Atenção, empresas: quem ficar só no site corporativo está jogando dinheiro fora. É preciso monitorar as redes sociais e não apenas manter uma presença na web. Essas são as principais conclusões de uma pesquisa da E.Life sobre o uso de redes sociais por consumidores que querem comentar suas experiências de compra. De acordo com o estudo, neste campo, o Twitter cresceu de apenas 3,8% no ano passado para 23% em 2009, atrás apenas do imbatível Orkut, utilizado por 45,9% dos internautas com esse fim no Brasil. O Blogspot (12,5%) aparece em terceiro lugar, seguido do Reclame Aqui (8,9%) e do Yahoo! Respostas (4,2%).

Os depoimentos geralmente são de pessoas que usam as redes sociais para relatar experiências de compra positivas ou negativas. Mas o que deve gerar maior atenção, segundo Alessandro Barbosa Lima, CEO da E-Life, são os consumidores que usam os sites para decidir compras futuras.

- É aí que está a oportunidade para as empresas - diz ele. - Especialmente nas compras complexas, que trazem envolvimento emocional ou questões técnicas.

E os internautas, de maneira óbvia até, preferem comentar, comprar, tirar dúvidas e reclamar de atendimento nos fóruns $já utilizam normalmente, as redes que frequentam no dia-a-dia para se relacionar com amigos, colegas de trabalho, etc.

O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão

- O site corporativo está perdendo seu peso, pois ele ainda se encontra na web 1.0. Muitas de suas funções estão sendo passadas à rede social, que é onde as pessoas estão - afirma Alessandro.

As empresas precisam estar atentas também à forma como essa relação se dá em cada tipo de site. No Orkut as discussões se registram nas comunidades, mas não necessariamente no grupo específico de determinada marca. Já no Blogspot (e blogs em geral) encontram-se textos mais longos e elaborados:

- Nos blogs as pessoas têm mais espaço e escrevem com mais profundidade, mas não em Orkut e Twitter. No Twitter as pessoas publicam problemas mais imediatos, como os de uma fila no banco.

Numa busca no Google, experiências de consumidores narradas no Twitter ainda não são visíveis, mas o Reclame Aqui aparece bem. O site cria rankings das empresas mais e menos participativas, de acordo com o número de respostas. Como o conteúdo é aberto e não exige cadastro, buscas por problemas com produtos variados costumam levar ao site.

Fonte: O Globo

Falta princípio de realidade ao projeto aprovado pela Câmara que tenta disciplinar a internet durante as campanhas eleitorai.


A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que faz 173 mudanças na Lei Eleitoral. Dessas, 22 tratam do uso da internet nas eleições e podem ser divididas em dois blocos.


No primeiro estão as regras liberalizantes. Elas ampliam, por exemplo, o espaço na rede em que é permitido fazer campanha eleitoral, hoje restrita aos sites dos próprios candidatos.


Pelo projeto, os políticos podem passar a usar blogs, redes sociais e e-mails.


O restante das medidas é autoritário e está em descompasso com a realidade. Elas equiparam sites de veículos de comunicação e portais a emissoras de rádio e TV, como se os primeiros fossem também concessões públicas e, portanto, sujeitos a supervisão estatal. Não são, fique claro.


No projeto, há uma regra que diz que sites e portais devem dar o mesmo tratamento a candidatos e partidos, sob pena de ser multados, e outra que chega a ser mais rígida com a internet do que com os veículos impressos. Veda a propaganda paga na rede, hoje permitida em jornais e revistas. Os deputados também querem proibir a veiculação de vídeos e áudios com montagens que ridicularizam candidatos.


É uma tolice que cairá no vazio. Muitos dos sites que divulgam esse tipo de material têm sede no exterior e não são regidos pelas leis brasileiras.


Especialista em legislação de internet, o advogado Renato Opice Blum diz que os deputados tentam tolher a liberdade de expressão. "Muitos artigos do projeto não fazem sentido, como o que exige que todos os políticos tenham idêntico tempo ou espaço na rede. Ora, como isso é possível num meio que prima pela instantaneidade e por abrigar milhões de opiniões individuais?", espanta-se Blum.


O relator da medida, Flávio Dino (PCdoB-MA), rebate: "Não podemos aceitar que a internet seja um território sem regras". Trata-se de uma opinião dinossáurica, só compartilhada por ditadores chineses, iranianos, cubanos e norte-coreanos, que tentam controlar a rede de computadores.


Nas democracias dignas desse nome, a internet é indisciplinada porque sua natureza é indisciplinável. O deputado Dino, tão rígido em relação ao que vai pela rede, mostrou-se flexível em temas mais próximos aos parlamentares.


Ele foi favorável a que políticos "ficha-suja", que respondem a processos criminais, possam se candidatar e também oficializou as "doações ocultas", feitas aos partidos para esconder o vínculo do doador com o candidato.


Possibilitou ainda que erros em prestação de contas de campanha considerados "irrelevantes" sejam perdoados. Como não especificou o que entende por esse adjetivo, abriu uma estrada para absolver políticos que fraudam contas eleitorais. Espera-se que, no Senado, o projeto aprovado na Câmara sofra alterações e perca as tintas do teatro do absurdo.


Fonte: Blog do Noblat

Na era da web 2.0, a procura pelo emprego vai além do velho caderno de classificados. Produzir um vídeo-currículo, ter um blog e navegar pelo Orkut e Twitter podem aumentar as chances de ser selecionado para uma entrevista. No entanto, o bom senso no conteúdo exposto é o que pode garantir a vaga, segundo especialistas de Recursos Humanos. 

“As empresas não olham apenas onde as pessoas estão, mas de que forma participam das discussões e se seus comentários são pertinentes”, afirma a presidente da consultoria em RH, Grupo Foco, Eline Kullock. 

A busca de vagas na web pode acontecer de duas maneiras. Na primeira, navegam em busca de perfis com conteúdo relevante, consultam diretamente redes sociais voltadas executivos, como LinkedIn, ou vão atrás de informações sobre candidatos que estão em uma fase adiantada no processo de seleção.

Na outra, o nível de exposição depende do próprio internauta. Quanto maior for sua participação online, mais rápido ele saberá das oportunidades que aparecem pela web.

Seja em redes abertas ou segmentadas a visibilidade é o grande diferencial. De olho nos nichos de assuntos disponíveis, consultorias em recrutamento de diversos setores se infiltram cada vez mais na rede para encontrar potenciais candidatos. Leva vantagem quem estiver familiarizado com as tendências digitais.

Uma pesquisa divulgada no ano passado nos Estados Unidos pelo site Career Builder com 3.169 funcionários da área sobre o tema revelou que 22% deles considera redes de relacionamento locais onde é possível encontrar talentos. 

“Hoje vemos RHs que já buscam na rede. Eles mesmos tem a proatividade de ir atrás disso”, conta a gerente de Novos Negócios e Relacionamento da Career Center, Priscila D´Addio.

Mesmo com a disseminação de novas possibilidades para a prática do “marketing pessoal”, departamentos de RH ainda privilegiam a entrevista presencial, segundo gestores. O contato online é entendido como um filtro para encontrar os candidatos que serão encaminhados aos processos de seleção das empresas. “A entrevista cara a cara nunca vai ser substituita, pois é uma forma de contratação mais direta”, diz Eline.


Conheça Meu Emprego, a rede para quem quer se recolocar profissionalmente ou busca um emprego.
Que a internet é um forte meio de comunicação e divulgação, todos já sabem. No entanto, quem ainda engatinha nas redes sociais são os políticos brasileiros.

No Brasil, o uso da internet como ferramenta eleitoral ainda está em fase de aceitação —o projeto já passou pela Câmara dos Deputados e agora precisa de aprovação dos senadores, que temem que a prestação de contas e o registro eleitoral dos candidatos perca o controle, para só depois ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se isso acontecer até outubro, a reforma eleitoral já vai valer para as eleições de 2010.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi o primeiro político a falar pelas diferentes ferramentas da web. Foram posts em blogs, Twitter, campanhas em vídeos do Youtube, participação ativa nas diversas comunidades e, sobretudo, regularidade e atualização de sua agenda, compromissos, campanhas e ideais políticos.

E isso tudo foi antes da eleição. Uma vez presidente, Obama lançou mão dos recursos da web para reunir sugestões, realizar enquetes, alavancar sua popularidade, aproximar o governo do público com vídeos e canais participativos, além de incentivar trabalhos e serviços voluntários.


Políticos nacionais online


Já no Brasil, mesmo sem valer a lei do uso da internet como campanha, alguns políticos já usam as ferramentas online. No Twitter, por exemplo, dos 81 senadores, apenas 16 marcam presença. Dos deputados federais, 73 são ativos no microblog, mas nem todos postam diariamente.

"A veiculação de atividades parlamentares que existe hoje é um treino para a campanha eleitoral do próximo ano. O caminho das redes sociais é o mais interessante, pois os políticos chegam a um público jovem, acostumado com a linguagem dinâmica da internet", afirmou Gaudêncio Torquato, cientista político da Universidade de São Paulo.

E o assunto no Twitter não é tão variado assim. Projetos e propostas que foram aprovados e passaram pela Câmara são os temas mais abordados. Os posts também vêm recheados de opiniões e críticas a outros deputados ou senadores. "O político precisa se manifestar nas grandes polêmicas da sociedade. Tem que dizer o que pensa e conquistar o eleitorado com defesas e ataques", salientou Torquato.

No entanto, apesar de ser uma ferramenta de comunicação, senadores e deputados não costumam repassar posts de seguidores ou responder a alguma pergunta. "Um canal interativo é essencial para o sucesso nas redes sociais", alertou Torquato.


Serra e César Maia saem na frente


Às vezes, algum político faz comentários sobre outros assuntos, como futebol, por exemplo. É o caso do governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, um dos mais ativos nas redes sociais e o único governador a ter e atualizar um perfil no site de microblog. Palmeirense de coração, Serra tem cerca de 47 mil seguidores. No meio de tantos posts alviverdes, ele arruma espaço para passar detalhes de seu mandato e novos projetos para a cidade.

Quem também se destaca nas redes sociais é o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, do DEM, um dos pioneiros no uso de blog, Orkut, Youtube e Twitter.

"Maia e Serra são os políticos que melhor fazem uso do boletim eletrônico para conquistar espaço na mídia", disse Torquato.

Já o presidente Lula está prestes a estrear um blog e um canal de vídeos. O prazo era julho, mas nada ainda do presidente ficar online.

Edição:  Luciano Dias  | Fonte:  UOL
Políticos de todo o mundo invadiram a internet depois do sucesso da estratégia de campanha de Barack Obama durante as eleições americanas de 2008, que utilizou redes sociais como Facebook, MySpace, YouTube, Flickr, AsianAve e Twitter - por onde o democrata, depois de eleito, anunciou o nome de seu vice, Joe Biden. Chefes de estado e de governo como Nicolas Sarkozy (França), Angela Merkel (Alemanha), Silvio Berlusconi (Itália) foram alguns líderes que seguiram os passos do americano. No Brasil, o interesse da classe política pelo assunto já está sendo considerado a nova estratégia de marketing político para as eleições de 2010.

