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Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado - o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.
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Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.
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Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.
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Mais pessoas gastando mais tempo.
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Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!”
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Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar - e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Infosfera
Apenas um mês depois da saída da ex-CEO e co-fundadora Gina Bianchini, o Ning anunciou que vai demitir 40% dos seus funcionários e cancelar todos os seus serviços gratuitos. O Ning é uma espécie de coletivo de redes sociais, oferecendo ferramentas para que grupos criem redes com temas específicos. O site foi lançado em 2005 por Bianchini e Marc Andreessen. Há um mês, Jason Rosenthal assumiu como CEO da empresa.

Participe do diretório Ning no Brasil

"Nós vamos nos guiar pela capacidade de criar redes premium do Ning em grande escala. E toda nossa capacidade de desenvolvimento será devotada para fazer os nossos clientes que criam comunidades pagas extremamente felizes", disse ele num email enviado para todos os funcionários.

O anúncio mexeu com a concorrência, que está de braços abertos para receber os refugiados do Ning. O Grouply pretende facilitar o trabalho de quem quiser migrar suas comunidades para o serviço.

E o Grou.ps, que se autoentitular maior competidor do Ning, criou o grupo http://grou.ps/ningexodus , para ajudar aqueles que não pretendem pagar pelos serviços do rival.

Atualmente, as comunidades gratuitas exibem publicidade controlada pelo Ning. Todas essas comunidades terão de ser convertidas para o serviço pago ou procurar outra praia. Os administradores de comunidades receberão mais informações sobre as mudanças nas próximas duas semanas.

Segundo o TechCrunch , hoje o Ning oferece diversos serviços premium, como suporte (US$ 10/mês), domínios personalizados (US$ 5/mês), espaço e banda extra (US$ 10/mês), retirada de publicidade (US$ 25/mês) e a possibilidade de não revelar que você está usando o serviço do Ning (US$ 25/mês). Informações do Diretório Ning do Brasil.

A história começa com um jovem nerd tomando um fora da namorada. Gira em torno do projeto de um site, o Facebook, na ficção totalmente criado para atrair a atenção da tal jovem. O negócio, contudo, hoje tem, na realidade, mais de 500 milhões de usuários no mundo inteiro e vale US$ 50 bilhões. Se o crescimento continuar no mesmo ritmo, no segundo semestre de 2011, o Facebook vai, finalmente, bater o Orkut no Brasil, o maior país da América Latina – e um dos poucos onde a rede social ainda não é fenômeno de audiência. Enquanto isso, estreia amanhã a produção hollywoodiana que conta essa história, A rede social, dirigida por David Fincher.

"O filme certamente vai aumentar a curiosidade das pessoas quanto ao site. E a tendência é que grandes players dominem esses mercados, que haja apenas uma rede de cada tipo. Para adicionar amigos, ver as fotos deles, comentar status, o negócio é o Facebook. O Orkut ainda domina por aqui, por ter chegado primeiro, mas, para que o Facebook o ultrapasse, é só questão de tempo: do ano que vem não passa", acredita o pesquisador Gustavo Rauber, que conduz um estudo na UFMG sobre a privacidade na rede social.

O Brasil não chega a aparecer na história como uma pedra no caminho do avanço mundial do império Facebook. Mas um personagem brasileiro tem papel central na história do livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, que inspirou o roteiro do filme. O relato dos bastidores da criação do site teve como principal fonte Eduardo Saverin, colega de Mark Zuckerberg, o nerd que tomou o fora da namorada e hoje é o mais jovem bilionário do mundo.

Eduardo foi o investidor inicial do projeto (colocou os primeiros US$ 1 mil para o aluguel dos servidores, seguidos de US$ 18 mil, quando o site ainda era restrito a algumas universidades americanas). No acordo inicial, testemunhado apenas pelos muros de tijolos de Harvard, tinha 30% da companhia e acabou vendo suas ações diluídas e ficando com 0,03%. Processou o Facebook, ganhou e hoje posta, em sua própria página pessoal na rede, mensagens simpáticas a Mark, como fotos de festinhas da universidade em que os dois aparecem juntos.

