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Uma antiga modelo que agora sofre de uma doença crônica e enfrenta dificuldades para tomar banho diz que pessoas que conheceu online se tornaram sua família. Um homem tetraplégico usa a web para trocar informações sobre os lugares com melhor acesso para cadeiras de rodas, e uma mulher que sofre de esclerose múltipla conta que os chats de que participa regularmente na noite de sexta-feira são essenciais para sua vida.

Para muita gente, as redes sociais são um recurso para conversas ociosas sobre o que estão preparando para o jantar ou para exibir fotos bonitinhas de seus animais de estimação. Mas para as pessoas que vivem com doenças ou deficiências físicas crônicas, elas desempenham papel mais vital.


"Isso literalmente salvou minha vida, de fato, essa capacidade de me conectar com outras pessoas", disse Sean Fogerty, 50, paciente de esclerose múltipla que está se recuperando de um câncer de cérebro e passa 90 minutos a cada noite conversando online com outros pacientes.



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As pessoas que combatem doenças crônicas têm menor probabilidade de contar com acesso à internet mas, caso disponham de acesso, a probabilidade de que escrevam em seus blogs ou participem de discussões online sobre questões de saúde supera a média, de acordo com um relatório divulgado na última quarta-feira pelo Pew Internet and American Life Project e pela Fundação de Saúde da Califórnia.


"Se eles conseguem escapar das âncoras que os prendem, os pacientes de doenças crônicas podem recorrer à Internet para encontrar recursos mais úteis do que costuma ser o caso para a população em geral", disse Susannah Fox, diretora associada de estratégia digital no Pew e autora do relatório.


Eles se reúnem em grandes sites de redes de pacientes como o PatientsLikeMe, HealthCentral, Inspire, CureTogether e Alliance Health Networks, e em pequenos sites criados por pacientes ou por redes como a Ning e Wetpaint.


Sherri Connell, 46, era modelo e dançarina em espetáculos musicais até que recebeu um diagnóstico de Doença de Lyme e esclerose múltipla, aos 27 anos de idade. Começou a postar online os escritos de seu diário, para que amigos e família pudessem lê-los. Não demorou para que pessoas de todo o mundo começassem a ler o seu site e a contar que tinham problemas de saúde semelhantes.


Em 2008, ela o marido criaram uma rede social chamada My Invisible Disabilities Community, no portal Ning. A rede agora conta com 2,3 mil membros que escrevem sobre como é viver com lúpus, sobre as cirurgias que sofrerão e sobre o peso das despesas médicas, por exemplo.


"As pessoas têm bons dias e maus dias, e não sabem se estarão em um bom dia às 17h da quarta-feira, quando seu grupo de apoio real se reúne", diz Connell. "A internet é um grande veículo para que as pessoas sejam honestas".


Não surpreende que, de acordo com o Pew, os usuários de internet que sofrem doenças crônicas costumam usar a rede para procurar informações sobre doenças específicas, remédios, planos de saúde, tratamentos experimentais, depressão, ansiedade e estresse com muito maior frequência do que os usuários comuns.


Mas para eles, os aspectos sociais da internet assumem uma importância maior. Especialmente se vivem confinados às suas casas, a web também lhes oferece uma oportunidade de vida social, de conversar sobre assuntos não relacionados à doença. Alguns marcam horários para jantar ou assistir a um filme enquanto conversam online.


John Linna, pastor em Neenah, Wisconsin, nem sabia o que era um blog quando seu filho sugeriu que ele deveria escrever um deles, depois de descobrir que precisaria ficar confinado em casa e usar um pulmão artificial. "Naquele dia o mundinho em que eu vivia começou a se expandir", ele escreveu em um post sobre os blogs. "Logo eu tinha formado um pequeno bairro de amigos. Era como parar para um café na casa de cada um deles todos os dias, e saber como as coisas estavam".


Quando Linna morreu, algumas semanas atrás, pessoas de toda parte que ele havia conhecido na web mas nunca o viram em pessoa choraram a sua perda. Outros preferem usar a web em busca de dicas práticas de como conviver com suas doenças ou deficiências ¿ informações que seus médicos e familiares, por nunca terem enfrentado o lado prático da questão, não podem informar.


Na Diabetic Connect, uma rede social para diabéticos com 140 mil membros, as pessoas trocam receitas como a de um pudim de banana sem muito açúcar, discutem produtos como uma bomba de insulina instalada no cinto e participam de diálogos como o iniciado por um paciente que só teve seu diabetes diagnosticado recentemente.


