Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.
Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.
Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.
Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.
O Foursquare usa um sistema de pontos e os que mais frequentam a rede ganham “distintivos” (badges). Assim, pode-se até dar brindes especiais aos clientes mais fiéis ou aos mais antigos de um estabelecimento.
Com grande uso nos Estados Unidos, a rede de geolocalização tem o Brasil na sua mira. Hoje, a maioria dos usuários não-americanos está aqui e na Indonésia. E, como o número de smartphones no Brasil só cresce, a aposta é certeira.
Por aqui, o Spoleto, rede de fast-food italiana, distribuiu refeições grátis ao “mayor” – “prefeito”, o usuário que apresenta maior número de “check-in” em um local. A livraria Saraiva já realizou uma promoção em que o usuário do Foursquare que fizesse “check-in” na loja e apresentasse o ingresso para o show da Banda U2 ganharia uma palheta especial da turnê.
Com o Foursquare, até mesmo a competição entre as marcas pode ser estimulada. Ao fazer entrar numa loja de roupas do shopping, por exemplo, a concorrente pode te mandar um aviso pela rede de que está com uma promoção imperdível. Por isso, não se espante se a próxima liquidação que você visitar for virtual.
“Mudou o jogo na comunicação entre empresas, clientes e governo”, afirmou o diretor-geral da comScore Brasil, Alex Banks, durante o Digital AGE 2.0 2011. As empresas já descobriram que as mídias sociais permitem maior interatividade e comunicação direta com o consumidor. Ao mesmo tempo é um instrumento importante no relacionamento com fornecedores e públlico.
Segundo estudo recentemente divulgado pela empresa de pesquisa GfK, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e YouTube. Revelou ainda que 27% dos usuários de redes sociais costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% para recomendá-la. O resultado mostra que, independentemente das políticas das empresas em relação ao meio digital, suas marcas já estão na rede, sendo avaliadas, criticadas ou elogiadas pelo consumidor que tem conta no Facebook ou no Twitter.
A maioria das corporações brasileiras que adota estratégias para o fenômeno das mídias sociais, segue um movimento já em curso no mundo, em que, “cada vez mais as empresas, com a assessoria das agências de marketing, estão trabalhando nas redes sociais para se relacionar com o consumidor”, segundo Alexandre Campos, consultor da consultoria IDC.
Para grande parte das companhias, o que prevalece é a gestão das redes sociais ficar a cargo das áreas de Marketing e Comunicação. E o papel do CIO? Para o diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, Fernando Birman, a TI oferece condições para que as áreas interessadas desenvolvam projetos relacionados às mídias sociais.
“Isso vale para rede social e qualquer outra iniciativa das unidades de negócios. Na Rhodia, é o negócio que ‘puxa’ os projetos. Eu entro como facilitador e incentivador da inovação”, diz Birman. Outro papel importante do CIO, segundo o executivo, é o de prospectar tendências.
Além disso, segundo a opinião de Birman, o setor de TI tem também a vantagem de orientar as outras que estão na linha de frente de relacionamento com as mídias sociais. “Uma empresa como a Rhodia, por exemplo, tem um conjunto de regras. Há políticas de comunicação, comportamento e informática. E mídia social uniu várias disciplinas. Na nossa área, a orientação em relação às boas práticas de informática ajuda”, diz.
O executivo esteve envolvido no projeto da empresa para redes sociais, cujo objetivo foi melhorar a aproximação com o consumidor final e dar mais visibilidade à Global Business Units Fibras (GBU), unidade produtora de fibras à base de poliamida usadas na confecção de roupas.
Embora a GBU não se relacione diretamente com o consumidor final, a unidade colocou a marca Rhodia nas mídias sociais para falar com comunidades que, de alguma forma, estão ligadas ao mundo da moda.
“A relação B2B pressupõe um número muito menor de interlocutores em comparação com uma companhia de B2C, que pode ter milhares, centenas de milhares de clientes. Isso leva às empresas que estão em determinada posição na cadeia produtiva a serem mais conservadoras em relação à comunicação e acabam não percebendo valor nas mídias sociais”, explica a gerente de Marketing da Rhodia Fibras, Elizabeth Haidar. Segundo ela, na Rhodia em determinados setores a aposta em redes sociais pode não ter sentido, não agregando valor.
