Numa altura em que os políticos apostam cada vez mais na Internet, o PS não esconde a admiração pelo desempenho da campanha de Barack Obama e mostra-se apostado em tentar importar o modelo nas legislativas.


Sabendo que é impossível e perigoso ignorar o peso crescente que a Internet tem na vida das pessoas e no modo como elas comunicam, cada vez mais os políticos apostam em sites, blogues e, sobretudo, nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook para se aproximarem das legislativas.


Seguindo o exemplo do presidente norte-americano, Barack Obama, o PS parece apostado em expandir-se na rede, sobretudo com o aproximar das eleições legislativas, agendadas para 27 de Setembro.


Os socialistas promovem, esta terça-feira, a conferência “Democracia interactiva: promover a participação dos cidadãos”, que vai contar com dois especialistas que criaram a interactividade Obama online e o jornalista Paulo Querido, um dos mais influentes e bem informados habitantes da rede.


À TSF, Paulo Querido explicou que para que a Internet seja uma arma poderosa na política necessita de três ingredientes: espírito de aventura para «trilhar um caminho novo», transparência, já que na web todo o discurso que é artificial é desmontado em tempo real, e «paciência» porque nas redes é preciso «construir uma reputação».


Para o jornalista, «o momento ideal» para os políticos se lançarem na aposta na Internet teria sido há «uns meses antes», mas «mais vale irem já» para não perderem «esta oportunidade».


Apesar de a Internet não chegar à quantidade de pessoas a que chega a televisão, Paulo Querido destacou que «há um enriquecimento da coisa política, quando um político e um cidadão trocam comentários ou opiniões sobre assuntos». Uma vez que «aproxima eleitos de eleitores», os políticos podem ter muito a ganhar.


Depois de Obama ter tirado muito partido da web, Paulo Querido aguarda a forma como, em Portugal, os políticos vão tentar imitar o Presidente dos Estados Unidos na utilização dos blogs, do Twitter e do Facebook.

Usuários de Orkut, MySpace, Facebook e similares estão em alta. Em junho do ano passado, eles já representavam dois terços dos internautas no mundo e, de acordo com o estudo “Transformando o Papel da Indústria de Telecomunicação”, realizado pelo Institute for Business Value (IBV) da IBM e divulgado nesta terça-feira (03/03), eles somarão mais de 800 milhões em 2012.


O tráfego na rede alcançará 20 mil petabytes por mês e 90% do consumo de banda larga. TV pela internet (+104%), comunicações por vídeo (+44%), games (+30%) e VoIP (+24%) são as ferramentas que devem apresentar maior crescimento. Como efeito, as empresas de telecom ou ligadas ao setor devem criar novos serviços para atender esse público.


“Com a evolução da web, os fornecedores de telecomunicação passam a atuar como provedores de serviços de plataformas abertas na Internet”, observa Manzar Feres, diretora da área de telecomunicação da IBM para América Latina. “Todo esse processo é estratégico para os negócios e impacta diversas áreas, como ofertas de produtos e serviços, skills, plataformas, modelos de receita e mercado”.


Entre os entrevistados, 69% usam essas ferramentas para interagir com amigos e familiares, 65% trocam mensagens com parentes distantes, 47% tentam localizar amigos que perderam contato e 29% buscam informações sobre músicas e bandas. Além disso, as redes sociais são utilizadas em ambientes corporativos. Cerca de 69% dos profissionais utilizam aplicativos para aumentar a colaboração, 55% agilizam o tempo de resposta e outros 36% pretendem diminuir os custos de TI com o uso dessas ferramentas.
 
Empresas como Skype e Google devem ser beneficiadas, pois além de tradicionais fornecedores elas oferecem ferramentas e aplicativos de comunicação que vão desde mensagens instantâneas até serviços de colaboração mais complexos. O aumento da interatividade resulta no uso intensivo da web durante o cotidiano e desafia a criação de serviços diferenciados.


“Sistemas de telecomunicação eficientes são aqueles que, além de oferecer conectividade básica, permitem que indivíduos, organizações e comunidades interajam e se comuniquem rapidamente. Adaptando novas funcionalidades às redes sociais, as empresas podem desenvolver ferramentas para fomentar a inovação no seu próprio negócio. Com isso, é possível aumentar a eficiência e a produtividade, além de reduzir custos”, completa Manzar.


Fonte : B2B Magazine

Não faz muito tempo, entrava-se na internet para navegar. Agora, não: estar fora de uma rede social é quase como estar offline. Orkut, Facebook, MySpace, Ning, etc - e agora o Twitter - vêm mostrando sua força a cada ano que passa. Segundo pesquisa da Nielsen, pelo menos dois terços dos internautas no mundo (em números, um bilhão de pessoas) costumam visitar redes como essas e blogs, e o tempo gasto nelas equivale a 10% de todo o tempo passado na web.

Os dados levam à constatação de que o comportamento online mudou significativamente. Só nos EUA, diz um estudo da Pew, 11% dos adultos online, especialmente os mais jovens, usam o Twitter para dar updates do que estão fazendo todos os dias. A Nielsen diz que o aumento de usuários entre maio de 2008 e maio deste ano entre os twitteiros foi de 1.448%. O que espanta é como essa gente toda consegue tempo para gerenciar tantos perfis espalhados. O repórter que vos escreve, por exemplo, tem Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter e se equilibra na cibercorda bamba para acessar todos eles esporadicamente. A advogada e designer Andrea Augusto, diante do mesmo dilema, tomou uma decisão drástica.

- Houve uma época em que saí me inscrevendo em todas as redes sociais, mas depois vi que, se quisesse realmente participar, teria que reduzir, e foi o que fiz - conta Andrea, que hoje usa mais o Orkut e o Twitter. - Este último é a moda do momento, e quando surgiu, era como o Orkut, ninguém entendia para que servia (risos). Até hoje tenho minhas dúvidas se entendo, mas indiscutivelmente é onde eu fico mais tempo.

Certamente as redes sociais são em parte responsáveis pela explosão da informação recenseada todos os anos pela gigante da área de armazenamento de dados EMC. A última conta, feita há algumas semanas, diz que temos hoje circulando por aí 3.892.179.868.480.350.000.000 de dados (ficou difícil de ler o número? A gente ajuda: 3 sextilhões, 892 quintilhões, 179 quatrilhões, 868 trilhões, 480 bilhões e 350 milhões de informações no formato digital).

E isso só tende a aumentar com os futuros planos da indústria de celulares e telecom para o aumento da banda larga sem fio no mundo.

- Ela pode ajudar, e muito, a dar mais acesso a quem ainda está offline [4,37 bilhões de pessoas no mundo], pois é mais barata de implantar - afirma Chris Pearson, presidente mundial da 3G Americas, entidade que congrega a turma da tecnologia celular GSM e seus derivados.

Imaginem quando esses sem-rede entrarem e começarem a postar e twittar.

Incrementa o sucesso das redes sociais o fato de poder puxar muitos de seus amigos de uma rede antiga para uma nova (como os do Orkut para o Facebook), ou de associar blogs do Blogger ao YouTube, permitindo postagens instantâneas na hora em que se assiste a um vídeo, por exemplo. Aliás, o desejo dos usuários de ver vídeos é que o que anda segurando o mal das pernas MySpace, que há pouco fechou seu escritório no Brasil. Na semana passada, enquanto o Facebook (o líder das redes, com 200 milhões de usuários) apresentava 144 milhões de visitantes, o MySpace ainda abiscoitava 116 milhões de visitantes de olho nos clipes.