O nome de Saverin está de volta aos créditos da página, como cofundador do negócio que chegou, anteontem, ao terceiro lugar em valor de mercado, entre empresas de internet. Ultrapassou o e-Bay (US$ 39,3 bilhões) e está abaixo, apenas, da Amazon (US$ 74,4 bilhões) e do Google (US$ 192,2 bilhões), de acordo com a Bloomberg.




Números com crescimento impressionante fazem parte da vocação do Facebook, desde a origem, em 2004. Criado nos alojamentos de Harvard, o site surgiu restrito àquela universidade e, em dois dias, já contava com a adesão de todos os alunos. A expansão para outras universidades americanas garantia o modelo de rede social a que esses universitários estão acostumados: baseado em clubes finais, a que os estudantes eram convidados – ou excluídos. Assim como eles, o Facebook teria de ser "exclusivo, divertido e tornar sua vida melhor", nas palavras do Mark do livro e do filme.

A ideia era reproduzir, on-line, essa vida social universitária. Por isso, os botões de "curtir" e "cutucar" sempre estiveram lá. Com o tempo, agregou outros valores, como a facilidade com que se descobriria se a figura está solteira e em que está interessada.

Mark podia ser um gênio da computação e tal e coisa. Mas originalidade não era exatamente seu forte. Tanto que também foi processado por Tyler e Cameron Winklevoss, remadores populares em Harvard que convidaram Mark para ser programador de um projeto muito parecido, e iniciado antes do Facebook, chamado ConectU. O processo deles contra o jovem de cabelos enrolados terminou em acordo de US$ 65 milhões.

Para apimentar a trama com sexo, drogas e popularidade, entra na história Sean Parker, empresário conhecido por integrar a equipe inicial do Napster, o site de compartilhamento de músicas que revolucionou a distribuição de músicas e arranjou briga com gravadoras poderosas. O papel cai como uma luva no popstar Justin Timberlake. Sean capta investidores, leva a companhia para o Vale do Silício e, na visão do livro e do filme, tira o brasileiro Saverin da jogada. Dele, surgem ideias oportunas, como a criação dos álbuns de fotos, em pleno hype das câmeras digitais.

A intrigante trama cinematográfica, com diálogos ágeis e personagens interessantes, diferentemente do livro, focado em Eduardo, coloca Mark no centro dos acontecimentos. O Mark da vida real, no entanto, já deu entrevistas categorizando o filme de ficção: "A verdadeira história do Facebook é bem chata. Quer dizer, sentamos diante dos nossos computadore por seis anos e trabalhamos com códigos". O ex-melhor amigo Saverin também publicou declarações em uníssono: "A intenção do filme era ser entretenimento e não um documentário, baseado em fatos".

No Brasil, o avanço do Facebook encontra ainda resistência. O Orkut, rede social do Google, tem mais de 36 milhões de visitantes únicos. O Facebook tem 9 milhões. Mas, há um ano, tinha apenas 1,5 milhão. Depois que ultrapassou os muros de Harvard, parece não haver fronteiras para o avanço da companhia. Há rumores de que o

Google lance uma rede social de alcance global para competir (o Orkut faz sucesso só no Brasil e na Índia), mas nada de concreto ainda foi divulgado.

Fato é que hoje, no Facebook, os perfis de Zuckerberg e de Saverin não adicionam mais amigos. Viraram páginas oficiais. O máximo de interação permitida é o botão "curtir". Famoso "ame-o ou deixe-o". O perfil da suposta namorada que deu início à busca de Zuckerberg por uma ideia que o transformasse em um jovem notável pode ser encontrado na rede. Erica Albright, contudo, tem tudo para ser um fake. A começar por sua descrição: "Sou eu, a ex-namorada de Mark Zuckerberg". A moça, depois de tudo, certamente preferiria o Orkut. Informação da Mantrux do Brasil.




