Os detalhes sobre o redesign ainda são desconhecidos, mas de acordo com duas fontes internas as novidades estão conectadas ao futuro lançamento de uma grande plataforma de música e mídia dentro da rede de Zuckerberg. As informações são do site de tecnologia e tendências Mashable.
De acordo com o Mashable, as fontes afirmaram que o novo perfil será mais "pegajoso", estimulando os usuários a ficarem neles por mais tempo, e com funções voltadas para o e-commerce social. O site diz também que a nova plataforma de mídia do Facebook irá exibir música e vídeos de parceiros.
Fontes do The New York Times indicam que o Facebook fechou acordos com empresas para desenvolver um sistema para exibir na página do usuário o que ele está ouvindo ou assistindo. O LastFm já utiliza um sistema semelhante por meio do programa Scrobbling, que registra o que o usuário está ouvindo e publica em sua página mesmo que ele não esteja acessando o site.
Algumas das empresas parceiras podem ser a Spotify, Rhapsody, Rdio, MOG e Deezer. O f8 acontece nesta quinta-feira em São Francisco, na Califórnia.
O presidente e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (22) uma série de mudanças e atualizações no layout e nas funcionalidades da rede socialmais popular do mundo. Os anúncios foram feitos durante o quarto F8, evento que reúne os principais desenvolvedores do Facebook. Uma das grandes mudanças será feita no design do perfil dos usuários: some a página de perfil e entra o que Zuckerberg chamou de “Timeline”.
“Desde o começo do Facebook, o perfil tem sido o lugar em que o usuário podia contar sua história. As pessoas o usam para compartilhar tudo, desde pequenas coisas até os maiores acontecimentos em suas vidas”, diz o desenvolvedor-chefe de produto do Facebook, Samuel Lessin.
A Timeline será uma página contínua que terá todos os conteúdos postados, publicados, compartilhados e criados pelo usuário desde o dia de seu nascimento. Como o Facebook não sabe tudo da vida de todos, cada pessoa poderá editar essas informações, colocando fotos, curiosidades e outras informações de sua vida que julgar interessantes compartilhar. Para não sobrecarregar a rede social, o próprio Facebook se encarregará de mostrar apenas aquilo que for considerado mais importante.
Abaixo, um exemplo de como ficará seu novo perfil com o Timeline. Se gostou, é só clicar em Sign Up para ter a linha do tempo de sua vida o mais cedo possível. Ainda tem fila (é óbvio que você precisa ter um perfil no Facebook para isso funcionar).
Zuckerberg também anunciou a morte da ferramenta “curtir” (“like”, em inglês). A partir da atualização do próximo Facebook, as pessoas contarão o que realmente estavam fazendo. “Introduziremos os verbos ao Facebook”, disse Zuckerberg. Ao invés de “curtir” um livro ou um filme, a pessoa poderá marcar que “leu” um livro ou “assistiu” a um filme.
Outra ferramenta anunciada é o Open Graph. Ele juntará todos os aplicativos do usuário, seus status updates e integrará sistemas externos ao Facebook, como o Netflix e o Spotify, para tornar a experiência de navegação na rede cada vez mais social. Tudo será compartilhado pelos usuários, e os amigos dessas pessoas poderão ter acesso a esses conteúdos.
O diretor técnico do Facebook, Bret Taylor, afirmou que o Open Graph é a mudança mais significativa já feita desde a implementação da plataforma social. "Queremos todos os seus aplicativos integrados ao Open Graph. O que significa, para você, ser social em sua área?”, disse Taylor. Resta saber o que as mudanças vão significar para o usuário comum. Como modelo de negócios é uma pequena revolução, e produtores de mídia estão empolgados. Para o usuário final, porém, deve ser traumático. As mudanças são grandes, e só quem usa muito a ferramenta vai aproveitar a curto prazo. Vai ter gritaria, e não vai ser pouca.
Informação | Época
Notícia sobre timeline para lá, notícia sobre open graph para cá e muita gente se perguntando: mas como diabos eu faço para habilitar a Timeline? Bom, na verdade, o Facebook só disponibilizou a novidade para desenvolvedores. Usuários padrões podem se inscrever em facebook.com/about/timeline e clicar em Sign Up. Dessa forma, você entra na fila de espera para receber o convite.
Agora, se você não aguenta ter que esperar, veja os passos para poder habilitar a Timeline agora mesmo. Vamos lá:
1 – Primeiro vá à página Desenvolvedores, ou Developer em inglês. Se você ainda não tiver feito isso, terá que dar permissão ao aplicativo.
