03%). Os três sites que lideram a pesquisa fazem parte do mesmo grupo, o Google Inc.

A liderança do Google no mercado brasileiro foi derrubada no final do ano passado, quando pela primeira vez o Orkut tomou a dianteira entre os canais mais visitados. O levantamento mostra que da terceira semana de novembro (do dia 15 ao 21) até a segunda semana de janeiro (do dia 10 ao 16), a rede de relacionamentos foi o site mais acessado no País, chegando a representar 12% do total de visitas.

Os analistas da Serasa Experian Hitwise atribuem o crescimento da rede de relacionamentos ao período de férias escolares, de dezembro a fevereiro, quando os estudantes gastaram parte de seu tempo livre no acesso ao serviço. O levantamento aponta ainda que, no período em que o Orkut alcançou o topo do ranking, os sites educativos sofreram uma queda nas visitas, retomadas gradualmente a partir de fevereiro.

Nos Estados Unidos, pela primeira vez, a rede social Facebook se manteve à frente da ferramenta de buscas Google durante uma semana, alcançando entre os dias 7 a 13 de março 7,07% do mercado, de acordo com o mesmo levantamento Serasa Experian Hitwise.

 

Diretório Nacional das redes sociais Ning

 

Anteriormente, a rede social já havia superado o Google nos Estados Unidos em algumas datas específicas, como, por exemplo, no Natal de 2009 e no Réveillon de 2010. Embora tenha caído para a segunda posição, a ferramenta de buscas mais popular da internet acompanha de perto o Facebook, com 7,03% do total de visitas. No Brasil, o Facebook é o 22.º site em acessos na semana terminada em 13 de março.

O levantamento da Serasa Experian Hitwise fornece informações sobre a interação de cerca de 100 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. Informações do Último Segundo.

O Facebook anunciou, este final de semana, a contratação de David Fisher, um dos chefões do Google na área de publicidade online.


Esta não é a primeira vez que a rede social criada por Mark Zuckerberg contrata um alto executivo do Google.  Para analistas de mercado, o esforço do Facebook por profissionais do Google visa trazer o expertise do gigante das buscas para dentro da rede social.


Maior rede social do mundo, o Facebook conseguiu este mês passar uma semana toda a frente do Google.com como site mais acessado nos Estados Unidos.


O crescimento exponencial em audiência, no entanto, não reflete expansão igual em faturamento. Daí o esforço da rede em atrair novos executivos para esse setor.


David Fisher terá o cargo de vice-presidente no Facebook e será o principal executivo para publicidade online.


Informações da revista Info.

Três dias foi quanto durou a euforia em torno do Google Buzz, serviço que parece um cruzamento entre o Twitter e o Facebook e foi lançado como sendo a próxima grande rede social. A expectativa inicial acabou por dar lugar às críticas e depois a um certo desvanecimento. O Buzz é, até agora, um fracasso da Google.

Antes do lançamento, a cada 11 segundos surgia um tweet sobre o Buzz. Chegaram a ser escritos mais de mil textos por dia em fóruns de tecnologia sobre a nova rede social que a Google lançou a 9 de Fevereiro. Mas poucos dias depois, os rankings de pesquisas e de notícias relacionadas com o Buzz mostram que o interesse caiu drasticamente para perto do zero. Ironicamente, é possível ver esta queda usando a ferramenta "Google Insights for Search", que mede todas as buscas feitas na sua rede. O gráfico é muito claro: depois da euforia, o desaparecimento.

A razão número um do insucesso foi o problema de privacidade - qualquer utilizador de Gmail aderiu automaticamente ao Buzz e começou a seguir e a ser seguido pelos contactos com quem mais troca emails. Estas relações próximas ficaram visíveis a toda a rede (algo que, em casos como o de Tiger Woods, seria claramente comprometedor), e o próprio endereço foi disponibilizado a pessoas que estavam fora da rede pessoal do utilizador. E se quisessem sair do Buzz? Não era possível.