Vários profissionais utilizam as redes sociais para se comunicar com os colegas e também para postar updates sobre seus trabalhos. Um bom exemplo é a banda Cine, cujo guitarrista, Dan, diz não conseguir mais viver sem MySpace e Twitter.

- O MySpace tornou-se meu canal de comunicação com os amigos de música. Não só meu, da banda inteira. Lá troco ideias, descubro bandas novas e mantenho contato com os fãs-clubes do Cine - diz Dan. - Fiz uma grande amizade com os caras de duas bandas de pop punk dos Estados Unidos, Chase Amy e We Say Summer. Nos conhecemos por curtir o mesmo som e hoje trocamos opiniões sobre músicas, festivais e cenas de rock.

Já o Twitter era inicialmente usado para publicar atualizações sobre as gravações do disco da banda, mas logo Dan criou o seu próprio.

- Não me imagino sem ele, é viciante. E posto direto do celular, de onde estiver.

Já Crib Tanaka, coordenadora de moda da Espaço Fashion e veterana blogueira, lembra que antes das redes sociais, o próprio ambiente do ciberespaço modificou, para o bem ou para o mal, a vida das pessoas.

- Desde o âmbito do trabalho, até a vida pessoal, tudo mudou: ritmo, comunicação, tolerância ao tempo de resposta (quanto mais ágil, melhor) - afirma. - As redes sociais, antes consideradas um mundo à parte, hoje são extensão da vida real.

Crib lembra que, até a época do surgimento do Orkut, muito se falava sobre a vida virtual como uma coisa separada, distante. Hoje, isso mudou.

- Sendo radical, mas resumindo: se você não está na rede, não existe. Tenho Orkut, Facebook e Twitter. Dessas, a que mais gosto é o Facebook, que junta um pouco de cada coisa - conta ela, que acha ainda que as redes sociais abriram as possibilidades de interação entre o mercado e seus clientes.

O músico e produtor Henrique Band, que está lançando seu primeiro CD, é um fervoroso defensor do MySpace e da possibilidade que ele oferece de se conectar com colegas do mundo inteiro.

- Tenho a impressão de que ele virou a segunda coisa mais importante da internet para muitos usuários - comenta. - A primeira é você ter um email, que seria como o seu documento de identidade; logo depois viria o MySpace, que lhe dá o direito de ser uma loja+rádio+televisão+chat+revista musical. E sem aquele peso de frases como "cara, você precisa conhecer a minha página na internet" (risos).

Isabella Taviani (à direita) com Marina, que foi sorteada no Twitter para visitá-la / Crédito: Divulgação

A cantora Isabella Taviani, que antes atualizava esporadicamente seu blog, mergulhou de cabeça no Twitter, onde posta (via laptop ou telefone celular) o que acontece na gravação de seu novo disco, que está em fase de mixagem.

- Também tive a ideia de fazer um projeto "reality": filmei todo o processo do CD, desde as primeiras reuniões com a gravadora até agora, e botei tudo no YouTube (com links também no Twitter) - conta a cantora. - Inclusive, estou passando todos os vídeos para meu novo canal oficial no YouTube ( www.youtube.com/user/isabellataviani ), cujo domínio obtive recentemente.

Isabella até usou o Twitter para sortear uma visita ao estúdio entre seus seguidores. Ganhou a jovem Marina Vieira.

Nem todos os internautas são entusiastas das redes sociais. Carlos Afonso, um dos pais da internet brasileira e membro do Comitê Gestor, acha que há riscos envolvidos no processo.

- Eu raramente coloco informações minhas em servidores sediados nos Estados Unidos - revela. - A única exceção é o Gmail, como conta de email pessoal e emergencial, que quase nunca utilizo para qualquer coisa realmente relevante.

Afonso diz que se cadastrou no Orkut e no Ning, mas não os usou de fato.

- Acredito que esses sistemas de redes sociais só fazem sentido para grupos com interesses comuns em que há um certo nível de confiança mútua - e mesmo assim em intranets onde você tem segurança sobre o local onde os dados estão armazenados e sobre a proteção à privacidade de suas informações.

O resto, diz ele, é como qualquer joguinho cujos inventores aproveitam para monetizar as visitas aos perfis (e as próprias preferências destes).

- E eles ganham muito dinheiro com isso.

A visão pessimista de Afonso não é compartilhada pelos alunos e professores do curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). João Fanara, aluno do 1 período, não perdeu tempo em pedir ao professor Kleber Mendonça, da disciplina Fundamentos Linguísticos, para criar uma rede de networking a fim de postar o material das aulas na web de modo a compartilhá-lo e permitir um maior debate sobre os temas. Logo estava criado o sitewww.estudosdemidia.com.br , aberto a todos os interessados não só em linguística, mas nas novas mídias em geral.

- A ideia era centralizar as informações sobre as aulas num único lugar, para melhor acesso - conta João. - E também criaremos um acervo que ficará disponível para os próximos estudantes que chegarem.

Para Kleber, a lógica das redes sociais representa uma quebra de paradigma e é o maior sinal da chegada da convergência digital ao nosso cotidiano.

- A geração mais jovem já funciona dentro dessa lógica da colaboração, do tempo real - diz. - E eu interajo com eles na rede social. Por exemplo, depois de apresentar na sala um programa de TV que deveria ser analisado, numa velha fita VHS, ela foi digitalizada, e a coloquei no meu perfil no site, o que contribuiu para um debate mais amplo.

Empresas que lidam diretamente com a internet também já perceberam o potencial da tendência. Só para citar um exemplo (há muitos outros), a Locaweb tem dois canais no Twitter.

Um dos canais da empresa, explica Victor Sebastian, seu diretor de marketing, é justamente o recurso final de suporte aos clientes.

- O que não foi resolvido através dos canais normais de atendimento (telefone, email, chat, wiki e fórum) vai para o Twitter - diz Victor.

Zélia Duncan: contato com compositor francês só deu certo via MySpace / Crédito: Divulgação

A cantora Zélia Duncan ainda não movimenta seu Twitter, mas pretende fazê-lo, pois já percebeu seu poder.

- Já no MySpace sou eu que mexo, eu que decido quem entra, e há um critério musical/profissional - conta. - Foi por isso que consegui falar com o compositor francês Alex Beaupain, de quem fiz duas versões para o disco novo, que ouvi na trilha do filme "Les chansons d'amour", de sua autoria.

Ela revela que só a rede social permitiu o contato entre os dois artistas, já que os canais convencionais não ajudaram em nada.

- Através dos meios de sempre, ou seja, do contato entre escritórios, não tivemos resposta. Era quase desrespeitoso o jeito como a editora francesa respondia à Universal Music. Porém, quando falei de artista para artista, funcionou muito bem - comenta.

Zélia deixa bem claro para os fãs que seu MySpace é um espaço mais voltado para seu lado profissional.

- Eu já respondo a todos pelo meu site, não há motivo pra entupir o MySpace improdutivamente.

O advogado Ronaldo Lemos, presidente do iCommons, diz que o Orkut - xodó dos brasileiros conectados, dos quais 35 milhões têm perfis ativos lá - foi muito importante, pois ensinou a muita gente como botar conteúdo online (fotos, posts, vídeos....).

