De acordo com a análise, em 2014 o recurso às redes sociais deverá substituir o email como veículo preferencial de comunciação em 20 por cento das empresas.
Os responsáveis pela análise estimam que, no espaço de dois anos, 50 por cento das empresas estarão a fazer uso de ferramentas de interacção social - onde os modelos de microblogging não deverão ter uma expressão superior a cinco por cento.
De acordo com os analistas, a justificação prende-se com o facto de apesar do modelo agradar às empresas, a sua popularidade junto do público advém de uma escala de utilização global, que permita aos utilizadores manterem-se informados sobre o que um grande número de conhecidos estão a publicar, funcionalidade que se perder quando aplicada a um universo mais restrito.
As iniciativas com maior potencial de sucesso nos esforços de adopção de mediasociais pelas empresas serão as que estejam envolvidas numa estratégia que vá para além do simples uso de uma plataforma tecnológica. Na maioria dos casos a Gartner defende no entanto que este será o caso. Setenta por cento das iniciativas sociais suportadas numa única plataforma de TI tendem a fracassar, devido à "orientação" seguida pelas empresas.
Apesar do esperado "boom" na utilização das redes sociais, espera-se que em 2015 ainda apenas cerca de 25 por cento das empresas estejam a recorrer, de forma regular, a media sociais como forma de melhorar o seu desempenho e produtividade.
Segundo o estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006.
Os adolescentes que disseram ter feito comentários em blogs de colegas caiu de 76% para 52% no mesmo período.
A pesquisa indica que os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas em sites de redes sociais ou de micro-blogging, como o Facebook ou o Twitter, ou acessar a internet pelo telefone celular.
Ao mesmo tempo, a proporção de internautas adultos que disseram manter um blog na rede se manteve constante de 2006 para cá, em cerca de 10%.
Apesar de a popularidade dos blogs ter se mantido constante de uma maneira geral entre os adultos, a pesquisa mostra uma diferença clara quando analisados os dados entre os grupos por faixas etárias específicas.
A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.
Redes sociais
Se por um lado a popularidade dos blogs tradicionais vem caindo entre os mais jovens, segundo indica a pesquisa, os dados mostram um envolvimento cada vez maior dos adolescentes em redes sociais na internet.
Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e "as pessoas não acham a leitura tão divertida".
De acordo com o estudo da Pew, 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008.
A pesquisa indica ainda um aumento da popularidade do acesso à internet pelo celular - 55% dos jovens entre 18 e 29 anos e 27% dos adolescentes de 12 a 17 disseram acessar a rede dessa maneira.
Outro resultado interessante da pesquisa é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou micro-blogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens do que entre os adolescentes.
Segundo o estudo, 8% dos adolescentes leem postagens ou escrevem no Twitter, contra 19% dos adultos maiores de 18 anos. Na faixa etária entre os 18 e os 29 anos, o uso da rede de micro-blogging chega a 37%. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
A pesquisa, realizada pela Liberty Mutual, contradiz outros estudos similares e mostra que até mesmo os pais superam as mães nos sites.
Os homens são mais atraídos por atividades de mídia social e redes sociais do que as mulheres, segundo um estudo sobre o comportamento online norte-americano da Liberty Mutual, informa o jornal The Wall Street Journal.
Os resultados são um tanto surpreendentes, já que eles contradizem outras pesquisas. De acordo com o estudo, os homens (57%), em geral, possuem mais de uma conta de rede social do que as mulheres (50%).
Com exceção do Facebook, o público masculino utiliza as redes sociais mais vezes do que as mulheres durante a semana, particularmente o Twitter. Para o MySpace, os números são 35% de homens ante 26% de mulheres; no LinkedIn são 25% de homens e 16% de mulheres, enquanto no microblog são 53% dos homens contra 38% das mulheres.
Ainda segundo a pesquisa, pais representam uma probabilidade maior que as mães de ter uma conta no Twitter ou no MySpace: 43% ante 29% e 50% mediante 32%, respectivamente.
Fonte: IDGNow
Se a classe C é a grande responsável pelo crescimento da internet no Brasil (segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, feita pelo IBGE 2008, são 8.775 domicílios conectados), as mulheres dessa faixa econômica se demonstram bastante entrosadas com a navegação em rede.
De acordo com uma pesquisa conduzida de forma conjunta pelas empresas Predicta e Multifocus e divulgada nesta terça-feira (23), 83% das donas-de-casa com idades entre 25 e 49 anos se conectam todo o dia. 86% participam de alguma rede social.