"Estamos vivendo uma carência de posições e de ideologias e essas ferramentas possibilitam estimular o debate com a sociedade", diz o deputado federal Eliseu Padilha, presidente da Fundação Ulysses Guimarães, que capitaneia a discussão sobre o uso das redes sociais pelo PMDB. Por ora, o PV é a única legenda presente em cinco redes. DEM e PT ainda não definiram como será a participação dos seus candidatos na web em 2010, embora expoentes das agremiações já estejam em ação nos espaços virtuais.


A posição dos tucanos também é reticente: "A minha avaliação pessoal é que tudo isso será menos importante do que se acredita porque a cultura brasileira de participação é diferente da americana e da europeia", afirma Eduardo Jorge, vice-secretário executivo do PSDB e líder de estudo interno da legenda sobre o uso das redes sociais.

Um dos canais favoritos dos políticos brasileiros é o Twitter, microblog que aceita textos de no máximo 140 caracteres e que tem se popularizado pela facilidade de postagem de mensagens a partir de computador ou celular. De acordo com o Politweets, ferramenta que contabiliza a participação de políticos no Twitter, até o momento um governador, 13 senadores, 27 deputados federais e quatro deputados estaduais utilizam o microblog.


Estratégias - Estar presente nas redes sociais em 2010 não será o suficiente para colher sucesso nas urnas, adverte Fernando Barros, presidente da agência de publicidade e marketing político Propeg. "Será preciso montar estratégias criativas, inéditas e que trabalhem a customização das mensagens para públicos específicos, deixando de lado os boletins generalistas." Para ele, esse foi o grande trunfo da campanha eleitoral de Obama.

Barros já realizou um "laboratório" do que poderá ser usado por aqui no próximo ano: as eleições legislativas de Angola, em 2008, em que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) conquistou cerca de 80% dos votos. A estratégia desenvolvida pelo publicitário lá foi aproximar o candidato do eleitorado. "Quando um político comenta em uma rede social a música que está ouvindo, ele humaniza sua figura e se aproxima do eleitor", explica. "É impressionante como funcionou: o resultado foi muito superior ao esperado", avalia.

Outro ponto importante seria evitar estratégias "invasivas". Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pela Propeg com eleitores de São Paulo, Salvador, Brasília e Belo Horizonte, a maioria dos eleitores de classe C e D rejeita pop ups, e-mail marketing e newsletter de campanhas políticas.


Indignação virtual - Outro especialista em marketing político, o consultor Gaudêncio Torquato, diz que as redes sociais podem mudar a cultura de participação dos brasileiros no processo político. "Agora, existe a opinião pública virtual, que é muito influenciada pelo que circula na internet", explica. "Nunca se viu tanta propagação de mensagens de interesse político na internet: se acontece um escândalo, uma votação polêmica em Brasília, imediatamente as pessoas começam a se manifestar nos blogs e twitters."

Segundo Torquato, todas as consultorias em marketing político já estão estudando estratégias que utilizam as ferramentas da internet para as próximas eleições. "São mais de 50 milhões de pessoas utilizando a web hoje no país. Não dá para ignorar esse número."


O Comércio Eletrônico tem se destacado a olhos vistos no Brasil e tem sido alvo de holofotes em todo o país devido às suas cifras e possibilidades. O seu crescimento ano a ano de dois dígitos contrasta de forma significativa com os outros setores da economia, até mesmo diante de uma crise global.


Empresas dos mais diversos portes e segmentos estão percebendo que não aderir a tal estratégia de mercado é, em pouco tempo, estar fora do próprio mercado. É fato, porém, que saber o que tem que ser feito não significa saber como deve ser feito.


A urgência em montar sua plataforma de comércio eletrônico – muitas vezes porque o concorrente já o fez – gera um efeito colateral: faz com que as empresas não parem para se questionar qual o melhor modo de montá-la. Isso talvez aconteça porque só conheçam uma maneira, a mesma vitrine digital de produtos aliada ao velho "carrinho de compras".


Se todos se utilizam da mesma estratégia de diferenciação, ela deixa de ser eficiente. Tal qual ocorreu em meados dos anos 90, quando todos tinham que ter um site porque o concorrente já tinha, vivemos uma época de turbulência em que não há critérios, só pressa e falta de planejamento.


Se a sua empresa atualmente está investindo e despendendo esforços para montar uma bela plataforma de comércio eletrônico, saiba que há uma nova estratégia de diferenciação nessa área que ainda é privilégio de poucos.


Sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, tanto percentualmente quanto em números absolutos, é natural que tal comportamento venha cada vez mais fazer parte dos planos de vendas das empresas de comércio eletrônico.


Nasce assim o Comércio Social. Em poucas palavras, uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.


O Comércio Social se apresenta como o próximo passo do comércio eletrônico no país ao aliar as, ainda pouco conhecidas, rotinas de vendas aliadas à geração de conteúdo colaborativo, que pode ser potencializado por meio da comunicação viral e coesa em redes sociais.


Esses três "Cês" - comércio, conteúdo e comunidade - devem se somar de forma sinérgica em uma mesma plataforma de negócios digitais. Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade de marca.


Os passos para implementar tal estratégia em sua operação de e-business não são tão complexos como se pode imaginar. Apresento algumas diretrizes a seguir:


Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. O Google ainda é o melhor meio para gerar demanda para um site. Ter uma plataforma de comércio eletrônico otimizada para o mecanismo de busca é fundamental para gerar tráfego suficiente para manter uma comunidade sempre ativa e com novos membros.


A geração de demanda também passa pelo marketing viral, esse, contudo, ainda é misterioso o bastante para as empresas para que tenha sua efetividade garantida.


Após a geração de demanda, é preciso gerar “colas sociais”, ou seja, motivos para o usuário voltar e interagir com o site. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez. Exemplo dessas ações são concursos culturais, promoções relâmpago, fóruns em que os consumidores podem conversar entre si e, desse modo, contribuam com suas opiniões e construam o site a seu gosto por meio de APIs ou áreas customizáveis. É importante tornar a navegação uma experiência e não se restringir à pura e simples compra.


Para manter a experiência sempre vívida e atual, é preciso ser inovador e ativo na comunidade o todo o tempo. É preciso gerar “buzz”, dar motivos para que falem (bem) da sua empresa.


Após gerar as "colas sociais" e fazer com que os usuários se mantenham unidos e ligados à marca, é preciso se comunicar com eles por meio de ferramentas da própria web, como Twitter, Blogs, Orkut, MSN, e-mail e várias outras. Cada empresa descobrirá qual a melhor ferramenta para o seu público. O site tem que ter um caráter pessoal, deve se personificar e se comunicar com seu mercado de maneira personalizada e em massa. Nessa etapa a micro segmentação é fundamental.


Em todas as ações citadas, são criadas oportunidades de venda de modo que naturalmente elas sejam reiteradas por todo o processo do Comércio Social. Quanto mais interação, mais vendas.


Como pode ver, Comércio Social é uma atitude, uma nova maneira de fazer a publicidade e vendas no seu negócio. Atualmente “vender” é “se relacionar” e a maior parcela de “relacionamento” na internet está nas redes sociais. O caminho natural do comércio eletrônico está no Comércio Social.


Se pararmos para pensar nas mais lucrativas marcas do "mundo off-line", iremos perceber que, na maioria das vezes, tais marcas são aquelas que mais geram "buzz" e que mais geram consumidores nas suas "comunidades de marca" de forma espontânea. Se isso já funciona tão bem no mundo de átomos, faça acontecer no mundo dos bits. A fórmula já foi dada, basta aplicá-la e replicá-la.

Autor: Conrado Adolpho

Levantamento feito em 17 sites do gênero aponta que público feminino domina em 12 deles.

 

As mulheres são maioria nas redes sociais. Entre 17 sites analisados, 12 têm a maioria o público feminino como maioria, segundo levantamento feito pelo site InformationIsBeautiful.net, por meio da ferramenta Google Ad Planner, que oferece detalhes de todos os principais endereços da internet - exceto alguns sites do próprio Google.

Facebook e Twitter são compostos, cada um, por 57% de mulheres. Já no Flickr, 55% dos usuários são do sexo feminino. No MySpace a dominância feminina é mais clara: 64%, enquanto no Hi5 é 54%.

As demais redes com maioria feminina são: FriendFeed (55%), Ning (59%), Gaia Online (61%), Classmates.com (64%), Buzznet (64%), Tagget (64%), Bebo (68%).

As redes sociais com igualdade relativa entre usuários homens e mulheres são LinkedIn, YouTube, DeviantART e del.icio.us.

Pelo levantamento, apenas o Digg tem maioria masculina, com 64% dos usuários homens.

O Google Ad Planner é uma ferramenta que oferece dados demográficos sobre sites associados ao público-alvo estabelecido pelos anunciantes da companhia.

 

Fonte: IDG Now

 

 

No Brasil existem algumas redes socais específicas para mulheres:

 

RedesMan - rede para mulheres que frequentam academias

 

Balzaquianas.com - portal da mulher moderna

 

Vila da Mulher - para discussão da sexualidade feminina

As empresas precisam de rever as suas estratégias de utilização das ferramentas de media social e estar preparadas para tirar melhor partido das redes sociais, alerta a Gartner, num estudo sobre as tendências de utilização deste tipo de ferramentas nas empresas, divulgado esta semana.

De acordo com a análise, em 2014 o recurso às redes sociais deverá substituir o email como veículo preferencial de comunciação em 20 por cento das empresas.

"O crescente uso de plataformas como o Twitter e o Facebook por utilizadores empresariais despertou o interesse das empresas na procura de plataformas sociais" para uso interno, afirma o vice-presidente de pesquisas e responsável pela área de portais, conteúdo e colaboração da Gartner, Mark R. Gilbert.

Os responsáveis pela análise estimam que, no espaço de dois anos, 50 por cento das empresas estarão a fazer uso de ferramentas de interacção social - onde os modelos de microblogging não deverão ter uma expressão superior a cinco por cento.

De acordo com os analistas, a justificação prende-se com o facto de apesar do modelo agradar às empresas, a sua popularidade junto do público advém de uma escala de utilização global, que permita aos utilizadores manterem-se informados sobre o que um grande número de conhecidos estão a publicar, funcionalidade que se perder quando aplicada a um universo mais restrito.

As iniciativas com maior potencial de sucesso nos esforços de adopção de mediasociais pelas empresas serão as que estejam envolvidas numa estratégia que vá para além do simples uso de uma plataforma tecnológica. Na maioria dos casos a Gartner defende no entanto que este será o caso. Setenta por cento das iniciativas sociais suportadas numa única plataforma de TI tendem a fracassar, devido à "orientação" seguida pelas empresas.

Apesar do esperado "boom" na utilização das redes sociais, espera-se que em 2015 ainda apenas cerca de 25 por cento das empresas estejam a recorrer, de forma regular, a media sociais como forma de melhorar o seu desempenho e produtividade.

Uma antiga modelo que agora sofre de uma doença crônica e enfrenta dificuldades para tomar banho diz que pessoas que conheceu online se tornaram sua família. Um homem tetraplégico usa a web para trocar informações sobre os lugares com melhor acesso para cadeiras de rodas, e uma mulher que sofre de esclerose múltipla conta que os chats de que participa regularmente na noite de sexta-feira são essenciais para sua vida.

