Como sabemos, a internet veio para ficar e mudar. Cada vez mais ela faz parte da vida das pessoas e empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos. Além disso, praticamente todos os veículos de comunicação estão tratando de assuntos relacionados, o que passou a chamar a atenção dos empresários. 

Para as empresas, mesmo as mais tradicionais, tem se tornado evidente que é preciso conhecer um pouco mais sobre o tema para fazer alguma coisa. Mas fazer exatamente o quê? 

Muitos executivos e empresários vêm se sentindo incomodados com essa situação, pois percebem que é necessário se atualizar, mas decididamente, não sabem por onde começar. 

Portanto, se você é um deles, saiba que não é o único! Tenho observado esse movimento de perto, tanto sobre a questão da preocupação como do desconhecimento do que e de como fazer para atuar nesse emaranhado de inovações trazidas pela web. Meu conselho é: “Não desanime e não desista”. O assunto é complexo e poucos têm tido tempo para buscar saber mais a respeito, o que leva a essa angústia. 

Ouvimos na mídia alguns casos de sucesso sobre a utilização dessas ferramentas, mas pouco se fala sobre os fracassos. O ponto que se faz necessário compreender é sobre como é possível obter ganhos com a internet, ou seja, como fazer para que ela “jogue a favor” da sua marca. 

De fato são muitas as ações a serem tratadas, que obviamente não caberiam em um único texto com espaço limitado, mas ressaltarei nesse e nos próximos artigos, algumas que percebo como sendo as mais importantes. 

Vamos à primeira dica: procure mapear quais são as redes sociais que realmente podem ser importantes para o seu negócio. Orkut? Facebook? LinkedIn? Drimio? Enfim, tente identificar em quais delas sua marca é mencionada e de que forma é tratada. Um caminho para isso é pesquisar diretamente. Caso tenha como investir um pouco mais, contrate uma empresa especializada para esse trabalho. Feito isto, procure entender as reclamações mais frequentes e resista à tentação de reagir prontamente, pois isso seria um “crime” no mundo das redes sociais. O importante a fazer nessa etapa é analisar essas reclamações e corrigi-las na “vida real”. Por exemplo, se a reclamação é sobre o atraso frequente na entrega de mercadorias, tente melhorar isso na sua empresa, resolva a fonte dos problemas. Depois interaja diretamente com o cliente reclamante, fora da rede social. Solucione o problema e coloque-se à sua disposição. Procure “encantá-lo”, mesmo que você esteja incomodado nesse momento. 

Esse é o melhor caminho. Confie. Se você conseguir fazer com que ele sinta-se bem atendido em suas insatisfações, pode ter certeza que ele mesmo voltará àquela rede e contará sobre a solução, elogiando a atuação da sua empresa. 

Você deve estar dizendo que nada disso é novo, ou seja, isso é relacionamento com o cliente! É verdade, você tem razão. O que mudou é que antes, se esse cliente insatisfeito podia influenciar umas dez pessoas, agora, meu caro, ele influencia milhares de potenciais consumidores que estavam pensando em comprar o seu produto. 

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de São Paulo – e Coordenadora do curso de Estratégias de Marketing Digital da ESPM

Há duas semanas, Evan Williams e Biz Stone, dois dos três fundadores do Twitter, anunciaram o programa @anywhere. É um tapa na cara do Facebook – e o início de mais uma batalha pelo futuro da internet. A batalha pela identidade na rede.


Nossa identidade.


Eles não deram muita informação. Mas, quando for lançado, @anywhere já estará funcionando em uma penca de grandes sites incluindo o do jornal The New York Times, o da loja virtual Amazon e o blog The Huffington Post.


Basta que se tenha uma conta no Twitter para ver um site parceiro do @anywhere diferentemente. Será possível seguir um jornalista do Times clicando em seu nome. Ou indicar um produto à venda na Amazon via Twitter também por um clique. A descrição de como @anywhere funcionará ainda não está clara.


O que está claro é o detalhe do login via Twitter.