- E o papel das redes sociais continua a crescer e se tornar cada vez mais importante. Por exemplo, no ano que vem, por causa das eleições, essas redes vão ficar eletrizadas politicamente - diz Ronaldo, que usa várias delas e considera o Twitter uma rede social "ao vivo". - Será nossa primeira eleição a contar com essa e-massa crítica relevante, que não pode ser ignorada. Não será surpresa se tivermos nossos primeiros candidatos eleitos (ou não!) por causa da mobilização de "muitos para muitos" feita através das redes sociais.

O Congresso Nacional que se cuide.


Fonte: O Globo

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamento. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer novas pessoas - e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line.

Os brasileiros já dominam o Orkut, site pertencente ao Google e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou nos primeiros cinco meses deste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 5 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um para atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país do mundo existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Os números despertam algumas questões a respeito do tipo de amizade que se está construindo na internet. Qual o impacto de tais sites na maneira de as pessoas se relacionarem? Eles, de fato, diminuem a solidão?

Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal." 

Os sites de relacionamento, como qualquer tecnologia, são neutros. Eles são bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. As redes sociais on-line deveriam fazer parte da lista de produtos que vêm acompanhados daquela frase: "Use com moderação." Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. Nas últimas semanas, por exemplo, o Twitter foi acionado pelos iranianos para denunciar, em mensagens curtas e tempo real, a violência contra os manifestantes que reclamavam de fraudes nas eleições presidenciais. Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamento pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz-de-conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidos pelo véu da impessoalidade.

Ao contrário do e-mail, sites como Orkut, Ning, Facebook e Twitter, por seu grau de instantaneidade, criaram esse novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo. Lev Grossman, colunista de tecnologia da revista americana Time, revelou há pouco ter decidido cancelar sua conta no Twitter porque percebeu que estava ficando mais interessado na vida alheia do que na sua própria.

A produtora cultural Liliane Ferrari, de São Paulo, é extrovertida e comunicativa. No entanto, como trabalha em casa e tem uma filha pequena, considera ter pouco tempo para se encontrar pessoalmente com os amigos. Em compensação, passa duas horas por dia atualizando e conferindo os dezenove sites de relacionamento e blogs dos quais faz parte. Mas já está ficando apreensiva. "Quando fico conectada com um monte de gente por muito tempo, tenho a impressão de que, no fundo, não conheço ninguém. É uma coisa meio esquizofrênica, parece que estou ficando louca", diz Liliane. Ela não tem dúvida de que, em relação aos amigos mais íntimos, nada substitui o contato pessoal. "Quando se desabafa com um amigo pela internet, alguns sinais de afetividade são deixados de lado, como o olhar, a expressão corporal e o tom de voz", diz a psicóloga Rita Khater, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Cada perfil nos sites de relacionamento pode ser comparado a um pequeno palco. Esse exercício até certo ponto teatral é, no entanto, apresentado a uma audiência invisível. "Como não estamos vendo nossos espectadores, somos incapazes de observar sua reação ao que estamos fazendo e, com isso, ficamos à vontade para nos expor mais do que seria prudente", disse a VEJA Barry Wellman, professor de sociologia da Universidade de Toronto, no Canadá. As táticas para driblar a superexposição nas redes sociais on-line são variadas. Há quem mantenha dois perfis no mesmo site: um para laços fracos, com informações pessoais mais contidas, e outro para laços fortes, em que se pode permitir um grau de exposição maior.

A atriz Mel Lisboa teve, durante algum tempo, um perfil com pseudônimo no Orkut, por meio do qual mantinha contato apenas com os amigos mais próximos. Quando os fãs descobriram, ela passou a receber pedidos incessantes de entrada em sua lista de amigos. "Era uma situação complicada, porque eu não estava ali para divulgar o meu trabalho", diz Mel. "Eu ficava sem graça de recusar um pedido de autorização e acabei desistindo do Orkut." Atualmente, há uma página com o nome e a foto dela no site, mas é falsa. Alguém se passa por ela. Outra forma de manter a privacidade on-line é usar os filtros, disponíveis em muitos sites, que permitem selecionar quais amigos podem ver determinadas partes do perfil pessoal. 


Ao fim e ao cabo, usar as redes sociais para fazer uma infinidade de amigos – quase sempre não muito amigos - é uma especialidade brasileira, húngara e filipina. Esses são os países com mais usuários com mais de 150 contatos virtuais. Uma pesquisa nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que 91% dos adolescentes usam os sites apenas para se comunicar com amigos que eles já conhecem. Parecem saber que, como dizia Aristóteles, amigos verdadeiros precisam ter comido sal juntos. O que você está esperando? Saia da sua página virtual, pare de bisbilhotar as dos outros, dê um tempo nas conversinhas que só pontuam o vazio da existência e vá viver.

Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes)

Atenção, empresas: quem ficar só no site corporativo está jogando dinheiro fora. É preciso monitorar as redes sociais e não apenas manter uma presença na web. Essas são as principais conclusões de uma pesquisa da E.Life sobre o uso de redes sociais por consumidores que querem comentar suas experiências de compra. De acordo com o estudo, neste campo, o Twitter cresceu de apenas 3,8% no ano passado para 23% em 2009, atrás apenas do imbatível Orkut, utilizado por 45,9% dos internautas com esse fim no Brasil. O Blogspot (12,5%) aparece em terceiro lugar, seguido do Reclame Aqui (8,9%) e do Yahoo! Respostas (4,2%).

Os depoimentos geralmente são de pessoas que usam as redes sociais para relatar experiências de compra positivas ou negativas. Mas o que deve gerar maior atenção, segundo Alessandro Barbosa Lima, CEO da E-Life, são os consumidores que usam os sites para decidir compras futuras.

- É aí que está a oportunidade para as empresas - diz ele. - Especialmente nas compras complexas, que trazem envolvimento emocional ou questões técnicas.

E os internautas, de maneira óbvia até, preferem comentar, comprar, tirar dúvidas e reclamar de atendimento nos fóruns $já utilizam normalmente, as redes que frequentam no dia-a-dia para se relacionar com amigos, colegas de trabalho, etc.

O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão

- O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão - afirma Alessandro.

As empresas precisam estar atentas também à forma como essa relação se dá em cada tipo de site. No Orkut as discussões se registram nas comunidades, mas não necessariamente no grupo específico de determinada marca. Já no Blogspot (e blogs em geral) encontram-se textos mais longos e elaborados:

- Nos blogs as pessoas têm mais espaço e escrevem com mais profundidade, mas não em Orkut e Twitter. No Twitter as pessoas publicam problemas mais imediatos, como os de uma fila no banco.

Numa busca no Google, experiências de consumidores narradas no Twitter ainda não são visíveis, mas o Reclame Aqui aparece bem. O site cria rankings das empresas mais e menos participativas, de acordo com o número de respostas. Como o conteúdo é aberto e não exige cadastro, buscas por problemas com produtos variados costumam levar ao site.

Fonte: O Globo

A Mentez, uma empresa americana, garante que descobriu finalmente a fórmula para ganhar dinheiro com as redes sociais. 

