Falta princípio de realidade ao projeto aprovado pela Câmara que tenta disciplinar a internet durante as campanhas eleitorai.


A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que faz 173 mudanças na Lei Eleitoral. Dessas, 22 tratam do uso da internet nas eleições e podem ser divididas em dois blocos.


No primeiro estão as regras liberalizantes. Elas ampliam, por exemplo, o espaço na rede em que é permitido fazer campanha eleitoral, hoje restrita aos sites dos próprios candidatos.


Pelo projeto, os políticos podem passar a usar blogs, redes sociais e e-mails.


O restante das medidas é autoritário e está em descompasso com a realidade. Elas equiparam sites de veículos de comunicação e portais a emissoras de rádio e TV, como se os primeiros fossem também concessões públicas e, portanto, sujeitos a supervisão estatal. Não são, fique claro.


No projeto, há uma regra que diz que sites e portais devem dar o mesmo tratamento a candidatos e partidos, sob pena de ser multados, e outra que chega a ser mais rígida com a internet do que com os veículos impressos. Veda a propaganda paga na rede, hoje permitida em jornais e revistas. Os deputados também querem proibir a veiculação de vídeos e áudios com montagens que ridicularizam candidatos.


É uma tolice que cairá no vazio. Muitos dos sites que divulgam esse tipo de material têm sede no exterior e não são regidos pelas leis brasileiras.


Especialista em legislação de internet, o advogado Renato Opice Blum diz que os deputados tentam tolher a liberdade de expressão. "Muitos artigos do projeto não fazem sentido, como o que exige que todos os políticos tenham idêntico tempo ou espaço na rede. Ora, como isso é possível num meio que prima pela instantaneidade e por abrigar milhões de opiniões individuais?", espanta-se Blum.


O relator da medida, Flávio Dino (PCdoB-MA), rebate: "Não podemos aceitar que a internet seja um território sem regras". Trata-se de uma opinião dinossáurica, só compartilhada por ditadores chineses, iranianos, cubanos e norte-coreanos, que tentam controlar a rede de computadores.


Nas democracias dignas desse nome, a internet é indisciplinada porque sua natureza é indisciplinável. O deputado Dino, tão rígido em relação ao que vai pela rede, mostrou-se flexível em temas mais próximos aos parlamentares.


Ele foi favorável a que políticos "ficha-suja", que respondem a processos criminais, possam se candidatar e também oficializou as "doações ocultas", feitas aos partidos para esconder o vínculo do doador com o candidato.


Possibilitou ainda que erros em prestação de contas de campanha considerados "irrelevantes" sejam perdoados. Como não especificou o que entende por esse adjetivo, abriu uma estrada para absolver políticos que fraudam contas eleitorais. Espera-se que, no Senado, o projeto aprovado na Câmara sofra alterações e perca as tintas do teatro do absurdo.


Fonte: Blog do Noblat

O Comércio Eletrônico tem se destacado a olhos vistos no Brasil e tem sido alvo de holofotes em todo o país devido às suas cifras e possibilidades. O seu crescimento ano a ano de dois dígitos contrasta de forma significativa com os outros setores da economia, até mesmo diante de uma crise global.


Empresas dos mais diversos portes e segmentos estão percebendo que não aderir a tal estratégia de mercado é, em pouco tempo, estar fora do próprio mercado. É fato, porém, que saber o que tem que ser feito não significa saber como deve ser feito.


A urgência em montar sua plataforma de comércio eletrônico – muitas vezes porque o concorrente já o fez – gera um efeito colateral: faz com que as empresas não parem para se questionar qual o melhor modo de montá-la. Isso talvez aconteça porque só conheçam uma maneira, a mesma vitrine digital de produtos aliada ao velho "carrinho de compras".


Se todos se utilizam da mesma estratégia de diferenciação, ela deixa de ser eficiente. Tal qual ocorreu em meados dos anos 90, quando todos tinham que ter um site porque o concorrente já tinha, vivemos uma época de turbulência em que não há critérios, só pressa e falta de planejamento.


Se a sua empresa atualmente está investindo e despendendo esforços para montar uma bela plataforma de comércio eletrônico, saiba que há uma nova estratégia de diferenciação nessa área que ainda é privilégio de poucos.


Sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, tanto percentualmente quanto em números absolutos, é natural que tal comportamento venha cada vez mais fazer parte dos planos de vendas das empresas de comércio eletrônico.


Nasce assim o Comércio Social. Em poucas palavras, uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.


O Comércio Social se apresenta como o próximo passo do comércio eletrônico no país ao aliar as, ainda pouco conhecidas, rotinas de vendas aliadas à geração de conteúdo colaborativo, que pode ser potencializado por meio da comunicação viral e coesa em redes sociais.


Esses três "Cês" - comércio, conteúdo e comunidade - devem se somar de forma sinérgica em uma mesma plataforma de negócios digitais. Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade de marca.


Os passos para implementar tal estratégia em sua operação de e-business não são tão complexos como se pode imaginar. Apresento algumas diretrizes a seguir:


Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. O Google ainda é o melhor meio para gerar demanda para um site. Ter uma plataforma de comércio eletrônico otimizada para o mecanismo de busca é fundamental para gerar tráfego suficiente para manter uma comunidade sempre ativa e com novos membros.


A geração de demanda também passa pelo marketing viral, esse, contudo, ainda é misterioso o bastante para as empresas para que tenha sua efetividade garantida.


Após a geração de demanda, é preciso gerar “colas sociais”, ou seja, motivos para o usuário voltar e interagir com o site. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez. Exemplo dessas ações são concursos culturais, promoções relâmpago, fóruns em que os consumidores podem conversar entre si e, desse modo, contribuam com suas opiniões e construam o site a seu gosto por meio de APIs ou áreas customizáveis. É importante tornar a navegação uma experiência e não se restringir à pura e simples compra.


Para manter a experiência sempre vívida e atual, é preciso ser inovador e ativo na comunidade o todo o tempo. É preciso gerar “buzz”, dar motivos para que falem (bem) da sua empresa.


Após gerar as "colas sociais" e fazer com que os usuários se mantenham unidos e ligados à marca, é preciso se comunicar com eles por meio de ferramentas da própria web, como Twitter, Blogs, Orkut, MSN, e-mail e várias outras. Cada empresa descobrirá qual a melhor ferramenta para o seu público. O site tem que ter um caráter pessoal, deve se personificar e se comunicar com seu mercado de maneira personalizada e em massa. Nessa etapa a micro segmentação é fundamental.


Em todas as ações citadas, são criadas oportunidades de venda de modo que naturalmente elas sejam reiteradas por todo o processo do Comércio Social. Quanto mais interação, mais vendas.


Como pode ver, Comércio Social é uma atitude, uma nova maneira de fazer a publicidade e vendas no seu negócio. Atualmente “vender” é “se relacionar” e a maior parcela de “relacionamento” na internet está nas redes sociais. O caminho natural do comércio eletrônico está no Comércio Social.


Se pararmos para pensar nas mais lucrativas marcas do "mundo off-line", iremos perceber que, na maioria das vezes, tais marcas são aquelas que mais geram "buzz" e que mais geram consumidores nas suas "comunidades de marca" de forma espontânea. Se isso já funciona tão bem no mundo de átomos, faça acontecer no mundo dos bits. A fórmula já foi dada, basta aplicá-la e replicá-la.

Autor: Conrado Adolpho

Numa tentativa de melhorar a experiência do seu motor de busca, a Google vai permitir aos seus utilizadores criarem um perfil que lhes permita incluir nas suas buscas informação relevante encontrada nas suas redes sociais.


Esta funcionalidade tem o nome de 'Social Search' (busca social), e até agora estava disponível apenas no site Google Labs, onde a empresa realiza experiências e testa os seus novos programas.


A empresa anunciou no seu blogue que a busca social vai passar a estar disponível no Google.com e que os utilizadores a poderiam utilizar em inglês, através de uma versão beta.