A Google apressou-se a corrigir os problemas e as definições de privacidade, é um facto. No entanto, mesmo depois disso, a forma como o Buzz foi construído, incluindo a interface, mereceu críticas dos especialistas. E a Google até partiu com um grande ponto de vantagem para a luta com o Twitter e o Facebook, os lideres das redes sociais: tem 180 milhões de utilizadores de Gmail. É provável que quase todos estes cibernautas estejam em redes sociais. Logo, tinha uma oportunidade imperdível para entrar na guerra com milhões de utilizadores instantâneos. Em vez disso, chateou os cibernautas e decepcionou os especialistas. O Buzz foi caracterizado por um bloguer como "uma inundação total de comentários que se espalham e crescem mais rapidamente que a mais insidiosa das ervas daninhas".

Também o especialista brasileiro Maurício Salvador, que vive na Califórnia, escreveu na revista electrónica especializada "Mundo do Marketing" que "o Google Buzz não conseguiu o buzz que queria". E explicou que o Facebook é, com os seus 400 milhões de utilizadores, uma causa de insónia para os executivos da empresa.

Porquê? A Google teme que o crescimento do Facebook e do Twitter leve as pessoas a transferirem as buscas do motor de busca para a rede social. Se alguém quiser saber onde há um café com pastéis de nata, talvez vá perguntar aos amigos do Facebook em vez de ir ao Google.

O Buzz pode ter, no entanto, uma segunda oportunidade. O MySpace anunciou que vai adicionar um botão buzz e o TweetDeck também irá incluir buzzes. Resta saber se os utilizadores querem adicionar mais uma rede social às que já têm. Informações do IOnline.
Os números do cartão de crédito de quatro usuários da rede social Blippy apareceram em uma busca feita no Google nesta manhã, confirmou a própria empresa responsável pelo site. O Blippy é um site que permite que internautas compartilhem na rede informações sobre gastos feitos com cartões de crédito.

Após cadastrar números de cartões, além de dados de contas de lojas online como iTunes Store, Amazon e eBay, cada compra feita é exibida automaticamente em uma timeline, semelhante à do Twitter, com informações sobre a data, o local, o produto e o preço do novo investimento. Amigos e usuários da rede podem fazer comentários sobre as compras.

Nesta sexta-feira (23), a empresa responsável pelo Blippy foi avisada de que alguns números de cartão de crédito podiam ser encontrados ao se fazer uma busca no Google. A empresa informa, em seu blog oficial, que imediatamente entrou em contato com o Google, que removeu as informações de sua base de dados.


Segundo o co-fundador da empresa, Philip Kaplan, os usuários que tiveram os dados expostos estão sendo contatados e receberão a ajuda que a companhia puder oferecer. "Nós levamos segurança a sério e queremos assegurar os usuários do Blippy que este [o vazamento dos dados] foi um incidente isolado de vários meses atrás em nossa fase de testes e não afeta os usuários atuais", disse Kaplan no blog.


"É importante lembrar que você não é responsável se alguém usa seu cartão de crédito sem sua permissão. É por isso que não há problemas em entregar seu cartão para garçons, balconistas e centenas de outras pessoas que têm acesso ao seu número de cartão de crédito. Ainda assim, isso jamais deveria ter ocorrido e nós assumimos a responsabilidade", declarou o executivo. Informações do Portal Exame.

Segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise, o Orkut segue na liderança em levantamento sobre visitas de internautas brasileiros a páginas de redes sociais.

O estudo, porém, mostra considerável crescimento do Facebook e do Twitter. Desde abril do ano passada, o Facebook subiu 804%, e o Twitter 768%.


"O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", diz a pesquisa.


No que tange ao porcentual geral de visitas a sites, o Facebook tem 2,35% de acessos na categoria “Redes sociais e Fóruns”, e o Twitter registra 1,91%. O Orkut é, disparado, o primeiro colocado na categoria, com 62,14% de acessos, seguido por YouTube, com 17,23%.


Quando a pesquisa leva em consideração a lista dos sites mais acessados por brasileiros, o Orkut cai para o segundo posto, e é justamente o gigante das buscas, Google, quem lidera.


No entanto, especificamente no período de férias escolares (entre o fim de novembro do ano passado e o começo de fevereiro deste ano), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.


Segundo o levantamento, as redes sociais e os fóruns só perdem em acessos para os mecanismos de busca. Na sequência, aparecem os portais, serviços de e-mail e games. Os sites menos acessados pelos internautas brasileiros são os de bancos e instituições financeiras.