Para muita gente, as redes sociais são um recurso para conversas ociosas sobre o que estão preparando para o jantar ou para exibir fotos bonitinhas de seus animais de estimação. Mas para as pessoas que vivem com doenças ou deficiências físicas crônicas, elas desempenham papel mais vital.


"Isso literalmente salvou minha vida, de fato, essa capacidade de me conectar com outras pessoas", disse Sean Fogerty, 50, paciente de esclerose múltipla que está se recuperando de um câncer de cérebro e passa 90 minutos a cada noite conversando online com outros pacientes.



Outlet: Os melhores produtos com as melhores descontos - Submarino.com.br

As pessoas que combatem doenças crônicas têm menor probabilidade de contar com acesso à internet mas, caso disponham de acesso, a probabilidade de que escrevam em seus blogs ou participem de discussões online sobre questões de saúde supera a média, de acordo com um relatório divulgado na última quarta-feira pelo Pew Internet and American Life Project e pela Fundação de Saúde da Califórnia.


"Se eles conseguem escapar das âncoras que os prendem, os pacientes de doenças crônicas podem recorrer à Internet para encontrar recursos mais úteis do que costuma ser o caso para a população em geral", disse Susannah Fox, diretora associada de estratégia digital no Pew e autora do relatório.


Eles se reúnem em grandes sites de redes de pacientes como o PatientsLikeMe, HealthCentral, Inspire, CureTogether e Alliance Health Networks, e em pequenos sites criados por pacientes ou por redes como a Ning e Wetpaint.


Sherri Connell, 46, era modelo e dançarina em espetáculos musicais até que recebeu um diagnóstico de Doença de Lyme e esclerose múltipla, aos 27 anos de idade. Começou a postar online os escritos de seu diário, para que amigos e família pudessem lê-los. Não demorou para que pessoas de todo o mundo começassem a ler o seu site e a contar que tinham problemas de saúde semelhantes.


Em 2008, ela o marido criaram uma rede social chamada My Invisible Disabilities Community, no portal Ning. A rede agora conta com 2,3 mil membros que escrevem sobre como é viver com lúpus, sobre as cirurgias que sofrerão e sobre o peso das despesas médicas, por exemplo.


"As pessoas têm bons dias e maus dias, e não sabem se estarão em um bom dia às 17h da quarta-feira, quando seu grupo de apoio real se reúne", diz Connell. "A internet é um grande veículo para que as pessoas sejam honestas".


Não surpreende que, de acordo com o Pew, os usuários de internet que sofrem doenças crônicas costumam usar a rede para procurar informações sobre doenças específicas, remédios, planos de saúde, tratamentos experimentais, depressão, ansiedade e estresse com muito maior frequência do que os usuários comuns.


Mas para eles, os aspectos sociais da internet assumem uma importância maior. Especialmente se vivem confinados às suas casas, a web também lhes oferece uma oportunidade de vida social, de conversar sobre assuntos não relacionados à doença. Alguns marcam horários para jantar ou assistir a um filme enquanto conversam online.


John Linna, pastor em Neenah, Wisconsin, nem sabia o que era um blog quando seu filho sugeriu que ele deveria escrever um deles, depois de descobrir que precisaria ficar confinado em casa e usar um pulmão artificial. "Naquele dia o mundinho em que eu vivia começou a se expandir", ele escreveu em um post sobre os blogs. "Logo eu tinha formado um pequeno bairro de amigos. Era como parar para um café na casa de cada um deles todos os dias, e saber como as coisas estavam".


Quando Linna morreu, algumas semanas atrás, pessoas de toda parte que ele havia conhecido na web mas nunca o viram em pessoa choraram a sua perda. Outros preferem usar a web em busca de dicas práticas de como conviver com suas doenças ou deficiências ¿ informações que seus médicos e familiares, por nunca terem enfrentado o lado prático da questão, não podem informar.


Na Diabetic Connect, uma rede social para diabéticos com 140 mil membros, as pessoas trocam receitas como a de um pudim de banana sem muito açúcar, discutem produtos como uma bomba de insulina instalada no cinto e participam de diálogos como o iniciado por um paciente que só teve seu diabetes diagnosticado recentemente.


"Não gosto de conversar sobre isso com minha família e amigos", diz. "Para ser honesto, me sinto impotente, e na verdade preciso de conselhos e de pessoas que tenham experimentado as mesmas coisas e com quem eu possa conversar a respeito".


Informações do The New York Times

Sua marca é líder de vendas no país, em um semestre que registrou o recorde histórico de vendas de carros. Aí, a marca resolve fazer uma megacampanha para lançar a nova geração de um de seus clássicos carros populares. Perfis em redes sociais, fotos aqui e ali, e até uma “entrevista coletiva” via Formspring. O que poderia dar errado? A resposta vem em três palavras: falta de preparo. A cada dia, pipocam novos anticases de tratamento a consumidores nas redes sociais. Eu mesmo já fui chamado de “mentiroso” pela KingHost. E nesta quarta (5), quem resolveu entrar para esse time nada agradável foi a Fiat.


No lançamento de sua campanha do @novofiatuno, a Fiat passou a responder perguntas dos consumidores no Formspring. Foram mais de 5.400 perguntas enviadas em nove dias, e tudo ia bem até que algum “profissional” com total falta de tato e bom senso resolveu jogar toda uma campanha no lixo


Não bastasse o fato de não responder adequadamente a pergunta, não explicando porque não se produzem carros cor de rosa, o responsável pelo “grupo Happy Hour” ainda alfinetou a torcida do São Paulo – que é apelidada por torcedores adversários de “bambi”. Se uma pessoa comum faz uma provocação a um clube ou fiéis de uma religião, teoricamente isso não importa para o mercado. Agora, quando uma marca expõe isso num canal oficial de comunicação, o efeito é desastroso.

Em minutos, criou-se um buzz negativo muito forte para a Fiat, sendo tachada até de homofóbica. Ao atribuir um estereótipo a uma das maiores torcidas do país – justamente a que mais cresce entre os jovens, que por sua vez, são os que mais usam redes sociais – a montadora italiana dá um tiro no pé difícil de cicatrizar. Quer dizer então que gays não compram carros? Ou pior, não existem compradores para carros cor de rosa, independentemente de suas opções sexuais? Acreditem: há mercado para todos na era digital. Há até uma rede social para criadores de chinchilas com mais de 5 mil membros. E em tempos onde explorar nichos é o que as empresas bem-sucedidas fazem, a Fiat foi na contramão, com o perdão do trocadilho.


E o pior: não foi a primeira vez… Veja o que a montadora respondeu a outra pergunta sobre cores:


Mais uma vez, uma piadinha relacionada a um clube de futebol paulista. A provocação desta quarta já foi uma ofensa direcionada a 11 milhões de torcedores, e nesse caso, mais 8 milhões de potenciais compradores palmeirenses ganharam sua cota de piada de péssimo gosto. E o pior: torcedores de um clube patrocinado pela Fiat. Será que a montadora resolveu fazer como a Locaweb? Ou teria contratado o ex-executivo Alex Glikas, que fez provocações ao mesmo São Paulo, quando a empresa patrocinava o clube?


Quando os consumidores começaram a reclamar, a Fiat se calou por horas. Não twittou, ignorou perguntas no Formspring, não respondeu e-mails e retirou seu site do ar no início da noite. Limitou-se a um esclarecimento mínimo:


Mais do que demitir os responsáveis pelas brincadeiras inoportunas, a Fiat e sua agência de mídias sociais devem corrigir os erros oferecendo a tal pintura cor de rosa, ainda que como opcional. É o primeiro passo para se redimir. Mais que bom monitoramento de marca, é preciso ter cuidado ao selecionar quem cuida dela nas redes sociais. Ou então se preparar para marcar “Uno” belo Gol. Contra.


Informações do Midias Sociais, @idegasperi

As redes sociais passaram a ser determinantes na vida do profissional brasileiro. Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin são alguns dos exemplos mais utilizados, tanto como ferramentas para contato ou para estratégia de carreira, pelos internautas no País.

Este processo fez, por exemplo, com que a Curriculum, empresa de armazenamento e administração de currículos na web, realizasse mudanças no cadastramento dos dados profissionais de seus usuários.

Agora, o candidato que inserir o currículo no site terá a chance de adicionar também, na área destinada aos dados pessoais, os endereços das redes sociais de que participa.

Na avaliação do presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri, plataformas como as redes sociais, blogs e microblogs se tornaram um complemento no processo de seleção.

“Mas vale ressaltar que é apenas um complemento da seleção. As redes sociais não substituem as ferramentas desenvolvidas especificamente para buscar candidatos”, afirma o executivo.

Conhecimento

Abrileri defende que a integração entre currículos e mídias sociais vai ajudar ainda mais os selecionadores a conhecerem melhor o candidato. “Esta é a forma correta de utilizar as redes sociais: como ferramenta de apoio no processo de contratação”.

Em tese, as empresas que utilizam o site para buscar candidatos terão facilmente acesso aos endereços deles nas redes sociais, para conhecer melhor os profissionais e futuros colaboradores.

Fica o aviso: o segredo para o bom uso das redes sociais pelos usuários, principalmente aqueles que buscam oportunidades na carreira, é adotar uma postura adequada e abusar do bom senso.

Tecnologia A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorre às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.

Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessa o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana. Informações da InfoMoney.

Recentemente, houve a estreia, no Brasil, do filme A Rede Social, baseado no livro Bilionários por acaso – A criação do Facebook, de Ben Mezrich. Tal obra deixa claro o quanto as redes sociais e a internet como um todo têm agido como fortes meios de comunicação, além de terem crescido e se tornado mais importantes na vida de seus usuários, principalmente daqueles ligados à educação.

Pense um pouco: há poucos anos, para se desenvolver uma rede de contatos, eram necessários encontros presenciais, amigos em comum ou um período de relacionamento através de telefonemas ou e-mails. Para realizar pesquisas, recorria-se a livros impressos, enciclopédias, com o auxílio de pais e docentes.  Desde meados de 2004, com a popularização da internet, as redes sociais tornaram-se parte do processo de inclusão digital, disponibilizando informações diversas em links e hipertextos, capazes de possibilitar tanto um conhecimento mais superficial quanto a exploração dos conteúdos postados ─ tudo a gosto do usuário.

Ainda que jovens, os estudantes têm cada vez menos tempo livre em sua rotina diária; por isso, recorrerem a tais estímulos tecnológicos para obter informações necessárias ao estudo. Da mesma maneira, educadores, pais e escolas devem se adaptar, o quanto antes, a esse novo formato de educação. Devem estimular a criação de ambientes interativos, unindo diferentes recursos, tudo em prol da educação mediada em camadas de informações.

Essa nova realidade demonstra que o ato de aprender, na atualidade, significa  ir ao encontro de diferentes formas de pensar problemas e, através desses caminhos, deixar discussões abertas para que o processo, como um todo, seja engrandecedor para todos os agentes envolvidos na educação. 

A busca pela compreensão da internet e de seus vastos caminhos pode significar a mudança de paradigmas já estabelecidos pela sociedade. A atual influência que as redes e mídias sociais podem exercer na rotina dos estudantes, por exemplo, faz com seja mobilizada uma gama variada de informações, em razão de haver, nesses sites, a possibilidade de inserção de conteúdos diversos ─ como textos, músicas, imagens ─ acessíveis de forma rápida e dinâmica.  