Quem somos nós na internet? Somos, cada vez mais, nossos perfis nas redes sociais. Não para aí. Somos, ora, nossos logins. É só pensar: quantas senhas memorizamos, quantas contas abrimos, quantos webmails, bancos online, lojas eletrônicas, portais?


Um ano e meio atrás, o Facebook pôs na rua seu Facebook Connect. Permite a qualquer blogueiro ou dono de site pequeno oferecer como login para o leitor sua conta na rede social. De dentro do blog, ele terá acesso a ferramentas sofisticadas.


Ganha o blogueiro, que não aporrinha seu leitor com novo login e ainda abre um espaço de projeção no Facebook, já que seu conteúdo pode facilmente ser divulgado por quem estiver logado. Ganha o Facebook, que aprende mais sobre por onde andam seus usuários quando não estão no site.


Este último ponto é importante. Sempre que preenchemos o login do Facebook fora do Facebook, nossos passos são acompanhados. E a informação sobre nosso comportamento online é devidamente armazenada para ser transformada em ferramenta de venda.


O Twitter escolheu bem o momento de lançar o @anywhere. Estavam no palco da South by Southwest (SXSW), o mais importante encontro anual de música, cinema e tecnologia independentes dos EUA. É o coração da contracultura. O centro da vanguarda, em Austin, Texas. Quem explora as novas possibilidades da arte, quem está antenado, vai lá. E foi lá, portanto, que Ev Williams falou de suas novidades.


O que ele não disse é que suas cartas talvez sejam melhores do que as do Facebook. O Twitter pode ser um site muito menor, mas é uma rede social diferente por ser aberta. Não somos amigos de estrelas de Hollywood no Facebook, mas podemos estar conectados a elas no Twitter. Isso vale para escritores, intelectuais, gente interessante e distante. Via Twitter, temos acesso a elas; via Facebook, não.


Com @anywhere, o concorrente do Facebook Connect, a turma do Twitter quer firmar sua plataforma como a melhor forma de distribuir informação na rede. Eles dizem: carregamos nossa identidade de Twitter de um site para o outro porque, em um site e no outro e no terceiro poderemos encontrar gente interessante que queremos continuar seguindo.


E talvez estejam mesmo certos.


Dave Winer, o empresário ranzinza considerado por muitos pai fundador da blogosfera, batizou este momento de a Guerra pela Identidade na rede.


Não faz muito tempo, o Google lançou o Google Buzz, uma tentativa de concorrer com o Twitter usando as contas de Gmail. Ao que parece, não decolou. Existe uma velha iniciativa no ar, razoavelmente popular, chamada OpenID. A conta com a qual nos logamos no Google é um possível concorrente para Facebook Connect e @anywhere. O sitema OpenID, em geral só conhecido por geeks, também.


A corrida começou e tem tudo para se ampliar de forma cada vez mais agressiva. Os olhos piscam e de repente a Apple aposta na conta de sua popular loja de músicas e apps de celular, iTunes.


Quem seremos nós na internet? Qual o login que escolheremos? Nos facilita a memória, nos permite acesso a ferramentas para distribuir a informação que temos. E dá para uma empresa o mapa de nossas caminhadas online.

O conceito de sustentabilidade tem sido associado às causas ambientais, mas a Natura e o Carrefour Espanha vão além desta definição. "Sustentabilidade 2.0" foi o tema das apresentações feitas pelas empresas no evento Gestão 2.0, promovido nesta quinta-feira (29)  pelo TerraForum, em São Paulo. Por esse termo, eles mostraram como as companhias têm usado a web e a colaboração dos usuários em busca do equilíbrio das relações entre patrões, funcionários e consumidores.

"Com a web 2.0, as pessoas comuns se tornaram tão importantes quanto os presidentes de empresas", avalia Renato Dias, gerente de internet da Natura. Segundo ele, a empresa optou por entrar para as redes sociais não apenas para aumentar lucros, mas também para melhorar o relacionamento com empregados, parceiros e clientes.


