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Twitter

Uma pesquisa divulgada pela empresa de análise em tráfego de internet RJMetrics indica que 40% da base de 75 milhões de usuários cadastrados no serviço de microblogs Twitter jamais tuitou. Deste total, de acordo com a empresa, considera-se a base ativa apenas 20% --ou por volta de 15 milhões de usuários que fazem uso intenso do serviço.


Cerca de 25% das contas não possuem seguidores. Apenas 17% enviaram tuítes em dezembro de 2009. E 80% dos usuários tuitaram menos de dez vezes.


Em dezembro, o Twitter ganhou por volta de 6,2 milhões de novas contas mensais (ou de duas a três por segundo) --o que representa um número 20% menor do que em julho de 2009, mês no qual mais ganhou usuários (7,8 milhões).


O usuário do Twitter têm, em média, 27 seguidores --número mais baixo do que o medido em agosto, quando a média era 47. "Um terço da base de usuários do Twitter entrou nos últimos quatro meses, e nós sabemos que usuários adquirem mais seguidores ao longo do tempo em que eles estão na plataforma."


"Quando você vê os novos registros de conta, ninguém pode discordar que o Twitter está tendo um crescimento meteórico [o que é bom]. No entanto, a média de novos usuários tem reduzido significativamente em relação ao seu ápice [julho] e muitos usuários jamais usaram suas contas [isso é mau]", indica o relatório, nas conclusões finais.

 

A promessa de um sistema simples para o controle de privacidade do Facebook deve se concretizar nesta quarta-feira. O anuncio foi feito hoje por Chris Cox, vice-presidente de produtos da empresa, durante o evento TechCrunch Disrupt, nos Estados Unidos.


Atualmente, a página que trata das informações pessoais dos visitantes oferece 36 opções que controlam a exibição de dados como nome, idade e profissão.


O executivo aponta que a alteração deve melhorar a imagem da empresa junto aos usuários, que protestam contra mudanças inesperadas nos termos de uso e falhas nos controles de privacidade do site.


Em sua coluna no jornal Washington Post, publicada na última segunda-feira, o CEO do Facebook Mark Zuckerberg admitiu os erros e disse que iria tomar providências para garantir a segurança dos mais de 400 milhões de pessoas que navegam pela rede social.

A história começa com um jovem nerd tomando um fora da namorada. Gira em torno do projeto de um site, o Facebook, na ficção totalmente criado para atrair a atenção da tal jovem. O negócio, contudo, hoje tem, na realidade, mais de 500 milhões de usuários no mundo inteiro e vale US$ 50 bilhões. Se o crescimento continuar no mesmo ritmo, no segundo semestre de 2011, o Facebook vai, finalmente, bater o Orkut no Brasil, o maior país da América Latina – e um dos poucos onde a rede social ainda não é fenômeno de audiência. Enquanto isso, estreia amanhã a produção hollywoodiana que conta essa história, A rede social, dirigida por David Fincher.

"O filme certamente vai aumentar a curiosidade das pessoas quanto ao site. E a tendência é que grandes players dominem esses mercados, que haja apenas uma rede de cada tipo. Para adicionar amigos, ver as fotos deles, comentar status, o negócio é o Facebook. O Orkut ainda domina por aqui, por ter chegado primeiro, mas, para que o Facebook o ultrapasse, é só questão de tempo: do ano que vem não passa", acredita o pesquisador Gustavo Rauber, que conduz um estudo na UFMG sobre a privacidade na rede social.

O Brasil não chega a aparecer na história como uma pedra no caminho do avanço mundial do império Facebook. Mas um personagem brasileiro tem papel central na história do livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, que inspirou o roteiro do filme. O relato dos bastidores da criação do site teve como principal fonte Eduardo Saverin, colega de Mark Zuckerberg, o nerd que tomou o fora da namorada e hoje é o mais jovem bilionário do mundo.

Eduardo foi o investidor inicial do projeto (colocou os primeiros US$ 1 mil para o aluguel dos servidores, seguidos de US$ 18 mil, quando o site ainda era restrito a algumas universidades americanas). No acordo inicial, testemunhado apenas pelos muros de tijolos de Harvard, tinha 30% da companhia e acabou vendo suas ações diluídas e ficando com 0,03%. Processou o Facebook, ganhou e hoje posta, em sua própria página pessoal na rede, mensagens simpáticas a Mark, como fotos de festinhas da universidade em que os dois aparecem juntos.

O nome de Saverin está de volta aos créditos da página, como cofundador do negócio que chegou, anteontem, ao terceiro lugar em valor de mercado, entre empresas de internet. Ultrapassou o e-Bay (US$ 39,3 bilhões) e está abaixo, apenas, da Amazon (US$ 74,4 bilhões) e do Google (US$ 192,2 bilhões), de acordo com a Bloomberg.




Números com crescimento impressionante fazem parte da vocação do Facebook, desde a origem, em 2004. Criado nos alojamentos de Harvard, o site surgiu restrito àquela universidade e, em dois dias, já contava com a adesão de todos os alunos. A expansão para outras universidades americanas garantia o modelo de rede social a que esses universitários estão acostumados: baseado em clubes finais, a que os estudantes eram convidados – ou excluídos. Assim como eles, o Facebook teria de ser "exclusivo, divertido e tornar sua vida melhor", nas palavras do Mark do livro e do filme.

A ideia era reproduzir, on-line, essa vida social universitária. Por isso, os botões de "curtir" e "cutucar" sempre estiveram lá. Com o tempo, agregou outros valores, como a facilidade com que se descobriria se a figura está solteira e em que está interessada.

Mark podia ser um gênio da computação e tal e coisa. Mas originalidade não era exatamente seu forte. Tanto que também foi processado por Tyler e Cameron Winklevoss, remadores populares em Harvard que convidaram Mark para ser programador de um projeto muito parecido, e iniciado antes do Facebook, chamado ConectU. O processo deles contra o jovem de cabelos enrolados terminou em acordo de US$ 65 milhões.

Para apimentar a trama com sexo, drogas e popularidade, entra na história Sean Parker, empresário conhecido por integrar a equipe inicial do Napster, o site de compartilhamento de músicas que revolucionou a distribuição de músicas e arranjou briga com gravadoras poderosas. O papel cai como uma luva no popstar Justin Timberlake. Sean capta investidores, leva a companhia para o Vale do Silício e, na visão do livro e do filme, tira o brasileiro Saverin da jogada. Dele, surgem ideias oportunas, como a criação dos álbuns de fotos, em pleno hype das câmeras digitais.