Porém, o setor de fibras é diferente, em que a questão da mídia social passou a ser uma aposta do marketing, e foi uma extensão de uma política de comunicação que já se preocupava em fortalecer a marca antes do advento da era digital. “Temos uma tradição histórica de querer trabalhar a marca junto ao consumidor final. Com o aparecimento das mídias sociais, as observamos como algo importante estrategicamente”, afirma.
Segundo a gerente de Marketing, a mídia social colabora para que o cliente direto da Rhodia, em grande parte fabricante de vestuários, reforce junto ao consumidor final a qualidade da matéria-prima que seu produto emprega. A ideia foi trabalhar com toda a cadeia produtiva do setor têxtil.
A divisão de fibras da Rhodia começou a ser implementada utilizando o Twitter no final de 2009 – atualmente a empresa tem cerca de 12 mil seguidores. “No Twitter, chamávamos a atenção dos consumidores para buscar nos nossos portais para entender a tecnologia dos nossos produtos. O resultado foi muito bom em um intervalo de seis meses, o que nos levou a criar um blog, em 2010. Afinal, precisávamos de dar informações mais aprofundadas, já que o Twitter tem limitações de espaço.” A empresa acabou entrando também no Facebook, em abril de 2011.
De acordo com Elizabeth, o trabalho é feito por jornalistas que postam conteúdo que vão além de informações sobre a marca. “Um exemplo é o segmento esportivo. Postamos assuntos relacionados ao campo esportivo, para que o meu consumidor receba material útil para o dia a dia dele. Falamos de eventos, dicas para práticas esportivas e sobre hábitos alimentares. Ele nos segue não por causa da marca, mas porque recebe informações úteis.”
“Acho que a Rhodia, assim como outras empresas, ainda está aprendendo sobre o papel das redes sociais. Isso tornou-se uma prática”, afirma Birman. O executivo deve apostar agora na disseminação do sucesso da unidade de fibras para outras áreas da Rhodia. “O desafio será convencer outras pessoas do grupo a se aproximar das redes sociais.”
Segundo ele, outro projeto da empresa é permitir o uso interno desses canais.
“O caminho já foi delineado. Se você quiser, pode aumentar a colaboração na própria organização, trazendo a mídia social para melhorar a comunicação com funcionários.
Queremos fazer algo inovador com eles. Afinal, temos 1,5 mil usuários em potencial”, afirma, sem revelar detalhes de como será.
Maior empresa de cosméticos do Brasil, a Natura apostou numa estratégia diferente da grande maioria. Criou a diretoria de Internet e Mídia Digital que, atualmente, é liderada por Fábio Boucinhas. Segundo o executivo, com a iniciativa, a corporação prepara-se para o futuro, quando as mídias sociais terão papel fundamental nos negócios. “A criação dessa diretoria mostra a importância que a empresa dá aos meios digitais e às redes sociais. A Natura criou essa área com objetivo não só de pensar de forma mais holística sobre tudo o que é feito nos meios digitais, como também preparar a empresa para seu futuro e o de suas consultoras.”
Atuando no mercado de cosméticos por meio da venda direta, a Natura tem, segundo Boucinhas, presença multicanal para extrair o máximo dos meios digitais. Possui portais próprios voltados para diversas categorias de produtos, além de perfis no Facebook e Twitter e mantém canais no YouTube. Na relação com as consultoras, que vendem seus produtos, possui canais exclusivos de relacionamento.
“Penso que esses diferentes pontos de presença no meio digital tenham papel definido. Alguns precisam ser monitorados com o objetivo de medir o tempo em que as pessoas permanecem neles. No Facebook, por exemplo, a cada dia as empresas gastam mais tempo nele”, diz Boucinhas.
Ele acredita que, por essa razão, trata-se de uma das ferramentas mais importantes do ponto de vista de relacionamentos e utiliza outros canais, como o YouTube, como uma ferramenta dentro do Facebook. Já os portais próprios, segundo o executivo, têm importância para o relacionamento do consumidor com os produtos e acabam utilizando tanto o Facebook quanto o Twitter para gerar tráfego.