A iniciativa já tinha sido anunciada no ano passado na conferência Web 2.0, em São Francisco, e trata-se de uma aposta da Google que visa permitir a personalização dos seus serviços.


Como funciona a 'pesquisa social'

Para utilizar, o serviço a empresa sugere que o utilizador crie uma conta no Google que pode ser preenchida com informação das suas redes sociais, partilhas de fotos, adereços de blogues e outras informações semelhantes. Ao ligar-se a esta conta, a pesquisa passa a incluir no fundo do ecrã os resultados das suas redes sociais.

Um bom exemplo será fazer uma busca com a palavra 'Londres'. Para além de receber os resultados convencionais, vai ter acesso a informação sobre pessoas das suas redes sociais que vivam em Londres ou que publicaram algum tipo de ficheiro ou informação que remeta para a capital inglesa.

Se, por outro lado, fizer uma pesquisa no Google Images com as palavras 'Cristiano Ronaldo', as fotos dos seus amigos com os nomes Cristiano ou Ronaldo vão aparecer no fundo do ecrã, na secção dos resultados da busca social.


Alargar os resultados

Esta é mais uma aposta da Google na sua principal área de domínio, a pesquisa da Internet, que recentemente já havia sido expandida quando a empresa começou a integrar, em tempo real, resultados relevantes do Twitter nas suas buscas.

A história começa com um jovem nerd tomando um fora da namorada. Gira em torno do projeto de um site, o Facebook, na ficção totalmente criado para atrair a atenção da tal jovem. O negócio, contudo, hoje tem, na realidade, mais de 500 milhões de usuários no mundo inteiro e vale US$ 50 bilhões. Se o crescimento continuar no mesmo ritmo, no segundo semestre de 2011, o Facebook vai, finalmente, bater o Orkut no Brasil, o maior país da América Latina – e um dos poucos onde a rede social ainda não é fenômeno de audiência. Enquanto isso, estreia amanhã a produção hollywoodiana que conta essa história, A rede social, dirigida por David Fincher.

"O filme certamente vai aumentar a curiosidade das pessoas quanto ao site. E a tendência é que grandes players dominem esses mercados, que haja apenas uma rede de cada tipo. Para adicionar amigos, ver as fotos deles, comentar status, o negócio é o Facebook. O Orkut ainda domina por aqui, por ter chegado primeiro, mas, para que o Facebook o ultrapasse, é só questão de tempo: do ano que vem não passa", acredita o pesquisador Gustavo Rauber, que conduz um estudo na UFMG sobre a privacidade na rede social.

O Brasil não chega a aparecer na história como uma pedra no caminho do avanço mundial do império Facebook. Mas um personagem brasileiro tem papel central na história do livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, que inspirou o roteiro do filme. O relato dos bastidores da criação do site teve como principal fonte Eduardo Saverin, colega de Mark Zuckerberg, o nerd que tomou o fora da namorada e hoje é o mais jovem bilionário do mundo.

Eduardo foi o investidor inicial do projeto (colocou os primeiros US$ 1 mil para o aluguel dos servidores, seguidos de US$ 18 mil, quando o site ainda era restrito a algumas universidades americanas). No acordo inicial, testemunhado apenas pelos muros de tijolos de Harvard, tinha 30% da companhia e acabou vendo suas ações diluídas e ficando com 0,03%. Processou o Facebook, ganhou e hoje posta, em sua própria página pessoal na rede, mensagens simpáticas a Mark, como fotos de festinhas da universidade em que os dois aparecem juntos.

O nome de Saverin está de volta aos créditos da página, como cofundador do negócio que chegou, anteontem, ao terceiro lugar em valor de mercado, entre empresas de internet. Ultrapassou o e-Bay (US$ 39,3 bilhões) e está abaixo, apenas, da Amazon (US$ 74,4 bilhões) e do Google (US$ 192,2 bilhões), de acordo com a Bloomberg.




Números com crescimento impressionante fazem parte da vocação do Facebook, desde a origem, em 2004. Criado nos alojamentos de Harvard, o site surgiu restrito àquela universidade e, em dois dias, já contava com a adesão de todos os alunos. A expansão para outras universidades americanas garantia o modelo de rede social a que esses universitários estão acostumados: baseado em clubes finais, a que os estudantes eram convidados – ou excluídos. Assim como eles, o Facebook teria de ser "exclusivo, divertido e tornar sua vida melhor", nas palavras do Mark do livro e do filme.

A ideia era reproduzir, on-line, essa vida social universitária. Por isso, os botões de "curtir" e "cutucar" sempre estiveram lá. Com o tempo, agregou outros valores, como a facilidade com que se descobriria se a figura está solteira e em que está interessada.

Mark podia ser um gênio da computação e tal e coisa. Mas originalidade não era exatamente seu forte. Tanto que também foi processado por Tyler e Cameron Winklevoss, remadores populares em Harvard que convidaram Mark para ser programador de um projeto muito parecido, e iniciado antes do Facebook, chamado ConectU. O processo deles contra o jovem de cabelos enrolados terminou em acordo de US$ 65 milhões.

Para apimentar a trama com sexo, drogas e popularidade, entra na história Sean Parker, empresário conhecido por integrar a equipe inicial do Napster, o site de compartilhamento de músicas que revolucionou a distribuição de músicas e arranjou briga com gravadoras poderosas. O papel cai como uma luva no popstar Justin Timberlake. Sean capta investidores, leva a companhia para o Vale do Silício e, na visão do livro e do filme, tira o brasileiro Saverin da jogada. Dele, surgem ideias oportunas, como a criação dos álbuns de fotos, em pleno hype das câmeras digitais.

A intrigante trama cinematográfica, com diálogos ágeis e personagens interessantes, diferentemente do livro, focado em Eduardo, coloca Mark no centro dos acontecimentos. O Mark da vida real, no entanto, já deu entrevistas categorizando o filme de ficção: "A verdadeira história do Facebook é bem chata. Quer dizer, sentamos diante dos nossos computadore por seis anos e trabalhamos com códigos". O ex-melhor amigo Saverin também publicou declarações em uníssono: "A intenção do filme era ser entretenimento e não um documentário, baseado em fatos".

No Brasil, o avanço do Facebook encontra ainda resistência. O Orkut, rede social do Google, tem mais de 36 milhões de visitantes únicos. O Facebook tem 9 milhões. Mas, há um ano, tinha apenas 1,5 milhão. Depois que ultrapassou os muros de Harvard, parece não haver fronteiras para o avanço da companhia. Há rumores de que o

Google lance uma rede social de alcance global para competir (o Orkut faz sucesso só no Brasil e na Índia), mas nada de concreto ainda foi divulgado.

Fato é que hoje, no Facebook, os perfis de Zuckerberg e de Saverin não adicionam mais amigos. Viraram páginas oficiais. O máximo de interação permitida é o botão "curtir". Famoso "ame-o ou deixe-o". O perfil da suposta namorada que deu início à busca de Zuckerberg por uma ideia que o transformasse em um jovem notável pode ser encontrado na rede. Erica Albright, contudo, tem tudo para ser um fake. A começar por sua descrição: "Sou eu, a ex-namorada de Mark Zuckerberg". A moça, depois de tudo, certamente preferiria o Orkut. Informação da Mantrux do Brasil.




Pesquisas recentes mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.

O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.

A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.

O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?

A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.

No caso do "Twitter substituindo os feeds?", se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.

Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.

Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.

A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas. Informação do Imasters

Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O Facebook adicionou novas opções de estado de relacionamento para os usuários da rede social, que agora podem divulgar que estão em "uma união civil" e "morando junto". A novidade, de acordo com o Facebook, atende a pedidos da comunicada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais) e está disponível, por enquanto nos Estados Unidos, Canadá, França, Austrália e Reino Unido.

Ainda não há previsão da novidade ser lançada no Brasil.