A intrigante trama cinematográfica, com diálogos ágeis e personagens interessantes, diferentemente do livro, focado em Eduardo, coloca Mark no centro dos acontecimentos. O Mark da vida real, no entanto, já deu entrevistas categorizando o filme de ficção: "A verdadeira história do Facebook é bem chata. Quer dizer, sentamos diante dos nossos computadore por seis anos e trabalhamos com códigos". O ex-melhor amigo Saverin também publicou declarações em uníssono: "A intenção do filme era ser entretenimento e não um documentário, baseado em fatos".

No Brasil, o avanço do Facebook encontra ainda resistência. O Orkut, rede social do Google, tem mais de 36 milhões de visitantes únicos. O Facebook tem 9 milhões. Mas, há um ano, tinha apenas 1,5 milhão. Depois que ultrapassou os muros de Harvard, parece não haver fronteiras para o avanço da companhia. Há rumores de que o

Google lance uma rede social de alcance global para competir (o Orkut faz sucesso só no Brasil e na Índia), mas nada de concreto ainda foi divulgado.

Fato é que hoje, no Facebook, os perfis de Zuckerberg e de Saverin não adicionam mais amigos. Viraram páginas oficiais. O máximo de interação permitida é o botão "curtir". Famoso "ame-o ou deixe-o". O perfil da suposta namorada que deu início à busca de Zuckerberg por uma ideia que o transformasse em um jovem notável pode ser encontrado na rede. Erica Albright, contudo, tem tudo para ser um fake. A começar por sua descrição: "Sou eu, a ex-namorada de Mark Zuckerberg". A moça, depois de tudo, certamente preferiria o Orkut. Informação da Mantrux do Brasil.




Pesquisas recentes mostram que o tempo que os usuários gastam no Facebook é mais do que dobro do tempo gasto por eles no Google. Boa parte do consumo de informações desses usuários não provém mais de um sistema de busca, agora eles acompanham o conteúdo compartilhado por seus contatos numa rede social. Esse conteúdo pode variar de mensagens pessoais e fotos até links para artigos interessantes e opiniões próprias sobre um produto ou serviço.

O conteúdo compartilhado tem duas características importantes que o diferencia do que estávamos acostumados a consumir.

A primeira é que não temos apenas grandes empresas nos bombardeando com propagandas. Os usuários comuns dividem o meio de publicação igualmente com elas. Da mesma forma que uma multinacional pode enviar um link que fala bem do seu produto, outros milhares de usuários podem fazer o contrário. Mesmo que a grande empresa seja mais influente, várias pessoas juntas acabam tendo um poder parecido ou maior.

O poder não é maior apenas por causa do número de usuários. É mais comum alguém acreditar na opinião dos seus amigos do que na propaganda de uma grande empresa. Isso é fácil de compreender. Você confiaria mais no que diz alguém que é pago pela empresa da qual ele está falando bem ou num usuário que não tem ligação nenhuma com a empresa, que você conhece e que simplesmente quer expressar sua opinião porque gostou muito ou teve algum problema com um produto?

A segunda característica do consumo de informações numa rede social é que não precisamos mais buscar as informações, elas simplesmente aparecem.

No caso do "Twitter substituindo os feeds?", se você possui amigos com interesses parecidos com os seus e se você assina feeds relacionados a esses interesses, com certeza seus amigos no Twitter compartilharão alguns dos links que você iria ler pelos feeds. Isso acontece porque os seus amigos também assinam alguns feeds que você assina e eles já podem ter lido um artigo antes de você e compartilhado no microblog.

Nossa rede de contatos acaba se transformando num filtro natural de informações na rede. Se antes você olharia todas as novidades nos feeds e escolheria o que é relevante para ler, no Twitter alguém já teria feito isso por você. Claro que o filtro de informações de uma outra pessoa é diferente do seu, mas se alguém compartilhou um link ou se várias pessoas compartilharam aquele mesmo link, ele tem grande potencial de ser no mínimo interessante.

Esse é um de muitos casos que podem ocorrer. O compartilhamento de conteúdo não se resume ao Twitter e a feeds. Podemos ter muitos outros casos de substituição de uma busca mais geral e ativa para algo filtrado e passivo.

A mídia social é fortissíma. As pessoas antes sem acesso a grandes meios de divulgação hoje escrevem lado a lado de grandes marcas e, assim, novos formadores de opiniões acabam surgindo, pois eles têm um poder de alcance muito semelhante ao de qualquer grande empresa. Esse poder de divulgação é potencializado pelo laço de confiança maior entre amigos em relação a empresas, pois é mais fácil confiar em mensagens pessoais do que em propagandas. Informação do Imasters

Avatar FakeQuem ama o fake, bonito lhe parece. A criação de perfis falsos em mídias sociais, como no Twitter e no Facebook, é daqueles fenômenos de internet que inspiram amor e ódio. Agora, criar na web uma conta falsa, com efeito de difamação, acaba de virar crime específico no estado norte-americano da Califórnia e inspira a formatação de um projeto de lei, com mesmo objetivo, que dever ser proposto no Brasil já este mês. Enquanto isso, a cultura de perfis que retratam celebridades de mentirinha ganha seguidores em ritmo frenético, especialmente no Twitter.

O terreno do microblog jamais foi teclado por figuras como Hebe Camargo e Victor Fasano. Mesmo assim, o perfil da apresentadora tem mais de 35 mil seguidores e as tuitadas do modelo e ator são acompanhadas por quase 76 mil pessoas. Bordões como “Ma che” e “Vamos acompanhar”, próprios ao léxico do fake de Nair Bello, são replicados por seus 78 mil seguidores. O sucesso é tanto que os autores dos perfis começam a perder o medo e a sair do anonimato, para defender o que chamam de “homenagem”.

Complexidade
O autor do perfil de Nair, o empresário Gustavo Braun, cita a Nonna (como a personagem é chamada por seus seguidores) para justificar: “A Nonna sempre diz no Twitter: ‘Quem morre some dos olhos, mas não do coração’. Tenho pena de quem diz que a pessoa que morreu tem que ser deixada em paz. Se a pessoa é incrível, tem que ser homenageada sempre, não pode ser esquecida”. Para ele, “estar no Twitter mantém Nair um pouco mais viva.”