O Brasil se configura como o país que tem maior número de acessos à web e frequência de atividades diárias nas redes sociais. É importante estarmos atentos, pois as atuais tendências apontam para uma busca progressivamente mais acelerada em direção ao conhecimento, através da tecnologia aplicada à educação.

Pesquisas recentes mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.

O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.

A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.

O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?

A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.

No caso do "Twitter substituindo os feeds?", se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.

Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.

Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.

A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas. Informação do Imasters

Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O avanço das redes sociais em atividades como colaboração, troca de informações e fonte de pesquisas esgueirou-se com facilidade no seio das empresas e sua aceitação rápida e estrondosa pegou todos de surpresa. No início, eram consideradas fontes de dispersão, principalmente para funcionários mais jovens. Mas elas ganharam características profissionais e impactaram o mundo corporativo. Os casos de sucesso provam que não é mais possível ignorar as redes sociais.


Algumas companhias ingressaram nesse mundo com ações direcionadas ao atendimento a clientes via Facebook e Twitter. Não demorou para perceberem que as discussões geradas nessas redes sobre a empresa poderiam ser usadas de forma estratégica, inclusive para a criação de novos serviços e mapeamento mais eficiente do mercado.


O consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo, afirma que esse uso convergente da mídia está se mostrando a melhor prática do mercado.  Segundo ele, usar as inovações das redes e se aproveitar da coletividade para gerar boas experiências “é uma forma de manter a marca sempre em evidência, aprimorar os serviços e impactar os negócios”.


Outro elemento importante que as redes sociais trouxeram foi uma forma mais eficiente e rápida de avaliar a imagem perante clientes, assim como resultados de campanhas de marketing. De acordo com o analista da consultoria IDC, e professor de pós-graduação da PUC-SP, Alexandre Campos, antes as empresas só conseguiam identificar certas tendências relacionadas à sua marca ou a serviços por meio de extensas pesquisas de mercado.

“Hoje, o retorno é imediato e o aumento do acesso às redes só vai reforçar isso, principalmente no Brasil”, diz, acrescentando que vale destacar a chegada do Facebook no Brasil como indicativo da importância de tendências como marketing digital e negócios na web 2.0.


As redes também contradizem a ideia de que um alcance abrangente só era viável para grandes empresas, com altas quantias para investir. A opinião de especialistas é que elas trouxeram outro nível de competitividade, reforçando a crença de que entrar nelas, com planejamento, é uma atividade fundamental atualmente.


Seguindo as tendências das redes sociais, a Bolsa de Mercadorias e Futuros Bovespa (BM&F Bovespa) começou a estudar, em 2009, qual seria a estratégia ideal para tirar proveito delas com a meta de popularizar o mercado de ações, que até alguns anos tinha um público muito restrito. A primeira etapa foi escolher as que tinham mais a ver com a proposta, o que resultou na escolha do Twitter, Facebook, Yahoo Respostas e Orkut.


O Twitter, pela característica de fonte de informações rápidas, passou a ser utilizado para divulgar cursos gratuitos, inscrições, números da bolsa, entre outros. O Yahoo Respostas para responder questões de usuários da rede sobre os temas que dizem respeito à Bovespa. E Orkut e Facebook como comunidades: participantes entram, tiram dúvidas, criticam e dão orientações para nortear a estratégia da Bovespa.


A empresa ainda não tem métricas bem definidas dos resultados, mas já notou grande retorno em seguidores, que formam um público diferente dos que apenas visitavam o site. “Trata-se de um grupo que interage mais e que gera informações importantes. Essa experiência já apoia voos maiores da Bovespa nas redes sociais”, avalia a gerente de Internet da BM&F Bovespa, Renata Martins.


A experiência foi turbinada com o lançamento de um aplicativo que simula a participação no mercado de ações e é uma competição, em que os participantes compartilham resultados e conseguem comparar o desempenho com outros amigos. “O planejamento para 2011 é manter esse trabalho e aumentar a abrangência de atuação nas redes, aproveitando as tendências e oportunidades”, diz Renata.


A operadora Porto Seguro também possui atuação intensa nas redes sociais, mas iniciou estratégia um pouco antes, em 2007, quando a área virou uma gerência específica diretamente ligada à vice-presidência executiva da organização. O primeiro trabalho foi de monitoramento das redes sociais, para o qual contratou uma empresa especializada.


“Terceirizar foi importante para começar, não tínhamos tanto conhecimento e precisávamos diagnosticar as redes sociais. Nos surpreendemos com alguns dados que indicavam como as pessoas se relacionavam com a marca, entre outras informações. A partir daí, traçamos estratégias”, relata o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro, Rafael Caetano.

O foco inicial era ser forte em atendimento, integrando o processo com o serviço de atendimento ao cliente (SAC) da empresa, cujas solicitações acontecem mais via Twitter. Depois, realizamos ações no Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter e Youtube, inclusive via compartilhamento de vídeos e fotos relativos a atividades da companhia.


Em relação à tecnologia, a empresa usa algumas das principais ferramentas do mercado para monitorar, o que apoia a equipe interna. Hoje, a Porto não contrata mais profissionais para esse fim, a menos que precise de um esforço pontual maior, em campanhas específicas.

Para Caetano, a integração das redes sociais com outras mídias também traz muitos frutos. Foi o que aconteceu na campanha do Trânsito Mais Gentil, que pregava tolerância no trânsito e tinha como um dos objetivos reduzir o número de sinistros, que impactam diretamente no negócio da organização.


“A campanha foi disseminada por meio dessa integração e tornou-se um dos nossos casos de sucesso.” Para o futuro, o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro relata a busca por compreender como as pessoas interagem e se comportam nas redes para ajudar os corretores de seguros a estreitarem relacionamento com os clientes por meio desses canais.

“É importante que o grupo de corretores consiga entender e diagnosticar necessidades dos clientes pelas redes que não seriam identificadas de outras formas. A Web 2.0 tem esse poder”, afirma.


Tecnologias


O empenho de algumas companhias em atrelar as redes sociais às suas tecnologias núcleo comprova a demanda do mercado. É o caso da Oracle, que trabalha com o conceito de mídia social no seu middleware. Segundo o consultor sênior de Vendas da Oracle do Brasil, Dênis Abrantes, a ideia é levar todo o conceito das redes sociais para dentro das aplicações, tanto para uso interno quanto para aplicações externas.


O principal discurso da empresa é o da produtividade: com informações disponíveis em tempo real, graças às características colaborativas, o tempo dos processos e das atividades é reduzido sensivelmente. “A intenção é colocar à disposição das companhias todos os recursos das redes em camadas especializadas de software, para que elas sejam aplicadas da melhor maneira para cada organização”, diz Abrantes.


A SAP, também seguindo a mesma trilha, quer aprimorar soluções de busca inteligentes e análise de conteúdo gerado pelas redes. São ferramentas de monitoramento independentes do ERP, que permitem aos usuários observar seu próprio contexto e o dos concorrentes na mídia social para embasar as tomadas de decisão.


A organização também se dedica a soluções para integrar as redes sociais como mais um canal de atendimento na estrutura de SAC das companhias, integrada também às ferramentas analíticas. “A estratégia é oferecer soluções que possibilitem aos usuários uma postura proativa em toda a rede social, além de avaliar tendências”, diz o arquiteto de soluções SAP, Diego Anunciato.


Fonte: ComputerWorld

Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.

Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.

Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.

Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.

O Foursquare usa um sistema de pontos e os que mais frequentam a rede ganham “distintivos” (badges). Assim, pode-se até dar brindes especiais aos clientes mais fiéis ou aos mais antigos de um estabelecimento.

Com grande uso nos Estados Unidos, a rede de geolocalização tem o Brasil na sua mira. Hoje, a maioria dos usuários não-americanos está aqui e na Indonésia. E, como o número de smartphones no Brasil só cresce, a aposta é certeira.

Por aqui, o Spoleto, rede de fast-food italiana, distribuiu refeições grátis ao “mayor” –  “prefeito”, o usuário que apresenta maior número de “check-in” em um local. A livraria Saraiva já realizou uma promoção em que o usuário do Foursquare que fizesse “check-in” na loja e apresentasse o ingresso para o show da Banda U2 ganharia uma palheta especial da turnê.

Com o Foursquare, até mesmo a competição entre as marcas pode ser estimulada. Ao fazer entrar numa loja de roupas do shopping, por exemplo, a concorrente pode te mandar um aviso pela rede de que está com uma promoção imperdível. Por isso, não se espante se a próxima liquidação que você visitar for virtual.

Cansou de usar uma rede social? O site deleteyouraccount.com reúne os links de diversas redes sociais que permitem que você apague sua conta. O site oferece uma ferramenta de buscas de serviços como Facebook, Orkut e Twitter, e oferece a página de exclusão de conta de cada site.

Por exemplo, se você estiver logado na sua conta Google e quiser apagar seu perfil no Orkut, bastará fazer uma busca no site, clicar no link e confirmar a exclusão do perfil.

Em casos específicos, além da página de exclusão, o deleteyouraccount.com também oferece a opção de desativar temporariamente um perfil, como é o caso do Facebook. Para reativar uma conta na rede social, você só precisará fazer login no site. Dessa forma, será possível preservar os dados do seu perfil. Mas se você selecionar a opção “delete my account page” não haverá como recuperar a conta.

Além de redes sociais, o site também ajuda a apagar contas de e-mail, como Yahoo, Hotmail e Gmail.

Vale lembrar que na grande maioria dos sites não é possível recuperar um perfil apagado. Por isso, pense bem antes de apagar sua conta.

Fonte: IDG Now


A descrição do perfil do Twitter do americano Peter Shankman dá a ideia de como ele é um astro da internet: “Empreendedor de mídias sociais, presidente, palestrante, consultor e aventureiro”. Investidor de novas empresas de tecnologia, ele tem 110 mil seguidores em seu perfil. Nada se comparado a uma celebridade de Hollywood, como o ator Ashton Kutcher, que tem 7,5 milhões. Mas o que Shankman fala – ou melhor, escreve – pode gerar uma grande repercussão na internet. No mês passado, Shankman teve um daqueles dias corridos de negócio. Pegou um avião do aeroporto de Newark, em Nova Jersey, em direção a Tampa, na Flórida. Fez um rápido almoço e retornou num voo noturno. Faminto, resolveu compartilhar com seus seguidores do Twitter o que sentia no momento: “Estou com visões de um bife em minha mente”. E logo depois brincou, citando o perfil da cadeia de restaurantes Mortons: “Ei, @Mortons. Você pode me encontrar no aeroporto de Newark com um porterhouse (nome de um prato) quando eu pousar, em duas horas? Obrigado”.


Duas horas depois, Shankman saía pelo desembarque do aeroporto quando encontrou um garçom, vestido de smoking, segurando uma placa com o nome dele numa mão. Na outra, um porterhouse com batatas fritas e refrigerante. Shankman ficou extasiado. Tirou uma foto com o garçom e postou no Twitter. Escreveu mais meia dúzia de mensagens no Twitter em agradecimento. Muitos de seus milhares de seguidores replicaram a mensagem. Virou notícia.

