Numa altura em que os políticos apostam cada vez mais na Internet, o PS não esconde a admiração pelo desempenho da campanha de Barack Obama e mostra-se apostado em tentar importar o modelo nas legislativas.


Sabendo que é impossível e perigoso ignorar o peso crescente que a Internet tem na vida das pessoas e no modo como elas comunicam, cada vez mais os políticos apostam em sites, blogues e, sobretudo, nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook para se aproximarem das legislativas.


Seguindo o exemplo do presidente norte-americano, Barack Obama, o PS parece apostado em expandir-se na rede, sobretudo com o aproximar das eleições legislativas, agendadas para 27 de Setembro.


Os socialistas promovem, esta terça-feira, a conferência “Democracia interactiva: promover a participação dos cidadãos”, que vai contar com dois especialistas que criaram a interactividade Obama online e o jornalista Paulo Querido, um dos mais influentes e bem informados habitantes da rede.


À TSF, Paulo Querido explicou que para que a Internet seja uma arma poderosa na política necessita de três ingredientes: espírito de aventura para «trilhar um caminho novo», transparência, já que na web todo o discurso que é artificial é desmontado em tempo real, e «paciência» porque nas redes é preciso «construir uma reputação».


Para o jornalista, «o momento ideal» para os políticos se lançarem na aposta na Internet teria sido há «uns meses antes», mas «mais vale irem já» para não perderem «esta oportunidade».


Apesar de a Internet não chegar à quantidade de pessoas a que chega a televisão, Paulo Querido destacou que «há um enriquecimento da coisa política, quando um político e um cidadão trocam comentários ou opiniões sobre assuntos». Uma vez que «aproxima eleitos de eleitores», os políticos podem ter muito a ganhar.


Depois de Obama ter tirado muito partido da web, Paulo Querido aguarda a forma como, em Portugal, os políticos vão tentar imitar o Presidente dos Estados Unidos na utilização dos blogs, do Twitter e do Facebook.

Usuários de Orkut, MySpace, Facebook e similares estão em alta. Em junho do ano passado, eles já representavam dois terços dos internautas no mundo e, de acordo com o estudo “Transformando o Papel da Indústria de Telecomunicação”, realizado pelo Institute for Business Value (IBV) da IBM e divulgado nesta terça-feira (03/03), eles somarão mais de 800 milhões em 2012.


O tráfego na rede alcançará 20 mil petabytes por mês e 90% do consumo de banda larga. TV pela internet (+104%), comunicações por vídeo (+44%), games (+30%) e VoIP (+24%) são as ferramentas que devem apresentar maior crescimento. Como efeito, as empresas de telecom ou ligadas ao setor devem criar novos serviços para atender esse público.


“Com a evolução da web, os fornecedores de telecomunicação passam a atuar como provedores de serviços de plataformas abertas na Internet”, observa Manzar Feres, diretora da área de telecomunicação da IBM para América Latina. “Todo esse processo é estratégico para os negócios e impacta diversas áreas, como ofertas de produtos e serviços, skills, plataformas, modelos de receita e mercado”.


Entre os entrevistados, 69% usam essas ferramentas para interagir com amigos e familiares, 65% trocam mensagens com parentes distantes, 47% tentam localizar amigos que perderam contato e 29% buscam informações sobre músicas e bandas. Além disso, as redes sociais são utilizadas em ambientes corporativos. Cerca de 69% dos profissionais utilizam aplicativos para aumentar a colaboração, 55% agilizam o tempo de resposta e outros 36% pretendem diminuir os custos de TI com o uso dessas ferramentas.
 
Empresas como Skype e Google devem ser beneficiadas, pois além de tradicionais fornecedores elas oferecem ferramentas e aplicativos de comunicação que vão desde mensagens instantâneas até serviços de colaboração mais complexos. O aumento da interatividade resulta no uso intensivo da web durante o cotidiano e desafia a criação de serviços diferenciados.


“Sistemas de telecomunicação eficientes são aqueles que, além de oferecer conectividade básica, permitem que indivíduos, organizações e comunidades interajam e se comuniquem rapidamente. Adaptando novas funcionalidades às redes sociais, as empresas podem desenvolver ferramentas para fomentar a inovação no seu próprio negócio. Com isso, é possível aumentar a eficiência e a produtividade, além de reduzir custos”, completa Manzar.


Fonte : B2B Magazine

Não faz muito tempo, entrava-se na internet para navegar. Agora, não: estar fora de uma rede social é quase como estar offline. Orkut, Facebook, MySpace, Ning, etc - e agora o Twitter - vêm mostrando sua força a cada ano que passa. Segundo pesquisa da Nielsen, pelo menos dois terços dos internautas no mundo (em números, um bilhão de pessoas) costumam visitar redes como essas e blogs, e o tempo gasto nelas equivale a 10% de todo o tempo passado na web.

