Numa altura em que os políticos apostam cada vez mais na Internet, o PS não esconde a admiração pelo desempenho da campanha de Barack Obama e mostra-se apostado em tentar importar o modelo nas legislativas.


Sabendo que é impossível e perigoso ignorar o peso crescente que a Internet tem na vida das pessoas e no modo como elas comunicam, cada vez mais os políticos apostam em sites, blogues e, sobretudo, nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook para se aproximarem das legislativas.


Seguindo o exemplo do presidente norte-americano, Barack Obama, o PS parece apostado em expandir-se na rede, sobretudo com o aproximar das eleições legislativas, agendadas para 27 de Setembro.


Os socialistas promovem, esta terça-feira, a conferência “Democracia interactiva: promover a participação dos cidadãos”, que vai contar com dois especialistas que criaram a interactividade Obama online e o jornalista Paulo Querido, um dos mais influentes e bem informados habitantes da rede.


À TSF, Paulo Querido explicou que para que a Internet seja uma arma poderosa na política necessita de três ingredientes: espírito de aventura para «trilhar um caminho novo», transparência, já que na web todo o discurso que é artificial é desmontado em tempo real, e «paciência» porque nas redes é preciso «construir uma reputação».


Para o jornalista, «o momento ideal» para os políticos se lançarem na aposta na Internet teria sido há «uns meses antes», mas «mais vale irem já» para não perderem «esta oportunidade».


Apesar de a Internet não chegar à quantidade de pessoas a que chega a televisão, Paulo Querido destacou que «há um enriquecimento da coisa política, quando um político e um cidadão trocam comentários ou opiniões sobre assuntos». Uma vez que «aproxima eleitos de eleitores», os políticos podem ter muito a ganhar.


Depois de Obama ter tirado muito partido da web, Paulo Querido aguarda a forma como, em Portugal, os políticos vão tentar imitar o Presidente dos Estados Unidos na utilização dos blogs, do Twitter e do Facebook.

Não faz muito tempo, entrava-se na internet para navegar. Agora, não: estar fora de uma rede social é quase como estar offline. Orkut, Facebook, MySpace, Ning, etc - e agora o Twitter - vêm mostrando sua força a cada ano que passa. Segundo pesquisa da Nielsen, pelo menos dois terços dos internautas no mundo (em números, um bilhão de pessoas) costumam visitar redes como essas e blogs, e o tempo gasto nelas equivale a 10% de todo o tempo passado na web.

Os dados levam à constatação de que o comportamento online mudou significativamente. Só nos EUA, diz um estudo da Pew, 11% dos adultos online, especialmente os mais jovens, usam o Twitter para dar updates do que estão fazendo todos os dias. A Nielsen diz que o aumento de usuários entre maio de 2008 e maio deste ano entre os twitteiros foi de 1.448%. O que espanta é como essa gente toda consegue tempo para gerenciar tantos perfis espalhados. O repórter que vos escreve, por exemplo, tem Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter e se equilibra na cibercorda bamba para acessar todos eles esporadicamente. A advogada e designer Andrea Augusto, diante do mesmo dilema, tomou uma decisão drástica.

- Houve uma época em que saí me inscrevendo em todas as redes sociais, mas depois vi que, se quisesse realmente participar, teria que reduzir, e foi o que fiz - conta Andrea, que hoje usa mais o Orkut e o Twitter. - Este último é a moda do momento, e quando surgiu, era como o Orkut, ninguém entendia para que servia (risos). Até hoje tenho minhas dúvidas se entendo, mas indiscutivelmente é onde eu fico mais tempo.

Certamente as redes sociais são em parte responsáveis pela explosão da informação recenseada todos os anos pela gigante da área de armazenamento de dados EMC. A última conta, feita há algumas semanas, diz que temos hoje circulando por aí 3.892.179.868.480.350.000.000 de dados (ficou difícil de ler o número? A gente ajuda: 3 sextilhões, 892 quintilhões, 179 quatrilhões, 868 trilhões, 480 bilhões e 350 milhões de informações no formato digital).

E isso só tende a aumentar com os futuros planos da indústria de celulares e telecom para o aumento da banda larga sem fio no mundo.

- Ela pode ajudar, e muito, a dar mais acesso a quem ainda está offline [4,37 bilhões de pessoas no mundo], pois é mais barata de implantar - afirma Chris Pearson, presidente mundial da 3G Americas, entidade que congrega a turma da tecnologia celular GSM e seus derivados.

Imaginem quando esses sem-rede entrarem e começarem a postar e twittar.

Incrementa o sucesso das redes sociais o fato de poder puxar muitos de seus amigos de uma rede antiga para uma nova (como os do Orkut para o Facebook), ou de associar blogs do Blogger ao YouTube, permitindo postagens instantâneas na hora em que se assiste a um vídeo, por exemplo. Aliás, o desejo dos usuários de ver vídeos é que o que anda segurando o mal das pernas MySpace, que há pouco fechou seu escritório no Brasil. Na semana passada, enquanto o Facebook (o líder das redes, com 200 milhões de usuários) apresentava 144 milhões de visitantes, o MySpace ainda abiscoitava 116 milhões de visitantes de olho nos clipes.

Vários profissionais utilizam as redes sociais para se comunicar com os colegas e também para postar updates sobre seus trabalhos. Um bom exemplo é a banda Cine, cujo guitarrista, Dan, diz não conseguir mais viver sem MySpace e Twitter.

- O MySpace tornou-se meu canal de comunicação com os amigos de música. Não só meu, da banda inteira. Lá troco ideias, descubro bandas novas e mantenho contato com os fãs-clubes do Cine - diz Dan. - Fiz uma grande amizade com os caras de duas bandas de pop punk dos Estados Unidos, Chase Amy e We Say Summer. Nos conhecemos por curtir o mesmo som e hoje trocamos opiniões sobre músicas, festivais e cenas de rock.

Já o Twitter era inicialmente usado para publicar atualizações sobre as gravações do disco da banda, mas logo Dan criou o seu próprio.

- Não me imagino sem ele, é viciante. E posto direto do celular, de onde estiver.

Já Crib Tanaka, coordenadora de moda da Espaço Fashion e veterana blogueira, lembra que antes das redes sociais, o próprio ambiente do ciberespaço modificou, para o bem ou para o mal, a vida das pessoas.

- Desde o âmbito do trabalho, até a vida pessoal, tudo mudou: ritmo, comunicação, tolerância ao tempo de resposta (quanto mais ágil, melhor) - afirma. - As redes sociais, antes consideradas um mundo à parte, hoje são extensão da vida real.

Crib lembra que, até a época do surgimento do Orkut, muito se falava sobre a vida virtual como uma coisa separada, distante. Hoje, isso mudou.

- Sendo radical, mas resumindo: se você não está na rede, não existe. Tenho Orkut, Facebook e Twitter. Dessas, a que mais gosto é o Facebook, que junta um pouco de cada coisa - conta ela, que acha ainda que as redes sociais abriram as possibilidades de interação entre o mercado e seus clientes.

O músico e produtor Henrique Band, que está lançando seu primeiro CD, é um fervoroso defensor do MySpace e da possibilidade que ele oferece de se conectar com colegas do mundo inteiro.

- Tenho a impressão de que ele virou a segunda coisa mais importante da internet para muitos usuários - comenta. - A primeira é você ter um email, que seria como o seu documento de identidade; logo depois viria o MySpace, que lhe dá o direito de ser uma loja+rádio+televisão+chat+revista musical. E sem aquele peso de frases como "cara, você precisa conhecer a minha página na internet" (risos).

Isabella Taviani (à direita) com Marina, que foi sorteada no Twitter para visitá-la / Crédito: Divulgação

A cantora Isabella Taviani, que antes atualizava esporadicamente seu blog, mergulhou de cabeça no Twitter, onde posta (via laptop ou telefone celular) o que acontece na gravação de seu novo disco, que está em fase de mixagem.

- Também tive a ideia de fazer um projeto "reality": filmei todo o processo do CD, desde as primeiras reuniões com a gravadora até agora, e botei tudo no YouTube (com links também no Twitter) - conta a cantora. - Inclusive, estou passando todos os vídeos para meu novo canal oficial no YouTube ( www.youtube.com/user/isabellataviani ), cujo domínio obtive recentemente.

Isabella até usou o Twitter para sortear uma visita ao estúdio entre seus seguidores. Ganhou a jovem Marina Vieira.

Nem todos os internautas são entusiastas das redes sociais. Carlos Afonso, um dos pais da internet brasileira e membro do Comitê Gestor, acha que há riscos envolvidos no processo.

- Eu raramente coloco informações minhas em servidores sediados nos Estados Unidos - revela. - A única exceção é o Gmail, como conta de email pessoal e emergencial, que quase nunca utilizo para qualquer coisa realmente relevante.

Afonso diz que se cadastrou no Orkut e no Ning, mas não os usou de fato.

- Acredito que esses sistemas de redes sociais só fazem sentido para grupos com interesses comuns em que há um certo nível de confiança mútua - e mesmo assim em intranets onde você tem segurança sobre o local onde os dados estão armazenados e sobre a proteção à privacidade de suas informações.

O resto, diz ele, é como qualquer joguinho cujos inventores aproveitam para monetizar as visitas aos perfis (e as próprias preferências destes).

- E eles ganham muito dinheiro com isso.

A visão pessimista de Afonso não é compartilhada pelos alunos e professores do curso de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). João Fanara, aluno do 1 período, não perdeu tempo em pedir ao professor Kleber Mendonça, da disciplina Fundamentos Linguísticos, para criar uma rede de networking a fim de postar o material das aulas na web de modo a compartilhá-lo e permitir um maior debate sobre os temas. Logo estava criado o sitewww.estudosdemidia.com.br , aberto a todos os interessados não só em linguística, mas nas novas mídias em geral.

- A ideia era centralizar as informações sobre as aulas num único lugar, para melhor acesso - conta João. - E também criaremos um acervo que ficará disponível para os próximos estudantes que chegarem.

Para Kleber, a lógica das redes sociais representa uma quebra de paradigma e é o maior sinal da chegada da convergência digital ao nosso cotidiano.

- A geração mais jovem já funciona dentro dessa lógica da colaboração, do tempo real - diz. - E eu interajo com eles na rede social. Por exemplo, depois de apresentar na sala um programa de TV que deveria ser analisado, numa velha fita VHS, ela foi digitalizada, e a coloquei no meu perfil no site, o que contribuiu para um debate mais amplo.