O primeiro passo para introduzir os funcionários ao mundo 2.0 foi criar uma comunidade virtual interna, a Natura Nós. Assim, eles poderiam treinar e tomar gosto pelas redes colaborativas e, a partir dali, entrar em contato direto com os consumidores. Depois, vieram blogs e perfil no Twitter - todos com o intuito de solucionar dúvidas e coletar ideias e sugestões de internautas.


Também com o interesse voltado para as experiências dos usuários, o Carrefour Espanha criou o "Yo llego a fin de mes" (do espanhol, "eu chego ao fim do mês"), um blog e rede social sobre economia e poupança que dá dicas e casos de consumidores que chegam ao final do mês sem dívidas.


A página tem uma média de 115 mil visualizações por mês e 60 mil usuários únicos. Nele, qualquer pessoa pode criar um perfil, inserir informações pessoais, postar dicas e comentários, além de manter uma rede de amigos.


Para Francesco Cardi, palestrante do case e Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Weblogs SL, empresa desenvolvedora do blog Yo Llego, os pontos fracos do projeto são a pouca exploração de temas mais polêmicos e a ainda insuficiente integração entre o blog e o portal oficial do Carrefour Espanha.

Dados públicos de 100 milhões de usuários do Facebook caíram na internet na semana passada, agrupados em um pacote facilmente encontrado em vários sites da rede. A notícia só prova algo que especialistas já sabiam: a possibilidade de qualquer informação ser coletada, agregada e analisada. O que se viu na semana passada é apenas uma pequena amostra do que pode ser feito. Os softwares que “varrem” a internet buscando e armazenando informações são chamados de “crawlers”, e é sobre eles que trata a coluna Segurança para o PC.


Como são feitos os sites de pesquisa


Se você já se perguntou como o Google, o Bing e outros sites de buscas conseguem pesquisar tantas páginas na internet, saiba que a resposta é realmente a mais simples possível: o Google visita os sites, segue automaticamente cada link e salva as páginas que acessar.


Depois entra a parte complexa do processo, que é de fato a “mágica” do Google e que permite que as páginas sejam encontradas – é aí que mora o diferencial de cada site de pesquisa.



Esse processo de visita a cada página e de seguir os links é feito por um programa chamado crawler (do inglês: “que se arrasta”, “que engatinha”). Também recebem o nome de “spiders” (“aranhas”), ou ainda, search engine spiders (“aranhas de sites de busca”), em uma brincadeira com o significado da palavra web (“teia”).


Se o crawler não visitou alguma página na internet – talvez porque ninguém fez links para ela – ou o software não conseguiu entender a informação que está em uma página, ela não será localizada pelos sites de busca. Mas os crawlers são continuamente melhorados para que todas as informações sejam coletadas.



Crawlers são usados para outros fins menos nobres. Por exemplo, spam. Crawlers visitam milhões de páginas na internet buscando por qualquer trecho que pareça um e-mail (qualquer coisa seguida de arroba seguida de ponto com; expressando de outra forma, *@*.com, sendo * um “coringa”). Ao analisarem o código das páginas, crawlers também podem encontrar falhas de segurança. Mais tarde, os sites vulneráveis encontrados podem ser invadidos em massa para um ataque coordenado.


Cem milhões de nomes


O código que coletou os dados do Facebook é muito simples. O próprio autor admitiu limitações, como, por exemplo, o fato de ele não acessar as páginas dos amigos dos perfis públicos.


Crawlers de sites de busca seguem links, mas, para isso, têm alguns pontos pelos quais eles “começam” a varrer a internet. O diretório público do Facebook é uma lista de perfis públicos da rede social e, por isso, pode ser um excelente ponto de partida, e foram exatamente esses perfis que o código analisou para compilar a lista de 100 milhões de usuários do Facebook – ou um quinto da rede social, de acordo com dados recentes.


Só o nome de cada perfil foi armazenado, embora todas as informações públicas pudessem ser copiadas. O desafio seria o volume de informação, difícil de ser processado e arquivado. Mesmo assim, o crawler usado era rudimentar.