Em tempo médio de visitas, as redes sociais são campeões de audiência, com 22 minutos e 51 gastos pelos visitantes dessas páginas.


A pesquisa Serasa Experian Hitwise divulga dados sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.

Parece apenas uma questão de tempo até assistirmos o “Duelo de Titãs” entre Google e Facebook. 


O mais novo indício da proximidade desta batalha é a notícia de que a Google está negociando com grandes empresas de desenvolvimentos de jogos, para um espaço de mídia social concorrente ao Facebook, que recentemente chegou a marca de 500 milhões de usuários.


Entre as empresas estão: Playdom, Electronic Arts, Playfish, e a Zynga Game Network, segundo relatou o jornal The Wall Street Jornal. 

Não deve ser surpresa que a Google está se reunindo com os desenvolvedores de jogos, e, principalmente, da intenção dela em lançar uma nova rede social chamada provisoriamente de "Google Me".


Dentro desse mercado, os games sociais são considerados aplicativos importantes para aumentar a linha de serviços oferecidos.


Um dos mais populares jogos de rede social, o Farmville, da Zynga, atrai 60 milhões de usuários ativos por mês. Além disso, estima-se que os jogadores na Ásia gastam bilhões de dólares em jogos. Nos Estados Unidos, segundo a ThinkEquity, a receita de games do gênero chegou a 700 milhões em 2009, com a previsão de triplicar este valor até 2012.


Esses números são atraentes não só para a Google, mas, também, para pesos pesados do entretenimento, como a Disney, que comprou a Playdom por 563 milhões de dólares.


Uma alternativa ao Facebook seria bem-vinda para muitos desenvolvedores de jogos, que buscam um acordo melhor para os seus produtos. Atualmente, a rede de Mark Zuckerberg recebe 30% das receitas feitas por games que usam seus serviços. Por isso, a necessidade de diversificar motivou um dos maiores desenvolvedores do Facebook, a Zynga, a fechar um acordo com a Yahoo e abrir suas portas para um investimento de 100 milhões dólares da Google. 


No embate que está por vir, a questão que permanece é se o Google conseguiria manter os seus próprios investimentos ao entrar na briga com o Facebook.  Informações do IDG Now



Anunciado como uma revolução na interatividade, o Google Wave recebeu sua sentença de morte. O Google declarou nesta quarta-feira, 4, que não irá mais trabalhar em desenvolvimento de melhorias e novas ferramentas para o serviço, que continuará funcionando do jeito como está – mas que tem chance de ser completamente desativado em um futuro próximo.


O Wave foi lançado em maio com a proposta de “como seria um e-mail feito em 2010”. Juntava Messenger, Twitter, e-mail e compartilhamento de arquivos – mas também era muito mais que isso. Quase ninguém parece ter realmente entendido o que é o Google Wave, o que levou o serviço ao fim precoce. “Não foi a taxa de adesão que esperávamos”, admitiu o Google.


A empresa liberou os códigos de várias ferramentas do Wave. “Queremos que os usuários peguem e desenvolvam esses códigos para que continuem as melhorias que nós começamos”, declarou o Google.

Os jogos casuais podem apontar o caminho para que o Google alcance o sucesso na arena das redes sociais, após uma série de iniciativas mal sucedidas que o deixaram à margem desse crescente mercado, amplamente dominado pelo Facebook.

Por isso, o gigante da internet está buscando talentos que ajudem nessa missão e quer formar parcerias com empresas de jogos dispostos a explorar sua grande presença na web. A Electronic Arts e a Walt Disney investiram centenas de milhões de dólares para tentar ingressar nessa área e há mais empresas à espera de oportunidades.


Ainda que o Facebook domine o mercado das redes sociais, analistas do setor afirmam que o Google tem posição favorável para desempenhar papel mais importante, ao atrair criadores de jogos interessados em veículos alternativos para seus produtos.


- É claro que muitas das companhias de jogos sociais adorariam ter acesso a mais que o Facebook - disse Timothy Chang, sócio diretor da Norwest Venture Partners, uma companhia de capital para empreendimentos que investiu na Playdom, produtora de jogos sociais que a Disney adquiriu por 563 milhões de dólares no mês passado.