Empresas que lidam diretamente com a internet também já perceberam o potencial da tendência. Só para citar um exemplo (há muitos outros), a Locaweb tem dois canais no Twitter.

Um dos canais da empresa, explica Victor Sebastian, seu diretor de marketing, é justamente o recurso final de suporte aos clientes.

- O que não foi resolvido através dos canais normais de atendimento (telefone, email, chat, wiki e fórum) vai para o Twitter - diz Victor.

Zélia Duncan: contato com compositor francês só deu certo via MySpace / Crédito: Divulgação

A cantora Zélia Duncan ainda não movimenta seu Twitter, mas pretende fazê-lo, pois já percebeu seu poder.

- Já no MySpace sou eu que mexo, eu que decido quem entra, e há um critério musical/profissional - conta. - Foi por isso que consegui falar com o compositor francês Alex Beaupain, de quem fiz duas versões para o disco novo, que ouvi na trilha do filme "Les chansons d'amour", de sua autoria.

Ela revela que só a rede social permitiu o contato entre os dois artistas, já que os canais convencionais não ajudaram em nada.

- Através dos meios de sempre, ou seja, do contato entre escritórios, não tivemos resposta. Era quase desrespeitoso o jeito como a editora francesa respondia à Universal Music. Porém, quando falei de artista para artista, funcionou muito bem - comenta.

Zélia deixa bem claro para os fãs que seu MySpace é um espaço mais voltado para seu lado profissional.

- Eu já respondo a todos pelo meu site, não há motivo pra entupir o MySpace improdutivamente.

O advogado Ronaldo Lemos, presidente do iCommons, diz que o Orkut - xodó dos brasileiros conectados, dos quais 35 milhões têm perfis ativos lá - foi muito importante, pois ensinou a muita gente como botar conteúdo online (fotos, posts, vídeos....).

- E o papel das redes sociais continua a crescer e se tornar cada vez mais importante. Por exemplo, no ano que vem, por causa das eleições, essas redes vão ficar eletrizadas politicamente - diz Ronaldo, que usa várias delas e considera o Twitter uma rede social "ao vivo". - Será nossa primeira eleição a contar com essa e-massa crítica relevante, que não pode ser ignorada. Não será surpresa se tivermos nossos primeiros candidatos eleitos (ou não!) por causa da mobilização de "muitos para muitos" feita através das redes sociais.

O Congresso Nacional que se cuide.


Fonte: O Globo

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamento. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer novas pessoas - e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line.

Os brasileiros já dominam o Orkut, site pertencente ao Google e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou nos primeiros cinco meses deste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 5 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um para atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país do mundo existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Os números despertam algumas questões a respeito do tipo de amizade que se está construindo na internet. Qual o impacto de tais sites na maneira de as pessoas se relacionarem? Eles, de fato, diminuem a solidão?

Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal." 

Os sites de relacionamento, como qualquer tecnologia, são neutros. Eles são bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. As redes sociais on-line deveriam fazer parte da lista de produtos que vêm acompanhados daquela frase: "Use com moderação." Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. Nas últimas semanas, por exemplo, o Twitter foi acionado pelos iranianos para denunciar, em mensagens curtas e tempo real, a violência contra os manifestantes que reclamavam de fraudes nas eleições presidenciais. Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamento pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz-de-conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidos pelo véu da impessoalidade.

Ao contrário do e-mail, sites como Orkut, Ning, Facebook e Twitter, por seu grau de instantaneidade, criaram esse novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo. Lev Grossman, colunista de tecnologia da revista americana Time, revelou há pouco ter decidido cancelar sua conta no Twitter porque percebeu que estava ficando mais interessado na vida alheia do que na sua própria.

A produtora cultural Liliane Ferrari, de São Paulo, é extrovertida e comunicativa. No entanto, como trabalha em casa e tem uma filha pequena, considera ter pouco tempo para se encontrar pessoalmente com os amigos. Em compensação, passa duas horas por dia atualizando e conferindo os dezenove sites de relacionamento e blogs dos quais faz parte. Mas já está ficando apreensiva. "Quando fico conectada com um monte de gente por muito tempo, tenho a impressão de que, no fundo, não conheço ninguém. É uma coisa meio esquizofrênica, parece que estou ficando louca", diz Liliane. Ela não tem dúvida de que, em relação aos amigos mais íntimos, nada substitui o contato pessoal. "Quando se desabafa com um amigo pela internet, alguns sinais de afetividade são deixados de lado, como o olhar, a expressão corporal e o tom de voz", diz a psicóloga Rita Khater, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Cada perfil nos sites de relacionamento pode ser comparado a um pequeno palco. Esse exercício até certo ponto teatral é, no entanto, apresentado a uma audiência invisível. "Como não estamos vendo nossos espectadores, somos incapazes de observar sua reação ao que estamos fazendo e, com isso, ficamos à vontade para nos expor mais do que seria prudente", disse a VEJA Barry Wellman, professor de sociologia da Universidade de Toronto, no Canadá. As táticas para driblar a superexposição nas redes sociais on-line são variadas. Há quem mantenha dois perfis no mesmo site: um para laços fracos, com informações pessoais mais contidas, e outro para laços fortes, em que se pode permitir um grau de exposição maior.

A atriz Mel Lisboa teve, durante algum tempo, um perfil com pseudônimo no Orkut, por meio do qual mantinha contato apenas com os amigos mais próximos. Quando os fãs descobriram, ela passou a receber pedidos incessantes de entrada em sua lista de amigos. "Era uma situação complicada, porque eu não estava ali para divulgar o meu trabalho", diz Mel. "Eu ficava sem graça de recusar um pedido de autorização e acabei desistindo do Orkut." Atualmente, há uma página com o nome e a foto dela no site, mas é falsa. Alguém se passa por ela. Outra forma de manter a privacidade on-line é usar os filtros, disponíveis em muitos sites, que permitem selecionar quais amigos podem ver determinadas partes do perfil pessoal. 


Ao fim e ao cabo, usar as redes sociais para fazer uma infinidade de amigos – quase sempre não muito amigos - é uma especialidade brasileira, húngara e filipina. Esses são os países com mais usuários com mais de 150 contatos virtuais. Uma pesquisa nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que 91% dos adolescentes usam os sites apenas para se comunicar com amigos que eles já conhecem. Parecem saber que, como dizia Aristóteles, amigos verdadeiros precisam ter comido sal juntos. O que você está esperando? Saia da sua página virtual, pare de bisbilhotar as dos outros, dê um tempo nas conversinhas que só pontuam o vazio da existência e vá viver.

Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes)

Atenção, empresas: quem ficar só no site corporativo está jogando dinheiro fora. É preciso monitorar as redes sociais e não apenas manter uma presença na web. Essas são as principais conclusões de uma pesquisa da E.Life sobre o uso de redes sociais por consumidores que querem comentar suas experiências de compra. De acordo com o estudo, neste campo, o Twitter cresceu de apenas 3,8% no ano passado para 23% em 2009, atrás apenas do imbatível Orkut, utilizado por 45,9% dos internautas com esse fim no Brasil. O Blogspot (12,5%) aparece em terceiro lugar, seguido do Reclame Aqui (8,9%) e do Yahoo! Respostas (4,2%).

Os depoimentos geralmente são de pessoas que usam as redes sociais para relatar experiências de compra positivas ou negativas. Mas o que deve gerar maior atenção, segundo Alessandro Barbosa Lima, CEO da E-Life, são os consumidores que usam os sites para decidir compras futuras.

- É aí que está a oportunidade para as empresas - diz ele. - Especialmente nas compras complexas, que trazem envolvimento emocional ou questões técnicas.

E os internautas, de maneira óbvia até, preferem comentar, comprar, tirar dúvidas e reclamar de atendimento nos fóruns $já utilizam normalmente, as redes que frequentam no dia-a-dia para se relacionar com amigos, colegas de trabalho, etc.

O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão

- O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão - afirma Alessandro.

As empresas precisam estar atentas também à forma como essa relação se dá em cada tipo de site. No Orkut as discussões se registram nas comunidades, mas não necessariamente no grupo específico de determinada marca. Já no Blogspot (e blogs em geral) encontram-se textos mais longos e elaborados:

- Nos blogs as pessoas têm mais espaço e escrevem com mais profundidade, mas não em Orkut e Twitter. No Twitter as pessoas publicam problemas mais imediatos, como os de uma fila no banco.

Numa busca no Google, experiências de consumidores narradas no Twitter ainda não são visíveis, mas o Reclame Aqui aparece bem. O site cria rankings das empresas mais e menos participativas, de acordo com o número de respostas. Como o conteúdo é aberto e não exige cadastro, buscas por problemas com produtos variados costumam levar ao site.

Fonte: O Globo

"Morra no mundo virtual para aproveitar melhor a vida real". Essa é a ideia do serviço Web 2.0 Suicide Machine (algo como Máquina do Suicídio da Web 2.0, em inglês), que se propõe a ajudar os internautas a se desconectarem de redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn. As informações são do R7.

Quando o usuário digita os dados sobre suas contas desses sites, o sistema entra no perfil, troca a senha e começa a deletar informações pessoais e limpar a lista de amigos. Na verdade, a conta do internauta no Facebook, por exemplo, continua existindo, mas a ideia é que ela não possa ser usada. Mas cuidado: não dá para desistir do "suicídio" depois que o processo é iniciado.

A página diz que uma pessoa com mil amigos no Facebook demoraria 9 horas e 35 minutos para completar o processo manualmente. A promessa é que, no automático, isso leva 52 minutos.

Por enquanto o serviço não funciona para o Orkut, mas os donos do site dizem estar trabalhando para ajudar os internautas a "se livrarem" das contas mantidas pelo Google, o que incluiria a rede social mais usada no Brasil.

O site pede que os usuários "se encontrem novamente com seus vizinhos reais", depois da morte virtual. "Tente ligar para alguns amigos, faça uma caminhada no parque ou compre uma garrafa de vinho e comece a aproveitar sua vida real novamente. Alguns ´suicidas virtuais´ informaram que suas vidas melhoraram em cerca de 25%. Não se preocupe se você se sentir vazio depois do procedimento: isso é uma reação normal que vai desaparecer lentamente em um período de 24 a 72 horas", brinca a página em uma explicação sobre os seus serviços.
Qual é o seu grau de influência no Twitter? É exatamente isso que diversos sites estão agora prometendo avaliar, aplicando rótulos a tudo que pode ser medido, desde elaborar o cálculo de seu “capital social” até deixá-lo deprimido com um diagnóstico de “baixa eficiência no Twitter”.