Se você ainda não teve ideia de um ponto de partida de um crawler para Orkut, pense nas comunidades populares, que chegam a ter mais de um milhão de membros. Várias têm uma lista de membros pública e, mesmo quando esse não é o caso, é fácil conseguir acesso a essas informações. Depois de salvar todos os links dos perfis, basta analisar os perfis dos amigos e refazer o processo. Logo, o montante de perfis teria um volume respeitável.


Agregando e analisando


Depois de ter copiado os dados públicos de todos os perfis, há possibilidades infinitas a respeito de como essas informações podem ser usadas. Uma vez agregadas, é possível realizar análises, cruzar comunidades e também informações. Por exemplo, qual o curso superior mais comum entre quem está em determinadas comunidades de informática? Tendo os dados agregados, essa pergunta poderia ser facilmente respondida.


Se você não vê utilidade para isso, confie na criatividade dos criminosos e dos especialistas. Só os nomes registrados nos perfis do Facebook já serão suficientes para servir de complemento a um software que quebra senhas. Com os dados, o especialista conseguiu determinar quais os nomes mais comuns. Isso é útil para ataques do tipo dicionário, que tentam quebrar senhas usando listas de expressões pré-determinada. Ou seja, sabendo quais os nomes mais comuns, será possível testar primeiro as combinações de usuário/senha com esses nomes, aumentando as chances de conseguir acesso não autorizado em poucas tentativas.


É possível também pensar em ataques mais pessoais: quais são as comunidades mais comuns entre seus amigos? Qual o colégio mais comum? Essas informações seriam muito relevantes para um ataque mais sofisticado de engenharia social (enganação, fraude).


Outro detalhe é que, se crawlers ficarem comuns, informações públicas não poderão ser retiradas da rede, já que, uma vez coletadas, apagá-las na rede social não vai eliminá-las permanentemente da rede.


O que as redes sociais podem fazer


Visitar três milhões de perfis do Orkut certamente cria alguma movimentação – certamente tornaria o crawler o usuário mais assíduo da rede social. É difícil passar despercebido criando esse volume de acessos. Mas crawlers podem ser configurados para fazer alguns poucos acessos por dia. Criminosos com mais recursos podem usar computadores diferentes, em locais diferentes, para distribuir a carga e parecer que os robôs coletores de dados não pareçam mais ativos do que os outros usuários.


Embora as redes sociais possam tardar o efeito dos crawlers, limitando o número de acessos que um mesmo IP pode realizar, realmente há muito pouco que pode ser feito. Complicar a vida dos crawlers é receita para também complicar a vida dos internautas comuns, já que os crawlers maliciosos se disfarçam, copiando, inclusive, os padrões adotados por algum navegador web, de modo a parecer idêntico ao software comum e não ser bloqueado.


O que você pode fazer


Quanto mais informações você disponibilizar publicamente na rede social, mais fácil outras pessoas poderão encontrá-lo – e isso inclui também os crawlers. Simplesmente não há solução fácil: qualquer informação ou comunidade que você participar é informação pública e um crawler vai poder coletar isso.


A criação de um crawler para muitas redes sociais ainda não passa de uma hipótese. Mas, conforme as velocidades de conexão aumentam e o hardware de armazenamento fica mais barato, a tendência é que esse tipo de coisa pareça cada vez mais real e possível.


Se você colocar uma informação na rede, considere-a pública de verdade, como se exposta permanentemente em uma vitrine de um grande centro urbano. Para evitar isso, use os controles de privacidade da rede social e entre apenas em comunidades que você realmente precisa.

Se for uma opção, considere perfis vazios ou o total abandono das redes sociais. Os riscos envolvidos na participação de uma rede

social têm aumentado; você ainda pode usá-las para manter contato com amigos, mas tome cuidado ao expor informações. Talvez você nunca mais consiga tirá-las da rede. Informações G1.


Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

Empresas e Outros Tipos de Organizações Que nao SABEM Como Criar, gerenciar e lidar com UMA page Empresarial no Facebook, uma ágora Terao Acesso hum Guia on-line de Como administrar Seu Perfil.