Os dados levam à constatação de que o comportamento online mudou significativamente. Só nos EUA, diz um estudo da Pew, 11% dos adultos online, especialmente os mais jovens, usam o Twitter para dar updates do que estão fazendo todos os dias. A Nielsen diz que o aumento de usuários entre maio de 2008 e maio deste ano entre os twitteiros foi de 1.448%. O que espanta é como essa gente toda consegue tempo para gerenciar tantos perfis espalhados. O repórter que vos escreve, por exemplo, tem Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter e se equilibra na cibercorda bamba para acessar todos eles esporadicamente. A advogada e designer Andrea Augusto, diante do mesmo dilema, tomou uma decisão drástica.

- Houve uma época em que saí me inscrevendo em todas as redes sociais, mas depois vi que, se quisesse realmente participar, teria que reduzir, e foi o que fiz - conta Andrea, que hoje usa mais o Orkut e o Twitter. - Este último é a moda do momento, e quando surgiu, era como o Orkut, ninguém entendia para que servia (risos). Até hoje tenho minhas dúvidas se entendo, mas indiscutivelmente é onde eu fico mais tempo.

Certamente as redes sociais são em parte responsáveis pela explosão da informação recenseada todos os anos pela gigante da área de armazenamento de dados EMC. A última conta, feita há algumas semanas, diz que temos hoje circulando por aí 3.892.179.868.480.350.000.000 de dados (ficou difícil de ler o número? A gente ajuda: 3 sextilhões, 892 quintilhões, 179 quatrilhões, 868 trilhões, 480 bilhões e 350 milhões de informações no formato digital).

E isso só tende a aumentar com os futuros planos da indústria de celulares e telecom para o aumento da banda larga sem fio no mundo.

- Ela pode ajudar, e muito, a dar mais acesso a quem ainda está offline [4,37 bilhões de pessoas no mundo], pois é mais barata de implantar - afirma Chris Pearson, presidente mundial da 3G Americas, entidade que congrega a turma da tecnologia celular GSM e seus derivados.

Imaginem quando esses sem-rede entrarem e começarem a postar e twittar.

Incrementa o sucesso das redes sociais o fato de poder puxar muitos de seus amigos de uma rede antiga para uma nova (como os do Orkut para o Facebook), ou de associar blogs do Blogger ao YouTube, permitindo postagens instantâneas na hora em que se assiste a um vídeo, por exemplo. Aliás, o desejo dos usuários de ver vídeos é que o que anda segurando o mal das pernas MySpace, que há pouco fechou seu escritório no Brasil. Na semana passada, enquanto o Facebook (o líder das redes, com 200 milhões de usuários) apresentava 144 milhões de visitantes, o MySpace ainda abiscoitava 116 milhões de visitantes de olho nos clipes.

Vários profissionais utilizam as redes sociais para se comunicar com os colegas e também para postar updates sobre seus trabalhos. Um bom exemplo é a banda Cine, cujo guitarrista, Dan, diz não conseguir mais viver sem MySpace e Twitter.

- O MySpace tornou-se meu canal de comunicação com os amigos de música. Não só meu, da banda inteira. Lá troco ideias, descubro bandas novas e mantenho contato com os fãs-clubes do Cine - diz Dan. - Fiz uma grande amizade com os caras de duas bandas de pop punk dos Estados Unidos, Chase Amy e We Say Summer. Nos conhecemos por curtir o mesmo som e hoje trocamos opiniões sobre músicas, festivais e cenas de rock.

Já o Twitter era inicialmente usado para publicar atualizações sobre as gravações do disco da banda, mas logo Dan criou o seu próprio.

- Não me imagino sem ele, é viciante. E posto direto do celular, de onde estiver.

Já Crib Tanaka, coordenadora de moda da Espaço Fashion e veterana blogueira, lembra que antes das redes sociais, o próprio ambiente do ciberespaço modificou, para o bem ou para o mal, a vida das pessoas.

- Desde o âmbito do trabalho, até a vida pessoal, tudo mudou: ritmo, comunicação, tolerância ao tempo de resposta (quanto mais ágil, melhor) - afirma. - As redes sociais, antes consideradas um mundo à parte, hoje são extensão da vida real.

Crib lembra que, até a época do surgimento do Orkut, muito se falava sobre a vida virtual como uma coisa separada, distante. Hoje, isso mudou.

- Sendo radical, mas resumindo: se você não está na rede, não existe. Tenho Orkut, Facebook e Twitter. Dessas, a que mais gosto é o Facebook, que junta um pouco de cada coisa - conta ela, que acha ainda que as redes sociais abriram as possibilidades de interação entre o mercado e seus clientes.