O caso Mortons e Shankman saiu em alguns dos principais veículos de comunicação do mundo. Para citar alguns: o site da revista Time, no Huffington Post, na rede de TV CBS e no jornal inglês Daily Mail. É um caso clássico do que as empresas chamam de mídia espontânea. Se o Mortons resolvesse anunciar em cada um desses veículos, comprando o mesmo espaço que a notícia ganhou espontaneamente, teria de desembolsar alguns milhões de dólares. Mas com uma simples ação, que envolveu um prato típico de seu menu e um carro que percorreu 37 quilômetros para levar a refeição da unidade mais próxima do restaurante até Newark, o Mortons conseguiu uma repercussão na imprensa mundial – incluindo nesta reportagem que você está lendo.


Mantrux do BrasilEventos como esse levaram diversas empresas a incluir as redes sociais em sua estratégia de marketing. Seja criando uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um aplicativo no Orkut ou uma campanha de vídeo interativo no YouTube. Diversas marcas estão investindo muito dinheiro em busca da atenção desse internauta. Estima-se que os internautas mais ativos nas redes também são consumidores mais engajados e com maior poder de mobilização social. Mas será que dá para calcular quanto vale um “curtir” no Facebook ou “retweet” no Twitter em vendas? Quantos desses internautas, que se divertiram com o lanche de Shankman, resolveram comprar um bife no Mortons. E quantos deles já eram clientes fiéis, que comprariam o bife mesmo sem a ação?


Pelo menos por enquanto, essa resposta não existe. Ouvimos especialistas e diferentes empresas nacionais e multinacionais que começaram a investir em redes sociais nos últimos anos. Nenhuma delas soube dizer em números o resultado em vendas de uma ação feita numa rede social. Quantas latas de refrigerante foram vendidas a mais, quantos sanduíches, quantos pacotes de bala, quantos carros, apartamentos, viagens, revistas ou qualquer outro produto que você já “curtiu”, comentou ou simplesmente clicou em sua rede social.


Mesmo sem saber se o investimento compensa, as ações nas redes continuam crescendo. Segundo a consultoria Emarketer, 80% das grandes marcas mundiais vão participar de alguma ação de marketing até o fim deste ano. A participação é três vezes maior que três anos atrás. Outra consultoria, a BIA/Kelsey, diz que, enquanto no ano passado as empresas gastaram US$ 2,1 bilhões em publicidade nas redes sociais, em 2015 esse montante deverá superar os US$ 8 bilhões. “Uma campanha bem estruturada nas redes sociais não custa menos de R$ 300 mil”, afirma Gil Giardelli, professor dos cursos de pós-graduação e MBA na ESPM. Com todas as dúvidas e dificuldades de encontrar métricas que mostrem o retorno sobre o investimento, por que as empresas estão investindo mais do que nunca nesse mercado?


A primeira resposta dos especialistas em marketing é o engajamento das pessoas. Quanto mais cresce o número de fãs de uma marca nas redes sociais, mais eles vão falar dos produtos. Mais informação circulando sobre uma marca gera mais visibilidade, que no fim das contas é o que as empresas buscam quando investem em publicidade. “Até o ano passado tínhamos algumas ações isoladas nas redes sociais. Mas foi neste ano que definimos uma estratégia específica para elas”, afirma Sergio Esteves, gerente de marketing do Guaraná Antarctica. O perfil do Guaraná no Facebook ultrapassou recentemente 1 milhão de fãs na rede social. Alguns posts, criados pela equipe que gerencia o perfil, recebem “curtir” de milhares de usuários. “Posso usar os posts que fizeram mais sucesso para aplicar num filme na TV ou num anúncio de revista”, diz Esteves.


Outra vantagem da ação na rede social é entender os desejos do consumidor. O paulistano Luís Octávio Menezes, de 30 anos, divide o tempo no Facebook entre divulgar as ações de uma ONG ambiental que ele apoia e acompanhar cerca de 20 marcas das quais se considera um fã. “Consigo ter uma interação maior com os produtos das marcas que admiro”, diz. Menezes foi um dos internautas que batalharam pela volta do Halls sabor uva verde. A Kraft, que fabrica a bala, havia retirado do mercado o sabor. Diante da mobilização de milhares de internautas, resolveu relançar o Halls uva verde. E, claro, preparou uma campanha no Facebook, onde tem quase 600 mil fãs, e em outros sites. Na página do Halls no Facebook, a Kraft publica um anúncio convocando os amantes da marca a se inscrever em seu programa de trainee.

Em alguns casos, a ação na rede social desemboca na venda de um produto. Aconteceu com Menezes. No ano passado, ele se interessou por um microprojetor que tinha visto num site. 


Não encontrou, porém, informações confiáveis sobre especificações, preços e onde comprar, até que achou a página da empresa americana no Facebook. Curtiu a página, encontrou as informações que procurava e acabou comprando o produto. No ano passado, o time carioca do Vasco da Gama fez uma ação com a Penalty que também resultou em vendas. A campanha Vasco na pele convidava os vascaínos a fazer uma tatuagem com a Cruz de Malta, que forma o escudo da equipe. Em troca, os torcedores ganhariam uma camisa oficial, desenvolvida especialmente para a ocasião. “O time estava em má fase, e a campanha desafiava o torcedor a apoiá-lo justo naquele momento”, afirma Gustavo Fortes, sócio da Agência Espalhe, responsável pela campanha. O próprio presidente do clube, Roberto Dinamite, fez a tatuagem. Os criadores da campanha viram ali uma oportunidade para gerar mídia espontânea e fizeram um desafio ao tatuador Eric Codó: quebrar o recorde mundial de tatuagens feitas em 24 horas. E ele conseguiu. Ao final do dia, 806 tatuagens foram feitas em torcedores do Vasco, que levaram seu exemplar da terceira camisa do clube. A repercussão foi boa. A campanha saiu em diversos jornais e, no final da ação, a Penalty havia vendido 100 mil camisas. Casos de resultados palpáveis em vendas, como o do Vasco, ainda são raros. E mesmo no caso do clube não dá para saber quantas dessas 100 mil camisas foram vendidas apenas por causa da ação nas redes sociais.


Os publicitários afirmam que não é correto medir o sucesso de uma campanha em redes sociais por suas vendas. Para Catarina Gurgel, gerente de marketing da marca de água da Danone, a Bonafont, não dá para comparar a internet com o marketing em meios tradicionais, como a TV. Segundo ela, a TV é uma ação unilateral. Gera uma repercussão imensa e momentânea entre os consumidores. Mas não permite manter um relacionamento constante com a marca. Recentemente, assim como o caso da rede de restaurantes Mortons, a marca Bonafont foi atrás dos formadores de opinião do Twitter. Ela emprestou para pessoas influentes na rede social uma geladeirinha que tuitava. Um sistema controlava a quantidade de vezes que a porta abria e fechava. E enviava mensagens automáticas para o perfil da pessoa na rede. Se ela passasse muito tempo sem abrir a geladeira, a máquina tuitava que estava na hora de beber água. “A gente não espera que vá vender mais, mas criar novas maneiras de interagir com nosso consumidor”, diz Catarina.


A última, e talvez mais importante, razão para que as empresas invistam em redes sociais é simplesmente o medo de ficar de fora. Quem arriscaria ignorar um canal de comunicação em que todos os concorrentes estão investindo? “No mundo com um volume cada vez mais frenético de informações, as marcas que não são faladas são esquecidas”, afirma Fortes. Muita gente curtiu isso.


Fonte: Mantrux do Brasil - www.mantrux.com

O presidente e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (22) uma série de mudanças e atualizações no layout e nas funcionalidades da rede socialmais popular do mundo. Os anúncios foram feitos durante o quarto F8, evento que reúne os principais desenvolvedores do Facebook. Uma das grandes mudanças será feita no design do perfil dos usuários: some a página de perfil e entra o que Zuckerberg chamou de “Timeline”.

“Desde o começo do Facebook, o perfil tem sido o lugar em que o usuário podia contar sua história. As pessoas o usam para compartilhar tudo, desde pequenas coisas até os maiores acontecimentos em suas vidas”, diz o desenvolvedor-chefe de produto do Facebook, Samuel Lessin.

A Timeline será uma página contínua que terá todos os conteúdos postados, publicados, compartilhados e criados pelo usuário desde o dia de seu nascimento. Como o Facebook não sabe tudo da vida de todos, cada pessoa poderá editar essas informações, colocando fotos, curiosidades e outras informações de sua vida que julgar interessantes compartilhar. Para não sobrecarregar a rede social, o próprio Facebook se encarregará de mostrar apenas aquilo que for considerado mais importante.

Abaixo, um exemplo de como ficará seu novo perfil com o Timeline. Se gostou, é só clicar em Sign Up para ter a linha do tempo de sua vida o mais cedo possível. Ainda tem fila (é óbvio que você precisa ter um perfil no Facebook para isso funcionar).

Zuckerberg também anunciou a morte da ferramenta “curtir” (“like”, em inglês). A partir da atualização do próximo Facebook, as pessoas contarão o que realmente estavam fazendo. “Introduziremos os verbos ao Facebook”, disse Zuckerberg. Ao invés de “curtir” um livro ou um filme, a pessoa poderá marcar que “leu” um livro ou “assistiu” a um filme.

Outra ferramenta anunciada é o Open Graph. Ele juntará todos os aplicativos do usuário, seus status updates e integrará sistemas externos ao Facebook, como o Netflix e o Spotify, para tornar a experiência de navegação na rede cada vez mais social. Tudo será compartilhado pelos usuários, e os amigos dessas pessoas poderão ter acesso a esses conteúdos.

O diretor técnico do Facebook, Bret Taylor, afirmou que o Open Graph é a mudança mais significativa já feita desde a implementação da plataforma social. "Queremos todos os seus aplicativos integrados ao Open Graph. O que significa, para você, ser social em sua área?”, disse Taylor. Resta saber o que as mudanças vão significar para o usuário comum. Como modelo de negócios é uma pequena revolução, e produtores de mídia estão empolgados. Para o usuário final, porém, deve ser traumático. As mudanças são grandes, e só quem usa muito a ferramenta vai aproveitar a curto prazo. Vai ter gritaria, e não vai ser pouca.

Informação | Época


Em maio deste ano, a revista Americana Consumer Reports divulgou que cerca de 7,5 milhões de crianças com 12 anos ou menos estão cadastradas no Facebook. Segundo a revista, o uso constante da rede social por esse público coloca em risco a segurança, a proteção e a privacidade destes menores.


Recentemente, o filho de uma analista de redes sociais (não identificada) comentou numa atualização pública de sua mãe no Facebook e teve o seu comentário visualizado. Não fosse pelas consequências do ocorrido, o caso teria passado despercebido, como mais uma das interações comuns da rede. Contudo, tendo acesso ao diálogo que se sucedeu ao post do Facebook, o website de medição de influência em redes sociais, Klout, criou um perfil no site para o garoto sem a sua permissão.


Isto quer dizer que, embora existam várias configurações de privacidade no Facebook que permitam aos usuários protegerem suas atualizações e dados pessoais de estranhos, os comentários feitos em status públicos dos seus contatos estão livres de restrições. Tecnicamente, o Klout pode utilizar um comentário público no Facebook, por exemplo, para encontrar um usuário, ter acesso às informações, e fazer o upload de sua foto do perfil. Exatamente o que aconteceu com o menino em questão.


