A primeira rede social a ativar a integração com o Outlook é a LinkedIn. O programa LinkedIn for Outlook permite acompanhar as atualizações de amigos e atualiza a agenda do Outlook com dados do LinkedIn. Assim, se algum amigo altera seus contatos na rede social, a agenda do programa de e-mail recebe as novas informações.
A integração com Facebook e MySpace ainda não é possível. A Microsoft afirma que as ferramentas dessas redes sociais estarão prontas nos próximos meses.
Para testar a integração com o LinkedIn é necessário baixar a versão de testes do Office 2010, o programa Outlook Social Connector e depois a ferramenta do LinkedIn, chamada de LinkedIn for Outlook. Abaixo estão os links de download das três ferramentas.
Quase um milhão de brasileiros já são adeptos da rede social corporativa Linkedin. De olho no crescimento do contingente de usuários, a companhia decidiu implantar uma versão do site em português, que passa a ser o quinto idioma de atuação da empresa. Responsável pelo anúncio, o vice-presidente de operações Arvind Rajan ressaltou a importância do Brasil em termos estratégicos e avisou que continuará estudando, nos próximos meses, novas possibilidades no País.
"O Brasil é um dos mercados de maior crescimento para o Linkedin. Não fizemos nenhum marketing local e também não estávamos disponíveis em português. Rio, São Paulo e Campinas são as maiores praças e precisamos fazer mais pelos nossos membros brasileiros", comentou Rajar, antes de afirmar que a rede social colocaria no ar a versão em português.
De acordo com o VP, o Brasil faz parte da estratégia da companhia pela dinâmica do segmento de internet e também pelo tamanho da população. Ele explicou que a versão em português do site era essencial para a manutenção do crescimento, já que muitos interessados que não possuem fluência no inglês acabavam não aderindo ao grupo.
Sem abrir números, Rajan afirmou que a empresa irá "aprender mais sobre o mercado brasileiro nos próximos meses e também sobre as oportunidades para entender o caminho a seguir." O executivo se mostrou entusiasmado com o que tem visto neste momento.
"Temos uma grande expectativa de crescimento com a versão em português. Veremos o que irá acontecer. Todo mercado que entramos é diferente. Na Índia, o uso explodiu no ano passado. Temos uma grande massa crítica (no Brasil), precisaremos de tempo para ver o que acontece."
Inovação
Rajan, durante a coletiva de imprensa, lembrou que desde o ano passado a companhia liberou um API para que desenvolvedores pudessem criar aplicativos para a rede social no mesmo modelo que ocorre no Facebook, Orkut e outros sites de relacionamento. E, para surpresa dos jornalistas que ouviam a webconferência, ele afirmou que Brasil e Índia são os dois mercados de onde tem vindo grande parte da inovação nesta área.
A versão em português, pelo menos no que deu a entender, não receberá nenhuma campanha de marketing específica. O Linkedin comunicará seus usuários por e-mail e, com isso, espera reverter em novos assinantes.
Quem tiver interesse em ver, neste momento, o site em português pode acessar em www.linkedin.com/portugues. No topo da página para quem fez o acesso tradicional, haverá a possibilidade de alterar o idioma.
Rajan observou também o crescimento grande de companhias interessadas na rede social e destacou como maiores usuários no Brasil a IBM, Petrobrás e Accenture, nesta ordem.
Fundada em 2003, a rede social corporativa parece ter encontrado também uma forma de torna o negócio lucrativo. A receita, como explicou Rajan, tem vindo de companhias que utilizam o Linkedin como ferramenta para busca de talentos, publicidade online (o executivo disse que as companhias anunciam em busca da audiência qualificada) e também das assinaturas pagas, que oferecem serviços diferenciadas e custam entre US$ 25 e US$ 500.
O LinkedIn, rede destinada a contatos profissionais, também lançou a tradução de suas páginas para o idioma usado no Brasil. Tanto no caso do Multiply quanto do LinkedIn, a decisão de aproximar as ferramentas dos internautas brasileiros foi tomada com base no grande público que os sites têm por aqui.
