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Que a internet é um forte meio de comunicação e divulgação, todos já sabem. No entanto, quem ainda engatinha nas redes sociais são os políticos brasileiros.

No Brasil, o uso da internet como ferramenta eleitoral ainda está em fase de aceitação —o projeto já passou pela Câmara dos Deputados e agora precisa de aprovação dos senadores, que temem que a prestação de contas e o registro eleitoral dos candidatos perca o controle, para só depois ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se isso acontecer até outubro, a reforma eleitoral já vai valer para as eleições de 2010.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi o primeiro político a falar pelas diferentes ferramentas da web. Foram posts em blogs, Twitter, campanhas em vídeos do Youtube, participação ativa nas diversas comunidades e, sobretudo, regularidade e atualização de sua agenda, compromissos, campanhas e ideais políticos.

E isso tudo foi antes da eleição. Uma vez presidente, Obama lançou mão dos recursos da web para reunir sugestões, realizar enquetes, alavancar sua popularidade, aproximar o governo do público com vídeos e canais participativos, além de incentivar trabalhos e serviços voluntários.


Políticos nacionais online


Já no Brasil, mesmo sem valer a lei do uso da internet como campanha, alguns políticos já usam as ferramentas online. No Twitter, por exemplo, dos 81 senadores, apenas 16 marcam presença. Dos deputados federais, 73 são ativos no microblog, mas nem todos postam diariamente.

"A veiculação de atividades parlamentares que existe hoje é um treino para a campanha eleitoral do próximo ano. O caminho das redes sociais é o mais interessante, pois os políticos chegam a um público jovem, acostumado com a linguagem dinâmica da internet", afirmou Gaudêncio Torquato, cientista político da Universidade de São Paulo.

E o assunto no Twitter não é tão variado assim. Projetos e propostas que foram aprovados e passaram pela Câmara são os temas mais abordados. Os posts também vêm recheados de opiniões e críticas a outros deputados ou senadores. "O político precisa se manifestar nas grandes polêmicas da sociedade. Tem que dizer o que pensa e conquistar o eleitorado com defesas e ataques", salientou Torquato.

No entanto, apesar de ser uma ferramenta de comunicação, senadores e deputados não costumam repassar posts de seguidores ou responder a alguma pergunta. "Um canal interativo é essencial para o sucesso nas redes sociais", alertou Torquato.


Serra e César Maia saem na frente


Às vezes, algum político faz comentários sobre outros assuntos, como futebol, por exemplo. É o caso do governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, um dos mais ativos nas redes sociais e o único governador a ter e atualizar um perfil no site de microblog. Palmeirense de coração, Serra tem cerca de 47 mil seguidores. No meio de tantos posts alviverdes, ele arruma espaço para passar detalhes de seu mandato e novos projetos para a cidade.

Quem também se destaca nas redes sociais é o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, do DEM, um dos pioneiros no uso de blog, Orkut, Youtube e Twitter.

"Maia e Serra são os políticos que melhor fazem uso do boletim eletrônico para conquistar espaço na mídia", disse Torquato.

Já o presidente Lula está prestes a estrear um blog e um canal de vídeos. O prazo era julho, mas nada ainda do presidente ficar online.

Edição:  Luciano Dias  | Fonte:  UOL

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O Google anunciou Que está offline suspendendo ALGUMAS Contas Google nao + para Proteger OS usuarios contra spams e evitar UMA Criação de PERFIS Falsos. A exlusão de PERFIS JÁ está offline Prevista na "Política de Conteúdo e Conduta" do portal, Mas o Pedido de desculpas SE DEVE UM alguns equívocos alguns na Hora de deletar alguns PERFIS na Rede social. Informações Como São do site Mashable .

Neste final de de de semana, o Google iniciou hum esforço forte Parágrafo varrer PERFIS Falsos nd nova Rede social. Nao entanto, alguns pseudônimos PERFIS com, Que aparentemente nao prejudicariam ninguem, teriam SIDO deletados acidentalmente. De acordo com a UMA Companhia, a maioria Desses PERFIS FOI reativado no Google +.

O vice-Presidente Sênior de Redes Sociais do Google, Robert Scoble, admitiu nao foram cometidos domingo Que muitos Erros na "Limpa". Na segunda-feira, o vice-Presidente de Produto do portal, Bradley Horowitz, explicou OS incidentes, detalhou Como Políticas do site e anunciou Que ELAS Serao aprimoradas pós hum los + Google. "Notamos Que ALGUMAS violações da Política do Google + ERAM de Fato Bem intencionadas e cessos usuarios nao foram advertidos. Cessos usuarios Pará, Nosso Processo PoDE Serviços frustrante", admitiu Horowitz.

Entre Como Mudanças implementadas estao UMA advertencia Parágrafo o Usuário ter a chance de si adequar Regras de Como. Alem dissociação, o Google está offline explorando Outras Maneiras de si dar Conta de apelidos, pseudônimos UO nomos Compostos


A nova rede social da Google, o Google+, teve um forte crescimento durante seu primeiro mês de vida, mas agora começa a enfrentar quedas em seu desempenho.

 De acordo com estatísticas da empresa Experian Hitwise o tráfego de usuários no Google+ sofreu uma brusca queda na última semana. Segundo o site PC Magazine, o total de visitantes da nova rede social na última semana foi de 1,79 milhões, uma queda de 3% em relação aos 1,86 milhões usuários que visitaram o site duas semanas atrás.