Entretanto, em meio aos problemas semelhantes que envolvem as crianças na rede, o Facebook tomou medidas contra os perigos mais graves de compartilhamento. Agora, por exemplo, o site está usando uma nova tecnologia para encontrar e remover pornografia infantil, bem como se tornou parceiro do sistema de alerta Amber da polícia para crianças desaparecidas.


Essas medidas em favor das crianças são ótimas, tendo em vista que também não prejudicam todo o compartilhamento que faz o Facebook prosperar. No entanto, uma maior atenção dos pais às interações dos filhos nas redes sociais é indispensável, segundo alertam os psicólogos.


Fonte: tech Tudo

Que as novas tecnologias estão aí há mais de uma década transformando nossa percepções e nossas relações sociais ninguém mais pode duvidar. Que elas ainda vão mostrar todo seu potencial de mudanças é algo em que entusiastas da informação digital estão apostando alto. Pensando nisso, a Luxury Lab da Universidade de Nova York analisou a forma como as principais marcas do mundo fashion investem e trabalham suas identidades na plataforma online.

No topo da lista, classificada como genial, está a Burberry, por apresentar índices elevados de e-commerce e por manter-se inovando em todas as redes sociais, incluindo o recente Tweet Walk (prévia de fotos imediatamente antes do desfile). Ela está em primeiro lugar em número de fãs no Facebook, em visualizações no YouTube e em seguidores no Instagram.

Irreversível

Contudo, para Scott Galloway, fundador do Luxury Lab, muitas mudanças estão por vir. "A maioria das grifes ainda abordam o universo digital como projetos de estimação em vez de apresentar uma estratégia multiplataforma coerente".

Segundo a pesquisa Socialnomics, comanda por Erik Qualman, as mídias sociais não só alteraram nossa forma de comunicar como trouxe mudanças econômicas irreversíveis. Para se ter uma ideia, se o Facebook fosse um país, seria o terceiro mais habitado no mundo, atrás apenas de China e Índia. Para se convencer de vez, basta comparar as mídias. Enquanto o rádio levou 38 anos para alcançar 50 milhões de usuários, o Facebook atingiu mais de 200 milhões em menos de um ano.

Em terras brasileiras, grifes e eventos de moda já começam a mergulhar no mundo digital. O São Paulo Fashion Week, por exemplo, realizou, na última edição, transmissões ao vivo dos desfiles através de um canal no YouTube. Farm, Maria Bonita Extra, Neon e Huis Clos são algumas grifes que têm presença em redes sociais, mantêm blogs e/ou sites atualizados e oferecem e-commerce.

TOP 10
1. Burberry
2. Kate Spade
3. Coach,
4. Gucci
5. Dolce & Gabbana
6. Tory Burch
7. Ralph Lauren
8. Hugo Boss
9. Louis Vuitton
10. Michael Kors

Informação | Mantrux do Brasil - www.mantrux.com

banner-250-cody

O publicitário Magerson da Cunha Bilibio, diretor da Feed Consultoria, especialista em conteúdo digital e webwriting por convicção, tem um conselho para empreendedores que duvidam da eficácia das redes sociais: “Perguntar se deve estar nas redes sociais já não faz mais sentido; é preciso saber como estar”. Defendendo essa ideia, ele apresentou a palestra Mídias Digitais, nesta quinta-feira (17), segundo dia do Fórum Sebrae do Conhecimento, em Brasília (DF). 


Magerson fez uma análise do processo da informação desde o século XIX, quando surgiram os primeiros veículos de massa. Até então, explicou, a informação era restrita aos centros acadêmicos e aos alfabetizados, mas se expandiu com o surgimento do rádio na década de 20, da televisão, nos anos 50, e com a transmissão ao vivo, já na década de 70.


Contudo, o publicitário ressaltou que a popularização da internet mudou esse cenário, no início dos anos 90. “Foi a partir daí que passamos a ter acesso a um grande volume de informação e a interagir com a notícia”, observou. Magerson apresentou um estudo de uma universidade norte-americana que mostra que, em 1986, os cidadãos americanos tinham acesso ao equivalente a um jornal de 40 páginas de informação por dia. Em 2007, esse número saltou para 174 jornais. 


“A exposição a uma grande quantidade de informações, porém, acabou por moldar um novo usuário de internet, que não aceita mais a passividade e torna-se protagonista das ações”, argumentou. Para o publicitário, na internet vale mais a inteligência coletiva, disseminada nas redes sociais, do que anúncios publicitários. “As empresas precisam estar atentas para o poder do consumidor”, advertiu o publicitário, respaldando-se em pesquisa do Instituto Ibope, que mostrou que 90% dos consumidores afirmam confiar nas redes sociais.


Magerson citou também um estudo da Cisco, líder mundial em soluções de rede, sobre o que os jovens procuram no mercado de trabalho. Dois terços deles preferem trabalhar em empresas que permitem acesso às redes sociais, um terço prefere usar o próprio equipamento (celular, netbook), e sete entre dez jovens preferem trabalhar remotamente, em casa, por exemplo. “Estamos diante de uma nova realidade, que muda a cada dia”, explicou. 


Partindo desses princípios, Magerson vislumbra as redes sociais como um canal direto entre a empresa e o consumidor. Sobre o que fazer no ambiente digital, ele apontou três pontos fundamentais: atendimento, relacionamento e monitoramento. E concluiu: “Não adianta ter tecnologia sem conteúdo relevante”.


banner-cody-768

O poder das mídias sociais se consolida cada vez mais no mercado de trabalho. A tecnologia permite aos headhunters refinarem a busca por um perfil desejado e possibilita que o candidato exponha suas expertises de maneira abrangente. Um estudo recente feito pela consultoria americana Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, mostra que 68% dos 300 recrutadores investigados na pesquisa já contrataram um profissional através das redes sociais.


Facebook, LinkedIn e Twitter são os principais sites monitorados por consultorias e empresas em busca de funcionários. E a maneira como um candidato se comporta no mundo virtual pode ajudar a definir sua carreira. O estudo da Reppler aponta que 69% dos consultores em RH rejeitaram aspirantes a uma vaga graças a fotos ou posts inapropriados. "Zelo com a imagem é fundamental neste ambiente", afirma Rogério Sepa, consultor da DBM, especializado em gestão de carreiras nas redes sociais.


Segundo Rogério, uma tendência deste canal é eliminar fronteiras profissionais. "Contratações internacionais começam a despontar. Algumas empresas americanas, por exemplo, têm encontrado brasileiros via web", diz. O consultor explica que os recrutadores começam sempre pelo LinkedIn, a principal rede social corporativa. "Em seguida, os perfis disponibilizados no Facebook e Twitter entram como pontos de referência adicionais". Saiba como construir perfis aliados da sua carreira:


Invista nos relacionamentos profissionais pela web


LinkedIn

publicidade
Mitsubishi é com a www.kamiveiculos.com.br

Principal canal de recrutamento no mundo corporativo. Para participar ativamente o candidato deve manter um perfil atualizado e completo Adicionar foto ao perfil é importante porque transmite credibilidade. Recomenda-se uma pose formal - terno e gravata é a pedida para os homens, bem como maquiagem leve para as mulheres.


Quem faz cursos de extensão ou pós-graduação no exterior deve valorizar essa informação adicionando-a tanto no resumo inicial, quanto nos campos novos, exclusivos para estudos.

Criar perfis em inglês é fundamental, especialmente entre aqueles que desejam fazer carreira internacional. Conteúdo só em português deixa o candidato invisível no exterior. Essa regra é válida para todas as mídias sociais.


Para se destacar nas buscas, o profissional deve participar de discussões e fóruns ligados à sua área de atuação.


Facebook

Bastante utilizado por recrutadores nos Estados Unidos e Europa. Para reforçar as informações profissionais, aposte nos aplicativos Branch Out e Talent.me. Essas ferramentas criam interfaces destinadas ao contato corporativo dentro do próprio site Separe seus contatos entre amigos, profissionais e colegas. Assim, os comentários pessoais irão apenas para sua rede direta de amizades.

Preserve sua imagem. Não poste ou compartilhe informações, fotos e links ofensivos, preconceituosos ou íntimos demais. Evite críticas ácidas aos atuais (ou ex) empregadores e colegas de trabalho É um ótimo canal para manter contato com seu networking internacional na volta do intercâmbio, principalmente em cursos de pós-graduação, que costumam reunir profissionais altamente qualificados


Twitter

Esta ferramenta é usada como ponto de controle entre as outras redes sociais. Muitos candidatos que mantêm a elegância no Facebook e LinkedIn podem escorregar no Twitter, gerando conteúdo questionável pelos recrutadores.


Faça uma revisão periódica e remova informações que possam prejudicá-lo. As empresas têm softwares de rastreamento capazes de encontrar qualquer dado comprometedor.


Siga pessoas e empresas interessantes, mesmo que não sejam relacionadas à sua área de atuação. Faça comentários pertinentes e posicione-se em relação a suas ações.


Neste canal os recrutadores irão compreender melhor a opinião do candidato sobre determinados assuntos e perceber se suas ideias são compatíveis com o perfil da companhia.

“Mudou o jogo na comunicação entre empresas, clientes e governo”, afirmou o diretor-geral da comScore Brasil, Alex Banks, durante o Digital AGE 2.0 2011. As empresas já descobriram que as mídias sociais permitem maior interatividade e comunicação direta com o consumidor. Ao mesmo tempo é um instrumento importante no relacionamento com fornecedores e públlico.


Segundo estudo recentemente divulgado pela empresa de pesquisa GfK, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e YouTube. Revelou ainda que 27% dos usuários de redes sociais costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% para recomendá-la. O resultado mostra que, independentemente das políticas das empresas em relação ao meio digital, suas marcas já estão na rede, sendo avaliadas, criticadas ou elogiadas pelo consumidor que tem conta no Facebook ou no Twitter.


A maioria das corporações brasileiras que adota estratégias para o fenômeno das mídias sociais, segue um movimento já em curso no mundo, em que, “cada vez mais as empresas, com a assessoria das agências de marketing, estão trabalhando nas redes sociais para se relacionar com o consumidor”, segundo Alexandre Campos, consultor da consultoria IDC.


Para grande parte das companhias, o que prevalece é a gestão das redes sociais ficar a cargo das áreas de Marketing e Comunicação. E o papel do CIO? Para o diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, Fernando Birman, a TI oferece condições para que as áreas interessadas desenvolvam projetos relacionados às mídias sociais.


“Isso vale para rede social e qualquer outra iniciativa das unidades de negócios. Na Rhodia, é o negócio que ‘puxa’ os projetos. Eu entro como facilitador e incentivador da inovação”, diz Birman. Outro papel importante do CIO, segundo o executivo, é o de prospectar tendências.


Além disso, segundo a opinião de Birman, o setor de TI tem também a vantagem de orientar as outras que estão na linha de frente de relacionamento com as mídias sociais. “Uma empresa como a Rhodia, por exemplo, tem um conjunto de regras. Há políticas de comunicação, comportamento e informática. E mídia social uniu várias disciplinas. Na nossa área, a orientação em relação às boas práticas de informática ajuda”, diz.