Mas a homenagem nem sempre é encarada com bons olhos, especialmente em casos que envolvem o uso de personagens com direitos autorais reservados. Em questões polêmicas e complexas como essas, muitas vezes confundem-se os limites entre liberdade de expressão e propriedade intelectual. O caso da personagem Magali, criada por Maurício de Souza, usada por uma dançarina que virou hit no YouTube, mereceu resposta do autor da Turma da Mônica. Em comunicado publicado no Twitter, ele comentou, inclusive com muita condescendência, o sucesso da moça, mas observou: “Vi traços de um personagem meu usados indevidamente em uma publicidade de rua”.

Piada ou ofensa
Fakes são perfis falsos criados em redes de relacionamento na internet. Normalmente, publicam conteúdo de forte teor humorístico, embora, muitas vezes, o limiar entre piada e ofensa seja tênue. Informação do Estado de Minas.

O relatório divulgado pela comScore confirmou a liderança disparada do Orkut entre as redes sociais no Brasil. A rede controlada pelo Google é acessada por 78% dos internautas brasileiros, o que equivale a 31,2 milhões de usuários mensais, contra 12,1 milhões do Facebook.

Outra tendência detectada anteriormente pela comScore, o forte crescimento do Facebook foi confirmado no estudo publicado hoje. A rede de Mark Zuckerberg cresceu 278% em 2010, contra 28% do Orkut.

Mas o estudo revelou também dados sobre um fenômeno menos debatido: a lenta migração dos usuários do Orkut para o Facebook. Segundo a comScore, em 2009, apenas 13% de todas as pessoas que acessavam o Orkut navegavam também no Facebook. Já no fim de 2010 esse valor aumentou para 33%.

Já entre o total de usuários do Facebook o fenômeno é inverso. Em 2009, 95% das pessoas que acessavam o Facebook também entravam no Orkut. Em 2010 esse percentual caiu para 88%.

Esses dados sugerem que os usuários de Facebook aos poucos estão abandonando o Orkut, enquanto os "orkuteiros" estão cada vez mais ligados nas duas redes sociais. A longo prazo a comScore não descarta a possibilidade de que o Facebook se torne a rede social líder no Brasil. Informação do IG.

O Facebook adicionou novas opções de estado de relacionamento para os usuários da rede social, que agora podem divulgar que estão em "uma união civil" e "morando junto". A novidade, de acordo com o Facebook, atende a pedidos da comunicada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais) e está disponível, por enquanto nos Estados Unidos, Canadá, França, Austrália e Reino Unido.

Ainda não há previsão da novidade ser lançada no Brasil.

Segundo o gerente de comunicação do Facebook, Andrew Noyes, a intenção da rede social é "oferecer opções para que as pessoas reflitam sobre o estado de relacionamento de seus amigos". "Essas novas opções foram muito requisitadas pelos usuários", conta. A novidade, no entanto não será lançada em países que já permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em entrevista publicada no jornal "The Huffington Post", o porta-voz da Human Rights Campaign, Michael Cole-Schwartz, disse que, "enquanto as pessoas encontram leis fragmentadas para os seus relacionamentos, a novidade permite que as pessoas descrevam seus relacionamentos com precisão para os amigos.

O reinado do Orkut como principal rede social do Brasil pode chegar ao fim ainda este ano. É o que indica análise do site Search Engine Wacht.com, sobre Brasil, Índia, Rússia e China, informou o AdNews, site brasileiro especializado no mercado publicitário.

banner-mantrux-250Segundo o estudo, cada um desses países tinha uma rede social predominante, que não o Facebook. O Orkut se firmou como dominante na Índia e no Brasil, mas o quadro começa mudar em favor da rede social de Mark Zuckerberg.

Por aqui, o Facebook tem apresentado crescimento acelerado desde o último trimestre do ano passado. Com base na curva de crescimento do Facebook mostrada pelo Google Trends, o analista Michael Bonfils conclui que por volta do final do terceiro quadrimestre deste ano, o Orkut perderá o posto de principal rede social do País. Na Índia, essa troca aconteceu em 2009.

O estudo atribui essa virada a alguns fatores, entre eles a expansão viral (amigos convidando amigos), a marcação de fotos (que incentiva o diálogo entre as pessoas), os critérios de privacidade (perfis são públicos por default e podem ser pesquisados por quem não é cadastrado no Facebook), os aplicativos de jogos (como "Farmville" e "Mafia Wars"), e as Fan Pages (páginas para pessoas jurídicas no Facebook, recurso que não existe no Orkut), que têm sido usadas por marcas para promoções.

A íntegra da pesquisa está em http://searchenginewatch.com/3642183

O número de visitas ao Google+, rede social do Google, nos Estados Unidos caiu cerca de 3% em uma semana, de acordo com estudo da Experian Hitwise. 

A rede social anunciada no final de junho caiu para 1,86 milhão de visitas para 1,79 milhão na semana encerrada no dia 23 de julho. O tempo de uso do Google+, segundo o estudo, também caiu de quase seis minutos para 5 minutos e 15 segundos. 

Embora tenha registrado queda, a Experian Hitwise afirma que o número não é "alarmante". Recentemente, uma pesquisa da comScore afirmou que o Google+ cresceu desde o lançamento no dia 28 de junho, atingindo 20 milhões de visitantes únicos. 

Na semana encerrada em 16 de julho, a Hitwise tinha divulgado que a rede social tinha crescido 283%, com 1,8 milhão de visitantes únicos.

Cansou de usar uma rede social? O site deleteyouraccount.com reúne os links de diversas redes sociais que permitem que você apague sua conta. O site oferece uma ferramenta de buscas de serviços como Facebook, Orkut e Twitter, e oferece a página de exclusão de conta de cada site.

Por exemplo, se você estiver logado na sua conta Google e quiser apagar seu perfil no Orkut, bastará fazer uma busca no site, clicar no link e confirmar a exclusão do perfil.

Em casos específicos, além da página de exclusão, o deleteyouraccount.com também oferece a opção de desativar temporariamente um perfil, como é o caso do Facebook. Para reativar uma conta na rede social, você só precisará fazer login no site. Dessa forma, será possível preservar os dados do seu perfil. Mas se você selecionar a opção “delete my account page” não haverá como recuperar a conta.