Para Boucinhas, o uso das mídias sociais como ferramentas cria uma “relação simbiótica” entre empresa e consumidor. Trabalhar com as mídias sociais, prossegue, é uma ciência nova, sob o ponto de vista de acompanhar o que ocorre na internet. “Você cria um relacionamento. Há um conjunto de métricas diferente do que estava acosutumado. É preciso ter uma equipe para acompanhar o que tem mais retorno, o que gera mais cliques, os assuntos mais comentados e potenciais crises.”
Boucinhas informa que a empresa tem uma célula de atendimento dedicada aos assuntos de redes sociais e que o retorno desse monitoramento acaba refletindo em várias áreas da Natura.
“Sou par de várias outras diretorias, inclusive TI. Minha área tem função horizontal na empresa, tratando de assuntos que podem remeter à área de atendimento ou à produção.” Em relação à área de TI, a parceria é importante na opinião do diretor. “Qualquer iniciativa nossa acaba na maioria das vezes envolvendo alguns sistemas legados. Há uma relação de interdependência com a TI.”
Um dos maiores fabricantes de pneus do mundo, a Pirelli estreou nas redes sociais em 2006, quando produziu um curta-metragem para ser veiculado no YouTube, a maior novidade da rede naquele ano. “A Pirelli está, há algum tempo, buscando com as mídias digitais um relacionamento com o consumidor, para conhecê-lo melhor. E para o desenvolvimento da marca”, afirma o gerente de Marketing para América Latina da Pirelli, Jan Telecki. A partir do primeiro sucesso no YouTube, a empresa tem inovado e diversificado a atuação nas mídias sociais.
Para fazer a varredura do que estão falando sobre automóveis, corridas e, obviamente, pneus, a Pirelli contratou a Media Contacts. Telecki destaca a forte interação entre as equipes das duas companhias. “Temos profissionais da Pirelli dentro da Media Contacts. São pessoas experientes no âmbito digital, dedicadas à comunicação e que vivem voltadas exclusivamente à rede social.
Outra empresa que tem nas mídias sociais um recurso importante para suas estratégias é a fabricante de caminhões Iveco, braço da italiana Fiat. O meio digital passou a ser protagonista justamente quando a empresa decidiu ser mais agressiva no mercado brasileiro.
No Brasil desde 1997, a organização concorre com marcas tradicionais que está há décadas no Brasil, como Ford, Mercedes Benz e Volkswagen. A partir de 2007, a Iveco investiu em uma total renovação da estratégia de marketing, na qual a inovação digital tem papel fundamental.
O objetivo era simplesmente melhorar a exposição da marca, tornando-a mais conhecida e aumentar o seu valor. Uma pesquisa, encomendada pela própria empresa, apontou que sua marca ainda estava em desenvolvimento no País.
Na estratégia de comunicação, a Iveco inovou em 2009, ao fazer o primeiro lançamento de caminhão via blog no Brasil, tendo como públicos jornalistas, clientes, potenciais compradores, concessionários e colaboradores da empresa. A iniciativa foi tão bem avaliada na companhia, que a página passou a ser o blog oficial da Iveco. A montadora também saiu à frente ao lançar o caminhão Tector Stradale exclusivamente pela internet, em agosto de 2009.
O uso das mídias sociais levou a Iveco a acompanhar as mudanças de tendências no mercado. Os consumidores de caminhões estão mais bem informados do que antes e houve ainda profissionalização do setor de transporte. “Atualmente, as empresas estão mais preparadas, por exemplo, para discutir custos operacionais, características técnicas de produtos, e melhor aplicação para os tipos de carreta”, informa o diretor de Comunicação da Iveco Latin America, Marco Piquini. Para ele, esse movimento tornou mais sofisticado o relacionamento com o consumidor, daí estar antenado com a mídia digital.
“Pretendemos cada vez mais fortalecer esse relacionamento por meio de pesquisa e atuação segmentada. Sabemos que o Orkut possui mais de mil comunidades referentes a caminhões. Qual tipo de discussão é abordado em torno da marca Iveco e de seus concorrentes?”, diz Hellen Santos, analista de Comunicação responsável pela Plataforma de Comunicação Digital Iveco.
Ela afirma que essas informações podem favorecer a empresa em mais uma fonte de melhoria constante de produtos, serviços e processos. “E, ainda, seguramente, trazer cada vez mais inovação e diferenciação para os produtos Iveco.” Em outubro, será lançada uma nova FanPage da Iveco no Facebook, para que o conteúdo da montadora seja melhor agregado à rede social.
