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As vantagens que a internet oferece são inúmeras e a Tecnologia da Informação propaga este conhecimento rapidamente, criando novos cenários virtuais. As pequenas empresas podem se utilizar destes cenários e tirar proveito para os seus negócios. As redes sociais são uma destas vantagens da rede, que podem trazer retorno em divulgação e clientes para sua empresa.

Redes sociais são formas de interação entre pessoas que compartilham ideias, opiniões, sentimentos e amizades através de ferramentas computacionais utilizadas na web. Os vínculos entre os integrantes das redes são formados através de laços sociais, tais como interesses e afinidades, permitindo ao indivíduo aceitar ou não as solicitações de interação.

Diversas são as ferramentas e sites que promovem as redes:
- Sites de relacionamentos como o Orkut e o Twitter – Permitem a conexão entre os participantes, bem como os relacionamentos entre eles e as comunidades por interesses mútuos. Os participantes utilizam ferramentas de interação como fóruns, chats e blogs.
- Comunidades virtuais - Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais. Os participantes do grupo permanecem um tempo suficiente para que possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador (Wikipédia).
- Blogs - Estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem listas de amigos, que são os autores de outros blogs, e proporcionam muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem (Wikipédia). O “dono” do blog pode emitir opiniões sobre diversos assuntos e receber comentários de diversos leitores.

As pequenas empresas podem planejar estratégias de marketing para divulgar serviços, produtos e até relacionar-se com o cliente nas redes sociais. As vantagens são o baixo custo de infraestrutura, demanda focalizada (pois se pode anunciar nas comunidades de interesse específico), atendimento personalizado a cada cliente e, principalmente, a interatividade com o público-alvo.

Outro ponto favorável é o estabelecimento de um canal de comunicação direto com o cliente através do uso das ferramentas de redes sociais, que permitem “escutar” as reclamações e opiniões, verificando suas necessidades e, principalmente, tratando-o como único e não como mais um consumidor.

A internet vem evoluindo rapidamente, em especial no que diz respeito à interatividade, à facilidade em seu manuseio e à implementação de novas ferramentas nas redes sociais.  Isso tudo garante que sua utilização estará cada vez mais presente em todos os processos empresariais.

          
(*) Marcelo Tsuguio Okano é Mestre em Administração, professor de pós-graduação em redes da FIAP e consultor de TI para a área de servidores. Trabalha desde 2000 com projetos de virtualização para servidores Unix e Linux, participou de vários projetos de consolidação de servidores na IBM
Jul 28
A internet permitiu que todo o cidadão que tenha uma conexão disponível e um computador possa se comunicar com o mundo.

Antes da internet, a divulgação da informação ficava nas mãos dos veículos de comunicação oficiais. Hoje, a divulgação da informação está em nossas mãos.

Ao passar o poder da comunicação para o cidadão comum a Internet virou uma poderosa arma de mobilização.

No Irã, logo após o resultado da eleição para presidência ter sido anunciado e a vitória do presidente eleito ser colocada em xeque por entidades internacionais, o governo restringiu o acesso de jornalistas estrangeiros em suas fronteiras e cortou a comunicação da população com o resto do mundo.

Os cidadãos iranianos foram às ruas para protestar contra o presidente eleito Mahmoud Ahmadinejad.  Com câmeras fotográficas e filmadoras em mãos eles usaram as principais comunidades 2.0 da internet como canal de divulgação. Facebook, YouTube, Blogs e Twitter foram utilizados para mostrar ao mundo, em tempo real, as cenas de protestos e a repressão em que vive o povo iraniano.

As imagens que não puderam ser captadas pelos jornalistas, impedidos de cobrir o conflito no local, foram parar em jornais, revistas e TVs.

Os iranianos conseguiram burlar a censura e descobriram que podem atualizar blogs e acessar sites no anonimato. Com o avanço da tecnologia, o governo do Irã perdeu o controle total sobre o que sua população faz na internet.

Um dos softwares utilizados é o Projeto Tor que permite o acesso a sites e serviços de mensagens instantâneas bloqueados por provedores locais e, além disso, garante o anonimato de usuários que vivem em países fechados como o Irã ou a China.

O Tor nasceu em plena guerra fria. Na época o governo americano uniu o mais alto escalão da marinha e a DARPA, futura internet, para criar uma rede segura e anônima capaz de resistir a qualquer tipo de ataque. No fim da guerra fria, o projeto foi abandonado, mas não caiu no esquecimento. A “Eletronic FrontierFoundation” (EFF), fundada em São Francisco em 1990 e defensora dos direitos e da liberdade no mundo digital, encabeçou o projeto politicamente e financeiramente para garantir o anonimato na internet, já que nem os serviços de inteligência conseguem localizar de onde e de quem partiu a informação.

Texto retirado do site: http://blog.primeiramao.com.br/index.php/2009/07/07/internet-sem-rastros/

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