O músico e produtor Henrique Band, que está lançando seu primeiro CD, é um fervoroso defensor do MySpace e da possibilidade que ele oferece de se conectar com colegas do mundo inteiro.

- Tenho a impressão de que ele virou a segunda coisa mais importante da internet para muitos usuários - comenta. - A primeira é você ter um email, que seria como o seu documento de identidade; logo depois viria o MySpace, que lhe dá o direito de ser uma loja+rádio+televisão+chat+revista musical. E sem aquele peso de frases como "cara, você precisa conhecer a minha página na internet" (risos).

Isabella Taviani (à direita) com Marina, que foi sorteada no Twitter para visitá-la / Crédito: Divulgação

A cantora Isabella Taviani, que antes atualizava esporadicamente seu blog, mergulhou de cabeça no Twitter, onde posta (via laptop ou telefone celular) o que acontece na gravação de seu novo disco, que está em fase de mixagem.

- Também tive a ideia de fazer um projeto "reality": filmei todo o processo do CD, desde as primeiras reuniões com a gravadora até agora, e botei tudo no YouTube (com links também no Twitter) - conta a cantora. - Inclusive, estou passando todos os vídeos para meu novo canal oficial no YouTube ( www.youtube.com/user/isabellataviani ), cujo domínio obtive recentemente.

Isabella até usou o Twitter para sortear uma visita ao estúdio entre seus seguidores. Ganhou a jovem Marina Vieira.

Nem todos os internautas são entusiastas das redes sociais. Carlos Afonso, um dos pais da internet brasileira e membro do Comitê Gestor, acha que há riscos envolvidos no processo.

- Eu raramente coloco informações minhas em servidores sediados nos Estados Unidos - revela. - A única exceção é o Gmail, como conta de email pessoal e emergencial, que quase nunca utilizo para qualquer coisa realmente relevante.

Afonso diz que se cadastrou no Orkut e no Ning, mas não os usou de fato.

- Acredito que esses sistemas de redes sociais só fazem sentido para grupos com interesses comuns em que há um certo nível de confiança mútua - e mesmo assim em intranets onde você tem segurança sobre o local onde os dados estão armazenados e sobre a proteção à privacidade de suas informações.

O resto, diz ele, é como qualquer joguinho cujos inventores aproveitam para monetizar as visitas aos perfis (e as próprias preferências destes).

- E eles ganham muito dinheiro com isso.

A visão pessimista de Afonso não é compartilhada pelos alunos e professores do curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). João Fanara, aluno do 1 período, não perdeu tempo em pedir ao professor Kleber Mendonça, da disciplina Fundamentos Linguísticos, para criar uma rede de networking a fim de postar o material das aulas na web de modo a compartilhá-lo e permitir um maior debate sobre os temas. Logo estava criado o sitewww.estudosdemidia.com.br , aberto a todos os interessados não só em linguística, mas nas novas mídias em geral.

- A ideia era centralizar as informações sobre as aulas num único lugar, para melhor acesso - conta João. - E também criaremos um acervo que ficará disponível para os próximos estudantes que chegarem.

Para Kleber, a lógica das redes sociais representa uma quebra de paradigma e é o maior sinal da chegada da convergência digital ao nosso cotidiano.

- A geração mais jovem já funciona dentro dessa lógica da colaboração, do tempo real - diz. - E eu interajo com eles na rede social. Por exemplo, depois de apresentar na sala um programa de TV que deveria ser analisado, numa velha fita VHS, ela foi digitalizada, e a coloquei no meu perfil no site, o que contribuiu para um debate mais amplo.

Empresas que lidam diretamente com a internet também já perceberam o potencial da tendência. Só para citar um exemplo (há muitos outros), a Locaweb tem dois canais no Twitter.

Um dos canais da empresa, explica Victor Sebastian, seu diretor de marketing, é justamente o recurso final de suporte aos clientes.

- O que não foi resolvido através dos canais normais de atendimento (telefone, email, chat, wiki e fórum) vai para o Twitter - diz Victor.

Zélia Duncan: contato com compositor francês só deu certo via MySpace / Crédito: Divulgação

A cantora Zélia Duncan ainda não movimenta seu Twitter, mas pretende fazê-lo, pois já percebeu seu poder.

- Já no MySpace sou eu que mexo, eu que decido quem entra, e há um critério musical/profissional - conta. - Foi por isso que consegui falar com o compositor francês Alex Beaupain, de quem fiz duas versões para o disco novo, que ouvi na trilha do filme "Les chansons d'amour", de sua autoria.

Ela revela que só a rede social permitiu o contato entre os dois artistas, já que os canais convencionais não ajudaram em nada.

- Através dos meios de sempre, ou seja, do contato entre escritórios, não tivemos resposta. Era quase desrespeitoso o jeito como a editora francesa respondia à Universal Music. Porém, quando falei de artista para artista, funcionou muito bem - comenta.