No LinkedIn, antes mesmo da tradução do conteúdo para o português, mais de um milhão de brasileiros já tinham o currículo profissional cadastrado. Já no Multiply, mensalmente, mais de dois milhões de brasileiros visitavam o site, ainda na versão em inglês.
"O Multiply já é o destino preferido dos brasileiros para armazenarem, compartilharem e fazerem muito mais com as suas fotos e vídeos valiosos do que em sites sociais tal como Facebook ou Orkut, e temos orgulho de disponibilizarmos o site em sua língua nativa", disse o fundador e CEO do Multiply, Peter Pezaris, em nota enviada à imprensa.
O poder das mídias sociais se consolida cada vez mais no mercado de trabalho. A tecnologia permite aos headhunters refinarem a busca por um perfil desejado e possibilita que o candidato exponha suas expertises de maneira abrangente. Um estudo recente feito pela consultoria americana Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, mostra que 68% dos 300 recrutadores investigados na pesquisa já contrataram um profissional através das redes sociais.
Facebook, LinkedIn e Twitter são os principais sites monitorados por consultorias e empresas em busca de funcionários. E a maneira como um candidato se comporta no mundo virtual pode ajudar a definir sua carreira. O estudo da Reppler aponta que 69% dos consultores em RH rejeitaram aspirantes a uma vaga graças a fotos ou posts inapropriados. "Zelo com a imagem é fundamental neste ambiente", afirma Rogério Sepa, consultor da DBM, especializado em gestão de carreiras nas redes sociais.
Segundo Rogério, uma tendência deste canal é eliminar fronteiras profissionais. "Contratações internacionais começam a despontar. Algumas empresas americanas, por exemplo, têm encontrado brasileiros via web", diz. O consultor explica que os recrutadores começam sempre pelo LinkedIn, a principal rede social corporativa. "Em seguida, os perfis disponibilizados no Facebook e Twitter entram como pontos de referência adicionais". Saiba como construir perfis aliados da sua carreira:
Invista nos relacionamentos profissionais pela web
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Principal canal de recrutamento no mundo corporativo. Para participar ativamente o candidato deve manter um perfil atualizado e completo Adicionar foto ao perfil é importante porque transmite credibilidade. Recomenda-se uma pose formal - terno e gravata é a pedida para os homens, bem como maquiagem leve para as mulheres.
Quem faz cursos de extensão ou pós-graduação no exterior deve valorizar essa informação adicionando-a tanto no resumo inicial, quanto nos campos novos, exclusivos para estudos.
Criar perfis em inglês é fundamental, especialmente entre aqueles que desejam fazer carreira internacional. Conteúdo só em português deixa o candidato invisível no exterior. Essa regra é válida para todas as mídias sociais.
Para se destacar nas buscas, o profissional deve participar de discussões e fóruns ligados à sua área de atuação.
Bastante utilizado por recrutadores nos Estados Unidos e Europa. Para reforçar as informações profissionais, aposte nos aplicativos Branch Out e Talent.me. Essas ferramentas criam interfaces destinadas ao contato corporativo dentro do próprio site Separe seus contatos entre amigos, profissionais e colegas. Assim, os comentários pessoais irão apenas para sua rede direta de amizades.
Preserve sua imagem. Não poste ou compartilhe informações, fotos e links ofensivos, preconceituosos ou íntimos demais. Evite críticas ácidas aos atuais (ou ex) empregadores e colegas de trabalho É um ótimo canal para manter contato com seu networking internacional na volta do intercâmbio, principalmente em cursos de pós-graduação, que costumam reunir profissionais altamente qualificados
Esta ferramenta é usada como ponto de controle entre as outras redes sociais. Muitos candidatos que mantêm a elegância no Facebook e LinkedIn podem escorregar no Twitter, gerando conteúdo questionável pelos recrutadores.
Faça uma revisão periódica e remova informações que possam prejudicá-lo. As empresas têm softwares de rastreamento capazes de encontrar qualquer dado comprometedor.
Siga pessoas e empresas interessantes, mesmo que não sejam relacionadas à sua área de atuação. Faça comentários pertinentes e posicione-se em relação a suas ações.
Neste canal os recrutadores irão compreender melhor a opinião do candidato sobre determinados assuntos e perceber se suas ideias são compatíveis com o perfil da companhia.