O Facebook para empresas de ajudar a orientar oferece hum tutorial com o Passo a Passo de Como Abrir, organizar e utilizar uma Rede Social parágrafo promover SUA Empresa.    

De acordo com o site da CNet , o Guia explicativo Primeiro Como CRIAR UMA Melhor Página parágrafo CADA Tipo de Negócio. DEPOIS, a Mostra Como OS Empresários podem Publicar anuncios e Histórias de Patrocinadores parágrafo melhorar SUA imagem. E Por Ultimo, o Facebook sugere alguns Aplicativos Que possam Transformar uma page in UMA Plataforma rica Pará a Empresa.   

A Rede de Mark Zuckerberg está offline encorajando e aprimorando uma Criação de PERFIS Corporativos. Em Março Desse Ano, o Facebook JÁ havia Lançado UMA Ferramenta Que possibilita uma Migração de Perfil hum hum especial par Perfil Empresarial.

Cansou de usar uma rede social? O site deleteyouraccount.com reúne os links de diversas redes sociais que permitem que você apague sua conta. O site oferece uma ferramenta de buscas de serviços como Facebook, Orkut e Twitter, e oferece a página de exclusão de conta de cada site.

Por exemplo, se você estiver logado na sua conta Google e quiser apagar seu perfil no Orkut, bastará fazer uma busca no site, clicar no link e confirmar a exclusão do perfil.

Em casos específicos, além da página de exclusão, o deleteyouraccount.com também oferece a opção de desativar temporariamente um perfil, como é o caso do Facebook. Para reativar uma conta na rede social, você só precisará fazer login no site. Dessa forma, será possível preservar os dados do seu perfil. Mas se você selecionar a opção “delete my account page” não haverá como recuperar a conta.

Além de redes sociais, o site também ajuda a apagar contas de e-mail, como Yahoo, Hotmail e Gmail.

Vale lembrar que na grande maioria dos sites não é possível recuperar um perfil apagado. Por isso, pense bem antes de apagar sua conta.

Fonte: IDG Now


A descrição do perfil do Twitter do americano Peter Shankman dá a ideia de como ele é um astro da internet: “Empreendedor de mídias sociais, presidente, palestrante, consultor e aventureiro”. Investidor de novas empresas de tecnologia, ele tem 110 mil seguidores em seu perfil. Nada se comparado a uma celebridade de Hollywood, como o ator Ashton Kutcher, que tem 7,5 milhões. Mas o que Shankman fala – ou melhor, escreve – pode gerar uma grande repercussão na internet. No mês passado, Shankman teve um daqueles dias corridos de negócio. Pegou um avião do aeroporto de Newark, em Nova Jersey, em direção a Tampa, na Flórida. Fez um rápido almoço e retornou num voo noturno. Faminto, resolveu compartilhar com seus seguidores do Twitter o que sentia no momento: “Estou com visões de um bife em minha mente”. E logo depois brincou, citando o perfil da cadeia de restaurantes Mortons: “Ei, @Mortons. Você pode me encontrar no aeroporto de Newark com um porterhouse (nome de um prato) quando eu pousar, em duas horas? Obrigado”.


Duas horas depois, Shankman saía pelo desembarque do aeroporto quando encontrou um garçom, vestido de smoking, segurando uma placa com o nome dele numa mão. Na outra, um porterhouse com batatas fritas e refrigerante. Shankman ficou extasiado. Tirou uma foto com o garçom e postou no Twitter. Escreveu mais meia dúzia de mensagens no Twitter em agradecimento. Muitos de seus milhares de seguidores replicaram a mensagem. Virou notícia.

O caso Mortons e Shankman saiu em alguns dos principais veículos de comunicação do mundo. Para citar alguns: o site da revista Time, no Huffington Post, na rede de TV CBS e no jornal inglês Daily Mail. É um caso clássico do que as empresas chamam de mídia espontânea. Se o Mortons resolvesse anunciar em cada um desses veículos, comprando o mesmo espaço que a notícia ganhou espontaneamente, teria de desembolsar alguns milhões de dólares. Mas com uma simples ação, que envolveu um prato típico de seu menu e um carro que percorreu 37 quilômetros para levar a refeição da unidade mais próxima do restaurante até Newark, o Mortons conseguiu uma repercussão na imprensa mundial – incluindo nesta reportagem que você está lendo.