Saiba como ROBERTA NAMOUR Tahiana D'Egmont, da Mentez : "Inserir as marcas no campo de interesse do usuário de uma forma interativa é a receita do sucesso" Quando o universo em 3D do Second Life surgiu na internet, muitos acreditaram que a tão desejada fórmula para transformar a audiência das redes sociais em dinheiro tinha sido descoberta. Inegavelmente, o novo portal fez o que nenhum outro conseguiu fazer. Só no último ano ele movimentou US$ 360 milhões no mundo. Mas no Brasil, dois anos depois de sua chegada em 2007, a rede caiu no esquecimento. 

O Second Life sempre foi muito mais conhecido do que usado. A rede não emplacou, mas a corrida em busca da rentabilidade das redes sociais continua mais ativa do que nunca. A nova aposta que tem despontado lá fora é a inserção de serviços pagos em comunidades virtuais. No Brasil, a modalidade acaba de ser implantada no Orkut pela Mentez, empresa multinacional de desenvolvimento de aplicativos. 

Pelo sistema, usuários compram moedas virtuais para ter acesso a funções extras de ferramentas disponíveis na rede. É o caso do aplicativo de maior sucesso do site, o BuddyPoke. O serviço permite ao internauta criar gratuitamente seu personagem virtual e interagir com outros da rede. Mas para ir além e usar o avatar para pedir alguém em casamento, por exemplo, é preciso pagar. Quem ganha com isso são os desenvolvedores de aplicativos e gerenciadores do sistema de pagamento. Mas as marcas podem usar a distribuição da moeda para atrair o consumidor. 

"O modelo tradicional de propaganda não teve sucesso nesse universo", diz Tahiana D'Egmont, sócia da Mentez no Brasil. "Inserir as marcas no campo de interesse do usuário de uma forma interativa é a solução", afirma. Segundo ela, este ano, a moeda virtual movimentará R$ 4,5 milhões no Brasil. 

O interesse da Mentez pelo País surgiu da popularidade que as redes sociais têm por aqui e da perspectiva de crescimento do mercado de aplicativos para a internet. Fundada por um grupo de empresários colombianos, a empresa é representada no País por Tahiana, uma jovem de apenas 23 anos. A escolha do Orkut veio de sua liderança absoluta entre as redes por aqui. O portal tem mais de 30 milhões de usuários ativos. 

O primeiro aplicativo a usar o sistema pago da Mentez foi o BuddyPoke. Hoje, cerca de 98% dos usuários usam o serviço. O boneco virtual é gratuito. No entanto, algumas funções são pagas. "A internet virou sinônimo de gratuidade. Mas quando a pessoa tem interesse pela ferramenta estará disposta a pagar para ter um conteúdo exclusivo", afirma José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online. 

A compra de créditos é feita pelo sistema de pagamento online PagSeguro, do UOL. Os pacotes vão de R$ 5 a R$ 45. "Em breve, o usuário poderá recarregar suas moedas da mesma forma que faz com o celular: em padarias, bancas e farmácias", revela Tahiana. Segundo ela, o gasto médio mensal dos usuários tem sido de R$ 21. Os serviços pagos já foram adquiridos por 0,1% dos usuários ativos. A renda é repartida entre a Mentez e o desenvolvedor do aplicativo. 

A pergunta que fica é como as marcas podem tirar proveito desse novo negócio. Segundo Tahiana, as empresas poderão comprar pacotes de moedas e distribuir aos usuários em troca de uma aproximação com a sua marca. Por exemplo, o internauta que visitar o site da companhia pode ganhar créditos para usar no Orkut. Para Abel Reis, presidente da AgênciaClick, o consumidor tem uma boa tolerância à publicidade na internet, mas com algumas ressalvas. 

Ela deve ser relevante ou viabilizar a gratuidade de outros serviços que o internauta está acostumado a usar. "O uso das moedas pode dar certo já que marca e consumidor saem ganhando", afirma Reis. O próximo aplicativo a adotar o sistema é o Colheita Feliz, número um em acessos na China e na Rússia (Saiba mais no quadro "Serviços Pagos"). 

O objetivo da Mentez é que seu sistema se torne uma moeda única entre as redes sociais. O portal Sonico deve adotar serviços pagos no segundo semestre. "É uma abordagem promissora, mas só o tempo vai poder dizer se será vencedora", diz Reis. Serviços pagos Conheça os dois aplicativos do Orkut que oferecem funções exclusivas com o uso da moeda virtual BudyPoke.

O avatar e o uso de funções básicas, como o envio de um beijo, são gratuitos. Mas pedir alguém em casamento, por exemplo, custa R$ 4. Imprimir um "paper toy", versão real do boneco, custa 180 moedas Colheita feliz A fazenda virtual é de graça. Para decorar a casa e comprar animais e sementes é necessário adquirir moedas. Permite vender produtos ao sistema, além de práticas discutíveis, como invadir fazendas e roubar legumes de amigos
"Morra no mundo virtual para aproveitar melhor a vida real". Essa é a ideia do serviço Web 2.0 Suicide Machine (algo como Máquina do Suicídio da Web 2.0, em inglês), que se propõe a ajudar os internautas a se desconectarem de redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn. As informações são do R7.

Quando o usuário digita os dados sobre suas contas desses sites, o sistema entra no perfil, troca a senha e começa a deletar informações pessoais e limpar a lista de amigos. Na verdade, a conta do internauta no Facebook, por exemplo, continua existindo, mas a ideia é que ela não possa ser usada. Mas cuidado: não dá para desistir do "suicídio" depois que o processo é iniciado.

A página diz que uma pessoa com mil amigos no Facebook demoraria 9 horas e 35 minutos para completar o processo manualmente. A promessa é que, no automático, isso leva 52 minutos.

Por enquanto o serviço não funciona para o Orkut, mas os donos do site dizem estar trabalhando para ajudar os internautas a "se livrarem" das contas mantidas pelo Google, o que incluiria a rede social mais usada no Brasil.

O site pede que os usuários "se encontrem novamente com seus vizinhos reais", depois da morte virtual. "Tente ligar para alguns amigos, faça uma caminhada no parque ou compre uma garrafa de vinho e comece a aproveitar sua vida real novamente. Alguns ´suicidas virtuais´ informaram que suas vidas melhoraram em cerca de 25%. Não se preocupe se você se sentir vazio depois do procedimento: isso é uma reação normal que vai desaparecer lentamente em um período de 24 a 72 horas", brinca a página em uma explicação sobre os seus serviços.
Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado - o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.
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Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.
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Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.
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Mais pessoas gastando mais tempo.
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Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!”
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Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar - e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Infosfera

Estado criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará da gestão de perfis em sites como Twitter, Orkut, Facebook e YouTube.

 

O Governo do Estado do Rio de Janeiro resolveu aderir às redes sociais. Para isso, criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará dos novos perfis “GovRJ” no Twitter, Orkut, Facebook, de um canal de vídeos no YouTube e de uma galeria de fotos no Flickr.

Segundo informações divulgadas no site do governo carioca, a intenção deste projeto é possibilitar que a população que acessa estas redes possa se relacionar com o órgão de maneira institucional. O governo se apoia em pesquisa recente do Vox Populi, segundo a qual os sites e blogs são hoje a segunda principal fonte de informação da população, perdendo apenas para a TV.

Nessa pesquisa, as redes sociais foram citadas como principal fonte de informação por 2,7% dos entrevistados, ficando à frente das versões online dos jornais (1,8%) e das revistas impressas (0,8%).

Esta não é a primeira vez que um governo estadual passa a integrar alguma rede social. Em São Paulo, por exemplo, tanto o governo do Estado quanto a prefeitura da capital e suas secretarias possuem perfis institucionais nos mais diversos sites de relacionamento da internet.