"Não gosto de conversar sobre isso com minha família e amigos", diz. "Para ser honesto, me sinto impotente, e na verdade preciso de conselhos e de pessoas que tenham experimentado as mesmas coisas e com quem eu possa conversar a respeito".


Informações do The New York Times

Os executivos responsáveis pelo Facebook estudam a criação de criar uma moeda virtual que pode ser utilizada em todos os jogos e aplicativos da rede social. Chamado de Facebook Credits, ele substituiria o modelo atual, que permite que cada aplicação utilize o seu método de cobrança.


O fato de haver diferentes meios de cobrança nos games do Facebook faz com que os usuário não comprem itens em mais de um título. É o que afirma Deb Liu, responsável pela implementação do Facebook Credits. “Criamos o sistema pensando no usuário”, afirmou. “Inserir os mesmos dados dos cartões de crédito em cada jogo é penoso. O Facebook Credits irá facilitar a vida dessas pessoas”.


Os desenvolvedores de jogos não concordaram com a taxa de 30% que o Facebook receberá por cada transação. Entretanto, eles realizam testes com o sistema, que poderá ser implementado como um meio de cobrança secundário em seus aplicativos.


Atualmente, o Facebook mais de 10 mil games com 200 milhões de usuários que os jogam pelo menos uma vez no mês. O novo sistema de cobrança está em fase de testes em 100 destes títulos e tem previsão de lançamento para junho.
A nova rede social da Google, o Google+, teve um forte crescimento durante seu primeiro mês de vida, mas agora começa a enfrentar quedas em seu desempenho.

 De acordo com estatísticas da empresa Experian Hitwise o tráfego de usuários no Google+ sofreu uma brusca queda na última semana. Segundo o site PC Magazine, o total de visitantes da nova rede social na última semana foi de 1,79 milhões, uma queda de 3% em relação aos 1,86 milhões usuários que visitaram o site duas semanas atrás.


Conforme a Bloomberg, o total de tempo que as pessoas passam na rede social também caiu. A queda estimada é de 10%, de uma média por usuário de 5 minutos e 50 segundos na semana retrasada para 5 minutos e 15 segundos na última semana.


O levantamento da Hitwise também apontou que 59% dos usuários do Google+ vem de outros sites de propriedade da Google. O site google.com direcionou 37 % de seu tráfego para o Google+.


A PC World afirma que a dominação masculina ainda continua no Google+. Até o fim da semana passada, 59% dos visitantes foram homens. Algumas semanas atrás um levantamento mostrava que mais de 70% dos usuários eram homens, o que mostra um maior equilíbrio entre os gêneros.


A queda era até esperada, uma vez que o crescimento do Google+, lançado oficialmente dia 28 de junho desse ano, foi realmente avassalador. Os dados, com exceção desses que apontam queda de visitação e de tempo de utilização por parte dos usuários, são realmente promissores: na sexta-feira, 22, a comScore disse que o Google+ tinha atingido 20 milhões de visitações únicas ao longo de suas primeiras três semanas de existência.


Exatamente uma semana atrás, o Google+ atingiu 18 milhões de usuários.

Ao contrário do Ibope, a consultoria Comscore ainda aponta o Orkut como a rede social mais popular do Brasil. Porém, o Facebook teve um crescimento expressivo, com o mais que o triplo de usuários em um ano. O Facebook pode ultrapassar o Orkut em breve, caso esse ritmo seja mantido.

Há cerca dez dias, o Ibope disse que o Facebook ultrapassou o Orkut, rede social do Google.

Os dados da Comscore apontam que o Orkut saltou de 30,85 milhões de visitantes únicos em agosto de 2010 para 37,15 milhões no mesmo mês deste ano – aumento de 20%. 

No mesmo período, o Facebook passou de 9,09 milhões de visitantes para 28,58 milhões - crescimento de 215%. 

Em agosto de 2010 a diferença do Facebook para o Orkut era de 240%. EM um ano, esse percentual caiu para 30%. Se o ritmo de crescimento das redes se mantiver assim, o Facebook poderia ultrapassar o Orkut em dois meses.

Outras redes

A Comscore afirma que a terceira rede social mais acessada do país é o Windows Live Profile, rede social da Microsoft que tem vínculos com o popular programa de mensagens Windows Live Messenger. No total, essa rede tem 16,48 milhões de usuários.

