Em maio deste ano, a revista Americana Consumer Reports divulgou que cerca de 7,5 milhões de crianças com 12 anos ou menos estão cadastradas no Facebook. Segundo a revista, o uso constante da rede social por esse público coloca em risco a segurança, a proteção e a privacidade destes menores.
Recentemente, o filho de uma analista de redes sociais (não identificada) comentou numa atualização pública de sua mãe no Facebook e teve o seu comentário visualizado. Não fosse pelas consequências do ocorrido, o caso teria passado despercebido, como mais uma das interações comuns da rede. Contudo, tendo acesso ao diálogo que se sucedeu ao post do Facebook, o website de medição de influência em redes sociais, Klout, criou um perfil no site para o garoto sem a sua permissão.
Isto quer dizer que, embora existam várias configurações de privacidade no Facebook que permitam aos usuários protegerem suas atualizações e dados pessoais de estranhos, os comentários feitos em status públicos dos seus contatos estão livres de restrições. Tecnicamente, o Klout pode utilizar um comentário público no Facebook, por exemplo, para encontrar um usuário, ter acesso às informações, e fazer o upload de sua foto do perfil. Exatamente o que aconteceu com o menino em questão.
Entretanto, em meio aos problemas semelhantes que envolvem as crianças na rede, o Facebook tomou medidas contra os perigos mais graves de compartilhamento. Agora, por exemplo, o site está usando uma nova tecnologia para encontrar e remover pornografia infantil, bem como se tornou parceiro do sistema de alerta Amber da polícia para crianças desaparecidas.
Essas medidas em favor das crianças são ótimas, tendo em vista que também não prejudicam todo o compartilhamento que faz o Facebook prosperar. No entanto, uma maior atenção dos pais às interações dos filhos nas redes sociais é indispensável, segundo alertam os psicólogos.
Fonte: tech Tudo
Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso já assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras. Por um lado, pode até haver um ganho de comodidade. Por exemplo: se você pesquisou no Google alguma informação sobre os Beatles, quando você entrar no YouTube serão sugeridos "automaticamente" vídeos da banda inglesa. No Gmail, você vai receber algumas ofertas de promoções de viagens para Liverpool ou produtos licenciados do grupo.
Com o tempo, no entanto, o banco de dados vai alcançar um volume gigantesco - e perigoso. Será possível mapear em detalhes seus hábitos de consumo, seus gostos, seu estilo de vida e até quem pertence ao seu círculo pessoal.
Embora a empresa garanta que não vai comercializar os dados, eles valem ouro para o mercado publicitário, que, desde sempre, sonhou em encontrar uma maneira de descobrir os reais desejos e necessidades dos consumidores.
Proteção. Para quem deseja continuar usando o Google, mas não concorda com os novos termos de privacidade, há uma maneira de, em tese, proteger suas informações. O próprio Google oferece a opção de apagar o histórico de navegação, o que deleta do sistema as informações que você busca na internet.
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