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, este número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de "Número de Dunbar", que estabelece que o tamanho do neocortex humano - a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem - limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades - de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de "amigo" é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano.

Homens e mulheres

Ao se questionar se o "efeito Facebook" teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não. 
"É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real", afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal The Times.

"As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros." 
Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente. 
"Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato", explicou.

A edição brasileira da ferramenta de busca representou na segunda semana de março, dos dias 7 a 13, um porcentual de 10,69% do total de canais visitados, seguida de perto pelo Orkut (10,11%) e pela versão norte-americana do site de busca, o Google (9,03%). Os três sites que lideram a pesquisa fazem parte do mesmo grupo, o Google Inc.

A liderança do Google no mercado brasileiro foi derrubada no final do ano passado, quando pela primeira vez o Orkut tomou a dianteira entre os canais mais visitados. O levantamento mostra que da terceira semana de novembro (do dia 15 ao 21) até a segunda semana de janeiro (do dia 10 ao 16), a rede de relacionamentos foi o site mais acessado no País, chegando a representar 12% do total de visitas.

Os analistas da Serasa Experian Hitwise atribuem o crescimento da rede de relacionamentos ao período de férias escolares, de dezembro a fevereiro, quando os estudantes gastaram parte de seu tempo livre no acesso ao serviço. O levantamento aponta ainda que, no período em que o Orkut alcançou o topo do ranking, os sites educativos sofreram uma queda nas visitas, retomadas gradualmente a partir de fevereiro.

Nos Estados Unidos, pela primeira vez, a rede social Facebook se manteve à frente da ferramenta de buscas Google durante uma semana, alcançando entre os dias 7 a 13 de março 7,07% do mercado, de acordo com o mesmo levantamento Serasa Experian Hitwise.

 

Diretório Nacional das redes sociais Ning

 

Anteriormente, a rede social já havia superado o Google nos Estados Unidos em algumas datas específicas, como, por exemplo, no Natal de 2009 e no Réveillon de 2010. Embora tenha caído para a segunda posição, a ferramenta de buscas mais popular da internet acompanha de perto o Facebook, com 7,03% do total de visitas. No Brasil, o Facebook é o 22.º site em acessos na semana terminada em 13 de março.

O levantamento da Serasa Experian Hitwise fornece informações sobre a interação de cerca de 100 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. Informações do Último Segundo.

Se a classe C é a grande responsável pelo crescimento da internet no Brasil (segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, feita pelo IBGE 2008, são 8.775 domicílios conectados), as mulheres dessa faixa econômica se demonstram bastante entrosadas com a navegação em rede.

De acordo com uma pesquisa conduzida de forma conjunta pelas empresas Predicta e Multifocus e divulgada nesta terça-feira (23), 83% das donas-de-casa com idades entre 25 e 49 anos se conectam todo o dia. 86% participam de alguma rede social.

Os dados apontam ainda que 40% passam mais de duas horas diárias conectadas, e que 22% já criaram ao menos uma comunidade em redes sociais, enquanto 26% se sentem totalmente seguras para fazer compras on-line.

Dentre o público feminino pesquisado, 33% consideram a web um passatempo melhor que a televisão, enquanto 78% se sentem mais “globalizadas” quando estão em rede. Outras 15% declaram que se sentem mais inteligentes usando a rede.

Os registros de navegação apontaram para uma grande atividade desse público: em 11 dias, foram registrados 94.250 acessos em 2.700 URLs diferentes;

Considerando o tipo de sites acessados, 44% da navegação foram em páginas de relacionamento; 38% em sites de informação; 10% em entretenimento; 6% em e-commerce e 2% em serviços.

“Analisando as URLs acessadas percebe-se que, em sites de relacionamento, as redes sociais respondem por 94% dos acessos, sendo o Orkut o mais visitado. O acesso a chats foi significativamente menor, com somente 5%, e os blogs registraram 1%”, diz a pesquisa.

Segundo os dados, 66% confessam que estão lendo menos off-line. Por outro lado, 60% delas dizem que diminuíram o tempo de pesquisas de preços nas lojas, pois o fazem pela rede.

Para empresas e anunciantes cuidado com elas: 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.

A pesquisa foi realizada durante 16 a 27 de dezembro de 2009, com 50 donas-de-casa com internet em domicílio, de 25 a 49 anos, residentes em São Paulo e com renda familiar de até 10 salários mínimos, ou seja, nível socioeconômico C. Informações 24 Horas News.

A dengue mata. Deixar pra agir depois pode ser tarde demais.


Pequenas ações fazem toda a diferença no combate a esse perigo.


E você pode aprender a se livrar dos focos do mosquito enquanto se diverte, jogando com os amigos no Orkut.


Para isso, instale em seu perfil o Dengue Ville – um aplicativo a para rede social criado pelo Governo de Minas, que permite que você se informe brincando. Em Dengue Ville, sua casa e seu bairro estão infestados de focos da dengue.


Para sobreviver neste jogo, é preciso estar sempre atento e eliminar toda água parada onde o mosquito possa se reproduzir. A tarefa não é fácil. Todos os dias, você precisa encontrar e retirar água de pneus e garrafas, limpar ralos, tampar caixas-d’água, etc. Qualquer cantinho esquecido pode virar um novo foco. Por isso, a luta contra a dengue deve ser constante: se você ficar muito tempo sem entrar no jogo, seu avatar adoece e você vai precisar da ajuda de amigos para hidratar-se e buscar atendimento médico.


Dengue Vile, jogo para Orkut

Engaje-se nesta batalha, convide seus amigos para jogar e não esqueça que este jogo não acaba quando você desliga o computador: a dengue está sempre à espreita, e é muito importante que o combate aos focos do mosquito continue na sua casa, no seu bairro, na comunidade onde você mora.


Se você tem uma conta no Orkut e deseja instalar este aplicativo, clique aqui.


Se você não tem, faça sua conta antes de instalar o aplicativo.


Informações do Governo de Minas.

Segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise, o Orkut segue na liderança em levantamento sobre visitas de internautas brasileiros a páginas de redes sociais.

O estudo, porém, mostra considerável crescimento do Facebook e do Twitter. Desde abril do ano passada, o Facebook subiu 804%, e o Twitter 768%.


"O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", diz a pesquisa.


No que tange ao porcentual geral de visitas a sites, o Facebook tem 2,35% de acessos na categoria “Redes sociais e Fóruns”, e o Twitter registra 1,91%. O Orkut é, disparado, o primeiro colocado na categoria, com 62,14% de acessos, seguido por YouTube, com 17,23%.


Quando a pesquisa leva em consideração a lista dos sites mais acessados por brasileiros, o Orkut cai para o segundo posto, e é justamente o gigante das buscas, Google, quem lidera.


No entanto, especificamente no período de férias escolares (entre o fim de novembro do ano passado e o começo de fevereiro deste ano), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.


Segundo o levantamento, as redes sociais e os fóruns só perdem em acessos para os mecanismos de busca. Na sequência, aparecem os portais, serviços de e-mail e games. Os sites menos acessados pelos internautas brasileiros são os de bancos e instituições financeiras.


Em tempo médio de visitas, as redes sociais são campeões de audiência, com 22 minutos e 51 gastos pelos visitantes dessas páginas.