Zélia deixa bem claro para os fãs que seu MySpace é um espaço mais voltado para seu lado profissional.

- Eu já respondo a todos pelo meu site, não há motivo pra entupir o MySpace improdutivamente.

O advogado Ronaldo Lemos, presidente do iCommons, diz que o Orkut - xodó dos brasileiros conectados, dos quais 35 milhões têm perfis ativos lá - foi muito importante, pois ensinou a muita gente como botar conteúdo online (fotos, posts, vídeos....).

- E o papel das redes sociais continua a crescer e se tornar cada vez mais importante. Por exemplo, no ano que vem, por causa das eleições, essas redes vão ficar eletrizadas politicamente - diz Ronaldo, que usa várias delas e considera o Twitter uma rede social "ao vivo". - Será nossa primeira eleição a contar com essa e-massa crítica relevante, que não pode ser ignorada. Não será surpresa se tivermos nossos primeiros candidatos eleitos (ou não!) por causa da mobilização de "muitos para muitos" feita através das redes sociais.

O Congresso Nacional que se cuide.


Fonte: O Globo

Aplicativo para LinkedIn já está disponível. Facebook e MySpace serão integrados em breve

A Microsoft anunciou hoje que a versão 2010 do tradicional programa de e-mail Outlook vai "conversar" com as redes sociais LinkedIn, Facebook e MySpace. Será possível acompanhar as atividades dessas três redes dentro do próprio Outlook. Essa integração será feita por meio do programa Outlook Social Connector, que atua como um complemento do Outlook 2010. 

A primeira rede social a ativar a integração com o Outlook é a LinkedIn. O programa LinkedIn for Outlook permite acompanhar as atualizações de amigos e atualiza a agenda do Outlook com dados do LinkedIn. Assim, se algum amigo altera seus contatos na rede social, a agenda do programa de e-mail recebe as novas informações.

A integração com Facebook e MySpace ainda não é possível. A Microsoft afirma que as ferramentas dessas redes sociais estarão prontas nos próximos meses. 

Para testar a integração com o LinkedIn é necessário baixar a versão de testes do Office 2010, o programa Outlook Social Connector e depois a ferramenta do LinkedIn, chamada de LinkedIn for Outlook. Abaixo estão os links de download das três ferramentas.


Fonte: Gazetaweb.com

Criminosos antenados, tremei! Autoridades americanas podem estar seguindo seus passos nas redes sociais na internet, como Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter.

 

Documentos do Departamento de Justiça e da Receita Federal americana (IRS) obtidos pela Fundação Fronteira Eletrônica (EFF, na sigla em inglês) revelam alguns procedimentos segundo os quais agentes do FBI e fiscais da Receita podem fazer uso das redes sociais para fins investigativos.

 

Os documentos foram publicados esta semana no site da EFF, após terem sido obtidos por meio de um processo judicial apresentado com base no Ato de Liberdade de Informação por um grupo de direitos eletrônicos sediado em San Francisco e pela Clínica Samuelson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

 

Os documentos mais importantes são de um curso de treinamento oferecido em 2009 para funcionários da IRS e uma apresentação do mesmo ano do Departamento de Justiça sobre como "Obter e Usar Evidências de Redes Sociais na Internet".

 

Entre as recomendações feitas nos documentos está, por exemplo, a de que os funcionários são proibidos de usar identidades falsas para vasculhar as redes sociais enquanto estiverem investigando um contribuinte.

 

Por outro lado, evidências de redes sociais podem ser usadas para "revelar comunicações pessoais", "estabelecer motivações ou relações pessoais", bem como "fornecer informações sobre localização" de criminosos, "provar ou descartar álibis" ou "identificar organizações criminosas", por exemplo.

 

Segundo o Departamento de Justiça, o Facebook é "frequentemente cooperativo com solicitações emergenciais", enquanto o Twitter tem como "política produzir dados somente em resposta a processos legais".

 

Enquanto o MySpace "exige um pedido de busca para mensagens ou boletins privados com menos de 181 dias", o uso do LinkedIn''s "para comunicações criminosas parece limitado", destacou o documento do ministério.

 

Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, descreveu as políticas da empresa em um e-mail enviado à AFP:

"Assim como outras companhias que detêm registros pessoais - de informes telefônicos a histórico médico -, o Facebook trabalha com a aplicação da lei dentro dos parâmetros exigidos pela mesma e até onde seja apropriado para assegurar a segurança dos usuários do Facebook", destacou.

 

"Nosso objetivo é respeitar o equilíbrio entre as necessidades legais de informação e os direitos de privacidade dos nossos usuários. Como empresa responsável, seguimos a letra da lei", reforçou Noyes.