Na Iveco, as análises das informações colhidas junto às mídias sociais são realizadas pelo departamento de Comunicação, no entanto, Piquini destaca a importância da Tecnologia da Informação para as áreas de negócios. “A área de TI é fundamental porque a tecnologia nesse campo muda a cada dia, evolui com rapidez impressionante e devem ter o suporte técnico para viabilizar as ideias e as necessidades”, relata Piquini, reforçando que a TI é vital também para contribuir com propostas e soluçõs técnicas que criem situações favoráveis para novos projetos.
Informação | ComputerWorld
Para o nicho de aplicativos móveis, os dados estimulam o crescimento de um mercado novo com muitas vertentes por explorar. São jogos destinados aos usuários, plataformas que permitem a interação com os demais usuários da rede, e aplicativos que organizam datas e tarefas sincronizadas aos sites, entre outras possibilidades.
De acordo com um ranking sobre redes sociais brasilerias, feito em 2011 pela comScore - companhia americana especializada em medições do mundo digital -, o Facebook cresceu 192% só no Brasil.
Para Rafael Lamardo, professor de tecnologia da informação do MBA e pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), apesar de o setor oferecer boas expectativas, o empreendedor deve ter conhecimento prévio antes de investir suas fichas nesse nicho. "Engana-se quem imagina que o investimento é baixo. A aplicação em pesquisa, que é essencial, é alta e a mão de obra, cara. Para reter os bons desenvolvedores, o empresário terá que gastar com uma boa gestão, por exemplo."
Além dos custos de implantação, o empreendedor que deseja entrar no nicho precisa ser paciente. De acordo com o professor, o prazo para retorno do investimento chega a três anos. "É muito difícil encontrar uma empresa que surja com o que chamamos de 'aplicativo matador', aquele que acerta de primeira. Basta analisar as grandes empresas de aplicativos estrangeiras. A maioria tem uma longa história para contar. Foi necessário tempo para que pudessem se consolidar."
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Para pegar um lugar na onda das redes sociais, o empresário Ricardo Grandinetti e seus quatro sócios desenvolveram a LikeStore, plataforma que permite a criação de uma loja virtual dentro de uma página do Facebook - maior rede social do País, que em dezembro de 2011 atingiu a marca de 36,1 milhões de usuários, segundo a comScore.
O projeto data de 2010, mas a implantação foi iniciada há cerca de um ano. A atual versão está no ar desde agosto do ano passado. Os empreendedores investiram R$ 2 milhões. O dinheiro será destinado a todos os gastos da empresa até julho de 2012. "Temos tudo planejado. O dinheiro vai ser usado para pagar os gastos com funcionários, infraestrutura e assessoria de imprensa", explica o empresário. "Esperamos recuperar o investimento em três anos."
Segundo Grandinetti, que também atua como gerente de produtos da LikeStore, hoje já são 4 mil lojas vendendo através da plataforma. A manutenção do serviço é gratuita. A única taxa cobrada é sobre a comercialização dos produtos: 2% do valor bruto de cada venda.
Marketing em Mídias Sociais: investimento que dá saborosos resultados para empresas de todos os segmentos.
Hoje, vamos comentar os principais achados da pesquisa "Relatório 2012 da Indústria do Marketing nas Mídias Sociais: como os profissionais de marketing estão usando as mídias sociais para o crescimento de seus negócios" (em inglês), conduzido por Michael A. Stelzner, CEO e fundador do Social Media Examiner.
Importância da Mídia Social
Nada menos que 83% dos profissionais de marketing entrevistados consideram que o marketing em mídias sociais é importante para seus negócios, sendo que os empreendedores individuais têm maior probabilidade de concordar fortemente com essa afirmação do que os demais. É fácil entender porque os empreendedores individuais e pequenas empresas concedem tanta importância às mídias sociais, já que operam com recursos limitados para investimento em mídia.
Tempo investido
Um total de 58,8% dos profissionais de marketing investe mais de 6
horas semanais em atividades de mídia social, sendo que 14,4% investem
mais de 20 horas semanais. Os profissionais mais experientes tendem a
investir mais horas do que os menos experientes mas, como a experiência
traz maior eficiência, a pesquisa observa que os profissionais mais
experientes estão investindo menos tempo em 2012 do que em 2011.
