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Cidades Sustentáveis ​​Myfuncity

Foi lançada nesta quarta-feira no Brasil uma rede social Que TEM OBJETIVO Por estimular uma Participação dos Cidadãos nn ASSUNTOS municipais e Avaliar 

A Rede Social , Que dez Apoio do Facebook, Pode serviços acessada do site Pelo myfuncity.org . O aplicativo permitirá ao Usuário Avaliar uma das Qualidade Cidades uma Partir de 12 Indicadores relacionados AO Trânsito, Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Educação. que tem por objetivo estimular a participação dos cidadãos nos assuntos municipais e avaliar a qualidade dos espaços urbanos, a "Myfuncity Cidades Sustentáveis".

A pontuação recebida por cada indicador servirá para a elaboração de um mapa sobre a satisfação dos cidadãos com os serviços públicos, afirmou um comunicado da Myfuncity, que contou com a ajuda do movimento Rede Nossa São Paulo para lançar o projeto.

Os usuários poderão manifestar sua opinião por meio do Facebook e Orkut e também trocarão mensagens e fotos com outros participantes. Segundo a Myfuncity, o Brasil é o primeiro país do mundo a ter uma rede social com foco na participação cidadã. O objetivo é alcançar 10 milhões de usuários no Brasil e 50 milhões no mundo até fins de 2012.

"No futuro, ele será lançado na Europa e nos Estados Unidos. A internet tem um poder transformador e conecta pessoas que querem mudar a cidade em que vivem", disse o presidente do movimento, Mauro Motoryn.

Fonte: Terra

Em maio deste ano, a revista Americana Consumer Reports divulgou que cerca de 7,5 milhões de crianças com 12 anos ou menos estão cadastradas no Facebook. Segundo a revista, o uso constante da rede social por esse público coloca em risco a segurança, a proteção e a privacidade destes menores.


Recentemente, o filho de uma analista de redes sociais (não identificada) comentou numa atualização pública de sua mãe no Facebook e teve o seu comentário visualizado. Não fosse pelas consequências do ocorrido, o caso teria passado despercebido, como mais uma das interações comuns da rede. Contudo, tendo acesso ao diálogo que se sucedeu ao post do Facebook, o website de medição de influência em redes sociais, Klout, criou um perfil no site para o garoto sem a sua permissão.


Isto quer dizer que, embora existam várias configurações de privacidade no Facebook que permitam aos usuários protegerem suas atualizações e dados pessoais de estranhos, os comentários feitos em status públicos dos seus contatos estão livres de restrições. Tecnicamente, o Klout pode utilizar um comentário público no Facebook, por exemplo, para encontrar um usuário, ter acesso às informações, e fazer o upload de sua foto do perfil. Exatamente o que aconteceu com o menino em questão.


Entretanto, em meio aos problemas semelhantes que envolvem as crianças na rede, o Facebook tomou medidas contra os perigos mais graves de compartilhamento. Agora, por exemplo, o site está usando uma nova tecnologia para encontrar e remover pornografia infantil, bem como se tornou parceiro do sistema de alerta Amber da polícia para crianças desaparecidas.


Essas medidas em favor das crianças são ótimas, tendo em vista que também não prejudicam todo o compartilhamento que faz o Facebook prosperar. No entanto, uma maior atenção dos pais às interações dos filhos nas redes sociais é indispensável, segundo alertam os psicólogos.


Fonte: tech Tudo

O Facebookse envolveu em mais uma polêmica relacionada à privacidade de seus usuários. Funcionários da rede social de Mark Zuckerberg reconheceram que o site é capaz de rastrear os conteúdos visitados pelos membros da rede na web.

Segundo declarações recentes, o Facebook é capaz de criar um log de execução das páginas na web de cada um dos seus mais de 800 milhões de usuários, registrando todo o histórico de navegação dos últimos 90 dias. Além disso, sobretudo, registra as atividades daqueles que não são usuários do serviço, desde o momento em que o internauta visita uma página da rede.

Para rastrear o histórico de navegação de seus membros cadastrados, o Facebook utiliza uma tecnologia de rastreamento de cookies semelhante ao sistema utilizado por outras grandes empresas, como Google, Adobe, Microsoft e Yahoo. A informação é do diretor de engenharia da rede, Arturo Bejar.

Nas últimas semanas, o Facebook esteve envolvido em uma disputa judicial com a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos. Na ocasião, se defendeu das acusações de violação de privacidade dos seus usuários.

Vale destacar que para empresas com negócios online e sites de mídias sociais, os dados coletados pelo Facebook são valiosos. São usados como fontes para medir o potencial de anúncios para grupos específicos de internautas. Por outro lado, fica a dúvida se essas informações podem ser usadas de forma maliciosa, ou até mesmo se esses dados podem ser vendidos para terceiros.

Enquanto a discussão sobre o rastreamento do histórico de navegação continua, novas diretrizes sobre a privacidade online são discutidas no congresso norte-americano e na World Wide Web Consortium, que estabelece padrões e regras para Internet.

Dependendo das mudanças aplicadas, em breve, os internautas poderão limitar o acesso das empresas sobre suas atividades online, que há mais de 10 anos utilizam o rastreamento para ajudar os anunciantes a serem mais relevantes junto ao seu público.


Gráfico mostra como o Facebook rastreia a navegação de seus usuários


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