Esses sites de classificação no Twitter diferem na forma como os cálculos são feitos – alguns serviços básicos levam em conta apenas os números de tweets, retweets e seguidores, enquanto outros usam algoritmos mais complicados para determinar os resultados.

Muitos usuários de Twitter aderem ao microblog por uma necessidade de inflar o ego, ou para se comparar a seus pares, explica Dan Schawbel, especialista em marca pessoal (personal branding, em inglês) e autor do livro Me 2.0. Ele argumenta que esses rankings também oferecem uma visão interessante sobre o que você pode fazer para se tornar mais presente no microblog. Mas o autor alerta: cuidado para não concentrar o foco apenas em seus rankings. “Você vai perder a oportunidade de construir relacionamentos reais com as pessoas”.

Eis uma lista de cinco sites de classificação para o Twitter, com uma descrição de como cada um determina seu valor, posto e influência. Mesmo se não for um fã dos rankings, essas ferramentas deveriam merecer sua atenção – seus colegas e potenciais empregadores podem usá-los justamente para julgar você.

Buzzom – O recurso estatístico deste site analisa suas informações no Twitter e mostra um número de gráficos e tabelas que descrevem seu perfil e medem sua influência na Twittersfera. Seu ranking de “influência”, por exemplo, é calculado determinando-se a razão entre o número de pessoas que você segue e o número de pessoas que estão lhe seguindo (sua pontuação será mais alta se as pessoas quiserem segui-lo mesmo que você não as siga de volta). Sua pontuação de “retweet” é determinada pela freqüência com que outros retuítam suas mensagens, e sua “eficiência no Twitter” é determinada pela comparação entre sua taxa de tweet a seus seguidores – se você tuíta com freqüência e tem poucos seguidores, seus tweets são considerados “perdidos” e você receberá uma pontuação baixa. Por fim, sua pontuação geral (que o Buzzom chama de “InRev TwitIn Score”) é calculada levando todas essas pontuações em consideração.

Topsy – O Topsy funciona principalmente como uma ferramenta de busca no Twitter, mas também categoriza os usuários do Twitter como “influentes” ou “altamente influentes” baseado em alguns fatores, incluindo com que freqüência você é citado em tweets e quão influentes são as pessoas que tuítam sobre você ou sobre os links que você publica. Por exemplo, o site afirma que “Se Alice retuíta um tweet de Bob, e Carol retuíta Alice, o tweet do Bob atingiu não apenas  a audiência de Alice, mas também a de Carol”. Quanto mais influentes são as pessoas que o retuítam, maior será sua influência. O Topsy premia com o título de “altamente influente” cerca de 0,2% de seus usuários, enquanto 0,5% são considerados “influentes”.

Twinfluence – O Twinfluence lhe dá quatro rankings, depois que você entre com seu nome de usuário e permita o acesso a sua conta do Twitter. O “reach ranking” é seu ranking geral comparado com outros usuários que já foram avaliados pelo site. O porcentual próximo a esse número é seu grau; o Twitinfluence diz que um grau de 75% indica que você tem um “reach” (que é o número de seguidores que um usuário tem, mais todos os seguidores de seus seguidores) mais alto que o de ¾ de outros usuários que ele analisou.

O próximo grupo de estatísticas analisa sua “velocidade”, “capital social” e “centralização”. A velocidade mede o número de seguidores de primeiro e segundo grau atraídos por dia desde que você criou sua conta. Quanto maior esse número, mais rapidamente você tem acumulado sua influência. O capital social mede quão influente seus seguidores são. Um valor alto indica que a maioria dos seus seguidores também tem um bom número de seguidores. O capital social varia de “muito baixo” a “muito alto”, em comparação com outros cuja rede tem o mesmo tamanho que a sua. O último item, centralização, mede quanto de sua influência é investida em um pequeno número de seguidores, e é classificada de “muito frágil” a “muito resiliente”. Se você tiver baixa centralização, seu alcance não será muito reduzido se alguns usuários com perfil alto pararem de segui-lo, por exemplo.

Twitter Grader – O Twitter Grader leva seis fatores em consideração na hora de classificá-lo como usuário do Twitter: o número de seguidores que você tem (mais seguidores = maior grau), o poder de seus seguidores (se você é seguido por pessoas com um alto grau, isso conta mais), atualizações (mais geralmente equivale a um grau maior), freqüência de atualizações (uma data recente na sua última atualização lhe dará notas altas) e a taxa seguidores/seguidos (quanto maior a taxa, melhor). Esses seis fatores determinam sua pontuação. O cálculo de “grau” é a porcentagem aproximada dos outros usuários que têm uma pontuação igual ou menor. Seu posto é baseado em como os outros usuários pontuaram; essa será sua posição na lista. Schawbel diz que o Twitter Grader é sua ferramenta favorita para medição de influência no Twitter.

TwitterScore – O TwitterScore é uma ferramenta básica que julga sua “popularidade” no Twitter. Digite seu nome de usuário e dê permissão ao site para acessar sua conta. Seu “Twitter Score Report” aparecerá, dando-lhe uma posição em relação a 90 mil usuários. O relatório também mostrará o número de seguidores, amigos (que ele considera como as pessoas que você segue e que também lhe seguem), e o número de atualizações já publicadas. O TwitterScore considera essa informação (ou, como diz, “nós levamos em conta seus seguidores e a popularidade deles, a quantidade de pessoas que você segue e  a quantidade de atualizações que você já publicou e outras poucas coisas...”) para determinar sua pontuação no Twitter, de zero a dez.
Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado - o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.
.
Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.
.
Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.
.
Mais pessoas gastando mais tempo.
.
Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!”
.
Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar - e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Infosfera
Twitter

Uma pesquisa divulgada pela empresa de análise em tráfego de internet RJMetrics indica que 40% da base de 75 milhões de usuários cadastrados no serviço de microblogs Twitter jamais tuitou. Deste total, de acordo com a empresa, considera-se a base ativa apenas 20% --ou por volta de 15 milhões de usuários que fazem uso intenso do serviço.


Cerca de 25% das contas não possuem seguidores. Apenas 17% enviaram tuítes em dezembro de 2009. E 80% dos usuários tuitaram menos de dez vezes.


Em dezembro, o Twitter ganhou por volta de 6,2 milhões de novas contas mensais (ou de duas a três por segundo) --o que representa um número 20% menor do que em julho de 2009, mês no qual mais ganhou usuários (7,8 milhões).


O usuário do Twitter têm, em média, 27 seguidores --número mais baixo do que o medido em agosto, quando a média era 47. "Um terço da base de usuários do Twitter entrou nos últimos quatro meses, e nós sabemos que usuários adquirem mais seguidores ao longo do tempo em que eles estão na plataforma."


"Quando você vê os novos registros de conta, ninguém pode discordar que o Twitter está tendo um crescimento meteórico [o que é bom]. No entanto, a média de novos usuários tem reduzido significativamente em relação ao seu ápice [julho] e muitos usuários jamais usaram suas contas [isso é mau]", indica o relatório, nas conclusões finais.

 

Os internautas mais jovens estão perdendo o interesse nos blogs e se voltando cada vez mais para formas mais curtas e portáteis de comunicação pela rede, enquanto a popularidade dos blogs entre os mais velhos se mantêm inalterada, segundo indica uma pesquisa americana. 

Segundo o estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006. 

Os adolescentes que disseram ter feito comentários em blogs de colegas caiu de 76% para 52% no mesmo período. 

A pesquisa indica que os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas em sites de redes sociais ou de micro-blogging, como o Facebook ou o Twitter, ou acessar a internet pelo telefone celular. 

Ao mesmo tempo, a proporção de internautas adultos que disseram manter um blog na rede se manteve constante de 2006 para cá, em cerca de 10%. 

Apesar de a popularidade dos blogs ter se mantido constante de uma maneira geral entre os adultos, a pesquisa mostra uma diferença clara quando analisados os dados entre os grupos por faixas etárias específicas. 

A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%. 

Redes sociais 

Se por um lado a popularidade dos blogs tradicionais vem caindo entre os mais jovens, segundo indica a pesquisa, os dados mostram um envolvimento cada vez maior dos adolescentes em redes sociais na internet. 

Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e "as pessoas não acham a leitura tão divertida". 

De acordo com o estudo da Pew, 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008. 

A pesquisa indica ainda um aumento da popularidade do acesso à internet pelo celular - 55% dos jovens entre 18 e 29 anos e 27% dos adolescentes de 12 a 17 disseram acessar a rede dessa maneira. 

Outro resultado interessante da pesquisa é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou micro-blogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens do que entre os adolescentes. 

Segundo o estudo, 8% dos adolescentes leem postagens ou escrevem no Twitter, contra 19% dos adultos maiores de 18 anos. Na faixa etária entre os 18 e os 29 anos, o uso da rede de micro-blogging chega a 37%. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

O Google está preparando um novo ataque a uma das poucas áreas onde ainda não conseguiu lançar um produto de sucesso na internet: as redes sociais. A gente sabe que o Orkut bomba no Brasil, mas esse êxito é localizado demais para satisfazer uma empresa do tamanho do Google. Agora, o Gmail irá ganhar uma nova função de atualização de status, similar à existente no Facebook e Twitter.

publicidade

Hotel Porto SeguroCapitania Hotel

Reserve seu hotel em 71 países. SEM TAXAS!

www.minhareserva.com

Atualmente é possível colocar uma mensagem personalizada sob o seu nome no Gmail, mas a função remete mais aos recados estáticos que já existiam no MSN do que às conversas dinâmicas e descentralizadas do Twitter. O Gmail ganhará também uma integração com o YouTube e o Picasa, da mesma forma que o Yahoo!Mail já tem com o Flickr.


As novidades devem ser anunciadas pelo Google nesta terça-feira, num evento que a empresa está preparando para a imprensa em sua sede em Mountain View, Califórnia. Ainda não se sabe detalhes sobre as mudanças. Não há informações, por exemplo, se o usuário poderá receber suas mensagens do Facebook e Twitter pelo Gmail.