Os jogos sociais gratuitos para os usuários são uma das atividades mais populares no Facebook. Em games como o FarmVille, da Zynga, os usuários interagem em fazendas imaginárias e plantam safras agrícolas para expandir suas vendas. Os jogos geram receita por meio de publicidade e da venda de ítens extra que ajudam a melhorar a performance dos jogadores.


No mês passado o site TechCrunch chegou a noticiar que o Google havia investido secretamente entre US$ 100 e US$ 200 milhões na Zynga. Nenhuma das duas empresas confirma a negociação.


Durante a conferência Techonomy, em Lake Tahoe, Califórnia, o CEO Eric Schmidt disse que a empresa está focada em integrar funções sociais a seus produtos. Ele não comentou, no entanto, nem os rumores de que o Google estaria com um novo projeto de rede social nem a parceria com a Zynga, responsável por jogos de sucesso como o FarmVille.


Depois das recentes mudanças adotadas pelo Facebook, que dificultaram para as empresas de jogos fazer negócios em sua rede social de 500 milhões de membros, Chang e outros dizem que as produtoras estão cada vez mais interessadas em ouvir o que o Google tenha a oferecer. E o líder das buscas na Web já está ampliando sua presença no setor de jogos sociais.


- Eles estão em toda parte, nas conferências que acontecem. Sabemos que estão procurando pessoas que liderem sua divisão de jogos - disse Net Jacobsson, antigo executivo do Facebook que agora dirige uma produtora de jogos sociais chamada PlayHopper.

O Google anunciou Que está offline suspendendo ALGUMAS Contas Google nao + para Proteger OS usuarios contra spams e evitar UMA Criação de PERFIS Falsos. A exlusão de PERFIS JÁ está offline Prevista na "Política de Conteúdo e Conduta" do portal, Mas o Pedido de desculpas SE DEVE UM alguns equívocos alguns na Hora de deletar alguns PERFIS na Rede social. Informações Como São do site Mashable .

Neste final de de de semana, o Google iniciou hum esforço forte Parágrafo varrer PERFIS Falsos nd nova Rede social. Nao entanto, alguns pseudônimos PERFIS com, Que aparentemente nao prejudicariam ninguem, teriam SIDO deletados acidentalmente. De acordo com a UMA Companhia, a maioria Desses PERFIS FOI reativado no Google +.

O vice-Presidente Sênior de Redes Sociais do Google, Robert Scoble, admitiu nao foram cometidos domingo Que muitos Erros na "Limpa". Na segunda-feira, o vice-Presidente de Produto do portal, Bradley Horowitz, explicou OS incidentes, detalhou Como Políticas do site e anunciou Que ELAS Serao aprimoradas pós hum los + Google. "Notamos Que ALGUMAS violações da Política do Google + ERAM de Fato Bem intencionadas e cessos usuarios nao foram advertidos. Cessos usuarios Pará, Nosso Processo PoDE Serviços frustrante", admitiu Horowitz.

Entre Como Mudanças implementadas estao UMA advertencia Parágrafo o Usuário ter a chance de si adequar Regras de Como. Alem dissociação, o Google está offline explorando Outras Maneiras de si dar Conta de apelidos, pseudônimos UO nomos Compostos


A nova rede social da Google, o Google+, teve um forte crescimento durante seu primeiro mês de vida, mas agora começa a enfrentar quedas em seu desempenho.

 De acordo com estatísticas da empresa Experian Hitwise o tráfego de usuários no Google+ sofreu uma brusca queda na última semana. Segundo o site PC Magazine, o total de visitantes da nova rede social na última semana foi de 1,79 milhões, uma queda de 3% em relação aos 1,86 milhões usuários que visitaram o site duas semanas atrás.


Conforme a Bloomberg, o total de tempo que as pessoas passam na rede social também caiu. A queda estimada é de 10%, de uma média por usuário de 5 minutos e 50 segundos na semana retrasada para 5 minutos e 15 segundos na última semana.


O levantamento da Hitwise também apontou que 59% dos usuários do Google+ vem de outros sites de propriedade da Google. O site google.com direcionou 37 % de seu tráfego para o Google+.


A PC World afirma que a dominação masculina ainda continua no Google+. Até o fim da semana passada, 59% dos visitantes foram homens. Algumas semanas atrás um levantamento mostrava que mais de 70% dos usuários eram homens, o que mostra um maior equilíbrio entre os gêneros.