A pesquisa Serasa Experian Hitwise divulga dados sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

 

 

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 - quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.

 

 

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

 

 

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor", conta. "Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

 

 

Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

 

 

Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A história começa com um jovem nerd tomando um fora da namorada. Gira em torno do projeto de um site, o Facebook, na ficção totalmente criado para atrair a atenção da tal jovem. O negócio, contudo, hoje tem, na realidade, mais de 500 milhões de usuários no mundo inteiro e vale US$ 50 bilhões. Se o crescimento continuar no mesmo ritmo, no segundo semestre de 2011, o Facebook vai, finalmente, bater o Orkut no Brasil, o maior país da América Latina – e um dos poucos onde a rede social ainda não é fenômeno de audiência. Enquanto isso, estreia amanhã a produção hollywoodiana que conta essa história, A rede social, dirigida por David Fincher.

"O filme certamente vai aumentar a curiosidade das pessoas quanto ao site. E a tendência é que grandes players dominem esses mercados, que haja apenas uma rede de cada tipo. Para adicionar amigos, ver as fotos deles, comentar status, o negócio é o Facebook. O Orkut ainda domina por aqui, por ter chegado primeiro, mas, para que o Facebook o ultrapasse, é só questão de tempo: do ano que vem não passa", acredita o pesquisador Gustavo Rauber, que conduz um estudo na UFMG sobre a privacidade na rede social.

O Brasil não chega a aparecer na história como uma pedra no caminho do avanço mundial do império Facebook. Mas um personagem brasileiro tem papel central na história do livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, que inspirou o roteiro do filme. O relato dos bastidores da criação do site teve como principal fonte Eduardo Saverin, colega de Mark Zuckerberg, o nerd que tomou o fora da namorada e hoje é o mais jovem bilionário do mundo.

Eduardo foi o investidor inicial do projeto (colocou os primeiros US$ 1 mil para o aluguel dos servidores, seguidos de US$ 18 mil, quando o site ainda era restrito a algumas universidades americanas). No acordo inicial, testemunhado apenas pelos muros de tijolos de Harvard, tinha 30% da companhia e acabou vendo suas ações diluídas e ficando com 0,03%. Processou o Facebook, ganhou e hoje posta, em sua própria página pessoal na rede, mensagens simpáticas a Mark, como fotos de festinhas da universidade em que os dois aparecem juntos.

O nome de Saverin está de volta aos créditos da página, como cofundador do negócio que chegou, anteontem, ao terceiro lugar em valor de mercado, entre empresas de internet. Ultrapassou o e-Bay (US$ 39,3 bilhões) e está abaixo, apenas, da Amazon (US$ 74,4 bilhões) e do Google (US$ 192,2 bilhões), de acordo com a Bloomberg.




Números com crescimento impressionante fazem parte da vocação do Facebook, desde a origem, em 2004. Criado nos alojamentos de Harvard, o site surgiu restrito àquela universidade e, em dois dias, já contava com a adesão de todos os alunos. A expansão para outras universidades americanas garantia o modelo de rede social a que esses universitários estão acostumados: baseado em clubes finais, a que os estudantes eram convidados – ou excluídos. Assim como eles, o Facebook teria de ser "exclusivo, divertido e tornar sua vida melhor", nas palavras do Mark do livro e do filme.

A ideia era reproduzir, on-line, essa vida social universitária. Por isso, os botões de "curtir" e "cutucar" sempre estiveram lá. Com o tempo, agregou outros valores, como a facilidade com que se descobriria se a figura está solteira e em que está interessada.

Mark podia ser um gênio da computação e tal e coisa. Mas originalidade não era exatamente seu forte. Tanto que também foi processado por Tyler e Cameron Winklevoss, remadores populares em Harvard que convidaram Mark para ser programador de um projeto muito parecido, e iniciado antes do Facebook, chamado ConectU. O processo deles contra o jovem de cabelos enrolados terminou em acordo de US$ 65 milhões.

Para apimentar a trama com sexo, drogas e popularidade, entra na história Sean Parker, empresário conhecido por integrar a equipe inicial do Napster, o site de compartilhamento de músicas que revolucionou a distribuição de músicas e arranjou briga com gravadoras poderosas. O papel cai como uma luva no popstar Justin Timberlake. Sean capta investidores, leva a companhia para o Vale do Silício e, na visão do livro e do filme, tira o brasileiro Saverin da jogada. Dele, surgem ideias oportunas, como a criação dos álbuns de fotos, em pleno hype das câmeras digitais.

A intrigante trama cinematográfica, com diálogos ágeis e personagens interessantes, diferentemente do livro, focado em Eduardo, coloca Mark no centro dos acontecimentos. O Mark da vida real, no entanto, já deu entrevistas categorizando o filme de ficção: "A verdadeira história do Facebook é bem chata. Quer dizer, sentamos diante dos nossos computadore por seis anos e trabalhamos com códigos". O ex-melhor amigo Saverin também publicou declarações em uníssono: "A intenção do filme era ser entretenimento e não um documentário, baseado em fatos".

No Brasil, o avanço do Facebook encontra ainda resistência. O Orkut, rede social do Google, tem mais de 36 milhões de visitantes únicos. O Facebook tem 9 milhões. Mas, há um ano, tinha apenas 1,5 milhão. Depois que ultrapassou os muros de Harvard, parece não haver fronteiras para o avanço da companhia. Há rumores de que o

Google lance uma rede social de alcance global para competir (o Orkut faz sucesso só no Brasil e na Índia), mas nada de concreto ainda foi divulgado.

Fato é que hoje, no Facebook, os perfis de Zuckerberg e de Saverin não adicionam mais amigos. Viraram páginas oficiais. O máximo de interação permitida é o botão "curtir". Famoso "ame-o ou deixe-o". O perfil da suposta namorada que deu início à busca de Zuckerberg por uma ideia que o transformasse em um jovem notável pode ser encontrado na rede. Erica Albright, contudo, tem tudo para ser um fake. A começar por sua descrição: "Sou eu, a ex-namorada de Mark Zuckerberg". A moça, depois de tudo, certamente preferiria o Orkut. Informação da Mantrux do Brasil.




Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O reinado do Orkut como principal rede social do Brasil pode chegar ao fim ainda este ano. É o que indica análise do site Search Engine Wacht.com, sobre Brasil, Índia, Rússia e China, informou o AdNews, site brasileiro especializado no mercado publicitário.

banner-mantrux-250Segundo o estudo, cada um desses países tinha uma rede social predominante, que não o Facebook. O Orkut se firmou como dominante na Índia e no Brasil, mas o quadro começa mudar em favor da rede social de Mark Zuckerberg.

Por aqui, o Facebook tem apresentado crescimento acelerado desde o último trimestre do ano passado. Com base na curva de crescimento do Facebook mostrada pelo Google Trends, o analista Michael Bonfils conclui que por volta do final do terceiro quadrimestre deste ano, o Orkut perderá o posto de principal rede social do País. Na Índia, essa troca aconteceu em 2009.

O estudo atribui essa virada a alguns fatores, entre eles a expansão viral (amigos convidando amigos), a marcação de fotos (que incentiva o diálogo entre as pessoas), os critérios de privacidade (perfis são públicos por default e podem ser pesquisados por quem não é cadastrado no Facebook), os aplicativos de jogos (como "Farmville" e "Mafia Wars"), e as Fan Pages (páginas para pessoas jurídicas no Facebook, recurso que não existe no Orkut), que têm sido usadas por marcas para promoções.