Além do Orkut, o Google tem também o Profile, onde os internautas podem criar perfis com suas informações pessoais. No ano passado, a empresa lançou a versão Beta do "Google Wave", que traz diversas funções de rede social, permitindo a troca de informações e criação de documentos em tempo real. Nenhum desses serviços alcançou grande popularidade, mas uma integração futura entre eles promete ser bastante interessante.


No mundo das redes sociais os gigantes da internet ficaram para trás. O Google ainda tenta encontrar seu caminho, enquanto a Microsoft optou por firmar parceria com o Facebook, maior rede do mundo com mais de 400 milhões de usuários. O Twitter é o guerreiro independente e já fez acordos para abastecer com as atualizações de seus usuários as ferramentas de busca das duas empresas.

Estado criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará da gestão de perfis em sites como Twitter, Orkut, Facebook e YouTube.

 

O Governo do Estado do Rio de Janeiro resolveu aderir às redes sociais. Para isso, criou na última semana um Núcleo de Comunicação Digital que cuidará dos novos perfis “GovRJ” no Twitter, Orkut, Facebook, de um canal de vídeos no YouTube e de uma galeria de fotos no Flickr.

Segundo informações divulgadas no site do governo carioca, a intenção deste projeto é possibilitar que a população que acessa estas redes possa se relacionar com o órgão de maneira institucional. O governo se apoia em pesquisa recente do Vox Populi, segundo a qual os sites e blogs são hoje a segunda principal fonte de informação da população, perdendo apenas para a TV.

Nessa pesquisa, as redes sociais foram citadas como principal fonte de informação por 2,7% dos entrevistados, ficando à frente das versões online dos jornais (1,8%) e das revistas impressas (0,8%).

Esta não é a primeira vez que um governo estadual passa a integrar alguma rede social. Em São Paulo, por exemplo, tanto o governo do Estado quanto a prefeitura da capital e suas secretarias possuem perfis institucionais nos mais diversos sites de relacionamento da internet.

Criminosos antenados, tremei! Autoridades americanas podem estar seguindo seus passos nas redes sociais na internet, como Facebook, MySpace, LinkedIn e Twitter.

 

Documentos do Departamento de Justiça e da Receita Federal americana (IRS) obtidos pela Fundação Fronteira Eletrônica (EFF, na sigla em inglês) revelam alguns procedimentos segundo os quais agentes do FBI e fiscais da Receita podem fazer uso das redes sociais para fins investigativos.

 

Os documentos foram publicados esta semana no site da EFF, após terem sido obtidos por meio de um processo judicial apresentado com base no Ato de Liberdade de Informação por um grupo de direitos eletrônicos sediado em San Francisco e pela Clínica Samuelson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

 

Os documentos mais importantes são de um curso de treinamento oferecido em 2009 para funcionários da IRS e uma apresentação do mesmo ano do Departamento de Justiça sobre como "Obter e Usar Evidências de Redes Sociais na Internet".

 

Entre as recomendações feitas nos documentos está, por exemplo, a de que os funcionários são proibidos de usar identidades falsas para vasculhar as redes sociais enquanto estiverem investigando um contribuinte.

 

Por outro lado, evidências de redes sociais podem ser usadas para "revelar comunicações pessoais", "estabelecer motivações ou relações pessoais", bem como "fornecer informações sobre localização" de criminosos, "provar ou descartar álibis" ou "identificar organizações criminosas", por exemplo.

 

Segundo o Departamento de Justiça, o Facebook é "frequentemente cooperativo com solicitações emergenciais", enquanto o Twitter tem como "política produzir dados somente em resposta a processos legais".

 

Enquanto o MySpace "exige um pedido de busca para mensagens ou boletins privados com menos de 181 dias", o uso do LinkedIn''s "para comunicações criminosas parece limitado", destacou o documento do ministério.

 

Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, descreveu as políticas da empresa em um e-mail enviado à AFP:

"Assim como outras companhias que detêm registros pessoais - de informes telefônicos a histórico médico -, o Facebook trabalha com a aplicação da lei dentro dos parâmetros exigidos pela mesma e até onde seja apropriado para assegurar a segurança dos usuários do Facebook", destacou.

 

"Nosso objetivo é respeitar o equilíbrio entre as necessidades legais de informação e os direitos de privacidade dos nossos usuários. Como empresa responsável, seguimos a letra da lei", reforçou Noyes.

Há duas semanas, Evan Williams e Biz Stone, dois dos três fundadores do Twitter, anunciaram o programa @anywhere. É um tapa na cara do Facebook – e o início de mais uma batalha pelo futuro da internet. A batalha pela identidade na rede.


Nossa identidade.


Eles não deram muita informação. Mas, quando for lançado, @anywhere já estará funcionando em uma penca de grandes sites incluindo o do jornal The New York Times, o da loja virtual Amazon e o blog The Huffington Post.


Basta que se tenha uma conta no Twitter para ver um site parceiro do @anywhere diferentemente. Será possível seguir um jornalista do Times clicando em seu nome. Ou indicar um produto à venda na Amazon via Twitter também por um clique. A descrição de como @anywhere funcionará ainda não está clara.


O que está claro é o detalhe do login via Twitter.


Quem somos nós na internet? Somos, cada vez mais, nossos perfis nas redes sociais. Não para aí. Somos, ora, nossos logins. É só pensar: quantas senhas memorizamos, quantas contas abrimos, quantos webmails, bancos online, lojas eletrônicas, portais?


Um ano e meio atrás, o Facebook pôs na rua seu Facebook Connect. Permite a qualquer blogueiro ou dono de site pequeno oferecer como login para o leitor sua conta na rede social. De dentro do blog, ele terá acesso a ferramentas sofisticadas.


Ganha o blogueiro, que não aporrinha seu leitor com novo login e ainda abre um espaço de projeção no Facebook, já que seu conteúdo pode facilmente ser divulgado por quem estiver logado. Ganha o Facebook, que aprende mais sobre por onde andam seus usuários quando não estão no site.


Este último ponto é importante. Sempre que preenchemos o login do Facebook fora do Facebook, nossos passos são acompanhados. E a informação sobre nosso comportamento online é devidamente armazenada para ser transformada em ferramenta de venda.


O Twitter escolheu bem o momento de lançar o @anywhere. Estavam no palco da South by Southwest (SXSW), o mais importante encontro anual de música, cinema e tecnologia independentes dos EUA. É o coração da contracultura. O centro da vanguarda, em Austin, Texas. Quem explora as novas possibilidades da arte, quem está antenado, vai lá. E foi lá, portanto, que Ev Williams falou de suas novidades.


O que ele não disse é que suas cartas talvez sejam melhores do que as do Facebook. O Twitter pode ser um site muito menor, mas é uma rede social diferente por ser aberta. Não somos amigos de estrelas de Hollywood no Facebook, mas podemos estar conectados a elas no Twitter. Isso vale para escritores, intelectuais, gente interessante e distante. Via Twitter, temos acesso a elas; via Facebook, não.


Com @anywhere, o concorrente do Facebook Connect, a turma do Twitter quer firmar sua plataforma como a melhor forma de distribuir informação na rede. Eles dizem: carregamos nossa identidade de Twitter de um site para o outro porque, em um site e no outro e no terceiro poderemos encontrar gente interessante que queremos continuar seguindo.


E talvez estejam mesmo certos.


Dave Winer, o empresário ranzinza considerado por muitos pai fundador da blogosfera, batizou este momento de a Guerra pela Identidade na rede.


Não faz muito tempo, o Google lançou o Google Buzz, uma tentativa de concorrer com o Twitter usando as contas de Gmail. Ao que parece, não decolou. Existe uma velha iniciativa no ar, razoavelmente popular, chamada OpenID. A conta com a qual nos logamos no Google é um possível concorrente para Facebook Connect e @anywhere. O sitema OpenID, em geral só conhecido por geeks, também.


A corrida começou e tem tudo para se ampliar de forma cada vez mais agressiva. Os olhos piscam e de repente a Apple aposta na conta de sua popular loja de músicas e apps de celular, iTunes.


Quem seremos nós na internet? Qual o login que escolheremos? Nos facilita a memória, nos permite acesso a ferramentas para distribuir a informação que temos. E dá para uma empresa o mapa de nossas caminhadas online.

Depois de quatro anos sendo questionado sobre o modelo de geração de receitas que pretende adotar, o Twitter anunciou hoje que começará a vender publicidade online.

 

"Esperamos que vocês compartilhem o nosso entusiasmo de anunciar um serviço simples que estamos chamando de Promoted Tweets (tweets patrocinados)", escreveu no blog oficial do Twitter seu co-fundador, Biz Stone.

 

Stone não revelou muitos detalhes sobre a ferramenta. O executivo escreveu apenas que, no lançamento, as mensagens patrocinadas vão aparecer no topo da página de buscas feitas dentro do Twitter. As mensagens serão identificadas com a mensagem"Promoted by". Na medida em que o projeto for amadurecendo, a ideia é que as mensagens comecem a aparecer também nos aplicativos feitos para acessar o Twitter e até mesmo nas páginas do usuários do serviço."Vamos aprender muito enquanto o programa cresce", escreveu Stone. Segundo ele, empresas como Best Buy, Red Bull, Sony Pictures, Starbucks e Virgin America participarão da iniciativa. As mensagens que tiverem pouca aceitação entre os usuários do site serão tiradas do ar.

 

Os tweets patrocinados não são uma novidade. Algumas empresas têm usado o expediente para promover suas marcas, ou produtos pegando carona na popularidade de participantes da rede social.

 

Este é, no entanto, o primeiro anúncio do oficial do Twitter com relação a um modelo de geração de receita. No ano passado a empresa chegou a divulgar que criaria uma modalidade especial de perfis que poderiam ser comprados por empresas, mas o modelo não entrou em funcionamento. Aos quatro anos de idade, o Twitter conquistou uma legião de mais de 50 milhões de usuários em todo o mundo, mas ainda não mostrou ao mercado um plano de negócios consistente para um serviço que é oferecido de forma gratuita a seus usuários.

 

Segundo o Ibope Nielsen, em fevereiro, um em cada cinco internautas brasileiros acessou a página do Twitter. Com 8,8 milhões de usuários únicos, o site foi mais visitado do que o Facebook, que teve 8 milhões. Em janeiro do ano passado, o Ibope contabilizou 225 mil acessos ao Twitter no país.