Além de redes sociais, o site também ajuda a apagar contas de e-mail, como Yahoo, Hotmail e Gmail.

Vale lembrar que na grande maioria dos sites não é possível recuperar um perfil apagado. Por isso, pense bem antes de apagar sua conta.

Fonte: IDG Now


Uma publicação no blog oficial do Facebook informa que a rede social vai fazer melhorias nas Listas de Amigos ao longo desta semana. Divididas em trabalho, escola, família e cidade, as listas serão criadas automaticamente. Também será possível adicionar ou remover pessoas de cada uma delas. Dessa forma, você pode compartilhar conteúdos e visualizar publicações com pessoas específicas. Algo parecido com o recurso Círculos do Google+.

Haverá também uma divisão entre os "Amigos Próximos" e "Conhecidos "e o site vai oferecer a opção de exibir notificações sobre novas publicações em cada lista. Atualizações importantes no perfil de membros agrupados na lista de "Conhecidos", como mudanças no status de relacionamento ou mudança de cidade, irão aparecer no feed de notícias principal, de acordo com o blog da empresa.

Na manhã de hoje (13/09), o Facebook também informou em seu mural oficial que está testando a possibilidade de diminuir a quantidade de notificações via e-mail, mantendo a maior parte das atualizações apenas no site. Em vez de receber vários e-mails, os usuários deverão receber um só, com o resumo das notificações da rede social.

O Facebook lembra que você poderá reativar os e-mails individuais no item “notificações”, localizado na página de configurações da conta.

Fonte:

A descrição do perfil do Twitter do americano Peter Shankman dá a ideia de como ele é um astro da internet: “Empreendedor de mídias sociais, presidente, palestrante, consultor e aventureiro”. Investidor de novas empresas de tecnologia, ele tem 110 mil seguidores em seu perfil. Nada se comparado a uma celebridade de Hollywood, como o ator Ashton Kutcher, que tem 7,5 milhões. Mas o que Shankman fala – ou melhor, escreve – pode gerar uma grande repercussão na internet. No mês passado, Shankman teve um daqueles dias corridos de negócio. Pegou um avião do aeroporto de Newark, em Nova Jersey, em direção a Tampa, na Flórida. Fez um rápido almoço e retornou num voo noturno. Faminto, resolveu compartilhar com seus seguidores do Twitter o que sentia no momento: “Estou com visões de um bife em minha mente”. E logo depois brincou, citando o perfil da cadeia de restaurantes Mortons: “Ei, @Mortons. Você pode me encontrar no aeroporto de Newark com um porterhouse (nome de um prato) quando eu pousar, em duas horas? Obrigado”.


Duas horas depois, Shankman saía pelo desembarque do aeroporto quando encontrou um garçom, vestido de smoking, segurando uma placa com o nome dele numa mão. Na outra, um porterhouse com batatas fritas e refrigerante. Shankman ficou extasiado. Tirou uma foto com o garçom e postou no Twitter. Escreveu mais meia dúzia de mensagens no Twitter em agradecimento. Muitos de seus milhares de seguidores replicaram a mensagem. Virou notícia.

O caso Mortons e Shankman saiu em alguns dos principais veículos de comunicação do mundo. Para citar alguns: o site da revista Time, no Huffington Post, na rede de TV CBS e no jornal inglês Daily Mail. É um caso clássico do que as empresas chamam de mídia espontânea. Se o Mortons resolvesse anunciar em cada um desses veículos, comprando o mesmo espaço que a notícia ganhou espontaneamente, teria de desembolsar alguns milhões de dólares. Mas com uma simples ação, que envolveu um prato típico de seu menu e um carro que percorreu 37 quilômetros para levar a refeição da unidade mais próxima do restaurante até Newark, o Mortons conseguiu uma repercussão na imprensa mundial – incluindo nesta reportagem que você está lendo.


Mantrux do BrasilEventos como esse levaram diversas empresas a incluir as redes sociais em sua estratégia de marketing. Seja criando uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um aplicativo no Orkut ou uma campanha de vídeo interativo no YouTube. Diversas marcas estão investindo muito dinheiro em busca da atenção desse internauta. Estima-se que os internautas mais ativos nas redes também são consumidores mais engajados e com maior poder de mobilização social. Mas será que dá para calcular quanto vale um “curtir” no Facebook ou “retweet” no Twitter em vendas? Quantos desses internautas, que se divertiram com o lanche de Shankman, resolveram comprar um bife no Mortons. E quantos deles já eram clientes fiéis, que comprariam o bife mesmo sem a ação?


Pelo menos por enquanto, essa resposta não existe. Ouvimos especialistas e diferentes empresas nacionais e multinacionais que começaram a investir em redes sociais nos últimos anos. Nenhuma delas soube dizer em números o resultado em vendas de uma ação feita numa rede social. Quantas latas de refrigerante foram vendidas a mais, quantos sanduíches, quantos pacotes de bala, quantos carros, apartamentos, viagens, revistas ou qualquer outro produto que você já “curtiu”, comentou ou simplesmente clicou em sua rede social.


Mesmo sem saber se o investimento compensa, as ações nas redes continuam crescendo. Segundo a consultoria Emarketer, 80% das grandes marcas mundiais vão participar de alguma ação de marketing até o fim deste ano. A participação é três vezes maior que três anos atrás. Outra consultoria, a BIA/Kelsey, diz que, enquanto no ano passado as empresas gastaram US$ 2,1 bilhões em publicidade nas redes sociais, em 2015 esse montante deverá superar os US$ 8 bilhões. “Uma campanha bem estruturada nas redes sociais não custa menos de R$ 300 mil”, afirma Gil Giardelli, professor dos cursos de pós-graduação e MBA na ESPM. Com todas as dúvidas e dificuldades de encontrar métricas que mostrem o retorno sobre o investimento, por que as empresas estão investindo mais do que nunca nesse mercado?


A primeira resposta dos especialistas em marketing é o engajamento das pessoas. Quanto mais cresce o número de fãs de uma marca nas redes sociais, mais eles vão falar dos produtos. Mais informação circulando sobre uma marca gera mais visibilidade, que no fim das contas é o que as empresas buscam quando investem em publicidade. “Até o ano passado tínhamos algumas ações isoladas nas redes sociais. Mas foi neste ano que definimos uma estratégia específica para elas”, afirma Sergio Esteves, gerente de marketing do Guaraná Antarctica. O perfil do Guaraná no Facebook ultrapassou recentemente 1 milhão de fãs na rede social. Alguns posts, criados pela equipe que gerencia o perfil, recebem “curtir” de milhares de usuários. “Posso usar os posts que fizeram mais sucesso para aplicar num filme na TV ou num anúncio de revista”, diz Esteves.