Mantrux do BrasilEventos como esse levaram diversas empresas a incluir as redes sociais em sua estratégia de marketing. Seja criando uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um aplicativo no Orkut ou uma campanha de vídeo interativo no YouTube. Diversas marcas estão investindo muito dinheiro em busca da atenção desse internauta. Estima-se que os internautas mais ativos nas redes também são consumidores mais engajados e com maior poder de mobilização social. Mas será que dá para calcular quanto vale um “curtir” no Facebook ou “retweet” no Twitter em vendas? Quantos desses internautas, que se divertiram com o lanche de Shankman, resolveram comprar um bife no Mortons. E quantos deles já eram clientes fiéis, que comprariam o bife mesmo sem a ação?


Pelo menos por enquanto, essa resposta não existe. Ouvimos especialistas e diferentes empresas nacionais e multinacionais que começaram a investir em redes sociais nos últimos anos. Nenhuma delas soube dizer em números o resultado em vendas de uma ação feita numa rede social. Quantas latas de refrigerante foram vendidas a mais, quantos sanduíches, quantos pacotes de bala, quantos carros, apartamentos, viagens, revistas ou qualquer outro produto que você já “curtiu”, comentou ou simplesmente clicou em sua rede social.


Mesmo sem saber se o investimento compensa, as ações nas redes continuam crescendo. Segundo a consultoria Emarketer, 80% das grandes marcas mundiais vão participar de alguma ação de marketing até o fim deste ano. A participação é três vezes maior que três anos atrás. Outra consultoria, a BIA/Kelsey, diz que, enquanto no ano passado as empresas gastaram US$ 2,1 bilhões em publicidade nas redes sociais, em 2015 esse montante deverá superar os US$ 8 bilhões. “Uma campanha bem estruturada nas redes sociais não custa menos de R$ 300 mil”, afirma Gil Giardelli, professor dos cursos de pós-graduação e MBA na ESPM. Com todas as dúvidas e dificuldades de encontrar métricas que mostrem o retorno sobre o investimento, por que as empresas estão investindo mais do que nunca nesse mercado?


A primeira resposta dos especialistas em marketing é o engajamento das pessoas. Quanto mais cresce o número de fãs de uma marca nas redes sociais, mais eles vão falar dos produtos. Mais informação circulando sobre uma marca gera mais visibilidade, que no fim das contas é o que as empresas buscam quando investem em publicidade. “Até o ano passado tínhamos algumas ações isoladas nas redes sociais. Mas foi neste ano que definimos uma estratégia específica para elas”, afirma Sergio Esteves, gerente de marketing do Guaraná Antarctica. O perfil do Guaraná no Facebook ultrapassou recentemente 1 milhão de fãs na rede social. Alguns posts, criados pela equipe que gerencia o perfil, recebem “curtir” de milhares de usuários. “Posso usar os posts que fizeram mais sucesso para aplicar num filme na TV ou num anúncio de revista”, diz Esteves.


Outra vantagem da ação na rede social é entender os desejos do consumidor. O paulistano Luís Octávio Menezes, de 30 anos, divide o tempo no Facebook entre divulgar as ações de uma ONG ambiental que ele apoia e acompanhar cerca de 20 marcas das quais se considera um fã. “Consigo ter uma interação maior com os produtos das marcas que admiro”, diz. Menezes foi um dos internautas que batalharam pela volta do Halls sabor uva verde. A Kraft, que fabrica a bala, havia retirado do mercado o sabor. Diante da mobilização de milhares de internautas, resolveu relançar o Halls uva verde. E, claro, preparou uma campanha no Facebook, onde tem quase 600 mil fãs, e em outros sites. Na página do Halls no Facebook, a Kraft publica um anúncio convocando os amantes da marca a se inscrever em seu programa de trainee.