O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O reinado do Orkut como principal rede social do Brasil pode chegar ao fim ainda este ano. É o que indica análise do site Search Engine Wacht.com, sobre Brasil, Índia, Rússia e China, informou o AdNews, site brasileiro especializado no mercado publicitário.

banner-mantrux-250Segundo o estudo, cada um desses países tinha uma rede social predominante, que não o Facebook. O Orkut se firmou como dominante na Índia e no Brasil, mas o quadro começa mudar em favor da rede social de Mark Zuckerberg.

Por aqui, o Facebook tem apresentado crescimento acelerado desde o último trimestre do ano passado. Com base na curva de crescimento do Facebook mostrada pelo Google Trends, o analista Michael Bonfils conclui que por volta do final do terceiro quadrimestre deste ano, o Orkut perderá o posto de principal rede social do País. Na Índia, essa troca aconteceu em 2009.

O estudo atribui essa virada a alguns fatores, entre eles a expansão viral (amigos convidando amigos), a marcação de fotos (que incentiva o diálogo entre as pessoas), os critérios de privacidade (perfis são públicos por default e podem ser pesquisados por quem não é cadastrado no Facebook), os aplicativos de jogos (como "Farmville" e "Mafia Wars"), e as Fan Pages (páginas para pessoas jurídicas no Facebook, recurso que não existe no Orkut), que têm sido usadas por marcas para promoções.

A íntegra da pesquisa está em http://searchenginewatch.com/3642183

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


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O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

A popularidade do Facebook no Brasil explodiu no ano passado, e a empresa pode agradecer ao seu maior rival por isso.


Em sua recente apresentação da oferta pública inicial de ações, o Facebook disse que o número de usuários ativos do site no Brasil quase triplicou em 2011, colocando-o finalmente à frente do Orkut, do Google, como a rede social número um no país.


"Não consigo pensar em um exemplo onde o Facebook tem crescido tão rapidamente", disse Andrew Lipsman, vice-presidente de análise da indústria do grupo de pesquisa comScore.

No Brasil, onde nasceu o cofundador do Facebook Eduardo Saverin, a empresa encontrou um mercado preparado para o crescimento, com acesso à internet em rápida expansão, um número de computadores cada vez maior e uma demanda voraz por mídia social.


Isso pode ser creditado parcialmente ao Google, dizem analistas. Enquanto uma economia em crescimento e um acesso mais fácil a crédito deu aos brasileiros a possibilidade comprar computadores e conexões de banda larga, o Orkut deu-lhes uma razão para fazê-los.


"Até a chegada do Orkut, em 2004, o uso da internet no Brasil estava estagnado", disse o analista José Calazans, da empresa de pesquisa de mercado Ibope Nielsen, em São Paulo. "Quando as pessoas aqui começaram a comprar computadores e ir a cibercafés, era especificamente para acessar o Orkut. Agora muitas delas estão se mudando para o Facebook."


O Orkut foi a primeira rede social a fazer sucesso no país. Em uma cultura altamente social como a do Brasil, onde até reuniões de negócios terminam com abraços, o site se tornou um fenômeno nacional.


O crescimento do Orkut coincidiu com um boom econômico que tirou milhões de pessoas da pobreza, com muitos brasileiros ganhando acesso a computadores e à internet pela primeira vez.


A falha do Orkut em inovar acompanhando as expectativas dos usuários criou uma oportunidade para o Facebook entrar em cena, oferecendo novos aplicativos e games e a capacidade de se conectar com pessoas de fora do Brasil.


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Rede Social, Dell

HÁ ESPAÇO PARA AS DUAS REDES SOCIAIS?


O Orkut ainda mantém uma grande parcela do mercado de rede sociais no Brasil, com mais de 34 milhões de usuários, contra 36 milhões do Facebook, de acordo com a comScore. Mas seus dias podem estar contados.


"Se você pensar nos EUA, o Facebook e o Myspace eram muito competitivos por volta de 2009", disse Lipsman, da comScore. "Você pode coexistir por um tempo, mas o que tende a acontecer é as pessoas se consolidarem em torno de um ou outro."