A queda era até esperada, uma vez que o crescimento do Google+, lançado oficialmente dia 28 de junho desse ano, foi realmente avassalador. Os dados, com exceção desses que apontam queda de visitação e de tempo de utilização por parte dos usuários, são realmente promissores: na sexta-feira, 22, a comScore disse que o Google+ tinha atingido 20 milhões de visitações únicas ao longo de suas primeiras três semanas de existência.


Exatamente uma semana atrás, o Google+ atingiu 18 milhões de usuários.

O número de visitas ao Google+, rede social do Google, nos Estados Unidos caiu cerca de 3% em uma semana, de acordo com estudo da Experian Hitwise. 

A rede social anunciada no final de junho caiu para 1,86 milhão de visitas para 1,79 milhão na semana encerrada no dia 23 de julho. O tempo de uso do Google+, segundo o estudo, também caiu de quase seis minutos para 5 minutos e 15 segundos. 

Embora tenha registrado queda, a Experian Hitwise afirma que o número não é "alarmante". Recentemente, uma pesquisa da comScore afirmou que o Google+ cresceu desde o lançamento no dia 28 de junho, atingindo 20 milhões de visitantes únicos. 

Na semana encerrada em 16 de julho, a Hitwise tinha divulgado que a rede social tinha crescido 283%, com 1,8 milhão de visitantes únicos.

O Google anunciou o lançamento da nova modalidade de buscas, com resultados baseados nos contatos do usuário na rede social Google+. Ao usar a funcionalidade de busca do Google, o internauta pode escolher receber os resultados habituais ou uma série de sugestões baseadas nas informações personalizadas, recomendadas por amigos.


Em seu blog oficial, a empresa usa o exemplo de uma busca por uma localidade para passar férias. A busca social traz resultados baseados nas indicações dos amigos na rede social. O serviço foi nomeado Search plus Your World (“Busca mais o seu mundo”, ainda sem versão oficial em português). O usuário pode interferir nos resultados das buscas, indicando resultados e alterando sua localização na ordem das buscas.


O Google afirmou que o serviço será liberado para os usuários gradativamente durante os próximos dias. Para visualizar as opções, é preciso estar registrado com uma conta do Google. Confira o vídeo de divulgação da nova busca social (em inglês).

No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.


Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.


Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.


Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.


Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.


Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.


Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.


Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.


Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.


Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.


Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.


Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.


E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.


Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.


É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.


Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.


Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.


Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.


E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.


Fonte: Estadão

Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Criticado por sua recém lançada ferramenta de relacionamento social pela internet, chamada Buzz, que estaria invadindo a privacidade dos usuários, o Google anunciou na noite de ontem mudanças para preservar seus clientes. Mas uma reportagem analítica do jornal Financial Times interpretou as medidas do gigante das buscas como mera tentativa de “sufocar” os críticos.


O Buzz é um conjunto de mecanismos implantados no serviço de e-mails Gmail que permitem ao usuário interagir com seus contatos de forma análoga a uma rede social de internet, como o Facebook. Trata-se de uma investida da empresa de buscas no ramo de redes sociais.


Após o lançamento, na terça-feira, a empresa foi criticada por “expor informações pessoais de seus usuários sem a aprovação deles”, afirma o FT. O cerne das reclamações é o fato de que o Buzz cria automaticamente, no Gmail, uma rede social formada pelos contatos dos usuários de e-mails.


“As pessoas estão surpresas com o fato de o Google tratar uma lista de contatos privados (os e-mails) como uma lista de ‘amigos’”, afirmou ao FT o chefe do Centro de Informações Privadas Eletrônicas, Marc Rotenberg.


As alterações anunciadas pelo Google como resposta incluem uma forma de tornar mais fácil, para os usuários, mexer nas configurações de privacidade, permitindo escolher quem pode e quem não pode ver listas pessoais de contatos.

“Entretanto, a lista de contatos continuará a ser pública até que o usuário faça as mudanças”, afirma o FT. O jornal acrescenta que o Facebook também mudou suas configurações de forma a tornar mais públicas as listas pessoais de contatos, mas depois voltou atrás parcialmente.


O interesse do Google e do Facebook em transformar dados pessoais em públicos é, na visão do jornal, uma tentativa de bater a popularidade do Twitter – site em que a maior parte dos usuários tem perfis públicos.