Segundo o gerente de comunicação do Facebook, Andrew Noyes, a intenção da rede social é "oferecer opções para que as pessoas reflitam sobre o estado de relacionamento de seus amigos". "Essas novas opções foram muito requisitadas pelos usuários", conta. A novidade, no entanto não será lançada em países que já permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em entrevista publicada no jornal "The Huffington Post", o porta-voz da Human Rights Campaign, Michael Cole-Schwartz, disse que, "enquanto as pessoas encontram leis fragmentadas para os seus relacionamentos, a novidade permite que as pessoas descrevam seus relacionamentos com precisão para os amigos.

Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.

Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.

Talvez muito mais que o Twitter ou o Facebook, a rede social Foursquare parece feita para as empresas. A ferramenta de geolocalização permite que os usuários divulguem na rede exatamente onde estão: bares, restaurantes, escolas… Hoje com 10 milhões de usuários no mundo, o Foursquare quer se transformar numa importante base para promoções e ações de marketing.

Funciona assim: você entra na Starbucks para pedir um café simples e, na fila, divulga na rede onde está (no vocabulário do Foursquare, faz “check in”) usando seu smartphone. Imediatamente, você fica sabendo que aquela loja tem uma promoção só pra os usuários mais fieis da ferramenta e acaba fazendo um pedido maior.

O Foursquare usa um sistema de pontos e os que mais frequentam a rede ganham “distintivos” (badges). Assim, pode-se até dar brindes especiais aos clientes mais fiéis ou aos mais antigos de um estabelecimento.

Com grande uso nos Estados Unidos, a rede de geolocalização tem o Brasil na sua mira. Hoje, a maioria dos usuários não-americanos está aqui e na Indonésia. E, como o número de smartphones no Brasil só cresce, a aposta é certeira.

Por aqui, o Spoleto, rede de fast-food italiana, distribuiu refeições grátis ao “mayor” –  “prefeito”, o usuário que apresenta maior número de “check-in” em um local. A livraria Saraiva já realizou uma promoção em que o usuário do Foursquare que fizesse “check-in” na loja e apresentasse o ingresso para o show da Banda U2 ganharia uma palheta especial da turnê.

Com o Foursquare, até mesmo a competição entre as marcas pode ser estimulada. Ao fazer entrar numa loja de roupas do shopping, por exemplo, a concorrente pode te mandar um aviso pela rede de que está com uma promoção imperdível. Por isso, não se espante se a próxima liquidação que você visitar for virtual.

O Google anunciou Que está offline suspendendo ALGUMAS Contas Google nao + para Proteger OS usuarios contra spams e evitar UMA Criação de PERFIS Falsos. A exlusão de PERFIS JÁ está offline Prevista na "Política de Conteúdo e Conduta" do portal, Mas o Pedido de desculpas SE DEVE UM alguns equívocos alguns na Hora de deletar alguns PERFIS na Rede social. Informações Como São do site Mashable .

Neste final de de de semana, o Google iniciou hum esforço forte Parágrafo varrer PERFIS Falsos nd nova Rede social. Nao entanto, alguns pseudônimos PERFIS com, Que aparentemente nao prejudicariam ninguem, teriam SIDO deletados acidentalmente. De acordo com a UMA Companhia, a maioria Desses PERFIS FOI reativado no Google +.

O vice-Presidente Sênior de Redes Sociais do Google, Robert Scoble, admitiu nao foram cometidos domingo Que muitos Erros na "Limpa". Na segunda-feira, o vice-Presidente de Produto do portal, Bradley Horowitz, explicou OS incidentes, detalhou Como Políticas do site e anunciou Que ELAS Serao aprimoradas pós hum los + Google. "Notamos Que ALGUMAS violações da Política do Google + ERAM de Fato Bem intencionadas e cessos usuarios nao foram advertidos. Cessos usuarios Pará, Nosso Processo PoDE Serviços frustrante", admitiu Horowitz.

Entre Como Mudanças implementadas estao UMA advertencia Parágrafo o Usuário ter a chance de si adequar Regras de Como. Alem dissociação, o Google está offline explorando Outras Maneiras de si dar Conta de apelidos, pseudônimos UO nomos Compostos


Relatório IBOPE Nielsen Online atesta: Alcance do Facebook FOI Maior Que o do Orkut em Agosto: 68,2% contra 64%, respectivamente. Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhoes de usuarios Unicos contra 29 milhoes do Orkut. O also Manteve o Twitter Tendência de Crescimento, com 14,2 milhoes de usuarios Unicos, OU 31,3%. Portanto, Segundo o Ibope, e Fato: em Agosto o Facebook FOI Líder los Audiência NAS Redes Sociais no Brasil .


Nenhum meio Início da Semana, o Ibope Nielsen Online nao confirmou OS Dados divulgados nd sexta-feira (09/02) Pela revista IstoÉ Dinheiro, Segundo OS cais Quais d'Orsay o Facebook térios superado o Orkut los numero de usuarios Brasileiros cadastrados. De acordo com o periódico, a Rede de Zuckerberg possui Cerca de 30 milhoes de Membros Posts Brasileiros, Mais Que o Orkut, Que si Manteve com 28,8 milhoes. Que nota como Diferentes Métricas São Paulo. Unicos usuarios nao necessariamente São usuarios cadastrados.


De QUALQUÉR forma, OS numeros do Ibope diferem das Estatísticas de julho de 2011 da Empresa de Métricas web comScore, divulgados um Pedido do IDG Now!. Para ela, o EM julho, o Orkut permanecia Líder, com 36,4 milhoes de Visitantes Unicos, enquanto Que Seu rival tinha 25,8 milhoes.


O Próprio o Facebook, no Início do MÊS, divulgou ter 25 milhoes de internautas cadastrados no Brasil.


Audiência Geral


O Acesso à internet los QUALQUÉR Ambiente (Domicílios, Trabalho, Escolas, lan houses UO Outros CRP) atingiu 77,8 milhoes de Pessoas Segundo Trimestre não de 2011, Segundo o Ibope Nielsen Online. ESSE NÚMERO AO 5,5% e superiores do Segundo Trimestre de 2010 e 20% Maior Que o faça Segundo Trimestre de 2009.


Do total de 61,2 milhoes de Pessoas com Acesso sem Trabalho UO los Domicílios, 45,4 milhoes foram usuarios Ativos em Agosto de 2011. Crescimento de 1,2% AO MÊS los Relação anterior e de 9,2% na Comparação uma de agosto de 2010.


O ritmo de OSU do Computador com internet also continuou crescendo e Chegou a 69 horas Por Pessoa em Agosto, representando aumento de 6,4 hum em% AO MÊS Relação anterior.


Outro dado Interessante: Em agosto, Em média, CADA Usuário brasileiro de Redes Sociais conectou-si, um cessos locais Por hum ritmo de 7 horas e 14 Minutos.


Fonte: IDG Now

Cansou de usar uma rede social? O site deleteyouraccount.com reúne os links de diversas redes sociais que permitem que você apague sua conta. O site oferece uma ferramenta de buscas de serviços como Facebook, Orkut e Twitter, e oferece a página de exclusão de conta de cada site.

Por exemplo, se você estiver logado na sua conta Google e quiser apagar seu perfil no Orkut, bastará fazer uma busca no site, clicar no link e confirmar a exclusão do perfil.

Em casos específicos, além da página de exclusão, o deleteyouraccount.com também oferece a opção de desativar temporariamente um perfil, como é o caso do Facebook. Para reativar uma conta na rede social, você só precisará fazer login no site. Dessa forma, será possível preservar os dados do seu perfil. Mas se você selecionar a opção “delete my account page” não haverá como recuperar a conta.

Além de redes sociais, o site também ajuda a apagar contas de e-mail, como Yahoo, Hotmail e Gmail.

Vale lembrar que na grande maioria dos sites não é possível recuperar um perfil apagado. Por isso, pense bem antes de apagar sua conta.

Fonte: IDG Now


Uma grande mudança no design dos perfis do Facebook está sendo preparada e deve ser lançada na conferência para desenvolvedores f8, que acontece nesta quinta-feira, dia 22.

