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As redes sociais oferecem hoje muito mais do que oportunidades de relacionamento entre amigos, encontros casuais e namoros. As redes proliferaram e se especializaram em diversos campos de atuação.
Tomemos como exemplo o Linkedin. Hoje é uma excelente ferramenta para busca de profissionais no mercado. Bastante útil para departamento de RH e empresas de hunting. Mesmo no Orkut, Facebook pode-se facilmente identificar as comunidades de interesse profissional e, a partir dela, identificar profissionais, consultores especialistas em determinados assuntos, etc.

Entre algumas aplicações das redes sociais de hoje que são de interesse das companhias estão as pesquisas, troca de mensagens curtas e rápidas, como no Twitter, análises ou reclamações sobre produtos e campanhas promocionais. Li recentemente um artigo sobre uma empresa de doces que circula em um pequeno caminhão pela cidade enviando mensagens pelo Twitter informando o bairro onde se encontrava, estimulando clientes a fazerem pedidos em casa ou no trabalho.

Olhando agora sob a perspectiva de segurança da informação, é fato que muitas empresas bloqueiam o acesso às redes sociais a partir de seus ambientes corporativos. Os riscos que justificam tal decisão estão associados à confidencialidade das informações corporativas e de produtividade dos funcionários.

Existe a percepção de que se deixarmos os funcionários acessarem livremente os sites, poderíamos comprometer seu desempenho ao longo do dia. Lembro-me desta discussão quando era debatido se deveríamos ou não conceder acesso à Internet aos funcionários. O meu ponto é que com o desenvolvimento e disseminação dos celulares com acesso à Internet e aplicações específicas para acesso às redes sociais, o bloqueio a estes sites a partir de computadores da empresa não impedirá os funcionários que quiserem usar as redes. Certamente, não será bloqueando acesso a sites que asseguraremos a produtividade dos funcionários.

Como acontece com qualquer nova tecnologia, a primeira reação é de bloquearmos o acesso a ela até que entendamos os riscos relacionados e os benefícios inerentes. Acredito que estamos vivenciando esta fase com relação às redes sociais. Gradativamente, as empresas vão perceber os benefícios de utilizar as ferramentas disponíveis e criarão mecanismos de mitigação dos riscos, de forma que, em pouco tempo, o acesso será tão natural como é hoje fazer uma pesquisa no Google.


Fonte: IT Web

Brincadeiras online custam caro para as empresas. Cerca de 12,5% da produtividade despenca por causa dos joguinhos casuais do Facebook, Orkut e MySpace, entre outros. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio da Índia, que não é muito diferente do que apurou a Nucleus Research nos Estados Unidos, que revela que metade dos funcionários das empresas norte-americanas visitam redes sociais com objetivos particulares e derrubam a produtividade em pelo menos 1,5%.


Em uma pesquisa mais ampla, a consultoria Proudfoot Consulting pesquisou executivos de 15 países e defende que as distrações online custam cerca de US$ 658 bilhões por ano ao redor do mundo. A pesquisa calcula que em países como Austrália, França, Alemanha, Portugal, Estados Unidos e Reino Unido a produtividade despenca 18% com as distrações online. No Brasil, em pesquisa realizada pela empresa há dois anos, o problema tem um agravante: as tarefas circunstanciais. Reuniões sem foco e constantes interrupções no ambiente de trabalho, com brincadeiras e conversas paralelas, juntam-se às brincadeiras online para promover uma queda ainda mais acentuada da produtividade. Proibir o uso de redes sociais não é efetivo, visto que hoje em dia parte do trabalho passa pelo relacionamento online.


Uma maior educação e conscientização do funcionário é muito mais eficiente, pois o planejamento aprimora a produtividade e evita perda de tempo exagerada com jogos online. Por outro lado, conscientização dos chefes para afzer reuniões mais focadas e trabalhos menos dispersos também melhoram muito os números da empresa.


MSN Tecnologia

O plano de Mark Zuckerberg de transformar o Facebook em uma plataforma de comunicação integrada parece surtir os primeiros efeitos.

A companhia francesa de TI Atos anunciou que vai abolir seu sistema de e-mail. Em vez disso, seus funcionários serão orientados a trocar mensagens por meio do Facebook e de outras redes sociais.

De acordo com o CEO da Atos, Thierry Breton, apenas 10% dos cerca de 200 e-mails que seus funcionários recebem diariamente são uteis, enquanto outros 18% são spam. Isso justificaria a aposentadoria do sistema. A mudança deve ser implementada nos próximos 18 meses.

De acordo com a ABC News, o plano da empresa é, inicialmente, utilizar o Facebook para comunicação interna e, somente depois, estender seu uso para entrar em contato com clientes e colaboradores.

De acordo com uma porta-voz da empresa, eles já reduziram a troca de mensagens internas em 20% nos últimos seis meses. A mudança tem sido bem recebida pelos funcionários.

A Atos possui 74 mil funcionários espalhados em 42 países. No último ano, a empresa teve receita de 11,5 bilhões de dólares.

Apresentado em novembro do ano passado, o sistema Messages do Facebook é capaz de integrar e-mails, SMS, chat e mensagens via rede social. Segundo Mark Zuckerberg, o objetivo da plataforma é simplificar a comunicação entre as pessoas.

Fonte: Exame

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