Outra vantagem da ação na rede social é entender os desejos do consumidor. O paulistano Luís Octávio Menezes, de 30 anos, divide o tempo no Facebook entre divulgar as ações de uma ONG ambiental que ele apoia e acompanhar cerca de 20 marcas das quais se considera um fã. “Consigo ter uma interação maior com os produtos das marcas que admiro”, diz. Menezes foi um dos internautas que batalharam pela volta do Halls sabor uva verde. A Kraft, que fabrica a bala, havia retirado do mercado o sabor. Diante da mobilização de milhares de internautas, resolveu relançar o Halls uva verde. E, claro, preparou uma campanha no Facebook, onde tem quase 600 mil fãs, e em outros sites. Na página do Halls no Facebook, a Kraft publica um anúncio convocando os amantes da marca a se inscrever em seu programa de trainee.

Em alguns casos, a ação na rede social desemboca na venda de um produto. Aconteceu com Menezes. No ano passado, ele se interessou por um microprojetor que tinha visto num site. 


Não encontrou, porém, informações confiáveis sobre especificações, preços e onde comprar, até que achou a página da empresa americana no Facebook. Curtiu a página, encontrou as informações que procurava e acabou comprando o produto. No ano passado, o time carioca do Vasco da Gama fez uma ação com a Penalty que também resultou em vendas. A campanha Vasco na pele convidava os vascaínos a fazer uma tatuagem com a Cruz de Malta, que forma o escudo da equipe. Em troca, os torcedores ganhariam uma camisa oficial, desenvolvida especialmente para a ocasião. “O time estava em má fase, e a campanha desafiava o torcedor a apoiá-lo justo naquele momento”, afirma Gustavo Fortes, sócio da Agência Espalhe, responsável pela campanha. O próprio presidente do clube, Roberto Dinamite, fez a tatuagem. Os criadores da campanha viram ali uma oportunidade para gerar mídia espontânea e fizeram um desafio ao tatuador Eric Codó: quebrar o recorde mundial de tatuagens feitas em 24 horas. E ele conseguiu. Ao final do dia, 806 tatuagens foram feitas em torcedores do Vasco, que levaram seu exemplar da terceira camisa do clube. A repercussão foi boa. A campanha saiu em diversos jornais e, no final da ação, a Penalty havia vendido 100 mil camisas. Casos de resultados palpáveis em vendas, como o do Vasco, ainda são raros. E mesmo no caso do clube não dá para saber quantas dessas 100 mil camisas foram vendidas apenas por causa da ação nas redes sociais.


Os publicitários afirmam que não é correto medir o sucesso de uma campanha em redes sociais por suas vendas. Para Catarina Gurgel, gerente de marketing da marca de água da Danone, a Bonafont, não dá para comparar a internet com o marketing em meios tradicionais, como a TV. Segundo ela, a TV é uma ação unilateral. Gera uma repercussão imensa e momentânea entre os consumidores. Mas não permite manter um relacionamento constante com a marca. Recentemente, assim como o caso da rede de restaurantes Mortons, a marca Bonafont foi atrás dos formadores de opinião do Twitter. Ela emprestou para pessoas influentes na rede social uma geladeirinha que tuitava. Um sistema controlava a quantidade de vezes que a porta abria e fechava. E enviava mensagens automáticas para o perfil da pessoa na rede. Se ela passasse muito tempo sem abrir a geladeira, a máquina tuitava que estava na hora de beber água. “A gente não espera que vá vender mais, mas criar novas maneiras de interagir com nosso consumidor”, diz Catarina.


A última, e talvez mais importante, razão para que as empresas invistam em redes sociais é simplesmente o medo de ficar de fora. Quem arriscaria ignorar um canal de comunicação em que todos os concorrentes estão investindo? “No mundo com um volume cada vez mais frenético de informações, as marcas que não são faladas são esquecidas”, afirma Fortes. Muita gente curtiu isso.


Fonte: Mantrux do Brasil - www.mantrux.com

Ao contrário do Ibope, a consultoria Comscore ainda aponta o Orkut como a rede social mais popular do Brasil. Porém, o Facebook teve um crescimento expressivo, com o mais que o triplo de usuários em um ano. O Facebook pode ultrapassar o Orkut em breve, caso esse ritmo seja mantido.

Há cerca dez dias, o Ibope disse que o Facebook ultrapassou o Orkut, rede social do Google.

Os dados da Comscore apontam que o Orkut saltou de 30,85 milhões de visitantes únicos em agosto de 2010 para 37,15 milhões no mesmo mês deste ano – aumento de 20%. 

No mesmo período, o Facebook passou de 9,09 milhões de visitantes para 28,58 milhões - crescimento de 215%. 

Em agosto de 2010 a diferença do Facebook para o Orkut era de 240%. EM um ano, esse percentual caiu para 30%. Se o ritmo de crescimento das redes se mantiver assim, o Facebook poderia ultrapassar o Orkut em dois meses.

Outras redes

A Comscore afirma que a terceira rede social mais acessada do país é o Windows Live Profile, rede social da Microsoft que tem vínculos com o popular programa de mensagens Windows Live Messenger. No total, essa rede tem 16,48 milhões de usuários.

O Twitter vem em quarto lugar, com 13,42 milhões de visitantes únicos. Em quinto lugar está a rede LinkedIn, com 1,45 milhões de usuários.
Elas usam mais as redes sociais para se conectar com amigos e família do que os homens. Eles preferem uma comunicação mais direta, utilizam mais serviços de voz e telefone para falar com as pessoas, segundo uma pesquisa do Rebtel, uma empresa de voz por IP, sobre o futuro das mídias sociais.

A pesquisa foi feita nos Estados Unidos com mais de 2 mil homens e mulheres adultos. Entre os resultados apurados, eles viram que 68% das mulheres e 54% dos homens usam as redes para ficar em contato com os amigos. Esse número cai um pouco quando se trata do contato com família e colegas de trabalho, mas, em todas as categorias, as mulheres estão na frente. Quando a pergunta é sobre o telefone e de outros serviços de voz para falar com amigos, 75% dos homens e 73% das mulheres dizem fazer uso dessas tecnologias.