Conforme a Bloomberg, o total de tempo que as pessoas passam na rede social também caiu. A queda estimada é de 10%, de uma média por usuário de 5 minutos e 50 segundos na semana retrasada para 5 minutos e 15 segundos na última semana.


O levantamento da Hitwise também apontou que 59% dos usuários do Google+ vem de outros sites de propriedade da Google. O site google.com direcionou 37 % de seu tráfego para o Google+.


A PC World afirma que a dominação masculina ainda continua no Google+. Até o fim da semana passada, 59% dos visitantes foram homens. Algumas semanas atrás um levantamento mostrava que mais de 70% dos usuários eram homens, o que mostra um maior equilíbrio entre os gêneros.


A queda era até esperada, uma vez que o crescimento do Google+, lançado oficialmente dia 28 de junho desse ano, foi realmente avassalador. Os dados, com exceção desses que apontam queda de visitação e de tempo de utilização por parte dos usuários, são realmente promissores: na sexta-feira, 22, a comScore disse que o Google+ tinha atingido 20 milhões de visitações únicas ao longo de suas primeiras três semanas de existência.


Exatamente uma semana atrás, o Google+ atingiu 18 milhões de usuários.

O número de visitas ao Google+, rede social do Google, nos Estados Unidos caiu cerca de 3% em uma semana, de acordo com estudo da Experian Hitwise. 

A rede social anunciada no final de junho caiu para 1,86 milhão de visitas para 1,79 milhão na semana encerrada no dia 23 de julho. O tempo de uso do Google+, segundo o estudo, também caiu de quase seis minutos para 5 minutos e 15 segundos. 

Embora tenha registrado queda, a Experian Hitwise afirma que o número não é "alarmante". Recentemente, uma pesquisa da comScore afirmou que o Google+ cresceu desde o lançamento no dia 28 de junho, atingindo 20 milhões de visitantes únicos. 

Na semana encerrada em 16 de julho, a Hitwise tinha divulgado que a rede social tinha crescido 283%, com 1,8 milhão de visitantes únicos.

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


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O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

A popularidade do Facebook no Brasil explodiu no ano passado, e a empresa pode agradecer ao seu maior rival por isso.


Em sua recente apresentação da oferta pública inicial de ações, o Facebook disse que o número de usuários ativos do site no Brasil quase triplicou em 2011, colocando-o finalmente à frente do Orkut, do Google, como a rede social número um no país.


"Não consigo pensar em um exemplo onde o Facebook tem crescido tão rapidamente", disse Andrew Lipsman, vice-presidente de análise da indústria do grupo de pesquisa comScore.

No Brasil, onde nasceu o cofundador do Facebook Eduardo Saverin, a empresa encontrou um mercado preparado para o crescimento, com acesso à internet em rápida expansão, um número de computadores cada vez maior e uma demanda voraz por mídia social.


Isso pode ser creditado parcialmente ao Google, dizem analistas. Enquanto uma economia em crescimento e um acesso mais fácil a crédito deu aos brasileiros a possibilidade comprar computadores e conexões de banda larga, o Orkut deu-lhes uma razão para fazê-los.


"Até a chegada do Orkut, em 2004, o uso da internet no Brasil estava estagnado", disse o analista José Calazans, da empresa de pesquisa de mercado Ibope Nielsen, em São Paulo. "Quando as pessoas aqui começaram a comprar computadores e ir a cibercafés, era especificamente para acessar o Orkut. Agora muitas delas estão se mudando para o Facebook."


O Orkut foi a primeira rede social a fazer sucesso no país. Em uma cultura altamente social como a do Brasil, onde até reuniões de negócios terminam com abraços, o site se tornou um fenômeno nacional.


O crescimento do Orkut coincidiu com um boom econômico que tirou milhões de pessoas da pobreza, com muitos brasileiros ganhando acesso a computadores e à internet pela primeira vez.


A falha do Orkut em inovar acompanhando as expectativas dos usuários criou uma oportunidade para o Facebook entrar em cena, oferecendo novos aplicativos e games e a capacidade de se conectar com pessoas de fora do Brasil.


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Rede Social, Dell

HÁ ESPAÇO PARA AS DUAS REDES SOCIAIS?


O Orkut ainda mantém uma grande parcela do mercado de rede sociais no Brasil, com mais de 34 milhões de usuários, contra 36 milhões do Facebook, de acordo com a comScore. Mas seus dias podem estar contados.


"Se você pensar nos EUA, o Facebook e o Myspace eram muito competitivos por volta de 2009", disse Lipsman, da comScore. "Você pode coexistir por um tempo, mas o que tende a acontecer é as pessoas se consolidarem em torno de um ou outro."


De acordo com o Ibope Nielsen, mais de 85% dos usuários de internet ativos no Brasil usam sites de redes sociais --nos EUA, são 74%; no Japão, 77%. Os brasileiros também passam mais tempo nesses sites, com uma média de quase oito horas e meia por mês, contra seis horas e meia nos EUA e pouco mais de quatro horas no Japão.


O crescimento do Facebook no Brasil continuará a depender da atração de mais usuários do Orkut, mas ele pode ser limitado pela infraestrutura do país, onde menos de 30% das residências têm acesso à internet.


"Nem metade da população está na internet, então o Facebook tem muito espaço para crescer", disse Calazans, do Ibope Nielsen. "Mas isso também dependerá do crescimento da internet, que deve ocorrer na mesma velocidade."


Infográfico das redes sociais no Brasil


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