De acordo com o Ibope Nielsen, mais de 85% dos usuários de internet ativos no Brasil usam sites de redes sociais --nos EUA, são 74%; no Japão, 77%. Os brasileiros também passam mais tempo nesses sites, com uma média de quase oito horas e meia por mês, contra seis horas e meia nos EUA e pouco mais de quatro horas no Japão.


O crescimento do Facebook no Brasil continuará a depender da atração de mais usuários do Orkut, mas ele pode ser limitado pela infraestrutura do país, onde menos de 30% das residências têm acesso à internet.


"Nem metade da população está na internet, então o Facebook tem muito espaço para crescer", disse Calazans, do Ibope Nielsen. "Mas isso também dependerá do crescimento da internet, que deve ocorrer na mesma velocidade."


Infográfico das redes sociais no Brasil


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Profissionais de marketing e de mídias sociais têm opiniões similares quando se trata de reconhecer a importância das mídias sociais para aproximação com os seus públicos de interesse e para ampliar o reconhecimento da marca. Por outro lado, quando o assunto é a implementação de lojas de e-commerce nessas plataformas de relacionamento, as percepções são variadas. Pelo menos é o que se constatou ao fim dos debates no Painel “Redes de relacionamento transformam-se em plataforma de negócio?”, realizado em São Paulo, na edição de 2012 do Web Expo Forum.


Para Fernando Taralli, presidente da VML, o que deve definir se o e-commerce deve ocorrer na própria rede social -- ou se esta deve atuar apenas como rede geradora de tráfego para outras plataformas de vendas online -- é a estratégia do negócio. “Não há estratégia certa ou errada. Vai prevalecer o que fizer mais sentido para o negócio e o que 'fechar' o ROI, é isso que irá direcionar o investimento”, diz o executivo.


Taralli afirma que, teoricamente, já é possível realizar qualquer transação comercial por meio do Facebook, a maior rede social do mundo. “No Brasil, já há muitas marcas com sublojas no Facebook. A questão, aqui, são os custos diversos envolvidos, como infraestrutura e gestão, entre outros”, diz o presidente, para quem é inevitável o "casamento" entre social e e-commerce.


Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil, é um dos que veem com ceticismo a tendência de social commerce. “Ninguém entra no Facebook para comprar. Os usuários estão ali para experiências que podem ser inclusive com uma marca, mas compram em outro ambiente”, afirma o executivo, salientando que muitas marcas pioneiras em F-Commerce decidiram fechar suas lojas nessa plataforma, devido à falta de êxito da empreitada. “Claro que a marca tem de estar lá, manter suas estratégias de relacionamento, mas não necessariamente para vendar na rede social”, acredita Gil.


Citando pesquisas de consumo internacionais, o CMO da Rakuten Brasil destaca que, embora as pessoas não estejam comprando via redes sociais, elas são altamente influenciadas pelos comentários de amigos sobre produtos e promoções, o que acaba se refletindo nas vendas eletrônicas. “Levar o Facebook para o site é sensacional. Mas acho 'carregado' ter loja no Facebook”, diz Gil.


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Entre as estratégias que considera promissoras, o executivo da Rakuten destaca a oferta de provadores virtuais de roupas, em que o usuário escolhe peças de vestimenta e assessórios e submete a sua imagem com os itens escolhidos à avaliação dos amigos na rede. Se quiser, o usuário pode se dirigir à loja virtual e adquirir os produtos experimentados virtualmente.

Por sua vez, Marcos Puccini, responsável pelo negócio by You (rede corporativa oferecida pela TOTVS), testemunha que, pelo menos na base de clientes que solicitam projetos com a rede by You, a principal demanda é por direcionamento de tráfego para os seus portais. “Eles querem trazer a informação para o seu ambiente e ter níveis de segurança como, por exemplo, saber com certeza quem está por trás de um perfil na rede”,diz.


Fonte: Ti Inside

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