O executivo esteve envolvido no projeto da empresa para redes sociais, cujo objetivo foi melhorar a aproximação com o consumidor final e dar mais visibilidade à Global Business Units Fibras (GBU), unidade produtora de fibras à base de poliamida usadas na confecção de roupas.


Embora a GBU não se relacione diretamente com o consumidor final, a unidade colocou a marca Rhodia nas mídias sociais para falar com comunidades que, de alguma forma, estão ligadas ao mundo da moda.


“A relação B2B pressupõe um número muito menor de interlocutores em comparação com uma companhia de B2C, que pode ter milhares, centenas de milhares de clientes. Isso leva às empresas que estão em determinada posição na cadeia produtiva a serem mais conservadoras em relação à comunicação e acabam não percebendo valor nas mídias sociais”, explica a gerente de Marketing da Rhodia Fibras, Elizabeth Haidar. Segundo ela, na Rhodia em determinados setores a aposta em redes sociais pode não ter sentido, não agregando valor.


Porém, o setor de fibras é diferente, em que a questão da mídia social passou a ser uma aposta do marketing, e foi uma extensão de uma política de comunicação que já se preocupava em fortalecer a marca antes do advento da era digital. “Temos uma tradição histórica de querer trabalhar a marca junto ao consumidor final. Com o aparecimento das mídias sociais, as observamos como algo importante estrategicamente”, afirma.


Segundo a gerente de Marketing, a mídia social colabora para que o cliente direto da Rhodia, em grande parte fabricante de vestuários, reforce junto ao consumidor final a qualidade da matéria-prima que seu produto emprega. A ideia foi trabalhar com toda a cadeia produtiva do setor têxtil.


A divisão de fibras da Rhodia começou a ser implementada utilizando o Twitter no final de 2009 – atualmente a empresa tem cerca de 12 mil seguidores. “No Twitter, chamávamos a atenção dos consumidores para buscar nos nossos portais para entender a tecnologia dos nossos produtos. O resultado foi muito bom em um intervalo de seis meses, o que nos levou a criar um blog, em 2010. Afinal, precisávamos de dar informações mais aprofundadas, já que o Twitter tem limitações de espaço.” A empresa acabou entrando também no Facebook, em abril de 2011.


De acordo com Elizabeth, o trabalho é feito por jornalistas que postam conteúdo que vão além de informações sobre a marca. “Um exemplo é o segmento esportivo. Postamos assuntos relacionados ao campo esportivo, para que o meu consumidor receba material útil para o dia a dia dele. Falamos de eventos, dicas para práticas esportivas e sobre hábitos alimentares. Ele nos segue não por causa da marca, mas porque recebe informações úteis.”


banner-250-cody

“Acho que a Rhodia, assim como outras empresas, ainda está aprendendo sobre o papel das redes sociais. Isso tornou-se uma prática”, afirma Birman. O executivo deve apostar agora na disseminação do sucesso da unidade de fibras para outras áreas da Rhodia. “O desafio será convencer outras pessoas do grupo a se aproximar das redes sociais.” 


Segundo ele, outro projeto da empresa é permitir o uso interno desses canais.


“O caminho já foi delineado. Se você quiser, pode aumentar a colaboração na própria organização, trazendo a mídia social para melhorar a comunicação com funcionários.


Queremos fazer algo inovador com eles. Afinal, temos 1,5 mil usuários em potencial”, afirma, sem revelar detalhes de como será.


Maior empresa de cosméticos do Brasil, a Natura apostou numa estratégia diferente da grande maioria. Criou a diretoria de Internet e Mídia Digital que, atualmente, é liderada por Fábio Boucinhas. Segundo o executivo, com a iniciativa, a corporação prepara-se para o futuro, quando as mídias sociais terão papel fundamental nos negócios. “A criação dessa diretoria mostra a importância que a empresa dá aos meios digitais e às redes sociais. A Natura criou essa área com objetivo não só de pensar de forma mais holística sobre tudo o que é feito nos meios digitais, como também preparar a empresa para seu futuro e o de suas consultoras.”

Atuando no mercado de cosméticos por meio da venda direta, a Natura tem, segundo Boucinhas, presença multicanal para extrair o máximo dos meios digitais. Possui portais próprios voltados para diversas categorias de produtos, além de perfis no Facebook e Twitter e mantém canais no YouTube. Na relação com as consultoras, que vendem seus produtos, possui canais exclusivos de relacionamento.


“Penso que esses diferentes pontos de presença no meio digital tenham papel definido. Alguns precisam ser monitorados com o objetivo de medir o tempo em que as pessoas permanecem neles. No Facebook, por exemplo, a cada dia as empresas gastam mais tempo nele”, diz Boucinhas.


Ele acredita que, por essa razão, trata-se de uma das ferramentas mais importantes do ponto de vista de relacionamentos e utiliza outros canais, como o YouTube, como uma ferramenta dentro do Facebook. Já os portais próprios, segundo o executivo, têm importância para o relacionamento do consumidor com os produtos e acabam utilizando tanto o Facebook quanto o Twitter para gerar tráfego.


Para Boucinhas, o uso das mídias sociais como ferramentas cria uma “relação simbiótica” entre empresa e consumidor. Trabalhar com as mídias sociais, prossegue, é uma ciência nova, sob o ponto de vista de acompanhar o que ocorre na internet. “Você cria um relacionamento. Há um conjunto de métricas diferente do que estava acosutumado. É preciso ter uma equipe para acompanhar o que tem mais retorno, o que gera mais cliques, os assuntos mais comentados e potenciais crises.”


Boucinhas informa que a empresa tem uma célula de atendimento dedicada aos assuntos de redes sociais e que o retorno desse monitoramento acaba refletindo em várias áreas da Natura.


“Sou par de várias outras diretorias, inclusive TI. Minha área tem função horizontal na empresa, tratando de assuntos que podem remeter à área de atendimento ou à produção.” Em relação à área de TI, a parceria é importante na opinião do diretor. “Qualquer iniciativa nossa acaba na maioria das vezes envolvendo alguns sistemas legados. Há uma relação de interdependência com a TI.”


Um dos maiores fabricantes de pneus do mundo, a Pirelli estreou nas redes sociais em 2006, quando produziu um curta-metragem para ser veiculado no YouTube, a maior novidade da rede naquele ano. “A Pirelli está, há algum tempo, buscando com as mídias digitais um relacionamento com o consumidor, para conhecê-lo melhor. E para o desenvolvimento da marca”, afirma o gerente de Marketing para América Latina da Pirelli, Jan Telecki. A partir do primeiro sucesso no YouTube, a empresa tem inovado e diversificado a atuação nas mídias sociais.


Para fazer a varredura do que estão falando sobre automóveis, corridas e, obviamente, pneus, a Pirelli contratou a Media Contacts. Telecki destaca a forte interação entre as equipes das duas companhias. “Temos profissionais da Pirelli dentro da Media Contacts. São pessoas experientes no âmbito digital, dedicadas à comunicação e que vivem voltadas exclusivamente à rede social.


Outra empresa que tem nas mídias sociais um recurso importante para suas estratégias é a fabricante de caminhões Iveco, braço da italiana Fiat. O meio digital passou a ser protagonista justamente quando a empresa decidiu ser mais agressiva no mercado brasileiro.


No Brasil desde 1997, a organização concorre com marcas tradicionais que está há décadas no Brasil, como Ford, Mercedes Benz e Volkswagen. A partir de 2007, a Iveco investiu em uma total renovação da estratégia de marketing, na qual a inovação digital tem papel fundamental.

O objetivo era simplesmente melhorar a exposição da marca, tornando-a mais conhecida e aumentar o seu valor. Uma pesquisa, encomendada pela própria empresa, apontou que sua marca ainda estava em desenvolvimento no País.


Na estratégia de comunicação, a Iveco inovou em 2009, ao fazer o primeiro lançamento de caminhão via blog no Brasil, tendo como públicos jornalistas, clientes, potenciais compradores, concessionários e colaboradores da empresa. A iniciativa foi tão bem avaliada na companhia, que a página passou a ser o blog oficial da Iveco. A montadora também saiu à frente ao lançar o caminhão Tector Stradale exclusivamente pela internet, em agosto de 2009.

O uso das mídias sociais levou a Iveco a acompanhar as mudanças de tendências no mercado. Os consumidores de caminhões estão mais bem informados do que antes e houve ainda profissionalização do setor de transporte. “Atualmente, as empresas estão mais preparadas, por exemplo, para discutir custos operacionais, características técnicas de produtos, e melhor aplicação para os tipos de carreta”, informa o diretor de Comunicação da Iveco Latin America, Marco Piquini. Para ele, esse movimento tornou mais sofisticado o relacionamento com o consumidor, daí estar antenado com a mídia digital.


“Pretendemos cada vez mais fortalecer esse relacionamento por meio de pesquisa e atuação segmentada. Sabemos que o Orkut possui mais de mil comunidades referentes a caminhões. Qual tipo de discussão é abordado em torno da marca Iveco e de seus concorrentes?”, diz Hellen Santos, analista de Comunicação responsável pela Plataforma de Comunicação Digital Iveco.


Ela afirma que essas informações podem favorecer a empresa em mais uma fonte de melhoria constante de produtos, serviços e processos. “E, ainda, seguramente, trazer cada vez mais inovação e diferenciação para os produtos Iveco.” Em outubro, será lançada uma nova FanPage da Iveco no Facebook, para que o conteúdo da montadora seja melhor agregado à rede social.


Na Iveco, as análises das informações colhidas junto às mídias sociais são realizadas pelo departamento de Comunicação, no entanto, Piquini destaca a importância da Tecnologia da Informação para as áreas de negócios. “A área de TI é fundamental porque a tecnologia nesse campo muda a cada dia, evolui com rapidez impressionante e devem ter o suporte técnico para viabilizar as ideias e as necessidades”, relata Piquini, reforçando que a TI é vital também para contribuir com propostas e soluçõs técnicas que criem situações favoráveis para novos projetos.


Informação | ComputerWorld

O plano de Mark Zuckerberg de transformar o Facebook em uma plataforma de comunicação integrada parece surtir os primeiros efeitos.

A companhia francesa de TI Atos anunciou que vai abolir seu sistema de e-mail. Em vez disso, seus funcionários serão orientados a trocar mensagens por meio do Facebook e de outras redes sociais.

De acordo com o CEO da Atos, Thierry Breton, apenas 10% dos cerca de 200 e-mails que seus funcionários recebem diariamente são uteis, enquanto outros 18% são spam. Isso justificaria a aposentadoria do sistema. A mudança deve ser implementada nos próximos 18 meses.

De acordo com a ABC News, o plano da empresa é, inicialmente, utilizar o Facebook para comunicação interna e, somente depois, estender seu uso para entrar em contato com clientes e colaboradores.

De acordo com uma porta-voz da empresa, eles já reduziram a troca de mensagens internas em 20% nos últimos seis meses. A mudança tem sido bem recebida pelos funcionários.

A Atos possui 74 mil funcionários espalhados em 42 países. No último ano, a empresa teve receita de 11,5 bilhões de dólares.

