Recentemente, houve a estreia, no Brasil, do filme A Rede Social,
baseado no livro Bilionários por acaso – A criação do Facebook, de Ben
Mezrich. Tal obra deixa claro o quanto as redes sociais e a internet
como um todo têm agido como fortes meios de comunicação, além de terem
crescido e se tornado mais importantes na vida de seus usuários,
principalmente daqueles ligados à educação.
Pense um pouco: há poucos anos, para se desenvolver uma rede de contatos, eram necessários encontros presenciais, amigos em comum ou um período de relacionamento através de telefonemas ou e-mails. Para realizar pesquisas, recorria-se a livros impressos, enciclopédias, com o auxílio de pais e docentes. Desde meados de 2004, com a popularização da internet, as redes sociais tornaram-se parte do processo de inclusão digital, disponibilizando informações diversas em links e hipertextos, capazes de possibilitar tanto um conhecimento mais superficial quanto a exploração dos conteúdos postados ─ tudo a gosto do usuário.
Ainda que jovens, os estudantes têm cada vez menos tempo livre em sua rotina diária; por isso, recorrerem a tais estímulos tecnológicos para obter informações necessárias ao estudo. Da mesma maneira, educadores, pais e escolas devem se adaptar, o quanto antes, a esse novo formato de educação. Devem estimular a criação de ambientes interativos, unindo diferentes recursos, tudo em prol da educação mediada em camadas de informações.
Essa nova realidade demonstra que o ato de aprender, na atualidade, significa ir ao encontro de diferentes formas de pensar problemas e, através desses caminhos, deixar discussões abertas para que o processo, como um todo, seja engrandecedor para todos os agentes envolvidos na educação.
A busca pela compreensão da internet e de seus vastos caminhos pode significar a mudança de paradigmas já estabelecidos pela sociedade. A atual influência que as redes e mídias sociais podem exercer na rotina dos estudantes, por exemplo, faz com seja mobilizada uma gama variada de informações, em razão de haver, nesses sites, a possibilidade de inserção de conteúdos diversos ─ como textos, músicas, imagens ─ acessíveis de forma rápida e dinâmica.
O Brasil se configura como o país que tem maior número de acessos à web e frequência de atividades diárias nas redes sociais. É importante estarmos atentos, pois as atuais tendências apontam para uma busca progressivamente mais acelerada em direção ao conhecimento, através da tecnologia aplicada à educação.
Pense um pouco: há poucos anos, para se desenvolver uma rede de contatos, eram necessários encontros presenciais, amigos em comum ou um período de relacionamento através de telefonemas ou e-mails. Para realizar pesquisas, recorria-se a livros impressos, enciclopédias, com o auxílio de pais e docentes. Desde meados de 2004, com a popularização da internet, as redes sociais tornaram-se parte do processo de inclusão digital, disponibilizando informações diversas em links e hipertextos, capazes de possibilitar tanto um conhecimento mais superficial quanto a exploração dos conteúdos postados ─ tudo a gosto do usuário.
Ainda que jovens, os estudantes têm cada vez menos tempo livre em sua rotina diária; por isso, recorrerem a tais estímulos tecnológicos para obter informações necessárias ao estudo. Da mesma maneira, educadores, pais e escolas devem se adaptar, o quanto antes, a esse novo formato de educação. Devem estimular a criação de ambientes interativos, unindo diferentes recursos, tudo em prol da educação mediada em camadas de informações.
Essa nova realidade demonstra que o ato de aprender, na atualidade, significa ir ao encontro de diferentes formas de pensar problemas e, através desses caminhos, deixar discussões abertas para que o processo, como um todo, seja engrandecedor para todos os agentes envolvidos na educação.
A busca pela compreensão da internet e de seus vastos caminhos pode significar a mudança de paradigmas já estabelecidos pela sociedade. A atual influência que as redes e mídias sociais podem exercer na rotina dos estudantes, por exemplo, faz com seja mobilizada uma gama variada de informações, em razão de haver, nesses sites, a possibilidade de inserção de conteúdos diversos ─ como textos, músicas, imagens ─ acessíveis de forma rápida e dinâmica.
O Brasil se configura como o país que tem maior número de acessos à web e frequência de atividades diárias nas redes sociais. É importante estarmos atentos, pois as atuais tendências apontam para uma busca progressivamente mais acelerada em direção ao conhecimento, através da tecnologia aplicada à educação.