Os detalhes sobre o redesign ainda são desconhecidos, mas de acordo com duas fontes internas as novidades estão conectadas ao futuro lançamento de uma grande plataforma de música e mídia dentro da rede de Zuckerberg. As informações são do site de tecnologia e tendências Mashable.

De acordo com o Mashable, as fontes afirmaram que o novo perfil será mais "pegajoso", estimulando os usuários a ficarem neles por mais tempo, e com funções voltadas para o e-commerce social. O site diz também que a nova plataforma de mídia do Facebook irá exibir música e vídeos de parceiros.

Fontes do The New York Times indicam que o Facebook fechou acordos com empresas para desenvolver um sistema para exibir na página do usuário o que ele está ouvindo ou assistindo. O LastFm já utiliza um sistema semelhante por meio do programa Scrobbling, que registra o que o usuário está ouvindo e publica em sua página mesmo que ele não esteja acessando o site.

Algumas das empresas parceiras podem ser a Spotify, Rhapsody, Rdio, MOG e Deezer. O f8 acontece nesta quinta-feira em São Francisco, na Califórnia.

O presidente e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (22) uma série de mudanças e atualizações no layout e nas funcionalidades da rede socialmais popular do mundo. Os anúncios foram feitos durante o quarto F8, evento que reúne os principais desenvolvedores do Facebook. Uma das grandes mudanças será feita no design do perfil dos usuários: some a página de perfil e entra o que Zuckerberg chamou de “Timeline”.

“Desde o começo do Facebook, o perfil tem sido o lugar em que o usuário podia contar sua história. As pessoas o usam para compartilhar tudo, desde pequenas coisas até os maiores acontecimentos em suas vidas”, diz o desenvolvedor-chefe de produto do Facebook, Samuel Lessin.

A Timeline será uma página contínua que terá todos os conteúdos postados, publicados, compartilhados e criados pelo usuário desde o dia de seu nascimento. Como o Facebook não sabe tudo da vida de todos, cada pessoa poderá editar essas informações, colocando fotos, curiosidades e outras informações de sua vida que julgar interessantes compartilhar. Para não sobrecarregar a rede social, o próprio Facebook se encarregará de mostrar apenas aquilo que for considerado mais importante.

Abaixo, um exemplo de como ficará seu novo perfil com o Timeline. Se gostou, é só clicar em Sign Up para ter a linha do tempo de sua vida o mais cedo possível. Ainda tem fila (é óbvio que você precisa ter um perfil no Facebook para isso funcionar).

Zuckerberg também anunciou a morte da ferramenta “curtir” (“like”, em inglês). A partir da atualização do próximo Facebook, as pessoas contarão o que realmente estavam fazendo. “Introduziremos os verbos ao Facebook”, disse Zuckerberg. Ao invés de “curtir” um livro ou um filme, a pessoa poderá marcar que “leu” um livro ou “assistiu” a um filme.

Outra ferramenta anunciada é o Open Graph. Ele juntará todos os aplicativos do usuário, seus status updates e integrará sistemas externos ao Facebook, como o Netflix e o Spotify, para tornar a experiência de navegação na rede cada vez mais social. Tudo será compartilhado pelos usuários, e os amigos dessas pessoas poderão ter acesso a esses conteúdos.

O diretor técnico do Facebook, Bret Taylor, afirmou que o Open Graph é a mudança mais significativa já feita desde a implementação da plataforma social. "Queremos todos os seus aplicativos integrados ao Open Graph. O que significa, para você, ser social em sua área?”, disse Taylor. Resta saber o que as mudanças vão significar para o usuário comum. Como modelo de negócios é uma pequena revolução, e produtores de mídia estão empolgados. Para o usuário final, porém, deve ser traumático. As mudanças são grandes, e só quem usa muito a ferramenta vai aproveitar a curto prazo. Vai ter gritaria, e não vai ser pouca.

Informação | Época


Em maio deste ano, a revista Americana Consumer Reports divulgou que cerca de 7,5 milhões de crianças com 12 anos ou menos estão cadastradas no Facebook. Segundo a revista, o uso constante da rede social por esse público coloca em risco a segurança, a proteção e a privacidade destes menores.


Recentemente, o filho de uma analista de redes sociais (não identificada) comentou numa atualização pública de sua mãe no Facebook e teve o seu comentário visualizado. Não fosse pelas consequências do ocorrido, o caso teria passado despercebido, como mais uma das interações comuns da rede. Contudo, tendo acesso ao diálogo que se sucedeu ao post do Facebook, o website de medição de influência em redes sociais, Klout, criou um perfil no site para o garoto sem a sua permissão.


Isto quer dizer que, embora existam várias configurações de privacidade no Facebook que permitam aos usuários protegerem suas atualizações e dados pessoais de estranhos, os comentários feitos em status públicos dos seus contatos estão livres de restrições. Tecnicamente, o Klout pode utilizar um comentário público no Facebook, por exemplo, para encontrar um usuário, ter acesso às informações, e fazer o upload de sua foto do perfil. Exatamente o que aconteceu com o menino em questão.


Entretanto, em meio aos problemas semelhantes que envolvem as crianças na rede, o Facebook tomou medidas contra os perigos mais graves de compartilhamento. Agora, por exemplo, o site está usando uma nova tecnologia para encontrar e remover pornografia infantil, bem como se tornou parceiro do sistema de alerta Amber da polícia para crianças desaparecidas.


Essas medidas em favor das crianças são ótimas, tendo em vista que também não prejudicam todo o compartilhamento que faz o Facebook prosperar. No entanto, uma maior atenção dos pais às interações dos filhos nas redes sociais é indispensável, segundo alertam os psicólogos.


Fonte: tech Tudo

Que as novas tecnologias estão aí há mais de uma década transformando nossa percepções e nossas relações sociais ninguém mais pode duvidar. Que elas ainda vão mostrar todo seu potencial de mudanças é algo em que entusiastas da informação digital estão apostando alto. Pensando nisso, a Luxury Lab da Universidade de Nova York analisou a forma como as principais marcas do mundo fashion investem e trabalham suas identidades na plataforma online.

No topo da lista, classificada como genial, está a Burberry, por apresentar índices elevados de e-commerce e por manter-se inovando em todas as redes sociais, incluindo o recente Tweet Walk (prévia de fotos imediatamente antes do desfile). Ela está em primeiro lugar em número de fãs no Facebook, em visualizações no YouTube e em seguidores no Instagram.

Irreversível

Contudo, para Scott Galloway, fundador do Luxury Lab, muitas mudanças estão por vir. "A maioria das grifes ainda abordam o universo digital como projetos de estimação em vez de apresentar uma estratégia multiplataforma coerente".

Segundo a pesquisa Socialnomics, comanda por Erik Qualman, as mídias sociais não só alteraram nossa forma de comunicar como trouxe mudanças econômicas irreversíveis. Para se ter uma ideia, se o Facebook fosse um país, seria o terceiro mais habitado no mundo, atrás apenas de China e Índia. Para se convencer de vez, basta comparar as mídias. Enquanto o rádio levou 38 anos para alcançar 50 milhões de usuários, o Facebook atingiu mais de 200 milhões em menos de um ano.

Em terras brasileiras, grifes e eventos de moda já começam a mergulhar no mundo digital. O São Paulo Fashion Week, por exemplo, realizou, na última edição, transmissões ao vivo dos desfiles através de um canal no YouTube. Farm, Maria Bonita Extra, Neon e Huis Clos são algumas grifes que têm presença em redes sociais, mantêm blogs e/ou sites atualizados e oferecem e-commerce.