O fator idade
Quanto mais jovem é o profissional, maior o tempo semanal investido nas mídias sociais, com 43% dos profissionais entre 20 e 29 anos gastando 11 horas semanais ou mais nessas atividades.
Principais benefícios das mídias sociais
O principal benefício citado pelos profissionais de marketing foi aumento da exposição da marca (85%). Em seguida, cita-se o aumento na visitação do site da empresa (69%), a melhor compreensão do ambiente de mercado (65%), a geração de leads, isto é, contatos comerciais com potencial de resultar em vendas (58%) e o desenvolvimento de lealdade à marca por parte dos fãs (58%).
Aumento nas vendas
O marketing em mídias sociais é um investimento intensivo em
relacionamentos de longo prazo que resulta em aumento nas vendas. Um
total de 58% dos profissionais com mais de 3 anos de experiência em
mídias sociais relata aumento nas vendas em decorrência de suas ações
nas mídias sociais, sendo que mais de 65% dos profissionais que investem
mais de 30 horas semanais declaram obter geração rotineira de novos
negócios através das mídias sociais.

Aumento na exposição da marca
Mesmo com um mínimo investimento em tempo semanal, 85% dos profissionais declaram obter aumento na exposição de seus negócios usando as mídias sociais, sendo que esse número sobe para 95% entre aqueles que estão ativos nas mídias sociais há 3 anos ou mais.
Parcerias de negócios
Os profissionais que investem mais tempo e que têm maior experiência nas mídias sociais são os que declaram conseguir o maior número de parcerias de negócios. Os números variam entre 44% para os que estão há pelo menos 6 meses em atividade nas mídias sociais até 72% entre os que estão há 3 anos ou mais. Esses números demonstram que o imenso potencial das redes sociais para a troca de ideias e informações entre profissionais transforma-as em um manancial de parcerias de negócios.
Geração de leadsMesmo entre os profissionais que investem apenas 6 horas semanais, 61% veem nas mídias sociais um meio para geração de leads. O percentual sobe para 65% entre as empresas de pequeno porte e para 78% entre os profissionais com 3 anos ou mais de experiência.
Redução nos custos de marketing
O maior custo do marketing em mídias sociais é o tempo investido
para obter sucesso. Metade dos profissionais que investem pelo menos 11
horas semanais relatam o benefício da redução nos custos de marketing.
Esse efeito é mais sensível em empresas de individuais (57%) e de
pequeno porte do que nas empresas de porte médio a grande.
Aumento no número de visitas ao site da empresa
Dos profissionais que investem 6 ou mais horas semanais, 74% observam aumentos no número de visitas ao site da empresa. Entre os que têm 3 anos ou mais de experiência, o número sobe para 84%, sendo esse um benefício mais fortemente observável entre as empresas de grande porte (75%) do que entre os pequenos negócios (68%).
Inteligência de mercado
Somam 70% os profissionais com mais de 1 ano de experiência que usam as mídias sociais para obter uma melhor compreensão do ambiente de mercado, sendo que esse objetivo é mais fortemente perseguido por empresas que atuam no mercado de vendas corporativas (B2B), somando 68%, do que no mercado de vendas ao consumidor (B2C), onde a soma é 59%.
Construção de lealdade entre os fãs
A conquista de uma base de fãs leais é um benefício relatado mais frequentemente entre as empresas que atuam no mercado consumidor – B2C (63%) do que no mercado corporativo – B2B (54%). A relação com o tempo investido é direta: este benefício foi relatado por 60% dos que investem 6 ou mais horas semanais contra 46% dos que investem 5 horas ou menos.
Conclusão
O marketing em mídias sociais é uma ferramenta de eficácia
reconhecida pelos profissionais de marketing, tanto no mercado
corporativo (B2B) quanto mercado consumidor (B2C). A obtenção de
resultados, porém, requer o investimento disciplinado de um bom número
de horas semanais ao longo de meses ou anos. Para quem deseja obter
resultados com maior rapidez, a solução, inevitavelmente, é terceirizar
as ações em mídias sociais, contratando uma empresa com profissionais
experientes e dedicação em tempo integral.
Fonte: AdNews