Em alguns casos, a ação na rede social desemboca na venda de um produto. Aconteceu com Menezes. No ano passado, ele se interessou por um microprojetor que tinha visto num site. 


Não encontrou, porém, informações confiáveis sobre especificações, preços e onde comprar, até que achou a página da empresa americana no Facebook. Curtiu a página, encontrou as informações que procurava e acabou comprando o produto. No ano passado, o time carioca do Vasco da Gama fez uma ação com a Penalty que também resultou em vendas. A campanha Vasco na pele convidava os vascaínos a fazer uma tatuagem com a Cruz de Malta, que forma o escudo da equipe. Em troca, os torcedores ganhariam uma camisa oficial, desenvolvida especialmente para a ocasião. “O time estava em má fase, e a campanha desafiava o torcedor a apoiá-lo justo naquele momento”, afirma Gustavo Fortes, sócio da Agência Espalhe, responsável pela campanha. O próprio presidente do clube, Roberto Dinamite, fez a tatuagem. Os criadores da campanha viram ali uma oportunidade para gerar mídia espontânea e fizeram um desafio ao tatuador Eric Codó: quebrar o recorde mundial de tatuagens feitas em 24 horas. E ele conseguiu. Ao final do dia, 806 tatuagens foram feitas em torcedores do Vasco, que levaram seu exemplar da terceira camisa do clube. A repercussão foi boa. A campanha saiu em diversos jornais e, no final da ação, a Penalty havia vendido 100 mil camisas. Casos de resultados palpáveis em vendas, como o do Vasco, ainda são raros. E mesmo no caso do clube não dá para saber quantas dessas 100 mil camisas foram vendidas apenas por causa da ação nas redes sociais.


Os publicitários afirmam que não é correto medir o sucesso de uma campanha em redes sociais por suas vendas. Para Catarina Gurgel, gerente de marketing da marca de água da Danone, a Bonafont, não dá para comparar a internet com o marketing em meios tradicionais, como a TV. Segundo ela, a TV é uma ação unilateral. Gera uma repercussão imensa e momentânea entre os consumidores. Mas não permite manter um relacionamento constante com a marca. Recentemente, assim como o caso da rede de restaurantes Mortons, a marca Bonafont foi atrás dos formadores de opinião do Twitter. Ela emprestou para pessoas influentes na rede social uma geladeirinha que tuitava. Um sistema controlava a quantidade de vezes que a porta abria e fechava. E enviava mensagens automáticas para o perfil da pessoa na rede. Se ela passasse muito tempo sem abrir a geladeira, a máquina tuitava que estava na hora de beber água. “A gente não espera que vá vender mais, mas criar novas maneiras de interagir com nosso consumidor”, diz Catarina.


A última, e talvez mais importante, razão para que as empresas invistam em redes sociais é simplesmente o medo de ficar de fora. Quem arriscaria ignorar um canal de comunicação em que todos os concorrentes estão investindo? “No mundo com um volume cada vez mais frenético de informações, as marcas que não são faladas são esquecidas”, afirma Fortes. Muita gente curtiu isso.


Fonte: Mantrux do Brasil - www.mantrux.com

O Google anunciou o lançamento da nova modalidade de buscas, com resultados baseados nos contatos do usuário na rede social Google+. Ao usar a funcionalidade de busca do Google, o internauta pode escolher receber os resultados habituais ou uma série de sugestões baseadas nas informações personalizadas, recomendadas por amigos.


Em seu blog oficial, a empresa usa o exemplo de uma busca por uma localidade para passar férias. A busca social traz resultados baseados nas indicações dos amigos na rede social. O serviço foi nomeado Search plus Your World (“Busca mais o seu mundo”, ainda sem versão oficial em português). O usuário pode interferir nos resultados das buscas, indicando resultados e alterando sua localização na ordem das buscas.


O Google afirmou que o serviço será liberado para os usuários gradativamente durante os próximos dias. Para visualizar as opções, é preciso estar registrado com uma conta do Google. Confira o vídeo de divulgação da nova busca social (em inglês).