TOP 10
1. Burberry
2. Kate Spade
3. Coach,
4. Gucci
5. Dolce & Gabbana
6. Tory Burch
7. Ralph Lauren
8. Hugo Boss
9. Louis Vuitton
10. Michael Kors

Informação | Mantrux do Brasil - www.mantrux.com

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“Mudou o jogo na comunicação entre empresas, clientes e governo”, afirmou o diretor-geral da comScore Brasil, Alex Banks, durante o Digital AGE 2.0 2011. As empresas já descobriram que as mídias sociais permitem maior interatividade e comunicação direta com o consumidor. Ao mesmo tempo é um instrumento importante no relacionamento com fornecedores e públlico.


Segundo estudo recentemente divulgado pela empresa de pesquisa GfK, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e YouTube. Revelou ainda que 27% dos usuários de redes sociais costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% para recomendá-la. O resultado mostra que, independentemente das políticas das empresas em relação ao meio digital, suas marcas já estão na rede, sendo avaliadas, criticadas ou elogiadas pelo consumidor que tem conta no Facebook ou no Twitter.


A maioria das corporações brasileiras que adota estratégias para o fenômeno das mídias sociais, segue um movimento já em curso no mundo, em que, “cada vez mais as empresas, com a assessoria das agências de marketing, estão trabalhando nas redes sociais para se relacionar com o consumidor”, segundo Alexandre Campos, consultor da consultoria IDC.


Para grande parte das companhias, o que prevalece é a gestão das redes sociais ficar a cargo das áreas de Marketing e Comunicação. E o papel do CIO? Para o diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, Fernando Birman, a TI oferece condições para que as áreas interessadas desenvolvam projetos relacionados às mídias sociais.


“Isso vale para rede social e qualquer outra iniciativa das unidades de negócios. Na Rhodia, é o negócio que ‘puxa’ os projetos. Eu entro como facilitador e incentivador da inovação”, diz Birman. Outro papel importante do CIO, segundo o executivo, é o de prospectar tendências.


Além disso, segundo a opinião de Birman, o setor de TI tem também a vantagem de orientar as outras que estão na linha de frente de relacionamento com as mídias sociais. “Uma empresa como a Rhodia, por exemplo, tem um conjunto de regras. Há políticas de comunicação, comportamento e informática. E mídia social uniu várias disciplinas. Na nossa área, a orientação em relação às boas práticas de informática ajuda”, diz.


O executivo esteve envolvido no projeto da empresa para redes sociais, cujo objetivo foi melhorar a aproximação com o consumidor final e dar mais visibilidade à Global Business Units Fibras (GBU), unidade produtora de fibras à base de poliamida usadas na confecção de roupas.


Embora a GBU não se relacione diretamente com o consumidor final, a unidade colocou a marca Rhodia nas mídias sociais para falar com comunidades que, de alguma forma, estão ligadas ao mundo da moda.


“A relação B2B pressupõe um número muito menor de interlocutores em comparação com uma companhia de B2C, que pode ter milhares, centenas de milhares de clientes. Isso leva às empresas que estão em determinada posição na cadeia produtiva a serem mais conservadoras em relação à comunicação e acabam não percebendo valor nas mídias sociais”, explica a gerente de Marketing da Rhodia Fibras, Elizabeth Haidar. Segundo ela, na Rhodia em determinados setores a aposta em redes sociais pode não ter sentido, não agregando valor.


Porém, o setor de fibras é diferente, em que a questão da mídia social passou a ser uma aposta do marketing, e foi uma extensão de uma política de comunicação que já se preocupava em fortalecer a marca antes do advento da era digital. “Temos uma tradição histórica de querer trabalhar a marca junto ao consumidor final. Com o aparecimento das mídias sociais, as observamos como algo importante estrategicamente”, afirma.


Segundo a gerente de Marketing, a mídia social colabora para que o cliente direto da Rhodia, em grande parte fabricante de vestuários, reforce junto ao consumidor final a qualidade da matéria-prima que seu produto emprega. A ideia foi trabalhar com toda a cadeia produtiva do setor têxtil.


A divisão de fibras da Rhodia começou a ser implementada utilizando o Twitter no final de 2009 – atualmente a empresa tem cerca de 12 mil seguidores. “No Twitter, chamávamos a atenção dos consumidores para buscar nos nossos portais para entender a tecnologia dos nossos produtos. O resultado foi muito bom em um intervalo de seis meses, o que nos levou a criar um blog, em 2010. Afinal, precisávamos de dar informações mais aprofundadas, já que o Twitter tem limitações de espaço.” A empresa acabou entrando também no Facebook, em abril de 2011.


De acordo com Elizabeth, o trabalho é feito por jornalistas que postam conteúdo que vão além de informações sobre a marca. “Um exemplo é o segmento esportivo. Postamos assuntos relacionados ao campo esportivo, para que o meu consumidor receba material útil para o dia a dia dele. Falamos de eventos, dicas para práticas esportivas e sobre hábitos alimentares. Ele nos segue não por causa da marca, mas porque recebe informações úteis.”


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“Acho que a Rhodia, assim como outras empresas, ainda está aprendendo sobre o papel das redes sociais. Isso tornou-se uma prática”, afirma Birman. O executivo deve apostar agora na disseminação do sucesso da unidade de fibras para outras áreas da Rhodia. “O desafio será convencer outras pessoas do grupo a se aproximar das redes sociais.” 


Segundo ele, outro projeto da empresa é permitir o uso interno desses canais.


“O caminho já foi delineado. Se você quiser, pode aumentar a colaboração na própria organização, trazendo a mídia social para melhorar a comunicação com funcionários.


Queremos fazer algo inovador com eles. Afinal, temos 1,5 mil usuários em potencial”, afirma, sem revelar detalhes de como será.


Maior empresa de cosméticos do Brasil, a Natura apostou numa estratégia diferente da grande maioria. Criou a diretoria de Internet e Mídia Digital que, atualmente, é liderada por Fábio Boucinhas. Segundo o executivo, com a iniciativa, a corporação prepara-se para o futuro, quando as mídias sociais terão papel fundamental nos negócios. “A criação dessa diretoria mostra a importância que a empresa dá aos meios digitais e às redes sociais. A Natura criou essa área com objetivo não só de pensar de forma mais holística sobre tudo o que é feito nos meios digitais, como também preparar a empresa para seu futuro e o de suas consultoras.”

Atuando no mercado de cosméticos por meio da venda direta, a Natura tem, segundo Boucinhas, presença multicanal para extrair o máximo dos meios digitais. Possui portais próprios voltados para diversas categorias de produtos, além de perfis no Facebook e Twitter e mantém canais no YouTube. Na relação com as consultoras, que vendem seus produtos, possui canais exclusivos de relacionamento.


“Penso que esses diferentes pontos de presença no meio digital tenham papel definido. Alguns precisam ser monitorados com o objetivo de medir o tempo em que as pessoas permanecem neles. No Facebook, por exemplo, a cada dia as empresas gastam mais tempo nele”, diz Boucinhas.


Ele acredita que, por essa razão, trata-se de uma das ferramentas mais importantes do ponto de vista de relacionamentos e utiliza outros canais, como o YouTube, como uma ferramenta dentro do Facebook. Já os portais próprios, segundo o executivo, têm importância para o relacionamento do consumidor com os produtos e acabam utilizando tanto o Facebook quanto o Twitter para gerar tráfego.


Para Boucinhas, o uso das mídias sociais como ferramentas cria uma “relação simbiótica” entre empresa e consumidor. Trabalhar com as mídias sociais, prossegue, é uma ciência nova, sob o ponto de vista de acompanhar o que ocorre na internet. “Você cria um relacionamento. Há um conjunto de métricas diferente do que estava acosutumado. É preciso ter uma equipe para acompanhar o que tem mais retorno, o que gera mais cliques, os assuntos mais comentados e potenciais crises.”


Boucinhas informa que a empresa tem uma célula de atendimento dedicada aos assuntos de redes sociais e que o retorno desse monitoramento acaba refletindo em várias áreas da Natura.