A íntegra da pesquisa está em http://searchenginewatch.com/3642183

Relatório IBOPE Nielsen Online atesta: Alcance do Facebook FOI Maior Que o do Orkut em Agosto: 68,2% contra 64%, respectivamente. Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhoes de usuarios Unicos contra 29 milhoes do Orkut. O also Manteve o Twitter Tendência de Crescimento, com 14,2 milhoes de usuarios Unicos, OU 31,3%. Portanto, Segundo o Ibope, e Fato: em Agosto o Facebook FOI Líder los Audiência NAS Redes Sociais no Brasil .


Nenhum meio Início da Semana, o Ibope Nielsen Online nao confirmou OS Dados divulgados nd sexta-feira (09/02) Pela revista IstoÉ Dinheiro, Segundo OS cais Quais d'Orsay o Facebook térios superado o Orkut los numero de usuarios Brasileiros cadastrados. De acordo com o periódico, a Rede de Zuckerberg possui Cerca de 30 milhoes de Membros Posts Brasileiros, Mais Que o Orkut, Que si Manteve com 28,8 milhoes. Que nota como Diferentes Métricas São Paulo. Unicos usuarios nao necessariamente São usuarios cadastrados.


De QUALQUÉR forma, OS numeros do Ibope diferem das Estatísticas de julho de 2011 da Empresa de Métricas web comScore, divulgados um Pedido do IDG Now!. Para ela, o EM julho, o Orkut permanecia Líder, com 36,4 milhoes de Visitantes Unicos, enquanto Que Seu rival tinha 25,8 milhoes.


O Próprio o Facebook, no Início do MÊS, divulgou ter 25 milhoes de internautas cadastrados no Brasil.


Audiência Geral


O Acesso à internet los QUALQUÉR Ambiente (Domicílios, Trabalho, Escolas, lan houses UO Outros CRP) atingiu 77,8 milhoes de Pessoas Segundo Trimestre não de 2011, Segundo o Ibope Nielsen Online. ESSE NÚMERO AO 5,5% e superiores do Segundo Trimestre de 2010 e 20% Maior Que o faça Segundo Trimestre de 2009.


Do total de 61,2 milhoes de Pessoas com Acesso sem Trabalho UO los Domicílios, 45,4 milhoes foram usuarios Ativos em Agosto de 2011. Crescimento de 1,2% AO MÊS los Relação anterior e de 9,2% na Comparação uma de agosto de 2010.


O ritmo de OSU do Computador com internet also continuou crescendo e Chegou a 69 horas Por Pessoa em Agosto, representando aumento de 6,4 hum em% AO MÊS Relação anterior.


Outro dado Interessante: Em agosto, Em média, CADA Usuário brasileiro de Redes Sociais conectou-si, um cessos locais Por hum ritmo de 7 horas e 14 Minutos.


Fonte: IDG Now

Ao contrário do Ibope, a consultoria Comscore ainda aponta o Orkut como a rede social mais popular do Brasil. Porém, o Facebook teve um crescimento expressivo, com o mais que o triplo de usuários em um ano. O Facebook pode ultrapassar o Orkut em breve, caso esse ritmo seja mantido.

Há cerca dez dias, o Ibope disse que o Facebook ultrapassou o Orkut, rede social do Google.

Os dados da Comscore apontam que o Orkut saltou de 30,85 milhões de visitantes únicos em agosto de 2010 para 37,15 milhões no mesmo mês deste ano – aumento de 20%. 

No mesmo período, o Facebook passou de 9,09 milhões de visitantes para 28,58 milhões - crescimento de 215%. 

Em agosto de 2010 a diferença do Facebook para o Orkut era de 240%. EM um ano, esse percentual caiu para 30%. Se o ritmo de crescimento das redes se mantiver assim, o Facebook poderia ultrapassar o Orkut em dois meses.

Outras redes

A Comscore afirma que a terceira rede social mais acessada do país é o Windows Live Profile, rede social da Microsoft que tem vínculos com o popular programa de mensagens Windows Live Messenger. No total, essa rede tem 16,48 milhões de usuários.

O Twitter vem em quarto lugar, com 13,42 milhões de visitantes únicos. Em quinto lugar está a rede LinkedIn, com 1,45 milhões de usuários.

O Google anunciou mudanças no layout e novos recursos para suas comunidades na rede social Orkut.


As comunidades são consideradas há muito tempo o principal diferencial do Orkut em comparação a outras redes sociais como o Facebook. E o Google promete um investimento constante.


“Qual a parte que você mais gosta no Orkut? Nós aprendemos muito fazendo essa pergunta para nossos usuários. Uma das respostas mais frequentes é: Comunidades, um dos recursos mais adorados”, afirmou a empresa em comunicado.


As comunidades ganham um novo perfil, que permitirá incluir vídeos na descrição. E o Google parece mesmo ter ouvido as reclamações. Agora será possível também seguir as comunidades favoritas e receber novos tópicos na sua página inicial.


O Google também modificou recursos nos tópicos e enquetes, facilitando a visualização das respostas, organizando de forma que o usuário possa ver quem está falando com ele.


Moderadores e donos de comunidade poderão também fechar um tópico para finalizar uma discussão indesejada e reabri-la depois.


A equipe responsável pelo Orkut, localizada aqui no Brasil, liberou um fórum para quem quiser sugerir mais mudanças para as comunidades. Segundo o Google, em breve a empresa divulgará mais novidades para a rede social.


Fonte: Exame



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Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


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Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP


As vantagens que a internet oferece são inúmeras e a Tecnologia da Informação propaga este conhecimento rapidamente, criando novos cenários virtuais. As pequenas empresas podem se utilizar destes cenários e tirar proveito para os seus negócios. As redes sociais são uma destas vantagens da rede, que podem trazer retorno em divulgação e clientes para sua empresa.

Redes sociais são formas de interação entre pessoas que compartilham ideias, opiniões, sentimentos e amizades através de ferramentas computacionais utilizadas na web. Os vínculos entre os integrantes das redes são formados através de laços sociais, tais como interesses e afinidades, permitindo ao indivíduo aceitar ou não as solicitações de interação.

Diversas são as ferramentas e sites que promovem as redes:
- Sites de relacionamentos como o Orkut e o Twitter – Permitem a conexão entre os participantes, bem como os relacionamentos entre eles e as comunidades por interesses mútuos. Os participantes utilizam ferramentas de interação como fóruns, chats e blogs.
- Comunidades virtuais - Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais. Os participantes do grupo permanecem um tempo suficiente para que possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador (Wikipédia).
- Blogs - Estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem listas de amigos, que são os autores de outros blogs, e proporcionam muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem (Wikipédia). O “dono” do blog pode emitir opiniões sobre diversos assuntos e receber comentários de diversos leitores.

As pequenas empresas podem planejar estratégias de marketing para divulgar serviços, produtos e até relacionar-se com o cliente nas redes sociais. As vantagens são o baixo custo de infraestrutura, demanda focalizada (pois se pode anunciar nas comunidades de interesse específico), atendimento personalizado a cada cliente e, principalmente, a interatividade com o público-alvo.

Outro ponto favorável é o estabelecimento de um canal de comunicação direto com o cliente através do uso das ferramentas de redes sociais, que permitem “escutar” as reclamações e opiniões, verificando suas necessidades e, principalmente, tratando-o como único e não como mais um consumidor.