Os dados apontam ainda que 40% passam mais de duas horas diárias conectadas, e que 22% já criaram ao menos uma comunidade em redes sociais, enquanto 26% se sentem totalmente seguras para fazer compras on-line.
Dentre o público feminino pesquisado, 33% consideram a web um passatempo melhor que a televisão, enquanto 78% se sentem mais “globalizadas” quando estão em rede. Outras 15% declaram que se sentem mais inteligentes usando a rede.
Os registros de navegação apontaram para uma grande atividade desse público: em 11 dias, foram registrados 94.250 acessos em 2.700 URLs diferentes;
Considerando o tipo de sites acessados, 44% da navegação foram em páginas de relacionamento; 38% em sites de informação; 10% em entretenimento; 6% em e-commerce e 2% em serviços.
“Analisando as URLs acessadas percebe-se que, em sites de relacionamento, as redes sociais respondem por 94% dos acessos, sendo o Orkut o mais visitado. O acesso a chats foi significativamente menor, com somente 5%, e os blogs registraram 1%”, diz a pesquisa.
Segundo os dados, 66% confessam que estão lendo menos off-line. Por outro lado, 60% delas dizem que diminuíram o tempo de pesquisas de preços nas lojas, pois o fazem pela rede.
Para empresas e anunciantes cuidado com elas: 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.
A pesquisa foi realizada durante 16 a 27 de dezembro de 2009, com 50 donas-de-casa com internet em domicílio, de 25 a 49 anos, residentes em São Paulo e com renda familiar de até 10 salários mínimos, ou seja, nível socioeconômico C. Informações 24 Horas News.
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O estudo incluiu dados sobre audiência na internet mostrando que 37% dos usuários domésticos da rede.
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Segundo o site do jornal The Telegraph, o relatório expõe as falhas nos processos de aceitação de usuários em muitas redes sociais. Por mais que exijam dos usuários a informação da idade, tais sites não têm um processo de verificação. Sem falar, claro, no processo de verificação dentro de casa - espera-se que os pais saibam os que os filhos andam fazendo na rede, mesmo que isso não seja fácil.
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Felizmente, a maioria das crianças entrevistas pelo estudo disseram ser cautelosas quanto a quem poderia ter acesso aos seus álbuns de fotos. Uma coisa, porém, é uma criança sendo cautelosa; outra, é um adulto.
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Mais uma vez fica o alerta para pais e responsáveis: cuidado com a gurizada na rede!
Informações d site Infosfera.
A Akamai Technologies divulgou o relatório State of the Internet do terceiro trimestre de 2009. O estudo mostra estatísticas sobre a rede, como origens de ataques e média de velocidade de internet pelo mundo, além de dados gerais sobre o acesso mundial à web.
O Brasil chegou a 10,8 milhões de IPs únicos gerados no trimestre e alcançou a nona posição entre os países que mais acessam internet, ultrapassando a Espanha. Os Estados Unidos, com 119 milhões, e a China, com 49 milhões, lideram o ranking. O total mundial de IPs gerados nos três meses finais de 2009 foi de 444 milhões.
O estudo também analisou a velocidade de internet por cidades. Na Ásia, Europa e América do Norte todas as cidades entre as 10 mais têm conexões acima de 10 Mbps. A cidade de Sandy, em Utah, nos Estados Unidos, possui a maior média de velocidade de internet, com 33 Mbps.
Na América do Sul, porém, a média mais alta está em Cucuta, na Colômbia, com 2,4 Mbps. Quatro cidades brasileiras aparecem entre as 10 maiores do continente: Curitiba, Florianópolis, Campinas e Belo Horizonte, com médias entre 1,6 Mbps e 1,9 Mbps.
A velocidade média global de internet é de 1,7 Mbps. A Coreia do Sul, com 14,6 Mbps, é o país com a maior média de velocidade do mundo, seguido por Japão (7,9 Mbps), Hong Kong (7,6 Mbps), Romênia (6,2 Mbps), e Suécia (5,7 Mbps).
Durante o terceiro trimestre, 103 dos 226 países analisados tiveram média de conexão abaixo de 1 Mbps, número menor que os 125 do trimestre anterior. Apenas sete têm média abaixo de 100 Kbps. A Ilha de Mayotte, no Oceano Índico, possui a menor média de conexão do mundo, com 43 Kbps.