“Sou par de várias outras diretorias, inclusive TI. Minha área tem função horizontal na empresa, tratando de assuntos que podem remeter à área de atendimento ou à produção.” Em relação à área de TI, a parceria é importante na opinião do diretor. “Qualquer iniciativa nossa acaba na maioria das vezes envolvendo alguns sistemas legados. Há uma relação de interdependência com a TI.”


Um dos maiores fabricantes de pneus do mundo, a Pirelli estreou nas redes sociais em 2006, quando produziu um curta-metragem para ser veiculado no YouTube, a maior novidade da rede naquele ano. “A Pirelli está, há algum tempo, buscando com as mídias digitais um relacionamento com o consumidor, para conhecê-lo melhor. E para o desenvolvimento da marca”, afirma o gerente de Marketing para América Latina da Pirelli, Jan Telecki. A partir do primeiro sucesso no YouTube, a empresa tem inovado e diversificado a atuação nas mídias sociais.


Para fazer a varredura do que estão falando sobre automóveis, corridas e, obviamente, pneus, a Pirelli contratou a Media Contacts. Telecki destaca a forte interação entre as equipes das duas companhias. “Temos profissionais da Pirelli dentro da Media Contacts. São pessoas experientes no âmbito digital, dedicadas à comunicação e que vivem voltadas exclusivamente à rede social.


Outra empresa que tem nas mídias sociais um recurso importante para suas estratégias é a fabricante de caminhões Iveco, braço da italiana Fiat. O meio digital passou a ser protagonista justamente quando a empresa decidiu ser mais agressiva no mercado brasileiro.


No Brasil desde 1997, a organização concorre com marcas tradicionais que está há décadas no Brasil, como Ford, Mercedes Benz e Volkswagen. A partir de 2007, a Iveco investiu em uma total renovação da estratégia de marketing, na qual a inovação digital tem papel fundamental.

O objetivo era simplesmente melhorar a exposição da marca, tornando-a mais conhecida e aumentar o seu valor. Uma pesquisa, encomendada pela própria empresa, apontou que sua marca ainda estava em desenvolvimento no País.


Na estratégia de comunicação, a Iveco inovou em 2009, ao fazer o primeiro lançamento de caminhão via blog no Brasil, tendo como públicos jornalistas, clientes, potenciais compradores, concessionários e colaboradores da empresa. A iniciativa foi tão bem avaliada na companhia, que a página passou a ser o blog oficial da Iveco. A montadora também saiu à frente ao lançar o caminhão Tector Stradale exclusivamente pela internet, em agosto de 2009.

O uso das mídias sociais levou a Iveco a acompanhar as mudanças de tendências no mercado. Os consumidores de caminhões estão mais bem informados do que antes e houve ainda profissionalização do setor de transporte. “Atualmente, as empresas estão mais preparadas, por exemplo, para discutir custos operacionais, características técnicas de produtos, e melhor aplicação para os tipos de carreta”, informa o diretor de Comunicação da Iveco Latin America, Marco Piquini. Para ele, esse movimento tornou mais sofisticado o relacionamento com o consumidor, daí estar antenado com a mídia digital.


“Pretendemos cada vez mais fortalecer esse relacionamento por meio de pesquisa e atuação segmentada. Sabemos que o Orkut possui mais de mil comunidades referentes a caminhões. Qual tipo de discussão é abordado em torno da marca Iveco e de seus concorrentes?”, diz Hellen Santos, analista de Comunicação responsável pela Plataforma de Comunicação Digital Iveco.


Ela afirma que essas informações podem favorecer a empresa em mais uma fonte de melhoria constante de produtos, serviços e processos. “E, ainda, seguramente, trazer cada vez mais inovação e diferenciação para os produtos Iveco.” Em outubro, será lançada uma nova FanPage da Iveco no Facebook, para que o conteúdo da montadora seja melhor agregado à rede social.


Na Iveco, as análises das informações colhidas junto às mídias sociais são realizadas pelo departamento de Comunicação, no entanto, Piquini destaca a importância da Tecnologia da Informação para as áreas de negócios. “A área de TI é fundamental porque a tecnologia nesse campo muda a cada dia, evolui com rapidez impressionante e devem ter o suporte técnico para viabilizar as ideias e as necessidades”, relata Piquini, reforçando que a TI é vital também para contribuir com propostas e soluçõs técnicas que criem situações favoráveis para novos projetos.


Informação | ComputerWorld

O plano de Mark Zuckerberg de transformar o Facebook em uma plataforma de comunicação integrada parece surtir os primeiros efeitos.

A companhia francesa de TI Atos anunciou que vai abolir seu sistema de e-mail. Em vez disso, seus funcionários serão orientados a trocar mensagens por meio do Facebook e de outras redes sociais.

De acordo com o CEO da Atos, Thierry Breton, apenas 10% dos cerca de 200 e-mails que seus funcionários recebem diariamente são uteis, enquanto outros 18% são spam. Isso justificaria a aposentadoria do sistema. A mudança deve ser implementada nos próximos 18 meses.

De acordo com a ABC News, o plano da empresa é, inicialmente, utilizar o Facebook para comunicação interna e, somente depois, estender seu uso para entrar em contato com clientes e colaboradores.

De acordo com uma porta-voz da empresa, eles já reduziram a troca de mensagens internas em 20% nos últimos seis meses. A mudança tem sido bem recebida pelos funcionários.

A Atos possui 74 mil funcionários espalhados em 42 países. No último ano, a empresa teve receita de 11,5 bilhões de dólares.

Apresentado em novembro do ano passado, o sistema Messages do Facebook é capaz de integrar e-mails, SMS, chat e mensagens via rede social. Segundo Mark Zuckerberg, o objetivo da plataforma é simplificar a comunicação entre as pessoas.

Fonte: Exame

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O Badoo alcançou a marca da quarta rede social mais popular do mundo. Ao todo, são 130 milhões de usuários da plataforma criada para o sexo. Com possibilidade de logar no Badoo a partir da sua conta do Facebook, ou criar um perfil exclusivo na rede, o Badoo torna-se cada vez mais popular. São 125 mil novos usuários todos os dias e um universo de 51 milhões deles que desfrutam do serviço mensalmente. O Badoo é, hoje, um dos 65 sites mais visitados do planeta. 

O Badoo funciona e cumpre sua premissa. Segundo uma pesquisa realizada com 85 mil britânicos, 30% deles afirmam ter conhecido alguém na rede para relações casuais. Como todo serviço do tipo, o Badoo também precisa se esquivar de diversas críticas sobre seus filtros de privacidade e garantias ao usuário. Por exemplo, na plataforma seu e-mail é divulgado e pode ser encontrado via buscas por padrão. É o tipo de coisa contraproducente numa rede voltada para o sexo, porque facilita que cônjuges encontrem seus parceiros atrás de relações extraconjugais no site.

A rede é gratuita e nesta modalidade oferece enorme variedade de recursos aos seus usuários. Mas aqueles que preferirem podem pagar uma assinatura que dá acesso a funcionalidades especiais. Em resultado desta prática mista, o Badoo dispensa o uso de publicidade. A rede se adapta ao perfil do usuário e a região de onde ele vem.

A experiência de uso de um homem na Europa é diferente da encontrada por um homem no Brasil. O mesmo vale para diferentes gêneros.

Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


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O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


O Google anunciou o lançamento da nova modalidade de buscas, com resultados baseados nos contatos do usuário na rede social Google+. Ao usar a funcionalidade de busca do Google, o internauta pode escolher receber os resultados habituais ou uma série de sugestões baseadas nas informações personalizadas, recomendadas por amigos.


Em seu blog oficial, a empresa usa o exemplo de uma busca por uma localidade para passar férias. A busca social traz resultados baseados nas indicações dos amigos na rede social. O serviço foi nomeado Search plus Your World (“Busca mais o seu mundo”, ainda sem versão oficial em português). O usuário pode interferir nos resultados das buscas, indicando resultados e alterando sua localização na ordem das buscas.