Fonte: Galileu

O Google anunciou mudanças no layout e novos recursos para suas comunidades na rede social Orkut.


As comunidades são consideradas há muito tempo o principal diferencial do Orkut em comparação a outras redes sociais como o Facebook. E o Google promete um investimento constante.


“Qual a parte que você mais gosta no Orkut? Nós aprendemos muito fazendo essa pergunta para nossos usuários. Uma das respostas mais frequentes é: Comunidades, um dos recursos mais adorados”, afirmou a empresa em comunicado.


As comunidades ganham um novo perfil, que permitirá incluir vídeos na descrição. E o Google parece mesmo ter ouvido as reclamações. Agora será possível também seguir as comunidades favoritas e receber novos tópicos na sua página inicial.


O Google também modificou recursos nos tópicos e enquetes, facilitando a visualização das respostas, organizando de forma que o usuário possa ver quem está falando com ele.


Moderadores e donos de comunidade poderão também fechar um tópico para finalizar uma discussão indesejada e reabri-la depois.


A equipe responsável pelo Orkut, localizada aqui no Brasil, liberou um fórum para quem quiser sugerir mais mudanças para as comunidades. Segundo o Google, em breve a empresa divulgará mais novidades para a rede social.


Fonte: Exame



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O Facebookse envolveu em mais uma polêmica relacionada à privacidade de seus usuários. Funcionários da rede social de Mark Zuckerberg reconheceram que o site é capaz de rastrear os conteúdos visitados pelos membros da rede na web.

Segundo declarações recentes, o Facebook é capaz de criar um log de execução das páginas na web de cada um dos seus mais de 800 milhões de usuários, registrando todo o histórico de navegação dos últimos 90 dias. Além disso, sobretudo, registra as atividades daqueles que não são usuários do serviço, desde o momento em que o internauta visita uma página da rede.

Para rastrear o histórico de navegação de seus membros cadastrados, o Facebook utiliza uma tecnologia de rastreamento de cookies semelhante ao sistema utilizado por outras grandes empresas, como Google, Adobe, Microsoft e Yahoo. A informação é do diretor de engenharia da rede, Arturo Bejar.

Nas últimas semanas, o Facebook esteve envolvido em uma disputa judicial com a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos. Na ocasião, se defendeu das acusações de violação de privacidade dos seus usuários.

Vale destacar que para empresas com negócios online e sites de mídias sociais, os dados coletados pelo Facebook são valiosos. São usados como fontes para medir o potencial de anúncios para grupos específicos de internautas. Por outro lado, fica a dúvida se essas informações podem ser usadas de forma maliciosa, ou até mesmo se esses dados podem ser vendidos para terceiros.

Enquanto a discussão sobre o rastreamento do histórico de navegação continua, novas diretrizes sobre a privacidade online são discutidas no congresso norte-americano e na World Wide Web Consortium, que estabelece padrões e regras para Internet.

Dependendo das mudanças aplicadas, em breve, os internautas poderão limitar o acesso das empresas sobre suas atividades online, que há mais de 10 anos utilizam o rastreamento para ajudar os anunciantes a serem mais relevantes junto ao seu público.


Gráfico mostra como o Facebook rastreia a navegação de seus usuários


Quando o assunto são as redes sociais, quem faz bonito entre os 30 maiores anunciantes do país? A MITI Inteligência mapeou em 22 de dezembro o desempenho das líderes em gastos em propaganda, segundo ranking do Ibope, no Twitter, Facebook, Orkut, Google +, LinkedIn, Flickr, Vimeo e Foursquare. Quem sai à frente?

Twitter

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Infografico 1 redes sociais no Brasil

Com base na quantidade de tweets escritos, é a Vivo que mais aproveita o microblog para fazer contato com o consumidor. Foram mais de 11 mil mensagens desde a inauguração do perfil. Em número de seguidores, no entanto, a companhia fica em segundo lugar, com cerca de 286 mil, bem atrás da sua concorrente Claro, na liderança com 2,6 milhões. Em terceiro lugar, aparece mais uma empresa de telefonia celular, a TIM, com 175 mil. Qual seria o segredo da Claro, então? Provavelmente sua parceria com o craque Ronaldo, responsável pelo perfil da operadora no Twitter.

Facebook

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Na maior rede social do mundo, só dá Coca-Cola. São mais de 36 milhões de curtidas. Muito, mais muito, atrás vem o segundo colocado, o Itaú, com 532 mil. Claro que se deve levar em consideração que a Coca é uma marca muito mais internacional do que o Itaú, mas a Coca também deixa para trás as multinacionais Nestlé, em 3°, com 280 mil, e Unilever, em 4°, com 220 mil. O Guaraná Antarctica, considerado um case de sucesso no Facebook, embora não esteja no levantamento, conta também com respeitáveis 2,9 milhões de fãs.

Orkut

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

No Orkut, a liderança também é da Coca-Cola. A comunidade oficial da marca tem 1,1 milhão de membros. A rede social, no entanto, está em baixa com as empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem em presença oficial no Orkut: Coca, Casas Bahia, Sky, NET e Claro.

LinkedIn

Infografico sobre as redes sociais no Brasil

Ainda que com outro foco, as companhias têm usado a rede social profissional. Quem se destaca no LinkedIn é de longe a HP, com 435 mil seguidores, seguida pela P&G (144 mil) e Unilever (135,5 mil).

Google+

Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda é pouco usado pelas companhias no Brasil. Dos 30 maiores anunciantes, apenas o Bradesco mantém uma Google Page.

Flickr, Vimeo e Foursquare

As empresas também ainda não sabem tirar proveito das demais redes da mesma forma em que atuam no Twitter e no Facebook. O Flickr, por exemplo, é usado apenas pela AmBev, dentre os maiores anunciantes. Já o Vimeo e o Foursquare não são utilizados por nenhum deles. Blogs também ainda não conquistaram as companhias. A postagem de informações ocorre apenas para as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

A sua empresa sabe usar bem as redes sociais? Opine!

Fonte: Época Negócios


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O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook em 2011, segundo um estudo independente. O número de brasileiros na rede saltou de 8,8 milhões, em 2010, para 35,1 milhões, em 2011, alta de 298%. Os dados são de um relatório assinado por Nick Burcher, chefe de redes sociais e inovação digital na ZenithOptimedia, multinacional inglesa que presta serviços de mídia.


O Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários no Facebook, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões). Em 2008, o país contava com apenas 209.000 cadastrados na rede social; no ano seguinte, a cifra subiu para 2,4 milhões.


Entre os primeiros colocados da lista, o número de usuários americanos cresceu 8% em 2011, ante 30% na Índia, 139% na Indonésia e 67% no México, quinto colocado. Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.


Fonte: G1


O Google anunciou o lançamento da nova modalidade de buscas, com resultados baseados nos contatos do usuário na rede social Google+. Ao usar a funcionalidade de busca do Google, o internauta pode escolher receber os resultados habituais ou uma série de sugestões baseadas nas informações personalizadas, recomendadas por amigos.


Em seu blog oficial, a empresa usa o exemplo de uma busca por uma localidade para passar férias. A busca social traz resultados baseados nas indicações dos amigos na rede social. O serviço foi nomeado Search plus Your World (“Busca mais o seu mundo”, ainda sem versão oficial em português). O usuário pode interferir nos resultados das buscas, indicando resultados e alterando sua localização na ordem das buscas.


O Google afirmou que o serviço será liberado para os usuários gradativamente durante os próximos dias. Para visualizar as opções, é preciso estar registrado com uma conta do Google. Confira o vídeo de divulgação da nova busca social (em inglês).

Like do FacebookO Facebook ultrapassou o Orkut como a rede social com maior audiência em número de visitantes na internet brasileira, segundo dados divulgados hoje pela consultoria comScore.


A rede social de Mark Zuckerberg chegou a 36 milhões de visitantes em dezembro, ante 34,4 milhões do site do concorrente Google.


A audiência do Facebook quase triplicou em relação ao registrado um ano antes, em dezembro de 2010, quando era de 12,4 milhões de visitantes.


Já o Orkut tinha 32,7 milhões de visitantes no final de 2010.

Em terceiro lugar no ranking das mídias sociais no Brasil está o Windows Live, que fechou 2011 com 13,3 milhões de visitantes, crescimento de 13% em relação aos 11,8 milhões do final de 2010.


O Twitter vem em seguida, com 12,5 milhões de visitantes no final de 2011, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês de 2010.


O Google Plus, rede social lançada em junho do ano passado pelo Google, que também é dono do Orkut, fechou 2011 com 4,3 milhões de visitantes, em sexto lugar no ranking.


O quinto lugar é do Vostu, cuja audiência foi multiplicada por quatro em 2011, para 4,9 milhões de visitantes.


"O Brasil sempre foi um mercado particularmente social e hoje o país tem a quinta maior população de usuários de redes sociais no mundo. Mas, apesar dessa afinidade cultural, a adoção do Facebook foi mais lenta no país", disse Alex Banks, diretor-executivo da comScore no Brasil. "Isso mudou no ano passado."


Os dados de audiência da comScore contabilizam os visitantes com mais de seis anos de idade que acessam a internet fixa no trabalho ou em casa. Visitas pelo celular e em LAN houses não entram na estatística.


O Google e o Facebook não quiseram comentar os números da comScore.


Fonte: Folha de SP

Mulher no FacebookUm estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.


Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.


Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.


Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.

Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”.Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.


De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.


Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram. Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.


Fonte: Tec Tudo


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A popularidade do Facebook no Brasil explodiu no ano passado, e a empresa pode agradecer ao seu maior rival por isso.


Em sua recente apresentação da oferta pública inicial de ações, o Facebook disse que o número de usuários ativos do site no Brasil quase triplicou em 2011, colocando-o finalmente à frente do Orkut, do Google, como a rede social número um no país.


"Não consigo pensar em um exemplo onde o Facebook tem crescido tão rapidamente", disse Andrew Lipsman, vice-presidente de análise da indústria do grupo de pesquisa comScore.

No Brasil, onde nasceu o cofundador do Facebook Eduardo Saverin, a empresa encontrou um mercado preparado para o crescimento, com acesso à internet em rápida expansão, um número de computadores cada vez maior e uma demanda voraz por mídia social.


Isso pode ser creditado parcialmente ao Google, dizem analistas. Enquanto uma economia em crescimento e um acesso mais fácil a crédito deu aos brasileiros a possibilidade comprar computadores e conexões de banda larga, o Orkut deu-lhes uma razão para fazê-los.


"Até a chegada do Orkut, em 2004, o uso da internet no Brasil estava estagnado", disse o analista José Calazans, da empresa de pesquisa de mercado Ibope Nielsen, em São Paulo. "Quando as pessoas aqui começaram a comprar computadores e ir a cibercafés, era especificamente para acessar o Orkut. Agora muitas delas estão se mudando para o Facebook."


O Orkut foi a primeira rede social a fazer sucesso no país. Em uma cultura altamente social como a do Brasil, onde até reuniões de negócios terminam com abraços, o site se tornou um fenômeno nacional.


O crescimento do Orkut coincidiu com um boom econômico que tirou milhões de pessoas da pobreza, com muitos brasileiros ganhando acesso a computadores e à internet pela primeira vez.


A falha do Orkut em inovar acompanhando as expectativas dos usuários criou uma oportunidade para o Facebook entrar em cena, oferecendo novos aplicativos e games e a capacidade de se conectar com pessoas de fora do Brasil.


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Rede Social, Dell

HÁ ESPAÇO PARA AS DUAS REDES SOCIAIS?


O Orkut ainda mantém uma grande parcela do mercado de rede sociais no Brasil, com mais de 34 milhões de usuários, contra 36 milhões do Facebook, de acordo com a comScore. Mas seus dias podem estar contados.


"Se você pensar nos EUA, o Facebook e o Myspace eram muito competitivos por volta de 2009", disse Lipsman, da comScore. "Você pode coexistir por um tempo, mas o que tende a acontecer é as pessoas se consolidarem em torno de um ou outro."


De acordo com o Ibope Nielsen, mais de 85% dos usuários de internet ativos no Brasil usam sites de redes sociais --nos EUA, são 74%; no Japão, 77%. Os brasileiros também passam mais tempo nesses sites, com uma média de quase oito horas e meia por mês, contra seis horas e meia nos EUA e pouco mais de quatro horas no Japão.


O crescimento do Facebook no Brasil continuará a depender da atração de mais usuários do Orkut, mas ele pode ser limitado pela infraestrutura do país, onde menos de 30% das residências têm acesso à internet.