Três dias foi quanto durou a euforia em torno do Google Buzz, serviço que parece um cruzamento entre o Twitter e o Facebook e foi lançado como sendo a próxima grande rede social. A expectativa inicial acabou por dar lugar às críticas e depois a um certo desvanecimento. O Buzz é, até agora, um fracasso da Google.

Antes do lançamento, a cada 11 segundos surgia um tweet sobre o Buzz. Chegaram a ser escritos mais de mil textos por dia em fóruns de tecnologia sobre a nova rede social que a Google lançou a 9 de Fevereiro. Mas poucos dias depois, os rankings de pesquisas e de notícias relacionadas com o Buzz mostram que o interesse caiu drasticamente para perto do zero. Ironicamente, é possível ver esta queda usando a ferramenta "Google Insights for Search", que mede todas as buscas feitas na sua rede. O gráfico é muito claro: depois da euforia, o desaparecimento.

A razão número um do insucesso foi o problema de privacidade - qualquer utilizador de Gmail aderiu automaticamente ao Buzz e começou a seguir e a ser seguido pelos contactos com quem mais troca emails. Estas relações próximas ficaram visíveis a toda a rede (algo que, em casos como o de Tiger Woods, seria claramente comprometedor), e o próprio endereço foi disponibilizado a pessoas que estavam fora da rede pessoal do utilizador. E se quisessem sair do Buzz? Não era possível.

A Google apressou-se a corrigir os problemas e as definições de privacidade, é um facto. No entanto, mesmo depois disso, a forma como o Buzz foi construído, incluindo a interface, mereceu críticas dos especialistas. E a Google até partiu com um grande ponto de vantagem para a luta com o Twitter e o Facebook, os lideres das redes sociais: tem 180 milhões de utilizadores de Gmail. É provável que quase todos estes cibernautas estejam em redes sociais. Logo, tinha uma oportunidade imperdível para entrar na guerra com milhões de utilizadores instantâneos. Em vez disso, chateou os cibernautas e decepcionou os especialistas. O Buzz foi caracterizado por um bloguer como "uma inundação total de comentários que se espalham e crescem mais rapidamente que a mais insidiosa das ervas daninhas".

Também o especialista brasileiro Maurício Salvador, que vive na Califórnia, escreveu na revista electrónica especializada "Mundo do Marketing" que "o Google Buzz não conseguiu o buzz que queria". E explicou que o Facebook é, com os seus 400 milhões de utilizadores, uma causa de insónia para os executivos da empresa.

Porquê? A Google teme que o crescimento do Facebook e do Twitter leve as pessoas a transferirem as buscas do motor de busca para a rede social. Se alguém quiser saber onde há um café com pastéis de nata, talvez vá perguntar aos amigos do Facebook em vez de ir ao Google.

O Buzz pode ter, no entanto, uma segunda oportunidade. O MySpace anunciou que vai adicionar um botão buzz e o TweetDeck também irá incluir buzzes. Resta saber se os utilizadores querem adicionar mais uma rede social às que já têm. Informações do IOnline.
O uso das mídias sociais tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Desde o surgimento do Orkut até a atual febre do Twitter e do Facebook, pessoas de todas as idades utilizam essas ferramentas para os mais variados fins - de contatos profissionais a paquera, de divulgação de portfólio a bate-papos com os amigos. No trabalho, com o acesso à internet, o uso das mídias sociais para fins pessoais continua, e pode se tornar um fator de queda de produtividade. Mas, será que o caminho certo para os empregadores é simplesmente proibir a utilização desses meios durante o expediente?

Segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos, as companhias brasileiras são as que mais têm políticas sobre o uso de mídias sociais no trabalho. De acordo com o estudo, 55% das empresas no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global. No País, a pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

Ao examinarmos os motivos que levam as instituições brasileiras a adotar a regulamentação, podemos notar que o foco está no gerenciamento de riscos, não na maneira como elas podem aproveitar as ferramentas em benefício dos empregados e do negócio. Tal abordagem das mídias sociais pode se mostrar equivocada. Uma política proibitiva ignora todo o potencial das ferramentas. É certo que o crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle, mas elas também apresentam uma nova gama de possibilidades para construir uma empresa vencedora. Proibir não é o melhor caminho, pois as redes sociais podem ser úteis em manter os colaboradores engajados, gerar acessos ou atender melhor aos clientes.

No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor do que no Brasil. As Américas apresentam uma média de 29% de instituições que dizem controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25%, e Estados Unidos, 24%.

Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Cingapura, 14%, e Índia, 11%.

Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%. Na Polônia, apenas 1% das empresas tem políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%.

Mas a ausência de políticas para o uso das mídias sociais, como vemos em muitos países, se mostra bastante prejudicial às empresas. Esses meios de comunicação estão presentes na vida do trabalhador, e podemos dizer que é inútil simplesmente ignorá-los. Assim, é necessário criar maneiras de utilizar as ferramentas de modo inteligente e vantajoso, e não proibir ou ignorar o seu uso.

Uma dica importante para o uso produtivo das mídias sociais em empresas é que os colaboradores sejam desafiados a inovar. Eles devem ser incentivados a criar novas maneiras de usar as ferramentas para melhorar seu trabalho. É importante estar atento aos especialistas da equipe, deixando-os assumir a tarefa de lidar com as mídias.

Dessa maneira, as mídias sociais podem ser úteis na divulgação de novos produtos, em pesquisas de satisfação com clientes e para passar dicas de utilização de serviços, entre outras inúmeras funções.

A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários. Assim, os empregados devem ajudar o desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos. Dessa maneira, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais - e não simplesmente proibi-las - pode haver benefícios consideráveis. Informações do DCI.
O conceito de sustentabilidade tem sido associado às causas ambientais, mas a Natura e o Carrefour Espanha vão além desta definição. "Sustentabilidade 2.0" foi o tema das apresentações feitas pelas empresas no evento Gestão 2.0, promovido nesta quinta-feira (29)  pelo TerraForum, em São Paulo. Por esse termo, eles mostraram como as companhias têm usado a web e a colaboração dos usuários em busca do equilíbrio das relações entre patrões, funcionários e consumidores.

"Com a web 2.0, as pessoas comuns se tornaram tão importantes quanto os presidentes de empresas", avalia Renato Dias, gerente de internet da Natura. Segundo ele, a empresa optou por entrar para as redes sociais não apenas para aumentar lucros, mas também para melhorar o relacionamento com empregados, parceiros e clientes.


O primeiro passo para introduzir os funcionários ao mundo 2.0 foi criar uma comunidade virtual interna, a Natura Nós. Assim, eles poderiam treinar e tomar gosto pelas redes colaborativas e, a partir dali, entrar em contato direto com os consumidores. Depois, vieram blogs e perfil no Twitter - todos com o intuito de solucionar dúvidas e coletar ideias e sugestões de internautas.


Também com o interesse voltado para as experiências dos usuários, o Carrefour Espanha criou o "Yo llego a fin de mes" (do espanhol, "eu chego ao fim do mês"), um blog e rede social sobre economia e poupança que dá dicas e casos de consumidores que chegam ao final do mês sem dívidas.


A página tem uma média de 115 mil visualizações por mês e 60 mil usuários únicos. Nele, qualquer pessoa pode criar um perfil, inserir informações pessoais, postar dicas e comentários, além de manter uma rede de amigos.


Para Francesco Cardi, palestrante do case e Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Weblogs SL, empresa desenvolvedora do blog Yo Llego, os pontos fracos do projeto são a pouca exploração de temas mais polêmicos e a ainda insuficiente integração entre o blog e o portal oficial do Carrefour Espanha.
O site de microblogging Twitter alcançou neste fim de semana a marca de 20 bilhões de mensagens.

O tweet foi gerado na tarde do sábado por um designer gráfico em uma agência de publicidade de Tóquio.

Sem saber, o usuário GGGGGGo_Lets_Go, um ávido torcedor de baseball, postou no serviço de microblogging uma mensagem comum sobre o seu dia-a-dia.

Momentos depois, começou a ser inundado com mensagens de parabéns provenientes de todo o mundo.

Mais tarde, GGGGGGo_Lets_Go postou uma mensagem sobre o episódio: "Parece que postei o tweet número 20 bilhões. Estou recebendo mensagens de pessoas em todo o mundo", disse.

"É assustador. Quais é a probabilidade disto acontecer? Talvez eu vá morrer." O serviço de microbloging, no qual os usuários têm de mandar o seu recado limitando-se a 140 caracteres por mensagem, tem conhecido níveis de popularidade fantásticos.

O Twitter levou quatro anos para chegar ao tweet número 10 bilhões, em março, e apenas cinco meses para dobrar o volume de tráfego.

"Será que é mais incrível que ganhar na loteria? Eu pensei que fosse uma piada", blogou GGGGGGo_Lets_Go.

Segundo informações do Twitter, os japaneses enviam 8 milhões de mensagens por dia, cerca de 12% do total do serviço. São os segundos em tráfego, atrás apenas dos americanos, que respondem por uma fatia de 25%.

O serviço também é um sucesso no Brasil - um levantamento da consultoria francesa Semiocast indica que o país é o quarto da lista, atrás da Indonésia.

Os brasileiros geram 11% dos tweets mundiais. O português é a terceira língua mais popular no serviço. Informações da BBC Brasil. Informação do Divicity.com

Impressionado. Foi assim que o jornalista brasileiro Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas e professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ficou ao perceber a utilização do Twitter na corrida eleitoral de 2010. "Acabo de chegar em São Paulo e noto que o Twitter parece mais importante na campanha eleitoral brasileira do que tem sido em qualquer outro lugar", escreveu Rosental em seu microblog. Em entrevista ao Terra, ele foi ainda mais longe dizendo que o uso da ferramenta é mais importante no País do que na campanha que elegeu o presidente dos EUA, Barack Obama. "Assim? Nunca vi, nem nos EUA em 2008. A internet vai ter uma importância nessa eleição como nunca teve antes", afirmou o pesquisador.

Para Rosental, o que torna a internet e, especialmente, o Twitter um diferencial na campanha eleitoral deste ano, é o fato de o internauta brasileiro ser mais ativo em rede social que o internauta americano.


"As pesquisas mostram isso, mas não sei exatamente a que se deve. Talvez à nossa socialização, ao nosso contato, ao nosso jeito. Um país onde há toda essa atividade, essa grande conversa, não é de se estranhar que a eleição seja dominada pela internet", explicou.