O Google afirmou que o serviço será liberado para os usuários gradativamente durante os próximos dias. Para visualizar as opções, é preciso estar registrado com uma conta do Google. Confira o vídeo de divulgação da nova busca social (em inglês).

No dia 13 de julho de 2009, quando, pela primeira vez, demos o Facebook na capa do Link, ele nem era a maior rede social do mundo, mas já cravávamos que o site havia uma meta bem específica – e o descrevemos como sendo o principal rival do Google.


Aos poucos a comparação entre os dois se tornava mais evidente e uma teoria se formava. O Google surgiu em uma época em que as pessoas ainda estavam se entendendo com a internet e buscavam o que fazer uma vez conectadas. Comparada à saraivada de links do diretório de seu antigo site rival, o Yahoo, a homepage do Google era clean e minimalista, com um único campo de busca no meio de uma página branca, que parecia apenas perguntar que busca o usuário gostaria de fazer.


Veio a web 2.0, em que todo mundo poderia postar o que quisesse online sem a necessidade de entender de programação. Logo vieram as redes sociais e as pessoas começaram a se conectar entre si – e, num segundo momento, a compartilhar conteúdo. E aos poucos mandar uma notícia para outra pessoa, sugerir um site ou mostrar um vídeo engraçado não significava enviar um e-mail para vários destinatários ou esperar que alguém estivesse online no MSN.


Bastava publicar em seu perfil que seus contatos em determinada rede veriam quando o consultassem.


Foi aí que o Facebook floresceu. E o perfil de seus usuários logo deixava de ser uma página com informações pessoais para exibir links, fotos e vídeos, transformando o feed de notícias (área equivalente aos scraps no Orkut ou do blog no MySpace) na primeira coisa que qualquer um vê quando entra no Facebook. Com todo mundo postando sem parar, bastava entrar na rede social para saber o que fazer na internet. Isso tornou a homepage do Google obsoleta.


Esse movimento aconteceu entre 2008 e 2010, quando o Facebook deixou de ser uma aposta para se tornar uma certeza. E logo vieram as especulações a respeito de quando o Google lançaria sua própria rede social.


Mas a empresa não tinha um bom histórico nessa área. Seu caso mais bem sucedido era, até o ano passado, o Orkut, mas o site só deu certo no Brasil e na Índia. Outras tentativas deram com burros n’água. O Google Wave era complexo demais e queria “apenas” reinventar o e-mail (algo como lançar um novo modelo de automóvel com a intenção de, literalmente, reinventar a roda). O Google Buzz foi criado para aproveitar o vácuo do Twitter e até ensaiou dar certo, mas esbarrou em questões legais a respeito de invasão de privacidade. Os dois projetos deram tão errado que foram desligados.


Por isso quando começaram a especular sobre a rede social do Google para enfrentar o Facebook, seus executivos logo diziam que não estavam criando uma rede social, mas uma “camada social” que atravessaria todos os serviços que hoje oferece.


Aí veio o Google + que, por ser de quem é, foi a rede social que mais cresceu na curta história deste tipo de site. Foram 25 milhões de usuários apenas nos dois primeiros meses de atividade do site. E ao mesmo tempo em que cresceu tão rápido, nos provocava com a primeira pergunta que aflige qualquer novo usuário de qualquer nova rede social (“O que eu faço aqui?”) ao mesmo tempo em que causava celeuma entre os entusiastas do Facebook, que o considerava uma versão piorada do site de Mark Zuckerberg.


Mas, como começou a mostrar na prática na semana passada, o Google + não é a rede social do Google. A rede social do Google é o próprio Google.


Explico: quando um de seus fundadores (Larry Page) assumiu o cargo de CEO (antes ocupado por Eric Schmidt) no início de 2011, ele começou a organizar a casa para fazer os inúmeros produtos do site (o navegador Chrome, o sistema operacional Android e as dezenas de sites e serviços oferecidos gratuitamente) conversarem entre si.


Uma operação interna, mas que poderia ser percebida por usuários mais atentos. Aos poucos, aparecia uma lista de links acima de sua homepage, apontando para outros serviços, como o Google Maps, a busca por imagens ou por vídeos, o Google News, entre outros. A lista virou uma barrinha, a princípio branca, que logo ganhou a cor cinza e depois escureceu ainda mais, trazendo ainda outros links para mais serviços da empresa.


E assim que o Google + foi lançado, dois itens novos surgiram nessa barra. O primeiro apareceu bem à direita e trazia a foto que o usuário escolheu para sua conta no Google seguida de seu nome, um número que mostrava se havia novidades no Google + e um campo escrito apenas “compartilhar”. Na ponta esquerda, o primeiro item deixava de ser a busca pura e simples do Google para se tornar o nome do próprio usuário, acrescido de um símbolo de adição (o + da “camada social”) à esquerda.


Essa barrinha está presente em qualquer serviço do Google. Resta agora saber se o Google irá conseguir fazer que as pessoas compartilhem conteúdo no campo específico que determinaram para isso. Enquanto isso, eles seguem tentando – e o anúncio da semana passada foi o primeiro passo para colocar a tal camada social em prática.


É que agora, quando você faz uma busca através do Google, tem duas opções de resultados: ou você vê os links que a maioria das pessoas viu quando buscou pelo termo que você acionou ou pode escolher apenas os links indicados pela sua rede de contatos, restringindo as opções de busca mas trazendo-as para seu contexto pessoal. A mudança pode ser percebida em dois ícones à direita da página, na altura do campo de busca. Clicando no ícone que é um pequeno globo, você vê os resultados gerais. Clicando no ícone que é um pequeno busto, vê o que seus amigos e conhecidos também buscaram.


Essa decisão já gerou controvérsia – a começar pelo Twitter, que afirmou que a mudança restringe o acesso às notícias que estão sendo publicadas naquele exato momento (que é a função atual da rede social dos 140 caracteres), com resultados do Twitter caindo para baixo nas buscas feitas em modo pessoal.


Outro problema é que isso restringe ainda mais a área de alcance de quem quer saber o que está acontecendo, ponto crucial de um dos melhores livros do ano passado, The Filter Bubble (ainda não lançado no País), do norte-americano Eli Parisier. Ele argumenta que, a partir do momento em que os algoritmos das redes sociais vão entendendo a forma como cada um funciona na rede, eles vão oferecendo apenas opções relacionadas ao gosto de quem clica. Isso parece ser prático em teoria – quem clica em muitas notícias de esporte, por exemplo, veria mais notícias relacionadas a esse assunto do que as outras. Mas, contudo, perderia outros assuntos que poderia se interessar, sem ao menos saber que eles estão acontecendo.


Era uma crítica quase direta ao Facebook, mas a partir do momento em que o Google adota uma prática parecida, ela cai como uma luva também para o gigante das buscas. E se você não corre o risco de trombar com algo novo, inusitado ou surpreendente, vai ficar cada vez mais preso à tal bolha-filtro concebida por Parisier.


E isso nos leva à principal dúvida em relação ao Google em 2012: e se, ao apostar em transformar-se numa enorme rede social, o site perderá a mão? E se as pessoas cansarem ou enjoarem de usar o Google? Parece apocalíptico, mas não custa lembrar a velocidade em que as coisas acontecem no mundo digital.


Fonte: Estadão

Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Celular com Twitter O Twitter, a rede social minimalista que afirma ter 100 milhões de usuários, construiu sua reputação em torno da simplicidade. Os membros só podem postar no serviço usando mensagens de texto com até 140 caracteres. Eles podem incluir um link para outro site, ou para uma foto ou vídeo; podem republicar mensagens de outros usuários em suas próprias páginas; podem enviar mensagens privadas igualmente espartanas. E isso é tudo - ao que parece.


Olhando mais de perto, você descobrirá que o Twitter foi aprimorado, pela empresa e por outros criadores de ferramentas da internet, com uma loja virtual de aplicativos, recursos utilitários, widgets e serviços que permitem ao usuário encontrar publicações interessantes, criar álbuns de fotos ou pesquisar o Twitter com maior eficiência.