Apresentado em novembro do ano passado, o sistema Messages do Facebook é capaz de integrar e-mails, SMS, chat e mensagens via rede social. Segundo Mark Zuckerberg, o objetivo da plataforma é simplificar a comunicação entre as pessoas.

Fonte: Exame

banner-cody-768

Acompanhamos a gincana Onde Está o Cody durante uma de suas etapas para saber como estão reagindo os empresários que investiram nessa proposta inovadora de ações de marketing e seus participantes.

Na última sexta-feira (03/12) a empresa a ser descoberta era a Planet Computadores no shopping Pátio Divinópolis, depois de postar as dicas nos perfis oficiais da promoção no Twitter e Facebook, os participantes vasculharam várias lojas de informática e tecnologia na cidade até descobrirem a Planet Computadores. Alguns deles ficaram por conta e visitaram mais de dez lojas em Divinópolis, outros aguardaram por mais dicas e fizeram pesquisa pela internet e telefone, ligando para várias empresas e perguntando: "O Cody está aí?"

Conforme postou Pablo Felipe Rodrigues no grupo Onde Está o Cody no Facebook: "Mais é muitooo bom a gincana!! mais tem muita loja que eu entro e pergunto o se  cody ta aqui? Ai eles olham para mim com uma cara de você usa drogas?? - risos"

Na empresa parceira os participantes fizeram a leitura do QR-CODE, cumpriram a tarefa proposta (fotografar a fachada da loja e postar nas redes sociais) e ganharam pendrives.

O sucesso da gincana pode ser aferido pelos comentários no Twitter e Facebook, além de toda a empolgação dos jovens que estão participando atentamente.

Karina Brito  postou em seu perfil: "O povo ja ta achando que eu não regulo muito bem... o que mais eu ouço: - COdy? que isso? Gincana? Que gincana? .... eu explico e eles comentam nóooooooooooo que bacana... como que participa?"

Além dos pontos conquistados em cada etapa, ainda existem as tarefas solidárias que distribuem pontos extras. Segundo Daniela Souza, sócia da agência Camalleão Comunicação e Estratégia -idealizadora da gincana- as tarefas solidárias foram criadas para que os participantes possam conhecer e se sensibilizar com os projetos sociais que deverão visitar.

"É muito interessante o retorno que eles (participantes) nos dão de cada entidade visitada, na visita ao Instituto Helena Antipoff todos retornarão apaixonados com o trabalho desenvolvido", conta Daniela.

@LucasInk postou em seu perfil no Twitter: "Gente visitem o Helena Antipoff, conheça a realidade crianças, ajude como puder mesmo que seja com uma visita. @OndeEstaOCody obrigado pela oportunidade!"

A contar pelas empresas descobertas até o momento, a gincana realmente é um sucesso. Cacau Show, Subway, MasterCabo, Claro celulares, Mitsubishi e Dr Laser são apenas algumas dessas empresas.

Onde Está o Cody tem tudo para se tornar uma nova mania não só em Divinópolis como em todo o Brasil. Segundo a agência, a gincana se estenderá ao ambiente virtual e também pela televisão.

Aguardem 2012.

Fonte: Redação do InformeDiv

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


publicidade
publicidade


O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


O Google anunciou o lançamento da nova modalidade de buscas, com resultados baseados nos contatos do usuário na rede social Google+. Ao usar a funcionalidade de busca do Google, o internauta pode escolher receber os resultados habituais ou uma série de sugestões baseadas nas informações personalizadas, recomendadas por amigos.


Em seu blog oficial, a empresa usa o exemplo de uma busca por uma localidade para passar férias. A busca social traz resultados baseados nas indicações dos amigos na rede social. O serviço foi nomeado Search plus Your World (“Busca mais o seu mundo”, ainda sem versão oficial em português). O usuário pode interferir nos resultados das buscas, indicando resultados e alterando sua localização na ordem das buscas.


O Google afirmou que o serviço será liberado para os usuários gradativamente durante os próximos dias. Para visualizar as opções, é preciso estar registrado com uma conta do Google. Confira o vídeo de divulgação da nova busca social (em inglês).

No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.


Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.


Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.


Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.


Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.


Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.


Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.


Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.


Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.


Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.


Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.


Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.


E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.


Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.


É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.


Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.


Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.


Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.


E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.


Fonte: Estadão

Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Celular com Twitter O Twitter, a rede social minimalista que afirma ter 100 milhões de usuários, construiu sua reputação em torno da simplicidade. Os membros só podem postar no serviço usando mensagens de texto com até 140 caracteres. Eles podem incluir um link para outro site, ou para uma foto ou vídeo; podem republicar mensagens de outros usuários em suas próprias páginas; podem enviar mensagens privadas igualmente espartanas. E isso é tudo - ao que parece.


Olhando mais de perto, você descobrirá que o Twitter foi aprimorado, pela empresa e por outros criadores de ferramentas da internet, com uma loja virtual de aplicativos, recursos utilitários, widgets e serviços que permitem ao usuário encontrar publicações interessantes, criar álbuns de fotos ou pesquisar o Twitter com maior eficiência.


E mesmo assim, diferente do Facebook ou do Microsoft Office, as ferramentas do Twitter são fáceis de encontrar e simples de aprender. Confira abaixo 9 recursos que você ainda não conhece:

Upload de fotos

Se você postar um link para uma foto de uma longa lista de outros sites, o Twitter exibirá automaticamente a imagem no painel "detalhes", do lado direito, quando outro usuário visualizar sua publicação. Esses sites possuem uma opção "publicar no Twitter" em suas páginas de upload de imagens. São 16 sites com o serviço: DailyBooth, DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.tv, Kickstarter, Kiva, Photozou, Plixi, Twitgoo, TwitPic, Twitvid, Ustream, Vimeo, Yfrog e YouTube.

Criar uma galeria

O Twitter pode criar uma galeria de fotos que exibe as últimas 100 imagens inseridas por cada usuário (não há recurso semelhante para vídeos). Um site independente, chamado Hashalbum, automaticamente agrupa imagens dos usuários do Twitter em álbuns separados, com base em quaisquer hashtags inclusas na publicação. Por exemplo, hashalbum.com/aquapets exibe todas as imagens cujos URLs foram postados no Twitter com a hashtag "aquapets".

Salvar seus tuítes favoritos

Todos parecem saber que você pode retuitar a publicação de outros usuários do Twitter no feed de sua própria conta, mas muitos usuários nunca experimentaram o botão de "Favoritos", em formato de estrela, ao lado do botão "Retweet". Clicar em Favoritos abaixo de uma atualização de status do Twitter adiciona essa atualização à sua lista pessoal de Favoritos, algo como adicionar uma página aos favoritos em seu navegador. Para ver seus favoritos, clique em "Profile", no topo da interface web do Twitter, então clique na aba de Favoritos, localizada à esquerda de sua página de perfil.

A lista de Favoritos é mais útil do que pode parecer. Diferente de uma página web encontrada no Google, uma atualização de status do Twitter pode ser impossível de encontrar após alguns dias - graças aos 300 milhões de novas entradas postadas diariamente no site. Tente encontrar aqueles comentários sobre Paula Deen nesta semana. Mesmo suas próprias publicações podem ser difíceis de encontrar após alguns meses. Se postar algo que deseja salvar para a posteridade, clique em Favoritos.

Realizar buscas poderosas

A caixa padrão de pesquisa do Twitter muitas vezes retorna resultados demais, geralmente publicações das últimas horas, para qualquer palavra-chave popular. Para focar numa entrada específica, clique em "Filtrar resultados", na parte superior central da página de resultados do Twitter. Isso o levará à página de busca avançada do site. Lá você pode especificar filtros adicionais, como um nome de usuário ou hashtag.

O site independente Topsy vai ainda mais longe, tanto que o Twitter recomenda o Topsy em seu guia oficial para jornalistas. O site organiza atualizações do Twitter com informações adicionais que podem ser pesquisadas, como uma escolha de data para encontrar publicações mais antigas. No Topsy, você também pode filtrar palavras-chave específicas para encontrar, por exemplo, publicações que incluem a palavra "Lady" mas não a palavra "Gaga".

Usar atalhos do teclado

Em vez de ficar clicando sem parar com o mouse, você pode operar o Twitter usando o teclado. Digite um ponto de interrogação na interface web do Twitter para abrir um painel com uma lista dos comandos de teclado disponíveis. Ali há quase 20 deles listados, incluindo "r" para retuitar uma publicação ou "/" para pular para a caixa de busca. Alguns dos comandos exigem duas teclas, como "g p" para acessar sua página de perfil.

Existem dois comandos não listados nesse painel: digitar "s p" abre uma caixa para pesquisar apenas publicações que incluem links para fotos, e "s v" inicia uma busca semelhante por vídeos.



Publicação cruzada no Facebook

Você tem a opção de postar uma atualização de status do Twitter em seu mural no Facebook, fazendo o login no Facebook e instalando o aplicativo "Selective Tweets". O aplicativo irá solicitar seu nome de usuário do Twitter. Assim, sempre que você finalizar uma atualização no Twitter com "fb", essa publicação será enviada também para sua página do Facebook - desde que você esteja logado no Twitter e no Facebook em seu navegador.

Usar o Twitter por mensagens de texto

A maioria dos smartphones possui diversos aplicativos do Twitter para ler e escrever atualizações em seu celular. Porém, é possível também usar o Twitter via mensagens SMS. Envie uma foto, e o Twitter fará o upload e criará um link para ela.

Usuários de mensagens de texto também podem seguir você sem precisar de uma conta própria no Twitter; basta enviar um SMS para 40404 (EUA) com a mensagem, digamos, "seguir paulbotin". [Nota do editor: O serviço de atualização do Twitter por meio de SMS ainda não está disponível em todas as operadoras brasileiras.]

Pular para os assuntos interessantes

O Twitter criou dois novos botões que aparecem ao lado do botão "Página Inicial", no topo da página: "Conectar" e "Descobrir". O Conectar é uma forma simples de visualizar todos que estão interagindo com você na rede. Ele exibe uma lista de membros que recentemente o seguiram, mencionaram, retuitaram uma de suas publicações ou adicionaram uma aos seus favoritos.

O Descobrir tenta definir seus interesses pessoais com base em sua localização, quem você segue e quais tópicos estão quentes, semelhantemente ao modo como a seção "Assuntos mais comentados", do Facebook tenta adivinhar quais atualizações de status você provavelmente irá querer ler. A empresa ainda está aprimorando o Descobrir e o recurso deve ficar gradualmente melhor em escolher as publicações certas.

Encontrar algo mais longo para ler

Percorrer atualizações de status de apenas uma linha lhe parece o mesmo que ficar ouvindo cachorros latindo? Para os que procuram uma experiência mais intelectual, usuários do Twitter criaram uma hashtag específica, "longreads", para publicações que trazem links para artigos mais longos, incluindo blogs e documentos PDF incrivelmente fascinantes. É possível encontrar informações aprofundadas sobre eventos atuais buscando, por exemplo, por "longreads" ou "longreads" seguido por uma palavra específica.

Com o tempo que vai economizar usando esses truques, você poderá ler textos bem mais longos do que apenas 140 caracteres.


Fonte: IG

Mulher no FacebookUm estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.


Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.


Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.


Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.

Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”.Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.


De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.


Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram. Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.


Fonte: Tec Tudo


publicidade
publicidade