No caso dos EUA, o pesquisador observa que o microblog funcionou como importante meio de mobilização dos correligionários de

Obama, especialmente os jovens que em outras eleições não queriam participar. "Com o Twitter e o facebook começaram a se envolver mais com a campanha".


A diferença é que no Brasil hoje, a ferramenta tem sido utilizada para disseminação de informação e tanto por eleitores como por inúmeros candidatos. "O Twitter já está muito mais maduro agora, não como uma rede social, mas como uma rede de informação e os marqueteiros políticos brasileiros perceberam a riqueza de atividade social e estão usando isso muito bem", explicou Rosental.


Ele fez questão de pontuar que o espaço aberto pela rede de computadores tem aspectos positivos e negativos e todos os pontos precisam ser avaliados. "O Twitter e as outras redes proporcionam oportunidades de uma maior participação cidadã. Você sente poder e controle sobre a informação, sabe que a sua voz está sendo escutada. O cidadão comum também pode ser escutado. Há uma cidadania espontânea que vem da cidadania do mundo real e que se potencializa na internet", apontou.


Por outro lado, o diretor do Knight Center for Journalism avalia que liberdade da internet pode ser aproveitada como arma de campanha para infiltrar notícias falsas ou espalhar rumores falsos. Mesmo assim, ele acredita que o internauta convive bem com os mundos paralelos e desenvolverá a perspicácia para se defender.


Rosental disse ainda que, apesar da dinâmica com o Twitter ser nova, muitos pesquisadores internacionais ficaram impressionados já em 2006 com os vídeos feitos por Lula e Alckmin e distribuídos pelo Orkut. "Aquilo já era um sintoma, pois as comunidades na rede social com interesse político já eram significativas em números de eleitores".


No entanto, o professor da Universidade do Texas admite que, por enquanto, sua opinião é mais uma sensação do atual momento já que não fez um estudo científico sobre o caso. "É preciso esperar e ver amadurecer". Informações do Terra.


Redes sociais, como Facebook e Twitter, e jogos on-line, como o Farmville ou Club Penguin, já consomem um terço do tempo gasto por usuários americanos com a internet. É o que garante estudo do instituto Nielsen divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa mostra ainda como os americanos  apresentam comportamentos distintos para acessar a web em computadores e dispositivos móveis.


O levantamento monitorou em junho a atividade on-line de 200.000 usuários e comparou as informações com registros do mesmo mês do ano passado. O tempo dedicado às redes sociais cresceu quase 50% – é, individualmente, a principal atividade dos americanos na web. Em segundo lugar ficaram os jogos on-line, que ultrapassaram o uso de mensagens eletrônicas (e-mail), que caiu para o terceiro posto.


A história é diferente quando os americanos usam a internet por telefone ou tablets. Quase metade do tempo de acesso é gasto para a consulta de e-mails, sites de notícias e só então redes sociais e blogs. Nota: de acordo com a FCC, órgão regulador da área de telecomunicações e radiodifusão dos Estados Unidos, 93% da população do país possui celular.


Em dispositivos móveis, a história é diferente: o e-mail ainda domina


Mark Coatney: jornalista atuará como evangelista do TumblrInúmeras empresas de mídia tradicionais aderiram às redes sociais, colocando notícias e atualizando-as no Facebook e no Twitter. Mas essas empresas terão tempo e recursos para trabalhar com mais um canal da internet na sua rotina diária? É o que espera Mark Coatney, jornalista de 43 anos, que acabou de ser contratado pelo Tumblr, um serviço de blogs que conta com 6,6 milhões de usuários.

Até o mês passado, Coatney era editor-sênior da Newsweek, à frente de um projeto para inserir a revista no Twitter e no Facebook.

No ano passado, ele decidiu adicionar o Tumblr no seu repertório. "Vi o site como uma oportunidade para falar com nosso público de uma maneira nova", diz Coatney, acrescentando que no Twitter, o principal feedback vem principalmente do "retweet" (encaminhamento de uma mensagem para outras pessoas). "No Tumblr o tom é muito mais de conversa", afirma.


O jornalista rapidamente atraiu seguidores no Tumblr com suas postagens provocadoras. Com frequência, chegavam comentários, às vezes engraçados, outros um pouco duros - algo com que ele conseguia lidar bem porque "ninguém na Newsweek sabia o que estava fazendo". A credibilidade que criou entre os usuários e o fato de a revista ter sido uma das primeiras grandes publicações a aderir ao serviço basearam a decisão do Tumblr de contratá-lo.


Mas, nos últimos meses, outras empresas de mídia também se interessaram pelo Tumblr, cujo uso é gratuito. Entre as que aderiram recentemente estão The Atlantic, Rolling Stone, BlackBook Media Corporation, National Public Radio, The Paris Review, The Huffington Post, Life Magazine e The New York Times.


Muitos desses veículos de comunicação, no entanto, apenas criaram uma página para marcar posição. No seu novo emprego como "evangelista da mídia", o papel de Coatney, e também seu desafio, é ajudá-las a imaginar o que fazer depois. Ele descreve o Tumblr como "um espaço entre o Twitter e o Facebook".


O website permite aos usuários carregar imagens, vídeos, clipes de áudio e citações para suas páginas. Como no Twitter, eles podem seguir outros perfis, cujas postagens aparecem cronologicamente numa página central conhecida como painel. Os usuários indicam que gostaram de um item clicando num coração vermelho ou fazendo um "reblogging" (nome dado ao ato de inserir o conteúdo em questão na linha de atualizações do próprio Tumblr e no Twitter). 


Uma das diferenças entre o Tumblr e o Twitter é que o novo site social não mostra quantos seguidores um usuário possui, diz David Karp, 24 anos, fundador e diretor executivo. "Não é tão importante quem o está seguindo. Não se trata de ter 10.000 seguidores. Tem a ver menos com a audiência e mais com a comunicação com uma comunidade." Além do que, diz ele, o site foi desenhado tendo a expressão criativa em mente. "As pessoas estão criando identidades e personalidades que o design do Facebook e do Twitter não permitem explorar", diz Karp.


Para o Tumblr, que recentemente levantou 5 milhões de dólares de financiamento da Spark Capital e Union Square Ventures, o interesse dos meios de comunicação é como um marca de distinção do site.  Informações da Veja.

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

 

 

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 - quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.

 

 

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

 

 

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor", conta. "Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

 

 

Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

 

 

Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Twitter entrou na rota dos selecionadores. Para achar profissionais jovens e dinâmicos, já anunciam vagas no site. "O sênior geralmente não usa as redes. Alguns têm preconceito com o Twitter, devido à exposição", avalia Claudia Monari, 44, consultora da Career Center.


Especialistas acreditam que a ferramenta será cada vez mais usada. "A maioria das vagas é voltada para o público de comunicação. Nos próximos anos também serão para profissionais como engenheiros e advogados", afirma Ana Cristina Limongi França, 57, coordenadora do curso de qualidade de vida
da FIA (Fundação Instituto de Administração).


Os jovens também estão de olho nas oportunidades da rede. Atualmente, 75% dos candidatos a trainee buscam vagas em sites de relacionamento, segundo o departamento pessoal da ALL (América Latina Logística).

"Criamos perfis nas redes sociais e publicamos informações sobre a empresa, além de direcionar o usuário para o site com as vagas", explica a responsável pelo programa de trainee da ALL, Marcela Marques Aidar.


A estudante de relações públicas Amanda Allegrini, 18, soube de uma vaga de analista de redes sociais por um anúncio no Twitter. No dia seguinte, recebeu ligação do recrutador e foi efetivada.


DICAS


O publicitário Pedro Thompson Henriques de Andrade, 26, também conseguiu emprego na rede. "Uma amiga repassou a vaga. Comecei a seguir o perfil da empresa e enviei meu portfólio. No dia seguinte fizemos contato e me contrataram."


Para tirar bom proveito da rede social, os primeiros mandamentos são apostar em informações úteis e nunca publicar mensagens de cunho negativo.


"Não contrataria alguém que escreve "que saco, hoje é domingo!" ou "hoje é sexta-feira, não aguento mais trabalhar". Isso demonstra acomodação", afirma Marynes Pereira, 49, "coaching" de carreiras da Provider Solutions.


"Deve-se tomar muito cuidado com as fotos. Não combina um executivo de regata ou uma profissional de biquíni", diz Matilde Berna, 52, diretora de transição de carreira da Right Management. Informações da Veja.

Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

Acontecerá no próximo dia 28 (julho) a versão 2011 do LingerieDay (#lingerieday), movimento criado espontaneamente na web em 2007 utilizando Twitter e hoje o Facebook. Para participar as interessadas devem trocar seus avatar (foto do perfil) por fotos usando alguma lingerie. 

Neste ano empresas, revistas e sexshops descobriram no 'flashmob' um grande filão para ações de marketing. Várias são as iniciativas voltadas para presentear as mais belas mulheres que postarem em seus avatares imagens usando lingerie.

A revista VIP saiu na frente e vai rechear suas páginas com fotos das 'modelos', empresas de lingeries criaram promoções especiais para que as todas estejam bem vestidas durante o flashmob.

Uma empresa que saiu na frente foi a Camalleão Comunicação e Estratégias que desenvolveu junto com o portal de notícias DiviCity.com e a loja Armazém Brasil Store uma promoção para as eleitas.

As interessadas (e interessados também) passarão por uma eleição no site da agência.

Para saber mais, clique aqui.


Um dos sites mais populares do mundo sempre busca segurar seus usuários com novidades. O Twitter anunciou sua nova ferramenta, Twitter Web Analystic, que monitora a atuação de sites na própria rede social, fornecendo estatísticas determinadas.

A rede social pretende fornecer aos seus usuários maiores informações sobre a influência e impacto que suas contas no Twitter têm com endereços que possuem na Web. A ferramenta foi desenvolvida em julho, pela empresa de análise social Backtype, do próprio site.


O responsável pela ferramenta, Christopher Golda, ressalta alguns pontos principais, e novos: quando o conteúdo disponível pelo usuário está sendo compartilhado na rede social, como os botões do site estão sendo utilizados e quanto tráfego o site de relacionamento manda para o endereço on-line em questão.


O Twitter Web Analystic será aberto, nos próximos dias, a um restrito número de parceiros da rede social. Porém, todos os demais usuários poderão ter acesso em algumas semanas. A ferramenta, por enquanto, é gratuita, no formato beta.