E mesmo assim, diferente do Facebook ou do Microsoft Office, as ferramentas do Twitter são fáceis de encontrar e simples de aprender. Confira abaixo 9 recursos que você ainda não conhece:

Upload de fotos

Se você postar um link para uma foto de uma longa lista de outros sites, o Twitter exibirá automaticamente a imagem no painel "detalhes", do lado direito, quando outro usuário visualizar sua publicação. Esses sites possuem uma opção "publicar no Twitter" em suas páginas de upload de imagens. São 16 sites com o serviço: DailyBooth, DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.tv, Kickstarter, Kiva, Photozou, Plixi, Twitgoo, TwitPic, Twitvid, Ustream, Vimeo, Yfrog e YouTube.

Criar uma galeria

O Twitter pode criar uma galeria de fotos que exibe as últimas 100 imagens inseridas por cada usuário (não há recurso semelhante para vídeos). Um site independente, chamado Hashalbum, automaticamente agrupa imagens dos usuários do Twitter em álbuns separados, com base em quaisquer hashtags inclusas na publicação. Por exemplo, hashalbum.com/aquapets exibe todas as imagens cujos URLs foram postados no Twitter com a hashtag "aquapets".

Salvar seus tuítes favoritos

Todos parecem saber que você pode retuitar a publicação de outros usuários do Twitter no feed de sua própria conta, mas muitos usuários nunca experimentaram o botão de "Favoritos", em formato de estrela, ao lado do botão "Retweet". Clicar em Favoritos abaixo de uma atualização de status do Twitter adiciona essa atualização à sua lista pessoal de Favoritos, algo como adicionar uma página aos favoritos em seu navegador. Para ver seus favoritos, clique em "Profile", no topo da interface web do Twitter, então clique na aba de Favoritos, localizada à esquerda de sua página de perfil.

A lista de Favoritos é mais útil do que pode parecer. Diferente de uma página web encontrada no Google, uma atualização de status do Twitter pode ser impossível de encontrar após alguns dias - graças aos 300 milhões de novas entradas postadas diariamente no site. Tente encontrar aqueles comentários sobre Paula Deen nesta semana. Mesmo suas próprias publicações podem ser difíceis de encontrar após alguns meses. Se postar algo que deseja salvar para a posteridade, clique em Favoritos.

Realizar buscas poderosas

A caixa padrão de pesquisa do Twitter muitas vezes retorna resultados demais, geralmente publicações das últimas horas, para qualquer palavra-chave popular. Para focar numa entrada específica, clique em "Filtrar resultados", na parte superior central da página de resultados do Twitter. Isso o levará à página de busca avançada do site. Lá você pode especificar filtros adicionais, como um nome de usuário ou hashtag.

O site independente Topsy vai ainda mais longe, tanto que o Twitter recomenda o Topsy em seu guia oficial para jornalistas. O site organiza atualizações do Twitter com informações adicionais que podem ser pesquisadas, como uma escolha de data para encontrar publicações mais antigas. No Topsy, você também pode filtrar palavras-chave específicas para encontrar, por exemplo, publicações que incluem a palavra "Lady" mas não a palavra "Gaga".

Usar atalhos do teclado

Em vez de ficar clicando sem parar com o mouse, você pode operar o Twitter usando o teclado. Digite um ponto de interrogação na interface web do Twitter para abrir um painel com uma lista dos comandos de teclado disponíveis. Ali há quase 20 deles listados, incluindo "r" para retuitar uma publicação ou "/" para pular para a caixa de busca. Alguns dos comandos exigem duas teclas, como "g p" para acessar sua página de perfil.

Existem dois comandos não listados nesse painel: digitar "s p" abre uma caixa para pesquisar apenas publicações que incluem links para fotos, e "s v" inicia uma busca semelhante por vídeos.



Publicação cruzada no Facebook

Você tem a opção de postar uma atualização de status do Twitter em seu mural no Facebook, fazendo o login no Facebook e instalando o aplicativo "Selective Tweets". O aplicativo irá solicitar seu nome de usuário do Twitter. Assim, sempre que você finalizar uma atualização no Twitter com "fb", essa publicação será enviada também para sua página do Facebook - desde que você esteja logado no Twitter e no Facebook em seu navegador.

Usar o Twitter por mensagens de texto

A maioria dos smartphones possui diversos aplicativos do Twitter para ler e escrever atualizações em seu celular. Porém, é possível também usar o Twitter via mensagens SMS. Envie uma foto, e o Twitter fará o upload e criará um link para ela.

Usuários de mensagens de texto também podem seguir você sem precisar de uma conta própria no Twitter; basta enviar um SMS para 40404 (EUA) com a mensagem, digamos, "seguir paulbotin". [Nota do editor: O serviço de atualização do Twitter por meio de SMS ainda não está disponível em todas as operadoras brasileiras.]

Pular para os assuntos interessantes

O Twitter criou dois novos botões que aparecem ao lado do botão "Página Inicial", no topo da página: "Conectar" e "Descobrir". O Conectar é uma forma simples de visualizar todos que estão interagindo com você na rede. Ele exibe uma lista de membros que recentemente o seguiram, mencionaram, retuitaram uma de suas publicações ou adicionaram uma aos seus favoritos.

O Descobrir tenta definir seus interesses pessoais com base em sua localização, quem você segue e quais tópicos estão quentes, semelhantemente ao modo como a seção "Assuntos mais comentados", do Facebook tenta adivinhar quais atualizações de status você provavelmente irá querer ler. A empresa ainda está aprimorando o Descobrir e o recurso deve ficar gradualmente melhor em escolher as publicações certas.

Encontrar algo mais longo para ler

Percorrer atualizações de status de apenas uma linha lhe parece o mesmo que ficar ouvindo cachorros latindo? Para os que procuram uma experiência mais intelectual, usuários do Twitter criaram uma hashtag específica, "longreads", para publicações que trazem links para artigos mais longos, incluindo blogs e documentos PDF incrivelmente fascinantes. É possível encontrar informações aprofundadas sobre eventos atuais buscando, por exemplo, por "longreads" ou "longreads" seguido por uma palavra específica.

Com o tempo que vai economizar usando esses truques, você poderá ler textos bem mais longos do que apenas 140 caracteres.


Fonte: IG

Mulher no FacebookUm estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.


Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.


Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.


Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.

Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”.Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.


De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.


Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram. Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.


Fonte: Tec Tudo


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A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) promove no dia 14 de julho o curso técnico de Mídias Sociais, no Auditório da ABA (Avenida Paulista, 352 ˆ 6ºandar - São Paulo - SP). O evento visa apresentar aos executivos as principais redes sociais utilizadas pelos brasileiros, a fim de proporcionar conhecimento sobre o comportamento do consumidor 2.0 e traçar estratégias de mercado a partir da monitoração e da análise das redes sociais.
 
O curso apresentará os conceitos da Web 2.0 / Consumer-generated Media e as mudanças nos hábitos dos consumidores causadas pela adoção de redes sociais como o Twitter. Além disso, será debatido como estas redes estão, aos poucos, mudando o comportamento do consumidor e as formas como as disciplinas tradicionais estão sendo utilizadas pelo Marketing.
 
A E.LIFE, empresa brasileira líder na monitoração e análise da comunicação boca-a-boca online sobre marcas, produtos e serviços a partir de comunidades, blogs, sites pessoais e fóruns, trará executivos para ministrar o curso. Dentre eles estão: Alessandro Barbosa Lima. CEO da E.LIFE e Mestre em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP-SP, Guilherme Rios, Gestor de Projetos da E.LIFE, graduado em Administração de Empresas na PUC-SP, e Andrea Hiranaka, que foi analista Junior e posteriormente Sênior do instituto de pesquisas Data Popular.


As inscrições podem ser feitas pelo site www.aba.com.br , ou pelos telefones 0800.124588 ou 11.3283.4588. O evento possui vagas limitadas de 35 pessoas.