A internet vem evoluindo rapidamente, em especial no que diz respeito à interatividade, à facilidade em seu manuseio e à implementação de novas ferramentas nas redes sociais.  Isso tudo garante que sua utilização estará cada vez mais presente em todos os processos empresariais.

          
(*) Marcelo Tsuguio Okano é Mestre em Administração, professor de pós-graduação em redes da FIAP e consultor de TI para a área de servidores. Trabalha desde 2000 com projetos de virtualização para servidores Unix e Linux, participou de vários projetos de consolidação de servidores na IBM

Em julho, Facebook ultrapassou a marca de um milhão de usuários no Brasil, onde o Orkut é líder. 

Entenda as diferenças entre as redes.


No início de julho, a rede social Facebook superou a marca de um milhão de usuários no Brasil, segundo dados do blog Inside Facebook, em um comparativo com a rede social dominante no País, o Orkut, com 20 milhões de usuários.

O maior crescimento do Facebook no Brasil e também na Índia foi registrado nos últimos 60 dias - sendo que, só em maio, o número de usuários brasileiros desta rede social quase dobrou.

Entenda como funciona cada rede social e compare seus recursos, da interface às configurações de privacidade.

Interface

O layout da rede social deixa a critério do usuário o que ele quer visualizar na página inicial de seu perfil. É possível ver o chamado “feed de notícias”, que agrega todo tipo de atualização dos amigos. Se quiser, você pode visualizar somente as atualizações relacionadas a fotos, status pessoal, links ou páginas.

A maioria dos links para organizar o perfil ficam à direita - as solicitações são separadas por categorias, como amizade, grupos e eventos. O Facebook também sugere amigos de acordo com os contatos do usuário e destaca conteúdos interessantes da rede de contatos. Os lembretes de aniversário são enviados por e-mail se o usuário selecionar a opção na área de configurações.

A página inicial do Orkut mostra algumas de suas principais funções, como links para fotos, vídeos, depoimentos, uma lista com os próximos aniversários dos amigos - com a opção ativada - e um feed (agregador) com as atualizações dos contatos. Os recursos fotos e vídeos podem ser desativados da exibição, assim como o feed.

Para os fãs de interações com os amigos e até quem deseja apenas jogar games por meio de redes sociais, o Orkut ainda carece de opções em aplicativos - em variedade e eficiência. Os desenvolvedores usam a plataforma OpenSocial para criar as aplicações compatíveis.

Quem gosta de usar a rede social para mostrar o que sente, pode fazê-lo no Orkut pelo status, mas ainda de forma simples, com uma frase e um emoticon estático. É possível definir a reputação dos amigos - sexy, legal e confiável -, além de virar fã de alguém.

Destaques

O forte do Facebook está nos aplicativos - hoje a rede social tem mais de 52 mil - que se popularizam especialmente entre os adeptos de games, como lutas de zumbis ou pôquer, que podem interagir com os amigos pela rede social. Outros ajudam a integrar outras contas, como Twitter ou Flickr, ao perfil, enquanto outros aplicativos são da linha 'inúteis' - guerra de travesseiros ou envio de cervejas.

O famoso 'status' do Facebook, que define o humor, um pensamento ou algo que o usuário está fazendo, oferece a possibilidade de anexar foto, vídeo e ações como abraços - esta última de acordo com os aplicativos que o usuário instalou em seu perfil.

Com o sistema Facebook Connect, lançado no final de 2008, é possível se conectar automaticamente à rede por meio de outros sites - Google, Yahoo!, MySpace e OpenID - sistema que permite a portabilidade de dados em redes sociais - grupo que centraliza entre outros. Por meio da integração com os sites parceiros, a plataforma permite que o internauta - usando seu login e senha - saiba o que seus contatos e amigos estão fazendo em outros sites e redes sociais.

O forte do Orkut são as comunidades - que podem ser criadas caso você tenha uma ideia para tal. É comum visitar perfis em que um usuário é adepto a centenas e até milhares delas, cujos temas vão desde homenagens a músicos e poetas até frases populares como “Odeio segunda-feira”. Nas relacionadas a viagens, por exemplo, os participantes trocam experiências e dão dicas de passeios.

O bate-papo do Orkut é conectado ao Gmail - ou seja, na página da rede social é possível saber quem está usando o webmail. É possível configurar quem está autorizado a conversar.

No Orkut, todos os usuários podem salvar seus contatos em um arquivo no formato CSV (do inglês comma separated values), que é compatível com planilhas como o Excel, para que o usuários grave seus contatos no desktop.

Privacidade

Nas configurações de privacidade, a restrição de acesso ao conteúdo da página é extensa. Os critérios são permitir que redes e amigos do usuário vejam as informações, ou apenas amigos e até amigos de amigos. No perfil, é permitido restringir quem vê apenas informações básicas e quem vê cada tópico - de formação profissional a fotos.

O Facebook cria um perfil público do usuário, que pode ser desativado para que ele não seja encontrado em mecanismos de buscas. Para a pesquisa dentro da rede, são abertas opções para restrição de dados a serem mostrados na versão resumida do perfil.

No Orkut, o feed das atualizações pode ser desativado - ele deixa de ser exibido nos perfis dos amigos -, e dina é possível esconder suas visitas às páginas visitadas de outros perfis ou  evitar que amigos marquem pessoas em  comum nas fotos de seus álbuns.

Também é possível restringir quem solicitará a amizade e o acesso ao conteúdo do perfil - recados, álbuns de fotos, vídeos e outros podem ser vistos apenas por amigos, amigos de amigos ou por todos. Para quem não deseja receber notificações por e-mail de todos os contatos, basta separá-los por grupos e classificar de quais deseja receber mensagens.

Por segurança, a rede social pergunta se o usuário tem certeza antes de abrir um link enviado por um amigo pela página de recados.

Por Lygia de Luca, do IDG Now!

Sep 13

Na atualidade Internet é o médio preferido para conhecer gente, unir, falar com os amigos, compartilhar fotos e comentários. Em Mimdich temo-lo muito presente e por isso trabalhamos duro dia-a-dia para seguir sendo o melhor sito para conhecer gente nova de todo mundo.
Em Mimdich é possível conhecer gente de Espanha, Brasil, Rep. Dominicana, México, Colômbia, EE.UU, Itália, Japão, Portugal, Rússia entre outros muitos países mais. A melhor forma de conhecer gente em Mimdich é desde seu buscador de pessoas. Simplesmente há que introduzir palavras relacionadas com o que queira encontrar como por exemplo: conhecer gente, unir, falar por messenger, garotas, garotos, Madri, Rio de Janeiro, etc.. a seguir mostra-se os resultados de busca na que aparece todas as pessoas buscam o mesmo.
Visitando os perfis pode ser visto as fotos do usuário, deixar comentários Graffities (texto, imagem, enlace), solicitar sua amizade, enviar correio, falar por messenger ou bate papo.

É a melhor maneira de aumentar a rede de contatos grátis e conhecer amigos novos na Net, com os que manter uma comunicação direta e útil. Como já sabemos existem variedade de sítios para contatar com pessoas que já conhece, mas em Mimdich oferecemos algo diferente como a possibilidade de entrar em contato com pessoas de todo mundo, com as que compartilhar experiências, conhecer diferentes culturas, idiomas, amizade e amor.




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