O Twitter vem em quarto lugar, com 13,42 milhões de visitantes únicos. Em quinto lugar está a rede LinkedIn, com 1,45 milhões de usuários.
O Facebookse envolveu em mais uma polêmica relacionada à privacidade de seus usuários. Funcionários da rede social de Mark Zuckerberg reconheceram que o site é capaz de rastrear os conteúdos visitados pelos membros da rede na web.

Segundo declarações recentes, o Facebook é capaz de criar um log de execução das páginas na web de cada um dos seus mais de 800 milhões de usuários, registrando todo o histórico de navegação dos últimos 90 dias. Além disso, sobretudo, registra as atividades daqueles que não são usuários do serviço, desde o momento em que o internauta visita uma página da rede.

Para rastrear o histórico de navegação de seus membros cadastrados, o Facebook utiliza uma tecnologia de rastreamento de cookies semelhante ao sistema utilizado por outras grandes empresas, como Google, Adobe, Microsoft e Yahoo. A informação é do diretor de engenharia da rede, Arturo Bejar.

Nas últimas semanas, o Facebook esteve envolvido em uma disputa judicial com a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos. Na ocasião, se defendeu das acusações de violação de privacidade dos seus usuários.

Vale destacar que para empresas com negócios online e sites de mídias sociais, os dados coletados pelo Facebook são valiosos. São usados como fontes para medir o potencial de anúncios para grupos específicos de internautas. Por outro lado, fica a dúvida se essas informações podem ser usadas de forma maliciosa, ou até mesmo se esses dados podem ser vendidos para terceiros.

Enquanto a discussão sobre o rastreamento do histórico de navegação continua, novas diretrizes sobre a privacidade online são discutidas no congresso norte-americano e na World Wide Web Consortium, que estabelece padrões e regras para Internet.

Dependendo das mudanças aplicadas, em breve, os internautas poderão limitar o acesso das empresas sobre suas atividades online, que há mais de 10 anos utilizam o rastreamento para ajudar os anunciantes a serem mais relevantes junto ao seu público.


Gráfico mostra como o Facebook rastreia a navegação de seus usuários


Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Não diga que é um retrocesso, mas os novos donos do MySpace podem de fato trazer a rede social de volta à vida.

A Specific Media, que comprou o MySpace da News Corp. em junho, deve anunciar na próxima segunda-feira que o site de relacionamento ganhou mais de um milhão de usuários desde dezembro, quando foi lançado um novo player de músicas. O CEO da Specific Media Tim Vanderhook afirmou que o MySpace passou de zero novos usuários por dia para 40 mil, segundo o The New York Times.

A rede social informou ao jornal que seu novo fundo de crescimento pode ser creditado à integração com sites mais populares, como Facebook e Twitter, e com uma vasta biblioteca musical. 

A música sempre foi sua característica mais atraente do MySpace, em especial para novos grupos musicais que usavam o espaço para divulgar suas composições para um grande público que usava a rede social. 

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O MySpace também oferece listas de reprodução gratuitas com faixas populares, como de artistas ganhadores do Grammy no último domingo, ou as melhores músicas de Whitney Houston, que morreu no último sábado.

MySpace TV

Os novos proprietários começaram a impulsionar a popularidade da rede social com a MySpace TV, anunciada em janeiro, em Las Vegas, durante a feira de eletrônicos de consumo CES 2012.

A rede social tem uma parceria com a Panasonic para inserir o aplicativo do MySpace TV na linha de televisores Viera, da empresa, que tem resolução Full HD. O APP oferece serviços de streaming de música e vídeo juntamente com componentes sociais, como recursos de bate-papo e visualização virtual. Os planos da mídia social incluem a transmissão de filmes, notícias, esporte e reality shows.

Tendência?

Apesar de um crescimento de 1 milhão de usuários é um grande salto, já que o site perdeu muitos internautas que migraram para o Facebook, o MySpace ainda é uma fraca tendência se comparada aos concorrentes. O MySpace perdeu a posição de segunda maior rede social dos Estados Unidos em junho, segundo a empresa de análises comScore. O site foi ultrapassado pleo Facebook, LinkedIn e pelo Twitter, e marcou apenas 24 milhões de visualizações em dezembro do ano passado.

Um dos pontos mais baixos do MySpace foi em julho de 2010, quando a comScore reportou que a rede social havia perdido metade da quantidade mensal de visitantes em apenas um ano.

Apesar das lutas para sobreviver no passado, se o MySpace continuar ganhando usuários, ainda pode haver um sopro de vida no que um dia foi a maior rede social do mundo.


Fonte: IDG Now


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