Os ataques no período partiram de 207 países diferentes. Brasil e
Rússia são as duas principais fontes, superando Estados Unidos e China.
Juntos, Brasil e Rússia somam 22% dos ataques feitos durante o terceiro
trimestre de 2009. Informações do IDG Now.
Após cadastrar números de cartões, além de dados de contas de lojas online como iTunes Store, Amazon e eBay, cada compra feita é exibida automaticamente em uma timeline, semelhante à do Twitter, com informações sobre a data, o local, o produto e o preço do novo investimento. Amigos e usuários da rede podem fazer comentários sobre as compras.
Nesta sexta-feira (23), a empresa responsável pelo Blippy foi avisada de que alguns números de cartão de crédito podiam ser encontrados ao se fazer uma busca no Google. A empresa informa, em seu blog oficial, que imediatamente entrou em contato com o Google, que removeu as informações de sua base de dados.
Segundo o co-fundador da empresa, Philip Kaplan, os usuários que tiveram os dados expostos estão sendo contatados e receberão a ajuda que a companhia puder oferecer. "Nós levamos segurança a sério e queremos assegurar os usuários do Blippy que este [o vazamento dos dados] foi um incidente isolado de vários meses atrás em nossa fase de testes e não afeta os usuários atuais", disse Kaplan no blog.
"É importante lembrar que você não é responsável se alguém usa seu cartão de crédito sem sua permissão. É por isso que não há problemas em entregar seu cartão para garçons, balconistas e centenas de outras pessoas que têm acesso ao seu número de cartão de crédito. Ainda assim, isso jamais deveria ter ocorrido e nós assumimos a responsabilidade", declarou o executivo. Informações do Portal Exame.
Segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise, o Orkut segue na liderança em levantamento sobre visitas de internautas brasileiros a páginas de redes sociais.
O estudo, porém, mostra considerável crescimento do Facebook e do Twitter. Desde abril do ano passada, o Facebook subiu 804%, e o Twitter 768%.
"O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", diz a pesquisa.
No que tange ao porcentual geral de visitas a sites, o Facebook tem 2,35% de acessos na categoria “Redes sociais e Fóruns”, e o Twitter registra 1,91%. O Orkut é, disparado, o primeiro colocado na categoria, com 62,14% de acessos, seguido por YouTube, com 17,23%.
Quando a pesquisa leva em consideração a lista dos sites mais acessados por brasileiros, o Orkut cai para o segundo posto, e é justamente o gigante das buscas, Google, quem lidera.
No entanto, especificamente no período de férias escolares (entre o fim de novembro do ano passado e o começo de fevereiro deste ano), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.
Segundo o levantamento, as redes sociais e os fóruns só perdem em acessos para os mecanismos de busca. Na sequência, aparecem os portais, serviços de e-mail e games. Os sites menos acessados pelos internautas brasileiros são os de bancos e instituições financeiras.
Em tempo médio de visitas, as redes sociais são campeões de audiência, com 22 minutos e 51 gastos pelos visitantes dessas páginas.
A pesquisa Serasa Experian Hitwise divulga dados sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.

Redes sociais, como Facebook e Twitter, e jogos on-line, como o Farmville ou Club Penguin, já consomem um terço do tempo gasto por usuários americanos com a internet. É o que garante estudo do instituto Nielsen divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa mostra ainda como os americanos apresentam comportamentos distintos para acessar a web em computadores e dispositivos móveis.
O levantamento monitorou em junho a atividade on-line de 200.000 usuários e comparou as informações com registros do mesmo mês do ano passado. O tempo dedicado às redes sociais cresceu quase 50% – é, individualmente, a principal atividade dos americanos na web. Em segundo lugar ficaram os jogos on-line, que ultrapassaram o uso de mensagens eletrônicas (e-mail), que caiu para o terceiro posto.
A história é diferente quando os americanos usam a internet por telefone ou tablets. Quase metade do tempo de acesso é gasto para a consulta de e-mails, sites de notícias e só então redes sociais e blogs. Nota: de acordo com a FCC, órgão regulador da área de telecomunicações e radiodifusão dos Estados Unidos, 93% da população do país possui celular.

Em dispositivos móveis, a história é diferente: o e-mail ainda domina
Um estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.
Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.
Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.
Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.
Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”.Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.
De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.
Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram. Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.
Fonte: Tec Tudo
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