O poder das mídias sociais se consolida cada vez mais no mercado de trabalho. A tecnologia permite aos headhunters refinarem a busca por um perfil desejado e possibilita que o candidato exponha suas expertises de maneira abrangente. Um estudo recente feito pela consultoria americana Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, mostra que 68% dos 300 recrutadores investigados na pesquisa já contrataram um profissional através das redes sociais.


Facebook, LinkedIn e Twitter são os principais sites monitorados por consultorias e empresas em busca de funcionários. E a maneira como um candidato se comporta no mundo virtual pode ajudar a definir sua carreira. O estudo da Reppler aponta que 69% dos consultores em RH rejeitaram aspirantes a uma vaga graças a fotos ou posts inapropriados. "Zelo com a imagem é fundamental neste ambiente", afirma Rogério Sepa, consultor da DBM, especializado em gestão de carreiras nas redes sociais.


Segundo Rogério, uma tendência deste canal é eliminar fronteiras profissionais. "Contratações internacionais começam a despontar. Algumas empresas americanas, por exemplo, têm encontrado brasileiros via web", diz. O consultor explica que os recrutadores começam sempre pelo LinkedIn, a principal rede social corporativa. "Em seguida, os perfis disponibilizados no Facebook e Twitter entram como pontos de referência adicionais". Saiba como construir perfis aliados da sua carreira:


Invista nos relacionamentos profissionais pela web


LinkedIn

publicidade
Mitsubishi é com a www.kamiveiculos.com.br

Principal canal de recrutamento no mundo corporativo. Para participar ativamente o candidato deve manter um perfil atualizado e completo Adicionar foto ao perfil é importante porque transmite credibilidade. Recomenda-se uma pose formal - terno e gravata é a pedida para os homens, bem como maquiagem leve para as mulheres.


Quem faz cursos de extensão ou pós-graduação no exterior deve valorizar essa informação adicionando-a tanto no resumo inicial, quanto nos campos novos, exclusivos para estudos.

Criar perfis em inglês é fundamental, especialmente entre aqueles que desejam fazer carreira internacional. Conteúdo só em português deixa o candidato invisível no exterior. Essa regra é válida para todas as mídias sociais.


Para se destacar nas buscas, o profissional deve participar de discussões e fóruns ligados à sua área de atuação.


Facebook

Bastante utilizado por recrutadores nos Estados Unidos e Europa. Para reforçar as informações profissionais, aposte nos aplicativos Branch Out e Talent.me. Essas ferramentas criam interfaces destinadas ao contato corporativo dentro do próprio site Separe seus contatos entre amigos, profissionais e colegas. Assim, os comentários pessoais irão apenas para sua rede direta de amizades.

Preserve sua imagem. Não poste ou compartilhe informações, fotos e links ofensivos, preconceituosos ou íntimos demais. Evite críticas ácidas aos atuais (ou ex) empregadores e colegas de trabalho É um ótimo canal para manter contato com seu networking internacional na volta do intercâmbio, principalmente em cursos de pós-graduação, que costumam reunir profissionais altamente qualificados


Twitter

Esta ferramenta é usada como ponto de controle entre as outras redes sociais. Muitos candidatos que mantêm a elegância no Facebook e LinkedIn podem escorregar no Twitter, gerando conteúdo questionável pelos recrutadores.


Faça uma revisão periódica e remova informações que possam prejudicá-lo. As empresas têm softwares de rastreamento capazes de encontrar qualquer dado comprometedor.


Siga pessoas e empresas interessantes, mesmo que não sejam relacionadas à sua área de atuação. Faça comentários pertinentes e posicione-se em relação a suas ações.


Neste canal os recrutadores irão compreender melhor a opinião do candidato sobre determinados assuntos e perceber se suas ideias são compatíveis com o perfil da companhia.

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


publicidade
publicidade


No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.


Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.


Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.


Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.


Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.


Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.


Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.


Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.


Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.


Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.


Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.


Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.


E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.


Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.


É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.


Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.


Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.


Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.


E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.


Fonte: Estadão

Celular com Twitter O Twitter, a rede social minimalista que afirma ter 100 milhões de usuários, construiu sua reputação em torno da simplicidade. Os membros só podem postar no serviço usando mensagens de texto com até 140 caracteres. Eles podem incluir um link para outro site, ou para uma foto ou vídeo; podem republicar mensagens de outros usuários em suas próprias páginas; podem enviar mensagens privadas igualmente espartanas. E isso é tudo - ao que parece.


Olhando mais de perto, você descobrirá que o Twitter foi aprimorado, pela empresa e por outros criadores de ferramentas da internet, com uma loja virtual de aplicativos, recursos utilitários, widgets e serviços que permitem ao usuário encontrar publicações interessantes, criar álbuns de fotos ou pesquisar o Twitter com maior eficiência.


E mesmo assim, diferente do Facebook ou do Microsoft Office, as ferramentas do Twitter são fáceis de encontrar e simples de aprender. Confira abaixo 9 recursos que você ainda não conhece:

Upload de fotos

Se você postar um link para uma foto de uma longa lista de outros sites, o Twitter exibirá automaticamente a imagem no painel "detalhes", do lado direito, quando outro usuário visualizar sua publicação. Esses sites possuem uma opção "publicar no Twitter" em suas páginas de upload de imagens. São 16 sites com o serviço: DailyBooth, DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.tv, Kickstarter, Kiva, Photozou, Plixi, Twitgoo, TwitPic, Twitvid, Ustream, Vimeo, Yfrog e YouTube.

Criar uma galeria

O Twitter pode criar uma galeria de fotos que exibe as últimas 100 imagens inseridas por cada usuário (não há recurso semelhante para vídeos). Um site independente, chamado Hashalbum, automaticamente agrupa imagens dos usuários do Twitter em álbuns separados, com base em quaisquer hashtags inclusas na publicação. Por exemplo, hashalbum.com/aquapets exibe todas as imagens cujos URLs foram postados no Twitter com a hashtag "aquapets".

Salvar seus tuítes favoritos

Todos parecem saber que você pode retuitar a publicação de outros usuários do Twitter no feed de sua própria conta, mas muitos usuários nunca experimentaram o botão de "Favoritos", em formato de estrela, ao lado do botão "Retweet". Clicar em Favoritos abaixo de uma atualização de status do Twitter adiciona essa atualização à sua lista pessoal de Favoritos, algo como adicionar uma página aos favoritos em seu navegador. Para ver seus favoritos, clique em "Profile", no topo da interface web do Twitter, então clique na aba de Favoritos, localizada à esquerda de sua página de perfil.

A lista de Favoritos é mais útil do que pode parecer. Diferente de uma página web encontrada no Google, uma atualização de status do Twitter pode ser impossível de encontrar após alguns dias - graças aos 300 milhões de novas entradas postadas diariamente no site. Tente encontrar aqueles comentários sobre Paula Deen nesta semana. Mesmo suas próprias publicações podem ser difíceis de encontrar após alguns meses. Se postar algo que deseja salvar para a posteridade, clique em Favoritos.

Realizar buscas poderosas

A caixa padrão de pesquisa do Twitter muitas vezes retorna resultados demais, geralmente publicações das últimas horas, para qualquer palavra-chave popular. Para focar numa entrada específica, clique em "Filtrar resultados", na parte superior central da página de resultados do Twitter. Isso o levará à página de busca avançada do site. Lá você pode especificar filtros adicionais, como um nome de usuário ou hashtag.

O site independente Topsy vai ainda mais longe, tanto que o Twitter recomenda o Topsy em seu guia oficial para jornalistas. O site organiza atualizações do Twitter com informações adicionais que podem ser pesquisadas, como uma escolha de data para encontrar publicações mais antigas. No Topsy, você também pode filtrar palavras-chave específicas para encontrar, por exemplo, publicações que incluem a palavra "Lady" mas não a palavra "Gaga".

Usar atalhos do teclado

Em vez de ficar clicando sem parar com o mouse, você pode operar o Twitter usando o teclado. Digite um ponto de interrogação na interface web do Twitter para abrir um painel com uma lista dos comandos de teclado disponíveis. Ali há quase 20 deles listados, incluindo "r" para retuitar uma publicação ou "/" para pular para a caixa de busca. Alguns dos comandos exigem duas teclas, como "g p" para acessar sua página de perfil.

Existem dois comandos não listados nesse painel: digitar "s p" abre uma caixa para pesquisar apenas publicações que incluem links para fotos, e "s v" inicia uma busca semelhante por vídeos.



Publicação cruzada no Facebook

Você tem a opção de postar uma atualização de status do Twitter em seu mural no Facebook, fazendo o login no Facebook e instalando o aplicativo "Selective Tweets". O aplicativo irá solicitar seu nome de usuário do Twitter. Assim, sempre que você finalizar uma atualização no Twitter com "fb", essa publicação será enviada também para sua página do Facebook - desde que você esteja logado no Twitter e no Facebook em seu navegador.

Usar o Twitter por mensagens de texto

A maioria dos smartphones possui diversos aplicativos do Twitter para ler e escrever atualizações em seu celular. Porém, é possível também usar o Twitter via mensagens SMS. Envie uma foto, e o Twitter fará o upload e criará um link para ela.

Usuários de mensagens de texto também podem seguir você sem precisar de uma conta própria no Twitter; basta enviar um SMS para 40404 (EUA) com a mensagem, digamos, "seguir paulbotin". [Nota do editor: O serviço de atualização do Twitter por meio de SMS ainda não está disponível em todas as operadoras brasileiras.]

Pular para os assuntos interessantes

O Twitter criou dois novos botões que aparecem ao lado do botão "Página Inicial", no topo da página: "Conectar" e "Descobrir". O Conectar é uma forma simples de visualizar todos que estão interagindo com você na rede. Ele exibe uma lista de membros que recentemente o seguiram, mencionaram, retuitaram uma de suas publicações ou adicionaram uma aos seus favoritos.

O Descobrir tenta definir seus interesses pessoais com base em sua localização, quem você segue e quais tópicos estão quentes, semelhantemente ao modo como a seção "Assuntos mais comentados", do Facebook tenta adivinhar quais atualizações de status você provavelmente irá querer ler. A empresa ainda está aprimorando o Descobrir e o recurso deve ficar gradualmente melhor em escolher as publicações certas.