"Nem metade da população está na internet, então o Facebook tem muito espaço para crescer", disse Calazans, do Ibope Nielsen. "Mas isso também dependerá do crescimento da internet, que deve ocorrer na mesma velocidade."


Infográfico das redes sociais no Brasil


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Em meio a críticas e muita desconfiança, a nova política de privacidade do Google entra em vigor depois de amanhã em todo o mundo. Ao longo dos últimos meses, a gigante norte-americana de tecnologia foi, sem alarde, solicitando que os usuários aprovassem os termos de uso modificados. Na prática, significa que o usuário está concedendo permissão para que a empresa acesse o seu histórico de navegação na internet e utilize as informações para "facilitar a experiência do usuário" que navega nos serviços do Google, como Gmail, a rede social Google+ e o YouTube.

Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso já assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras. Por um lado, pode até haver um ganho de comodidade. Por exemplo: se você pesquisou no Google alguma informação sobre os Beatles, quando você entrar no YouTube serão sugeridos "automaticamente" vídeos da banda inglesa. No Gmail, você vai receber algumas ofertas de promoções de viagens para Liverpool ou produtos licenciados do grupo.

Com o tempo, no entanto, o banco de dados vai alcançar um volume gigantesco - e perigoso. Será possível mapear em detalhes seus hábitos de consumo, seus gostos, seu estilo de vida e até quem pertence ao seu círculo pessoal.

Embora a empresa garanta que não vai comercializar os dados, eles valem ouro para o mercado publicitário, que, desde sempre, sonhou em encontrar uma maneira de descobrir os reais desejos e necessidades dos consumidores.

Proteção. Para quem deseja continuar usando o Google, mas não concorda com os novos termos de privacidade, há uma maneira de, em tese, proteger suas informações. O próprio Google oferece a opção de apagar o histórico de navegação, o que deleta do sistema as informações que você busca na internet.

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Camisa com a logo do OrkutO Orkut continua a apanhar feio do Facebook, e o Google tem feito um esforço para empurrar usuários para o Google+. Por que ainda não matou a antiga rede social?

Os desenvolvedores do Google de Belo Horizonte ainda se dedicam a corrigir bugs e a criar funcionalidades, embora o ritmo das novidades tenha diminuído drasticamente desde o ano passado. O fim do Orkut é, no entanto, um processo inevitável. Para os chefões que ficam na sede do Google, nos Estados Unidos, não é interessante ter duas redes sociais que competem entre si. 


Publicamente, a empresa diz que continuará a investir no Orkut e que pretende mantê-lo para sempre. Será mesmo?


Larry Page quer fazer o Google+ dar certo a qualquer custo. Por isso, a equipe que cuida do Orkut tem tentado atrair seus antigos usuários para a nova rede social. É uma maneira sutil de forçar uma migração, ou melhor, de garantir que ela ocorra na direção que o Google deseja (em um rumo contrário ao do rival Facebook, de Mark Zuckerberg). Esse tipo de empurrãozinho, que começou no ano passado, está mais frequente. Agora, quando se entra em um dos serviços do Google (buscador, Gmail, Docs, Calendar, etc), a barra superior da página, que mostra uma lista de links, não traz mais o Orkut. O Google+, contudo, está ali, em destaque.

Além disso, uma das principais atrações usadas para chamar audiência no Orkut, o Orkut Ao Vivo, mudou de nome para +Ao Vivo. As entrevistas com celebridades passaram a ser transmitidas também via Google+ e YouTube. Mas a audiência ainda se concentra na antiga rede social. Posts publicados por funcionários do Google para divulgar o +AoVivo de Lobão e Thaíde, nesta quarta-feira, por exemplo, mostram interação muito maior no Orkut do que no Google+, considerada como uma rede-fantasma.


O Orkut só não acabou porque ainda dá dinheiro para o Google. A rede social exibe um leve crescimento em algumas regiões do país e sua massa de usuários continua enorme. Isso traz anúncios. Ultrapassado pelo Facebook no ano passado, no entanto, o Orkut deve encolher com velocidade recorde ao longo deste ano. Quando isso fizer a publicidade minguar, o fim estará próximo. Será mais um produto eliminado pelo facão do Google – e provavelmente todos os que restarem por lá serão empurrados, à força, para o Plus.


Fonte: Info


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Recentemente, o Facebook anunciou ter atingido, em março de 2012, um total de 901 milhões de usuários ativos – aqueles que acessam a rede social ao menos uma vez por mês. O número aumentou 41% em relação ao mesmo mês de 2011, que somava 680 milhões de usuários. No Brasil, o percentual de crescimento no último ano é ainda mais gritante: 180%, registrando um total de 45 milhões de brasileiros ativos na rede social em março.

“O uso do Facebook está crescendo rapidamente. Nós estamos lidando com uma subdivisão da dependência em internet ligada às mídias sociais”, conta Cecilie Schou Andreassen, que coordenou um estudo sobre o vício em Facebook, o primeiro a estudar o assunto no mundo. A pesquisa, realizada pela Universidade de Bergen, na Noruega, foi publicada no periódico Psychological Reports.


A pesquisadora descobriu vários fatores sobre a dependência em Facebook, como suas principais vítimas: as mulheres e os mais jovens. Pessoas tímidas, ansiosas e inseguras socialmente também estão no páreo. De acordo com Cecilie, indivíduos com essas características de personalidade têm maior facilidade em se comunicar por meio das mídias sociais do que pessoalmente. Já pessoas mais organizadas e ambiciosas são menos suscetíveis à dependência, segundo a pesquisa.


Escala
De acordo com o estudo, os sintomas do vício em Facebook são semelhantes aos da dependência química. Mas como descobrir se você é ou não viciado na rede? Em janeiro de 2011, a pesquisadora realizou testes com 423 estudantes, sendo 227 mulheres e 196 homens. A partir disso, criou um teste, batizado de “Escala


Bergen para o Vício em Facebook”, para identificar os dependentes.

Além de tirar a dúvida de usuários comuns, o teste pode facilitar futuras pesquisas de tratamento e ajudar a estimar a quantidade de viciados em Facebook em todo o mundo. Faça o teste abaixo, desenvolvido na Faculdade de Psicologia da Universidade de Bergen, e descubra se você é ou não um dependente da rede social.

Faça o teste clicando aqui

Fonte: Época


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