2 – Depois de dar a permissão, clique em Criar novo app.
3 – Você precisará dar um nome ao aplicativo. Tanto em App Display Name quanto em App Namespace, este com letras minúsculas e mais de 7 caracteres.
Aviso: se você ainda não validou sua conta do Facebook com um número de celular, terá que fazer isso. O próprio Facebook pedirá que você insira um número válido com DDI e DDD. Ex: 5521xxxxxxxx. Faça isso e receberá um SMS no celular com uma senha. Insira a senha onde o Facebook indicar e sua conta estará validada.
4 – Feito isso, seu aplicativo estará criado. Se tudo deu certo, você estará vendo a tela de edição do aplicativo. Clique em Open Graph e a seguir em Get Started.
Aviso: se o campo “App Namespace”, na página de edição, não estiver preenchido, essa página não aparecerá. Mas basta ler com calma e o próprio Facebook o fará incluir as informações.
5 – Na página do Open Graph, preencha os dois campos com ações. Exemplo: (quero que meus usuários) assistam+filmes, leiam+livros etc.
6 – Feito isso você verá a tela seguinte com três passos de configuração para as ações do aplicativo. Coloque qualquer informação, mas preencha os campos, mesmo que com a palavra “teste”.
7 – Depois de avançar pelos três passos, você verá a tela de confirmação, o que significa que você já terá se tornado um “desenvolvedor” Facebook.
8 – Agora, dê sign out e faça login novamente em sua conta do Facebook e pronto. Você verá um convite em sua página principal convidando-o a publicar sua nova timeline. Pode ser que esse convite demore. No entanto, os passos são bem simples, aqui tudo funcionou bem rápido.
O Google anunciou mudanças no layout e novos recursos para suas comunidades na rede social Orkut.
As comunidades são consideradas há muito tempo o principal diferencial do Orkut em comparação a outras redes sociais como o Facebook. E o Google promete um investimento constante.
“Qual a parte que você mais gosta no Orkut? Nós aprendemos muito fazendo essa pergunta para nossos usuários. Uma das respostas mais frequentes é: Comunidades, um dos recursos mais adorados”, afirmou a empresa em comunicado.
As comunidades ganham um novo perfil, que permitirá incluir vídeos na descrição. E o Google parece mesmo ter ouvido as reclamações. Agora será possível também seguir as comunidades favoritas e receber novos tópicos na sua página inicial.
O Google também modificou recursos nos tópicos e enquetes, facilitando a visualização das respostas, organizando de forma que o usuário possa ver quem está falando com ele.
Moderadores e donos de comunidade poderão também fechar um tópico para finalizar uma discussão indesejada e reabri-la depois.
A equipe responsável pelo Orkut, localizada aqui no Brasil, liberou um fórum para quem quiser sugerir mais mudanças para as comunidades. Segundo o Google, em breve a empresa divulgará mais novidades para a rede social.
Fonte: Exame
No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.
Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.
Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.
Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.
Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.
Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.

Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.
Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.
Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.
Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.
Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.
Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.
E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.
Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.
É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.
Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.
Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.
Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.
E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.
Fonte: Estadão
Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso já assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras. Por um lado, pode até haver um ganho de comodidade. Por exemplo: se você pesquisou no Google alguma informação sobre os Beatles, quando você entrar no YouTube serão sugeridos "automaticamente" vídeos da banda inglesa. No Gmail, você vai receber algumas ofertas de promoções de viagens para Liverpool ou produtos licenciados do grupo.
Com o tempo, no entanto, o banco de dados vai alcançar um volume gigantesco - e perigoso. Será possível mapear em detalhes seus hábitos de consumo, seus gostos, seu estilo de vida e até quem pertence ao seu círculo pessoal.
Embora a empresa garanta que não vai comercializar os dados, eles valem ouro para o mercado publicitário, que, desde sempre, sonhou em encontrar uma maneira de descobrir os reais desejos e necessidades dos consumidores.
Proteção. Para quem deseja continuar usando o Google, mas não concorda com os novos termos de privacidade, há uma maneira de, em tese, proteger suas informações. O próprio Google oferece a opção de apagar o histórico de navegação, o que deleta do sistema as informações que você busca na internet.
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O AdAge destaca que a ideia do e-commerce é particularmente interessante para o Twitter - Jack Dorsey, co-fundador do microblog, é também CEO da Square, startup especializada em pagamentos através de dispositivos móveis.
E recentemente, a Amex iniciou um programa que concede descontos a usuários que tuitarem certas hashtags, veja aqui. Leia a matéria a íntegra.
Fonte: Blue Bus
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