Encontrar algo mais longo para ler

Percorrer atualizações de status de apenas uma linha lhe parece o mesmo que ficar ouvindo cachorros latindo? Para os que procuram uma experiência mais intelectual, usuários do Twitter criaram uma hashtag específica, "longreads", para publicações que trazem links para artigos mais longos, incluindo blogs e documentos PDF incrivelmente fascinantes. É possível encontrar informações aprofundadas sobre eventos atuais buscando, por exemplo, por "longreads" ou "longreads" seguido por uma palavra específica.

Com o tempo que vai economizar usando esses truques, você poderá ler textos bem mais longos do que apenas 140 caracteres.


Fonte: IG

Página da Coca Cola no TwitterO Twitter está prestes a lançar páginas especiais para marcas, que, seguindo o modelo já implementado pelo Facebook, permitirão ambientes mais amigáveis à publicidade. De acordo com o Business Insider, o novo projeto deve ir ao ar nesta quarta-feira (1).

A ideia da plataforma é dar às marcas maior flexibilidade quanto aos formatos publicitários, permitindo, por exemplo, que usuários joguem online e façam compras. O lançamento pode ser o primeiro passo para uma modificação completa na forma como se usa a rede social hoje, abrindo caminho para o T-commerce, modelo semelhante ao F-commerce, no Facebook.

Os anunciantes ainda poderão customizar suas páginas, aumentando o tamanho do topo ou o logo, de forma que esses elementos ganhem mais visibilidade.

Em dezembro do ano passado, o site escolheu alguns seletos anunciantes , tais como Coca, Cola, AmericanExpress, Chevrolet e Dell, para testar as novas funcionalidades.

Fonte: Exame


publicidade
publicidade



As vantagens que a internet oferece são inúmeras e a Tecnologia da Informação propaga este conhecimento rapidamente, criando novos cenários virtuais. As pequenas empresas podem se utilizar destes cenários e tirar proveito para os seus negócios. As redes sociais são uma destas vantagens da rede, que podem trazer retorno em divulgação e clientes para sua empresa.

Redes sociais são formas de interação entre pessoas que compartilham ideias, opiniões, sentimentos e amizades através de ferramentas computacionais utilizadas na web. Os vínculos entre os integrantes das redes são formados através de laços sociais, tais como interesses e afinidades, permitindo ao indivíduo aceitar ou não as solicitações de interação.

Diversas são as ferramentas e sites que promovem as redes:
- Sites de relacionamentos como o Orkut e o Twitter – Permitem a conexão entre os participantes, bem como os relacionamentos entre eles e as comunidades por interesses mútuos. Os participantes utilizam ferramentas de interação como fóruns, chats e blogs.
- Comunidades virtuais - Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais. Os participantes do grupo permanecem um tempo suficiente para que possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador (Wikipédia).
- Blogs - Estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem listas de amigos, que são os autores de outros blogs, e proporcionam muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem (Wikipédia). O “dono” do blog pode emitir opiniões sobre diversos assuntos e receber comentários de diversos leitores.

As pequenas empresas podem planejar estratégias de marketing para divulgar serviços, produtos e até relacionar-se com o cliente nas redes sociais. As vantagens são o baixo custo de infraestrutura, demanda focalizada (pois se pode anunciar nas comunidades de interesse específico), atendimento personalizado a cada cliente e, principalmente, a interatividade com o público-alvo.

Outro ponto favorável é o estabelecimento de um canal de comunicação direto com o cliente através do uso das ferramentas de redes sociais, que permitem “escutar” as reclamações e opiniões, verificando suas necessidades e, principalmente, tratando-o como único e não como mais um consumidor.

A internet vem evoluindo rapidamente, em especial no que diz respeito à interatividade, à facilidade em seu manuseio e à implementação de novas ferramentas nas redes sociais.  Isso tudo garante que sua utilização estará cada vez mais presente em todos os processos empresariais.

          
(*) Marcelo Tsuguio Okano é Mestre em Administração, professor de pós-graduação em redes da FIAP e consultor de TI para a área de servidores. Trabalha desde 2000 com projetos de virtualização para servidores Unix e Linux, participou de vários projetos de consolidação de servidores na IBM

Após a eleição de Barack Obama para a Presidência dos Estados Unidos, embalada por uma forte campanha de arrecadação e mobilização em redes sociais, o uso do Twitter virou moda entre os políticos brasileiros. Dos 513 deputados federais, 253 têm perfil ativo no site de troca de mensagens curtas. Marqueteiros e acadêmicos também passaram a especular sobre os possíveis impactos da internet nas eleições deste ano. Até agora, o que mais tem chamado a atenção dos internautas, porém, é a avalanche de gafes, grosserias e erros de português (leia alguns exemplos abaixo) . Apesar do entusiasmo, a maior parte dos políticos que aderiram ao Twitter parece completamente despreparada para lidar com a nova tecnologia.


O motivo para as gafes está relacionado à natureza imediata da internet. Nos perfis citados nesta reportagem, quase todas as atualizações foram feitas diretamente pelos políticos sem passar por assessores, subvertendo a estrutura de comunicação à qual eles estão acostumados. Em tese, a comunicação mais direta ajudaria os políticos a se aproximar dos eleitores. Na prática, ela passou a expor os tropeços típicos da comunicação instantânea. “Para tirar do contexto uma mensagem do Twitter, que é curta, é um pulo. É muito fácil ser mal interpretado”, afirma o empresário Antônio Graeff, fundador de uma agência digital e autor do livro Eleições 2.0.


A falta de intimidade no uso da internet pode causar também problemas com a Justiça Eleitoral. A legislação eleitoral, aplicada também ao Twitter e a outras redes sociais, só permite a campanha na internet a partir do dia 5 de julho. “Até essa data, o político só pode usar a internet para divulgar suas ideias e promover debates”, afirma o advogado Torquato Jardim, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assim, políticos que fizerem referências explícitas à intenção de disputar um cargo eletivo, antes do prazo legal, correm o risco de ser multados. Foi o que ocorreu com Deda Amorim (PP-AC), condenado a pagar uma multa de R$ 5 mil por dizer no Twitter que era candidato a deputado estadual. Seu caso foi citado pelo governador de São Paulo, José Serra, como um motivo para não assumir a candidatura à Presidência no Twitter. Ciro Gomes, que outro dia disse ser “candidatíssimo a presidente”, parece menos preocupado, ou atento, com legislação.


publicidade

Elevador LacerdaHotéis em Salvador

Mais de 73.000 hotéis a sua disposição.

www.minhareserva.com
Juntos, os 253 deputados com perfil ativo no Twitter somam 230 mil seguidores, menos de 1.000 por perfil. Levando-se em conta que alguns puxam essa média para cima, como Fernando Gabeira (PV-RJ) e Fábio Faria (PMN-RN), famoso por namorar celebridades, não é difícil concluir que a empreitada da maioria dos outros deputados no Twitter é, até agora, um fracasso de público. Um aspecto que impede o sucesso dos políticos no Twitter é a falta de disposição para o diálogo, algo que faz parte da natureza das redes sociais. A interação com os seguidores é rara. A maior parte dos políticos tuiteiros limita-se a retransmitir elogios de seguidores, enquanto críticas e questionamentos mais incisivos são ignorados. Esse tipo de postura acaba provocando o desinteresse dos internautas.

Para melhorar a audiência e evitar gafes, alguns políticos estão terceirizando sua vida virtual

Para evitar esse destino – e vacinar-se contra as gafes – alguns políticos começam a recorrer à consultoria de empresas e profissionais especializados. Contratam o que poderia ser chamado de ghost-twitter, ou tuiteiro fantasma. Um exemplo é o Instituto Análise, fundado pelo cientista político Alberto de Almeida. Há cinco meses, ele criou um departamento que controla os perfis virtuais de políticos. Já tem 19 clientes, a maioria do PSDB. Esses parlamentares seguem o exemplo de Barack Obama: em novembro de 2009, o presidente americano admitiu que nunca havia escrito pessoalmente em sua página no Twitter, uma das mais visitadas do mundo. As atualizações de Obama ficam sob a responsabilidade da empresa Blue State Digital, liderada pelo marqueteiro Ben Self. Antecipando-se aos concorrentes, o PT contratou a empresa de Self para atuar na futura campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, na internet. Até agora, Dilma não tem nenhum perfil oficial em redes sociais.


Outra candidata que resolveu “terceirizar” ou “profissionalizar” sua vida virtual foi a senadora Marina Silva, do PV. Marina formou uma equipe de consultores para coordenar sua campanha digital. Entre eles está o jornalista Caio Túlio Costa, ex-presidente dos portais UOL e IG. No início de fevereiro, a equipe lançou um blog e um perfil no Twitter, ambos atualizados por Marina com a colaboração dos assessores. Serra e Ciro Gomes dizem que desenvolvem suas ações no Twitter por conta própria, embora o governador de São Paulo conte com a ajuda da assessoria para responder às perguntas e elaborar mensagens.


Mesmo com a ajuda profissional, é difícil que os brasileiros assistam tão cedo a um fenômeno eleitoral como o de Obama nas redes sociais. Segundo uma pesquisa divulgada em dezembro pelo IBGE, 65,2% dos brasileiros acima de 10 anos nunca tiveram acesso à internet. Nos Estados Unidos, é o contrário: o número de internautas passa de 74% da população. Apesar da relativa pouca difusão, o Twitter, dizem os especialistas, é uma ferramenta que pode contribuir para o debate político, principalmente por não sofrer as mesmas limitações de tempo do rádio e da TV. “É um ambiente de comunicação mais democrático. Políticos que não têm a oportunidade de divulgar suas ideias na mídia tradicional podem usar o Twitter para cavar seu espaço”, diz a cientista política Alessandra Aldé, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).


Até agora, isso não tem ocorrido. Uma característica curiosa a respeito do comportamento de alguns políticos na internet é a tendência majoritária de ressaltar informações pessoais e irrelevantes. Quando não estão cometendo gafes ou se autopromovendo, muitos postam comentários banais sobre seu cotidiano. Por meio do Twitter, os internautas podem descobrir que Geraldo Alckmin foi ao cinema com a mulher no dia 31 de janeiro, que Ciro Gomes é fã do filme brasileiro Salve geral, que Soninha amassou a moto do vizinho na garagem e que Geddel Vieira Lima está engordando por causa do sarapatel.


A internet aproximou político e eleitor. O desafio, agora, é melhorar a qualidade dessa relação.

#gafes de políticos facts.

Grosserias, piadas de mau gosto e erros de português são comuns nos perfis de alguns políticos

reprodução
 Reprodução